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PLAMV treinamento- ppt

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by

Marcelo Ribeiro

on 25 May 2016

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Transcript of PLAMV treinamento- ppt

Estamos prontos?
Regulador deve manter o controle do fluxo;
Vítimas graves nos Hospitais de referência;
Vítimas estáveis nas unidades de menor complexidade .
Destino das vítimas
Informações do local
Característica do acidente;
Número estimado de vítimas;
Gravidade das vítimas;
Tempo;
Condições naturais;
Momento do acidente
Isto nunca vai acontecer...
Significa desgraça pública, flagelo que pode ter origem em fenômenos naturais. Quando ocorrem grandes desgraças, infelicidades e infortúnios nas comunidades se utiliza o termo calamidade pública.
Atendimento hospitalar
Atendimento hospitalar
Morte de Trancredo Neves
Ônibus urbano cai no Ribeirão Arrudas 1999
Canecão Mineiro 2001
Acidente da Gameleia
1971
Twitter:@phudendo
Facebook: Marcelo Lopes
E-mail:
mlrdoc@hotmail.com
Marcelo Lopes Ribeiro
Médico Emergencista do Hospital Risoleta Tolentino Neves;
Médico Emergencista e Chefe de equipe do Hospital Joao XXIII
Pós-graduado em Emergências Médicas – FCMMG;
Curso de Atualizaçao em Emergência pela UFMG;
Pós-graduando em Gestao em Saúde Pública - Hospital Sírio Libanês

Obrigado!!!
Polícia Militar
Haiti
Belo Horizonte
Trabalho Multidisciplinar
Considerado na época o maior acidente daconstrução civil;
50 outros operários ficar multilados
69 operários morreram;
1,8 milhoes de pessoas foram ao velório;
Com 4 pessoas mortas.
Tumulto com 271 feridos;
Enfermeiros do Pronto Atendimento, Sala de Emergência e Classificação de Risco
AVALIAÇÃO DO PLANO E SIMULADO
Médico Triador
Coordenador Médico de Equipe do Plantão
Ramais 9327 e 9302
O HJXXIII possui capacidade de atendimento diária de cerca de 400 pacientes. Em situações de catástrofe o HJXXIII poderá receber até 80 vítimas, ou seja, cerca de 20% da sua capacidade habitual e com um plano de transferência dos pacientes internados e estáveis para a sua retaguarda.
O HJXXIII não será referência para descontaminação. A descontaminação será realizada no local do acidente, e/ou em tenda externa ao complexo hospitalar de responsabilidade do Corpo de Bombeiros. Pacientes triados no HJXXIII amarelo ou vermelho serão encaminhados a descontaminação em local apropriado no complexo hospitalar.
Em situações de catástrofe o acionamento do objetivo passa a ser a estabilização do paciente e com limitação dos recursos individuais

OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANO
Os principais riscos identificados foram:

Acidentes de trânsito, violência urbana, vítimas
de enchentes e desabamentos, acidentes
químicos, biológicos, explosões de bombas e
incêndios.

Este Plano aplica-se a todos os setores do HJXXIII.

OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANO
Estabelecer ações que garantam recursos humanos e materiais extras para atendimento aos pacientes em caso de desastres, catástrofes e eventos de massa em situações que excedam a capacidade de atendimento
OBJETIVO
CATÁSTROFES NATURAIS:
Enchentes, Desabamentos decorrentes de chuvas, terremoto.
TIPOS DE DESASTRES
Ao receber a comunicação oficial do SAMU, Bombeiro, FEAM, SEMAD ou PRF de acidente com múltiplas vítimas, o coordenador deverá verificar se há necessidade de ativar o protocolo para atendimento QBRNe.
Definido um acidente que envolve QBRNe, o coordenador médico providenciará a distribuição do EPI e determinará o local de atendimento de descontaminação.
A sala de descontaminação deverá ser “forrada” com plástico resistente de cor amarela. A vítima terá sua roupa retirada e guardada em saco pré-determinado cujo destino será definido pelo CNEN. O protocolo de descontaminação, prevê a limpeza da vítima apenas com água morna e sabão neutro.
A demanda espontânea e a vítima encaminhada para o HJXXIII com possível contaminação, será triada primariamente na portaria do hospital de acordo com o fluxograma de catástrofe do Protocolo de Manchester. Aqueles triados como verde serão encaminhados para descontaminação em “tenda de descontaminação” que será externa ao complexo hospitalar e de responsabilidade do Corpo de Bombeiros. Amarelos e vermelhos serão encaminhados a descontaminação em local apropriado no complexo hospitalar.
Após o processo de descontaminação, a vítima seguirá o fluxo de atendimento conforme sua classificação de gravidade.
Independentemente do numero de vitmias, em caso de acidente QBRNe, o diretor do hospital tem que ser comunicado.

OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANO
Define-se como situação de desastre ou para acionamento deste plano quando o número de vítimas excederem a capacidade do hospital em atender pacientes com os recursos disponíveis diariamente no pronto-socorro, sendo necessário ativar os demais setores do hospital ou recursos externos (municipais, estaduais ou federais) para apoio. (vide níveis de resposta).
O plano será ativado em seus vários níveis de acordo com o número de vítimas.

OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANO
Resposta de Nível 1:


Resposta de Nível 2:


Resposta de Nível 3:


NÍVEIS DE RESPOSTA
Apoio à Mídia:

Caberá à Assessoria de Comunicação do Hospital João XXIII/FHEMIG contactar as equipes de jornalistas que deverão aguardar na entrada da Portaria 400. A Assessoria de Comunicação do Hospital João XXIII receberá as informações referentes ao evento na sala da Coordenação Médica.

OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANO
Recursos de Apoio:
Laboratório com coletores exclusivos
Sala de Tomografia com 2 tomógrafos multislice
Setor de RX com 5 salas
Unidade transfusional - Hemominas
Pontos de oxigênio e ar comprimido nos corredores do Pronto Socorro
Ultrassom: 2 aparelhos
Endoscopia: profissional alcançável 
Heliponto

OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANO
OBJETIVOS

Proteger os pacientes e equipes multiprofissionais de saúde.
Transporte seguro de pacientes, tanto na movimentação interna quanto no referenciamento (em situações de Resposta Nível III).
Garantir continuidade ao tratamento dos pacientes admitidos e dos pacientes que já se encontram sob cuidados na instituição.
Atender ao município de Belo Horizonte, mantendo a credibilidade do HJXXIII perante a sociedade.
Confortar as famílias envolvidas e prover informações fidedignas e seguras sobre os acontecimentos.

OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANO
FASES DO PLANO
Ativação do plano
Notificação
Centro de Gerenciamento de Crises
Triagem
Tratamento
Desmobilização
OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANO
DESCRIÇÃO
Este plano foi criado para atender as situações em que se identifique a necessidade de esforços extras da equipe assistencial do Hospital João XXIII de forma ordenada e planejada, garantindo assim a qualidade do atendimento e a continuidade da segurança no atendimento ao usuário de forma que seja mantida a eficácia na Gestão de Riscos.
OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANO
Hospital João XXIII

Plano de Atendimento à Múltiplas Vítimas

OBSERVAÇÃO: Os recursos descritos acima permitem o atendimento seguro de aproximadamente 20% a mais de vítimas em relação ao atendimento diário, entretanto vale ressaltar que a organização da rede de saúde de Belo Horizonte hoje, que conta com mais dois hospitais de pronto socorro e
oito unidades
de pronto atendimento
(UPA)
, permitindo a solicitação de apoio e referenciamento de vítimas após avaliação inicial em caso de necessidade.

OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANO
Atendimento aos Pacientes:
ORGANIZAÇÃO DA ÁREA FÍSICA
1. Sala de Descontaminação
2. Sala de Politraumatizados
3. Sala de reanimação para pacientes instáveis hemodinamicamente
4. Ambulatório 2: ortopedia
5. Ambulatorio 3: Clínica Médica
6. Ambulatório 4: Neurologia
7. Ambulatório 5: Pediatria
8. Ambulatorio 6: Cirurgia Geral
9. Ambulatório 7:Emergências clínicas
10. Ambulatório de observação da toxicologia
11. Unidade de apoio ao paciente (Serviço Social e Psicologia)
12. Bloco cirúrgico com 8 salas disponíveis para emergência
13. Sala de recuperação pós- anestésica
14. Unidade de Pequenos Ferimentos

