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Criança

Seminário
by

grupo quatro

on 25 June 2013

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Transcript of Criança

Metodologia
Sumário
Conclusão
A Criança em Idade Pré-escolar
Seminário de Enfermagem da Criança e do Jovem
Exposição oral;
Recurso à metodologia PREZI.

Apresentação sistematizada do caso da Joana;
A anemia falciforme - caracterização e manifestação;
A crise vaso-oclusiva - O que é? Como se manifesta?;
Identificação de alguns stressores relacionados com a hospitalização, a própria doença e o procedimento;
Norma de procedimento de colocação do catéter periférico e respectiva educação para a saúde à família e criança;
Enumeração dos principais diagnósticos, intervenções e respectivos resultados esperados;
Identificação do diagnóstico prioritário;
Conclusão;
Referências Bibliográficas.
Apresentação da Joana e respectiva Patologia - Balanço das wikis
Discentes

Ana Rita Cavaco nº 3461
Daniela Cavaco nº 3452
Margarida Costa nº 3244
Neuza Domingos nº 3287
Raquel Leal nº 3802
Sara Medeiros nº 3229
Soraia de Sá nº 3456


Prof.ª Manuela Soveral

CLE 2010/14
Turma C
Janeiro 2013

Objectivos
Sistematizar o caso de saúde da utente;
Relembrar alguns conceitos abordados anteriormente;
Dar a conhecer o que caracteriza a crise vaso-oclusiva;
Enumerar os principais stressores presentes ao longo do caso em estudo;
Identificar possíveis diagnósticos de enfermagem para o caso em estudo, bem como respectivos resultados esperados e intervenções.
Apresentação do caso
Joana - 4 anos
Breve caracterização da faixa etária
Vacinação
Filha de um casal que refere não professar qualquer religião
Feita educação para a saúde da família e criança - Sono e Repouso
Sinais e sintomas

Palidez acentuada;
Cansaço e adinamia;
Refere dor articular nos membros superiores e inferiores.
Centro de saúde - hemoglobina de 9g/dl
Encaminhada para consulta de hematologia por suspeita de anemia de células falciformes.
Internada no serviço de hematologia pediátrica por crise vaso-oclusiva. Tem indicação médica para colocação de cateter periférico para administração da terapêutica necessária à gestão do episódio doloroso.
Referências Bibliográficas
BOLLANDER, V. E. (1998). Sorensen e Luckman Enfermagem Fundamental: Abordagem Psicofisiológica. Lisboa: Lusodidacta. ISBN: 972-96610-6-5;
Direcção Geral de Saúde (2011). Programa Nacional de Vacinação 2006;
JOHNSON, M. (2009). Ligações entre NANDA, NOC e NIC. 2ª Edição. Lisboa: Artmed. ISBN: 978-85363-176-94;
HOCKENBERRY, M. J.; WINKELSTEIN, W. (2006). Wong Fundamentos de Enfermagem Pediátrica. 7ª Edição. Rio de janeiro: Elsevier Editora Ltda;
LOGETTO, S. et al (1998). Alterações imunológicas em pacientes com anemia falciforme. A Revista Brasileira de Alergia e Imunopatologia é publicação oficial da Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia. Brasil, São Paulo;
MONAHAN et al, (2007). PHIPPS Enfermagem médico-cirúrgica, perspectivas de saúde e doença. (8ª edição). Nova Iorque. Lusodidacta;
OLIVEIRA, A.; PARREIRA, P. (2010). Intervenções de enfermagem e flebites decorrentes de cateteres venosos periféricos. Revisão sistemática da literatura. Referência- Revista Científica da Unidade de Investigação em Ciências da Saúde: Enfermagem., Série: II, Coimbra, p137 - 147, ISBN/ISSN: 0874.083.
Crise
Vaso-oclusiva
Procedimento: Punção Venosa
Complicações do procedimento
Estádio pré-operatório (Teoria do desenvolvimento cognitivo de Piaget);
Estádio fálico (Teoria do desenvolvimento psicossexual de Freud);
Iniciativa vs Culpa (Teoria do desenvolvimento psicossocial de Erikson).
(BOLLANDER, 1998)
Apresenta esquema vacinal em dia
Foi a consulta do exame global de saúde previsto
(DGS, 2011)
As próximas doses (indicadas para os 5/6 anos) a serem administradas serão os seguintes reforços:
Poliomielite (4ª dose);
Difeteria-Tétano-Tosse Convulsa (5ª dose);
Sarampo-Parotidite Epidémica-Rubéola (2ª dose).
Anemia Falciforme
Anemia Falciforme
A anomalia reside na fração de globina dos eritrócitos.
Um aminoácido (valina) é substituído por outro, (ácido glutâmico), na sexta posição da cadeia de aminoácidos beta.




