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Untitled Prezi

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by

Ursula Westin

on 3 October 2016

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Transcript of Untitled Prezi

Ambiente
Virtual de aprendizagem moodle:
Elaboração do protótipo de um curso sobre doação e transplante de órgãos

Introdução

Doação e transplante de órgãos
Informática em Saúde e na Enfermagem
Educação a Distância (EAD)
Interação Homem-computador (IHC)
Prototipação

Defesa da dissertação de mestrado:

"Ambiente virtual de aprendizagem moodle:
Elaboração do protótipo de um curso sobre doação e transplante de órgãos"

Aluna: Ursula Marcondes Westin
Orientadora: Sílvia Helena Zem-Mascarenhas

Universidade Federal de São Carlos/UFSCar/PPGEnf
São Carlos
2013

Objetivos
Resultados
Desenvolvimento do estudo
Referencial Metodológico

- Ausubel

Trajetória metodológica
-
Tipo de estudo
- Local
- Participantes
- Aspectos éticos
- Coleta e análise dos dados

Discussão
Etapa 1

Etapa 2

Etapa 3

Etapa 4

Etapa 5

Agenda

Motivação
Introdução
Objetivos
Desenvolvimento do estudo
Resultados
Discussão
Conclusão
Publicações
Referências
Definição
Procedimento cirúrgico que consiste na reposição de um órgão ou tecido doente por outro saudável vindo de um doador vivo ou em morte encefálica.
(ABTO, 2003)
Doação e transplante de órgãos
Tratamento: melhora a qualidade de vida do receptor
.
É o ato ou efeito de transplantar. Ato de transferir órgão ou porção deste para o mesmo indivíduo ou ainda de indivíduo morto para outro vivo.
(BANDEIRA, 2000)
Aspectos Históricos
Doação e transplante de órgãos
Bíblia:
Adão e Eva
3000 anos:
Sereias e centauros
Séc VI a. C. Atenas
Homero: Quimera
Séc VI a. C. Grécia:
Asas dédalo
Séc V a.C.
Índia: enxertos
Séc III a.C.
China: coração entre dois homens
287 d.C.
China: São Cosme e Damião
1597: Itália
Enxertos de pele
1682: Rússia
Reparação crânio humano
1778: Europa
Transplantes dentários/ pele nariz

Termo "transplante utilizado pela primeira vez.
1840: Boston
Enxerto de pele de nariz
1902: Primeiro autotransplante
Rim de cachorro a vasos cervicais
1933: Ucrânia
Primeiro alotransplante
1954: Boston
Primeiro transplante de órgãos bem-sucedido entre indivíduos da mesma espécie

Primeiro transplante de órgãos no Brasil
Doação e transplante de órgãos
Regulamentado por leis.
Transplante de órgãos no Brasil
1992

Primeira Lei Nacional: n.º 8.489

1997
Lei da Doação Presumida de órgãos: n.º 9.434
(documento de não doador).

1998
Lei n.º 9.434 revogada e editada a Medida Provisória
(devolve à familía opção de doação ou não).

2001


Lei n.º 10.211 (em vigor até hoje)
(- consentimento baseado em autorização da família
- consentimento do receptor no transplante intervivos;
- paciente inscrito em lista única de espera).
'

Política de transplante em sintonia com as Leis que regem o funcionamento do SUS: n.º 8.080/90 e n.º 8.142/90
(BRASIL, 2012)
Ministério da Saúde: SNT
Brasil: Um dos maiores programas públicos de transplante de órgãos:
Informática na Saúde e na Enfermagem
O computador vem tendo múltiplas aplicações na área da saúde iniciando com os grandes sistemas de informação hospitalar, evoluindo para o processamento de imagens e sinais, e sistemas de apoio à saúde. Nesse contexto sofisticado o profissional de enfermagem está inserido, pois, embora a informática não seja ainda uma realidade para a maioria das instituições de saúde, a tendência nesses serviços é o avanço da mesma (LUIS, et al., 1995).
A combinação da ciência da computação, da ciência da informação e da ciência da enfermagem projetada para auxiliar o gerenciamento e o processamento de dados, informação e conhecimento em enfermagem, para apoiar a prática de enfermagem e a prestação do cuidado (HANNAH, BALL E EDWARDS (2009).
Déc 50: EUA: Atividades Administrativas