MÉDICO COORDENADOR
Composição do Centro de Gerenciamento de Crises:
OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANO
Definição da área física para os atendimentos
OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANO
Ativação do Plano de Gerenciamento de Crises
09 Vítimas fatais
Na tragédia, onde sete pessoas morreram e 300 ficaram feridas.
Resposta com meios permanentemente disponíveis no Pronto Socorro do HJXXIII. Neste nível não há necessidade de recrutamento de pessoal adicional. O atendimento ao fluxo habitual do PS não se altera, mas será adaptado à classificação de risco de catástrofes.

NÍVEIS DE RESPOSTA
Resposta com recursos do hospital, ativados em situações de emergência. Neste nível há necessidade de reorganização de funções dentro do turno habitual de trabalho e não há liberação de turno. O atendimento ao fluxo habitual do PS não se altera, mas será adaptado à classificação de risco de catástrofes.
NÍVEIS DE RESPOSTA
Resposta de Nível 1:
Resposta de Nível 2:
NÍVEIS DE RESPOSTA
Resposta de Nível 3:
Resposta de Nível 1:
Resposta com meios permanentemente disponíveis no Pronto Socorro do HJXXIII. Neste nível não há necessidade de recrutamento de pessoal adicional. O atendimento ao fluxo habitual do PS não se altera, mas será adaptado à classificação de risco de catástrofes.
Resposta de Nível 2:
Resposta com recursos do hospital, ativados em situações de emergência. Neste nível há necessidade de reorganização de funções dentro do turno habitual de trabalho e não há liberação de turno. O atendimento ao fluxo habitual do PS não se altera, mas será adaptado à classificação de risco de catástrofes.
Resposta de Nível 3:


NÍVEIS DE RESPOSTA

Resposta com recursos mobilizáveis em situações de emergência. Neste nível há necessidade de redimensionamento de funções dentro do turno habitual de trabalho e convocação de recursos externos. O atendimento ao fluxo habitual do PS terá de ser desviado para outras unidades que tenham condições de atendimento dos casos, visando à prioridade do evento. Não há liberação de turno.
ATENDIMENTO QBRNe
habitual do Pronto Socorro.
º 52 pessoas Feridas


O HJXXIII não será referência para descontaminação. A descontaminação será realizada no local do acidente, e/ou em tenda externa ao complexo hospitalar de responsabilidade do Corpo de Bombeiros. Pacientes triados no HJXXIII amarelo ou vermelho serão encaminhados a descontaminação em local apropriado no complexo hospitalar.

Coordenador de plantão
1. Comunicar as equipes para o ponto de encontro
2. Distribuir os cartões de ação


COORDENADOR MÉDICO DO PLANTÃO
Confirmar INFORMAÇÃO no SAMU 192

BLOQUEIO DAS TROCAS DE TURNOS DE PLANTÃO

ESTABELECIMENTO DO CGC

DETERMINAÇÃO DO NÍVEL DE RESPOSTA
DE ACORDO COM O NÚMERO E COMPLEXIDADE DAS VÍTIMAS

Coordenador de plantão
1. Comunicar as equipes para o ponto de encontro
2. Distribuir os cartões de ação

1. Recursos humanos do Pronto-Socorro
são suficientes para atendimento às vítimas.

2.Liberação do turno bloqueado.
Resposta Nível I
1. Ativa o plano (deverá ser ativado pelo coordenador médico de equipe do plantão);
2. Recebe informações sobre áreas envolvidas e dimensiona os recursos humanos e materiais do hospital;
3. Realiza a triagem das vítimas a fim de orientar o fluxo interno;
4. Eleva ou reduz o nível de resposta, até concluir pela desmobilização;
5. Coordena a transferência interna de pacientes bem como o referenciamento para unidades de apoio;
6. Autonomia para tomada de decisões, realocando recursos, mudando inclusive o Protocolo médico, desde que justificado;
7. Contata a Assessoria de Comunicação, autoridades e órgãos públicos;
8. Reporta à Coordenação do Pronto-Socorro e Diretoria de acordo com o nível de Resposta.