Esta única alteração resulta na mudança profunda da molécula de Hb, dando origem a uma de Hb S em vez de Hb A normal.
(PHIPPS, 2007)
Forma homozigótica, em que a pessoa tem predominantemente hemoglobina falciforme.
Forma heterozigótico, em que a pessoa apresenta glóbulos vermelhos constituídos por hemoglobina normal e falciforme.
Anemia das células falciformes
Traço falcémico
(PHIPPS, 2007)
A célula falciforme tem capacidade de transportar normalmente o oxigénio, mas quando a pressão do O2 diminui, a molécula polimeriza-se fazendo com que os eritrócitos adquiram a forma de foice.
Anemia Falciforme
(PHIPPS, 2007)
A diminuição do O2 e a forma de foice dos eritrócitos conduz a:
Ao aumento da viscosidade sanguínea, prolongando o tempo de circulação, conduzindo ao aumento da hipoxia celular;
Ao bloqueio da circulação dos pequenos vasos que levando à diminuição do pH e ao metabolismo anaeróbio das células;
Isquémia dos tecidos, que irá conduzir a episódios dolorosos.
(PHIPPS, 2007)
Diagnósticos, resultados esperados e respectivas intervenções
Resultados Esperados
Diagnóstico de Enfermagem
Intervenções de Enfermagem
Resultados Esperados
Diagnóstico de Enfermagem
Intervenções de Enfermagem
Resultados Esperados
Diagnósticos de Enfermagem
Intervenções de Enfermagem
Resultados Esperados
Diagnóstico de Enfermagem
Intervenções de Enfermagem
Educação à família e à criança
Comunicação
Referir quais as possíveis complicações da punção venosa e da presença de um cateter venoso periférico;
Ensinar a identificar sinais e sintomas das diferentes complicações;
Alertar os pais a estarem atentos a sinais de dor por parte da criança.
Escalas de avaliação da dor utilizadas
FLACC (Face, Legs, Activity, Cry and Consolation) 1997
Escala de Faces
Dor aguda r/c crise vaso oclusiva m/p verbalização da dor e alterações comportamentais, choro e agitação psicomotoras
Medidas farmacológicas
Medidas não farmacológicas
Joana, de 4 anos manifesta dor devido a crise vaso oclusiva. Como avaliação inicial avaliámos a dor, recorrendo a escalas de auto e hetero avaliação da dor.
Avaliação inicial - Dor
Escala de hetero-avaliação - Escala FLACC (7/10)
Escala de auto-avaliação - Escala de FACES.
Diagnóstico Prioritário
Resultados esperados:
Que a Joana a curto prazo verbalize diminuição do nível de dor de 8 (na escala de faces) para 4 e a longo prazo manifeste ausência de dor.
Intervenções gerais
Estimular a criança a falar acerca da dor que sente e a expressar-se de forma a tranquilizar-se;
Proporcionar a presença dos pais ou pessoas significativas para a criança;
Avaliar a dor recorrendo às escalas de avaliação da dor, adaptadas à idade da criança (monitorização de 4/4h);
Expor a uma fonte de calor quente a área onde a criança localiza a dor (zona de vaso-oclusão) pois o calor promove a vasodilatação e consequentemente aumenta o aporte circulatório à zona em questão e por sua vez de O2;
Hidratação, porque previne a vaso-oclusão;
Porporcionar repouso no leito para diminuição do consumo de O2;
Recorrer a medidas farmacológicas;
Recorrer a medidas não farmacológicas.
Permitir a presença dos pais com a criança, durante todo o tempo possível;
Adequar a linguagem à idade da criança e à fase de desenvolvimento;
Recorrer a medidas de distração como pedir aos pais para contarem histórias, participarem nas brincadeiras;
Permitir que a criança tenha um brinquedo com o qual se sente segura;
Favorecer a participação em actividades com os pares na hospitalização.
Administração de terapêutica:
Analgésicos opiáceos;
Analgésicos não opiáceos;
Anti – inflamatórios não esteróides;
Inicia-se geralmente por ibuprofeno + codeína;
Na presença de dor severa recorre-se a analgésicos opióides, habitualmente utilizando:
Morfina;
Oxicodona;
Hidromorfina;
Metadona.
(WONG, 2006)
(WONG 2006)
(WONG, 2006)
(WONG, 2006)
(WONG, 2006)
(WONG, 2006)
(WONG, 2006)
~Padrão de sono alterado r/c dor articular nos membros e hospitalização m/p padrão de sono inferior a 8h por noite.
- Apaziguar as dores nos membros;
- Que a criança durma pelo menos 8 horas por noite;
- Que a Joana não
evidencie sinais
de cansaço.
- Observar sinais de perturbações do sono: olheiras, bocejar frequente, irritabilidade, agitação psicomotora, capacidade de concentração e memorização diminuída;
- Proporcionar um ambiente calmo, não ameaçador e seguro;
- Incentivar a família a trazer de casa alguns objetos que sejam familiares à criança;
- Ter em conta as rotinas diárias da criança;
Intervenções de Enfermagem
- Proporcionar à criança períodos adequados de sono/repouso, incentivando uma hora fixa para se deitar e promovendo um ambiente propício ao sono;
- Agrupar os cuidados a prestar à criança tendo em conta que estes não interfiram com os longos períodos de sono ou repouso da mesma;
- Reforçar eventual ensino tendo em conta o controlo da dor e a própria medicação;
- Proporcionar apoio emocional não só à criança, mas também à família.
Vinculação comprometida r/c hospitalização m/p crise de ansiedade.
- Que a criança mantenha a vinculação com os pais;
- Que a criança não apresente sinais de ansiedade relacionado com a separação dos pais
- Promover as relações entre os pais e a criança;
- Permitir as visitas dos pais durante todo o dia;
- Promover visitas mais curtas e mais frequentes;
- Permitir que os pais participem ativamente nos cuidados;
- Explicar à criança que não foi abandonada pelos pais;
- Colocar fotos ou objetos dos pais junto à cama da criança e na linha de visão da mesma.
Bem-estar comprometido r/c crise vaso-oclusiva m/p dor articular nos membros
- Apaziguar as dores nos membros;
- Favorecimento do bem-estar geral.
- Incentivar a hidratação;
- Administração de analgésicos sob prescrição médica;
- Recorrer a medidas não farmacológicas para o alívio da dor;
- Privilegiar o repouso no leito.
Compromisso da capacidade para desempenhar atividades de lazer r/c crise vaso-oclusiva m/p cansaço e adinamia.
- Que a criança consiga desempenhar algumas atividades de lazer.
(WONG, 2006; NANDA, 2009)
(WONG, 2006; NANDA, 2009)
(WONG, 2006; NANDA, 2009)
(WONG, 2006; NANDA, 2009)
(WONG, 2006; NANDA, 2009)
- Incentivar a hidratação;
- Administração de analgésicos sob prescrição médica;
- Promover atividades que consomem pouca energia na criança (ver televisão no leito; contar histórias, entre outros).
Stressores
Factores interpessoais
Mudança de rotina familiar;
Mudanças no modo de reagir das pessoa signicativas em relação a si e à sua saúde;
Sentimento de diferença em relação às outras crianças;
Desconhecimento face ao internamento;
Experiências de internamento anteriores.