Déc 60: Reino Unido: Assistência

Final da Déc 60: EUA: Ensino e pesquisa - IAC
- Capacitação
- Cursos a Distância (com o avanço da internet)
Educação a Distância (EAD)
Histórico
1700 a.C.
Egito
Papiros
Grécia e Roma
Redes de comunicação
428 a.C.
Platão
10 d.C.
Apóstolo Paulo
1450 Alemanha
Invenção da Imprensa
1728 Boston
Anúncio Gazeta
1833
Suécia
1840
Inglaterra
1850
Rússia
Déc 60
Londres
Open University e
Universidade Nacional da Espanha
Universidade Nacional Aberta
(Venezuela)

Universidade Estatal a Distância
(Costa Rica)
Educação a Distância (EAD)
EAD no Brasil
Séc XIX
Agricultores
1904
"Escolas
Internacionais"
1923
"Radio sociedade
do RJ"
1939
"Instituto Rádio
Monitor"
1947
SENAC e SESC
(rádio)
1979
UnB
1985
CEAD
1996
LDB
SEED
1997
PROINFO
2005
Definição de EAD
2006
UAB
Aumento das iniciativas EAD
Decreto n 5.622
Art. 1o Para os fins deste Decreto, caracteriza-se a educação a distância como modalidade educacional na qual a mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos (BRASIL,2005b)
1891
Jornal do Brasil
Educação a Distância (EAD)
EAD na Saúde e na Enfermagem
Saúde:

Profissionais qualificados e de competências múltiplas;

Fator tempo (escassez);
(OLIVEIRA, 2007)
Recursos tecnológicos + internet = EAD
Proposta inovadora:
- Faz refletir sobre a prática profissional;
- atualização
- Ferramenta estratégica
na educação;
- disseminar conhecimentos.
Associado a saúde:
benefícios
IHC
Definição


- Interfaces: Ajustar ao tipo de usuário

- Participação do usuário na construção da interface.
- Déc 80.

- Ramo da ciência resultante da junção de diversas outras áreas a fim de incorporar as necessidades humanas à engenharia computacional.
IHC
respostas ao questionário
(incluir no protótipo inicial os pontos principais)
Prototipação
Meio de explorar as idéias de um projeto antes de investir nelas, poupando assim tempo e recursos na sua implementação

(BERKUN, 2000).


No presente estudo: Protótipo de
alta fidelidade


-Se aproxima o máximo possível do produto idealizado;
- contêm as principais funcionalidades do sistema;
- define claramente os aspectos da interface
(AGUIAR et al, 2007).
Geral
Desenvolver um objeto virtual de aprendizagem para educação a distância sobre doação e transplante de órgãos.

Específicos
1. Buscar a literatura científica sobre o tema na área;

2. Analisar as informações sobre o tema disponíveis via internet;

3. Identificar no processo de formação de alunos de graduação da área da saúde de uma Universidade Federal oportunidades de aproximação com a temática doação e transplante de órgãos;

4. Analisar o conhecimento de alunos de graduação da área da saúde de uma Universidade Federal sobre doação e transplante de órgãos;