1. Coordena o atendimento aos pacientes, aciona gerentes e coordenadores setoriais, além dos coordenadores de especialidades;
2. Autoriza, viabiliza e registra as transferências dos pacientes para a rede;
3. Solicita aos coordenadores de apoio o recrutamento de pessoal administrativo e assistencial à distância;
4. Define juntamente com a enfermeira do Pronto Atendimento, Sala de Emergência
e Classificação de Risco o momento em que se atingiu a capacidade máxima de atendimento, informando ao SAMU, Bombeiros, Gerência do P.S. e Diretoria;
5. Prioriza o atendimento às vítimas da catástrofe;
6. Acompanha o preenchimento do Formulário de Gerenciamento de Crise (Anexo 01).

1. O enfermeiro do Pronto Atendimento convoca um enfermeiro da Classificação de Risco para assumir a assistência na Observação do Acolhimento.
O outro enfermeiro da Classificação de Risco será incorporado ao CGC. Na situação de estarem 2 enfermeiros na Sala de Emergência Adulto, 01 deles será incorporado ao CGC e o outro permanecerá na assistência; porém, se houver apenas 01 enfermeiro na Sala de Emergência Adulto, este permanecerá na assistência;
2. Informa ao secretário do CGC, responsável pela comunicação com os diversos setores, o nível de Resposta;
3. Registra a necessidade da ativação do CGC – Centro de Gerenciamento de Crises, preenchendo o Formulário de Gerenciamento de Crise;
4. Define com os enfermeiros envolvidos o número de técnicos de enfermagem a serem convocados dos outros setores, comunica as coordenações de apoio e orienta a assistência nas áreas de demanda;
5. Gerencia ação coordenada nos setores de Segurança, Manutenção, Laboratório, CME, Farmácia, Rouparia, Banco de Sangue, Bloco Cirúrgico, Recepção do P.S., Limpeza, Serviço Social, Fisioterapia e Psicologia, dimensionando recursos materiais;
6. Coordena a equipe de transporte interno dos pacientes com o acionamento e controle dos maqueiros e amplia o serviço, conforme a necessidade.

1. Médico assistente e experiente da equipe se desloca, conforme determinação
do coordenador médico de equipe, à entrada do P.A. para realizar triagem inicial das vítimas, com o intuito de organizar o atendimento e fluxo interno dos pacientes;
2. Na situação de necessidade deste profissional para cirurgia de urgência, este deve delegar sua atribuição a outro colega da equipe.
3. Ter médicos do CIAT, nos casos de QBRNe

CATÁSTROFES “PROVOCADAS” (OCASIONAIS):
Violência urbana e via pública, incêndios, acidentes automobilísticos acidentes biológicos, químicos, radioativos, nucleares e explosivos.
PLAMV
Plano de Atendimento a Múltiplas Vítimas
Inicialmente chamado de
PAD
Plano de Atendimento a Desatres
1. Recursos humanos do Pronto-Socorro são suficientes para atendimento às vítimas.
2. Não há liberação do turno bloqueado.
- Recrutamento de outros setores disponíveis no hospital:
- Esvaziar sala de emergência.
- Interromper classificação de risco da triagem
- Acionar coordenadores de especialidade
- Acionar funcionários de outros setores: enfermaria
- Bloquear cirurgias que ainda não se iniciaram e cancelar internações para cirurgias eletivas.
- Recrutar leitos na sala de recuperação pós-anestésica.
- Providenciar leitos na enfermarias
- Recrutar leitos em cuidado intensivo viabilizando altas.
- Limitar exames laboratoriais

Resposta Nível II
Ativação do Plano de Gerenciamento de Crises
1. Recursos humanos do setor não são suficientes para atendimento às vítimas.
2. Recrutamento em outros setores conforme nível II ou em domicílio.


Resposta Nível III
HPS João XXIII
Capacidade de atendimento diária de cerca de 400 pacientes.
Receber até 80 vítimas, ou seja, cerca de 20% da sua capacidade habitual
Plano de transferência dos pacientes internados e estáveis para a sua retaguarda.
Enfermeiro
Os 3 “C”:
Comando;
Comunicação;
Controle da cena;
Plano de Operações
Os 3 “T”:
Triagem;
Tratamento;
Transporte;
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