5. Elaborar o protótipo de um objeto virtual de aprendizagem sobre doação e transplante de órgãos e estruturá-lo em uma plataforma on-line.
Teoria da aprendizagem significativa
(David P Ausubel)
“O fator isolado mais importante influenciando a aprendizagem é aquilo que o aprendiz já sabe; determine isso e ensine-o de acordo”
A aprendizagem se dá quando novos conteúdos são acoplados àqueles pré-existentes (subsunçores), modificando e dando significado aos conteúdos prévios
(MOREIRA, 1982).
Teoria da aprendizagem significativa
Papel do instrutor:
1. Determinar a estrutura da matéria de ensino;
2. Identificar quais os subsunçores que o aluno deveria ter em sua estrutura cognitiva;
3. Determinar quais os subsunçores relevantes já estão disponíveis na estrutura cognitiva do aluno;
4. ensinar utilizando recursos e princípios que facilitem a aprendizagem do aluno
Presente estudo: pressuposto de que os alunos do quarto ano dos cursos da saúde já tem algum conhecimento prévio sobre doação e transplante de órgãos. Então, a partir daí, criar um objeto virtual de aprendizagem que forneça subsídios para que os alunos possam assimilar novos conceitos àqueles já existentes.
Tipo do estudo
Exploratório
descritivo
de corte
transversal
Maior Familiaridade
com o problema
e construção de hipóteses
a partir de procedimentos
sistemáticos
(GIL,2002).
Objetiva conhecer e interpretar a realidade,
por meio da observação, descrição,
classificação e interpretação de fenômenos,
sem nela interferir para modificá-la
(SEVERINO, 2000).
Medições feitas em um “’único momento”; descrever associação entre as variáveis; é rápido.
Descrever precisamente a situação estudada: analisar estatisticamente os dados/ entender razões e saberes da população alvo do estudo, obtendo maior percepção sobre o assunto
- Trajetória metodológica rigorosa para cada etapa dos objetivos específicos propostos.

Objetivo 1: Etapa 1 (Buscar literatura científica na área);

Objetivo 2: Etapa 2 (Analisar as informações sobre tema na internet;

Objetivo 3: Etapa 3 (Identificar o processo de formação dos alunos);

Objetivo 4: Etapa 4 (Analisar conhecimento dos alunos)

Objetivo 5: Etapa 5 (Elaborar protótipo do curso a distância)
Etapa 1
(Buscar literatura científica na área)
Revisão integrativa da literatura (Seis etapas)
Etapa 2
(Analisar informações na internet)
Estudo infodemiológico
Infodemiologia ou "epidemiologia da informação": analisar a qualidade das informações sobre determinado tema nos meios de informação, entre eles a internet.
EYSENBACH (2002)
Etapa 3
(Identificar no processo de formação a oportunidade de aproximação com o tema)
Realizada busca nos Projeto Político -Pedagógicos dos 6 cursos da área da saúde da UFSCar.
Etapa 4
(Analisar conhecimento dos alunos de graduação)
Questionário dirigido e estruturado com 25 questões;
Respostas foram analisadas quantitativamente por estatística descritiva:
- Dados codificados e organizados no excell;
- Tratamento e análise dos dados: SPSS® versão 1.7;
- Testes do Chi-Quadrado para análise das diferenças;
- Nível de significância adotado: 5% (p ≤ 0,05).
Etapa 5
(Elaborar protótipo do curso a distância e disponibilizá-lo em plataforma on-line)
PACO (Planejamento de Atividades apoiadas por computador).
1. Escolha do tema, público alvo e objetivo geral;
2. Organização do tema;
3. Escolha do referencial metodológico;
4. Planejamento das atividades instrucionais;
5. Escolha das ferramentas computacionais de apoio às atividades;
6. Desenvolvimento do material instrucional;
7. Testes: questões pedagógicas e tecnológicas.
Etapa 1

Etapa 2

Etapa 3

Etapa 4

Etapa 5

Resultados
Etapa 1: Revisão Integrativa da literatura
Resultados
Etapa 1: Revisão da literatura
Região: Sudeste: 7/ Nordeste: 5/ Centro-Oeste: 1/ Sul: 1/ Colômbia: 1
Delineamento das pesquisas: Descritiva: 1
Etnográfico: 1
Fenomenológico: 2
Teorias fundamentadas: 4
Relato de experiência: 1
Revisão sistemática: 1
Revisão integrativa: 2
Revisão da literatura: 2
Quantitativo não-experimental: 1
Nível de evidência: I: 2
III: 3
IV: 5
V: 4
VI: 1
Resultados
Etapa 1: Revisão da literatura
Categorias
Primeira Categoria
Sistematização da Assistência de Enfermagem (9 Estudos)

Segunda Categoria
Educação Continuada em Saúde ( 2 Estudos)

Terceira Categoria
Processo de enfermagem e Educação Continuada (4 Estudos)
Resultados
Etapa 2: Estudo infodemiológico
- Busca realizada pelo Google no dia 15 de Abril de 2011;

- Palavra-chave: "Transplante e doação de órgãos";

- Resultado: 130.000 páginas encontradas;

- 13 excluídas;

-
181 analisadas
quanto aos CTQ proposto por Silva, Castro e Cymrot (2008.
Resultados
Etapa 2: Estudo infodemiológico
Resultados
Etapa 2: Estudo infodemiológico
Resultados
Etapa 4: Questionário
Caracterização dos participantes
- 150 alunos
- 19 a 34 anos
- (predominância dos 21 e 22 anos e sexo feminino).

Análise do questionário
- Terapia Ocupacional: 34 alunos
- Fisioterapia: 30 alunos
- Gerontologia: 25 alunos
- Educação Física: 23 alunos
- Medicina: 21 alunos
- Enfermagem: 17 alunos
Resultados
Etapa 4: Questionário
Principais dados obtidos:
link: http://ead.sead.ufscar.br.

Usuário: 36566034803

Senha: @Ajy64uw
Resultados
Etapa 5: Protótipo curso moodle
Discussão
Etapa 1: Revisão integrativa da literatura
Papel do enfermeiro no transplante de órgãos:

- Inicialmente: Preparo sala cirúrgica (CORRADI; SILVA, 2007);
- Internação e pós-operatório (MENDES; GALVÃO, 2008)
- Controle de infecção (SILVEIRA; GALVÃO, 2005)
- Protocolos(CORRADI; SILVA, 2007);
- Interação familiar: informar processo transplante;
- Coordenar processo de transplante (CINTRA; SANNA, 2005;
- Dimensão subjetiva: Efermeiro/ Cliente/ Família (LIRA;LOPES, 2010);
- SAE: qualidade de assistência no pré, trans e pós-operatório (planejamento da assistência integral ao paciente em todas as etapas do processo) (FRAGOS;GALVÃO; CAETANO, 2010);
- Educação continuada em Saúde: autocuidado do paciente e Instrução aos profissionais envolvidos no processo (LEMES;BASTOS,2007).
- Enfermeiro: Educador Transformador em Saúde.
Discussão
Etapa 2: Estudo infodemiológico
Internet: - Ferramenta de busca de informações;
- Difusão do conhecimento na área da saúde;

CUIDADO com a qualidade e fonte destas.

- Fundamental: informações em saúde pautadas em conhecimento científico da área (HON, 2009);

- Orientações fidedignas em saúde;

- Presente estudo: protótipo de um curso sobre transplante de órgãos pautado em conhecimento científico na área.
Discussão
Etapas 3 e 4: Projeto Político Pedagógico e Questionário
Escassez de órgãos para transplante (AMARAL, 2002):
- desinformação da população e profissionais da saúde;
(CEBECI; SUCU; KARAZZEYBECK, 2011)

Estudantes medicina e enfermagem: pouco conhecimento sobre tema
dados corroboram com outros estudos:
DUTRA et al. (2004) e NAJAFIZADEH et al. (2009)

Proposta de Educação no tema durante graduação
[Igualmente Bøgh e Madsen (2004) e COLLA (2010)]

Inserção do tema no currículo [ZHANG et al (2009)]

Estudantes que tem contato com tema aceitam melhor a questão (AKGUN; TOKALAK; ERDAL, 2002)

Estudantes não conhecem funcionamento básico do processo [= ESSMAN E THORNTON (2006)]
Discussão
Etapas 3 e 4: Projeto Político Pedagógico e Questionário
Estudantes: conhecimento deficiente no assunto
+ iniciativas
Curso a distância sobre a temática relevante
Discussão
Etapa5: Elaboração do protótipo do curso
Levou em conta:

- Opinião dos estudantes acerca do tema [PEREIRA; PINTO (2010)];

- Interface bem estruturada: Linguagem de padrões para web
[MONTERO et al (2002)]

- Equipe multidisciplinar [GAVIOLI (2009)]

- Acolhimento dos estudantes: primeira atividade [KENSKI (2009)

- Estratégias de orientação/ organização tempo estudo [ALMEIDA (2010)]

- Interação/ "estar junto" virtual [VALENTE (2010)] Facilita processo ensino-aprendizagem de curso a distância.
Conclusão
Percepções acerca da doação e transplante de órgãos

- Essencial interação do humano com a tecnologia;
- Importância do papel do enfermeiro no transplante;
- Importância da formação de profissionais engajados e atualizados na área de transplante;
- Influência da internet na vida das pessoas;
- Qualidade das informações na internet (+ ou -);
- Elencar os objetivos específicos em um único objetivo geral;
- Passos para a construção do protótipo foram alcançados;

Este estudo:

- Passo inicial na elaboração e avaliação de um curso a distância

(futuro doutorado)
Publicações obtidas
Submetidas:
Infodemiologia: análise das informações sobre doação e transplante de órgãos.
Elaboração e Avaliação de Conteúdo Educacional sobre úlceras de pressão.

Em fase final de elaboração:
O papel do enfermeiro na doação e transplante de órgãos: uma revisão integrativa da literatura.
Conhecimento dos estudantes da saúde do quarto ano sobre doação e transplante de órgãos

Referências
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS. Latin American Transplantation Report. São Paulo (SP): ABTO; 2003.
AKGUN, S. TOKALAK, I. ERDAL, R. Attitudes and Behavior Related to Organ Donation andTransplantation: A Survey of University Students. Transplantation Proceedings, v. 34, p. 2009–2011, 2002.
ALMEIDA, M. E. B. Currículo, avaliação e acompanhamento na Educação a Distância. In: MILL, R.; PIMENTEL, N. Educação a distância Desafios contemporâneos. São Carlos: EduFSCar, 2010. p. 89-104.
BERKUN, S. The art of UI prototyping. 2000. Disponível em < <http://scottberkun.com/essays/12-the-art-of-ui-prototyping/> Acesso em 09 de janeiro de 2013.
BØGH, L.; MADSEN, M. Attitudes, Knowledge, and Proficiency in Relation to Organ Donation: A Questionnaire-Based Analysis in Donor Hospitals in Northern Denmark. Transplantation Proceedings, v.37, p.3256–3257, 2005.
BRASIL. Ministério da Saúde. Sistema Nacional de Transplantes. 2012a. Disponível em <http://dtr2001.saude.gov.br/transplantes/integram.htm.> Acesso em 10 de junho de 2012.
CEBECI, F.; SUCU, G.; KARAZEYBEK, E. The Roles of Nurses to Augment Organ Donation and Transplantation: A Survey of Nursing Students. Transplantation Proceedings, v. 43, p. 412–414, 2011.
CINTRA, V.; SANNA, M. C. Transformações na administração em enfermagem no suporte aos transplantes no Brasil. Rev. bras. enferm., Brasília, v. 58, n. 1, Feb. 2005 .
EYSENBACH G. Infodemiology: the epidemiology of (mis)information. Am J Med. 2002; 113:763-65. Disponível em < http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12517369>. Acesso em 10 de dezembro de 2011.

GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa – 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.
HANNAH, K. J.; BALL, M. J.; EDWARDS, M. J. A. Introdução à informática em enfermagem. 3 ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. p.388.

HON. Health On The Net Foundation. HON code of conduct (HONcode) for medical and health web sitesc. Health On The Net Foundation; 2012

KENSKI, V. M. Avaliação e acompanhamento da aprendizagem em ambientes virtuais, a distância. In: MILL, R.; PIMENTEL, N. Educação a distância Desafios contemporâneos. São Carlos: EduFSCar, 2010. p. 59-68.

MONTERO, F. et al. A First Approach To Design Web Sites By Using Patterns. Proceedings of VikingPLoP Conference, 2002.

VALENTE, J. A. O papel da interação e as diferentes abordagens pedagógicas de Educação a Distância. In: MILL, R.; PIMENTEL, N. Educação a distância Desafios contemporâneos. São Carlos: EduFSCar, 2010. p. 25- 41.
Obrigada!!!
Email: ursulawestin@hotmail.com
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