As limitações da mobilidade ou alimentares;
Administração de terapêutica oral ou injectável.

Iniciativa vs Culpa.
Stressores
Consiste na introdução de um cateter numa veia periférica, através de um técnica asséptica.
Objectivo:
Assegurar o acesso directo ao sistema venoso periférico com fins terapêuticos.
(Norma disponibilizada no BB)
- Inflamação;
- Alergias ao material utilizado;
- Hematoma;
- Flebite;
- Lesões dérmicas;
- Deslocação do cateter venoso periférico;
- Podem haver riscos de acidentes com o uso de corto-perfurantes, e por isso é importante o uso de Equipamentos de Protecção Individual (EPI) e a correcta contenção de utentes pediátricos e/ou agitados.
(Norma disponibilizada na BB)
Punção Venosa
Punção Venosa Cont.
A adesão anormal da hemácia falciforme ao endotélio vascular é importante nas complicações vasculares da anemia falciforme.
Factores da membrana do eritrócito, da membrana do endotélio e factores plasmáticos contribuem para esta adesão.
Durante a crise vaso-oclusiva as células falciformes densas aderem-se ao endotélio das vénulas pós-capilares, conduzindo à estase do fluxo sanguíneo.
Quanto maior a aderência piores são os sintomas.
(LOGETTO, 1998)
Identificação do procedimento a que a criança seria submetida
Levantamento de alguns diagnósticos de enfermagem e respectivas intervenções
Diagnóstico central e medidas de intervenção
1. Lavar as mãos;
2. Explicar a necessidade do procedimento e em que consiste à criança e aos pais e como estes participar no caso seja sua vontade;
3. Seleccionar o local a puniconar de acordo com os princípios a respeitar;
4. Aplicar anestésico local (ex: EMLA) pelo menos durante 1 hora;
5. Preparar o material;
6. Colocar o membro em abdução e supinação e aplicar o garrote cercda de 5 a 10 cm acima do local de punção (previamente seleccionado);
7. Calçar luvas limpas;
8.Aplicar desinfectante no local de punção e com compressas esterilizadas realizar desinfecção do local com movimentos circulares;
9. Informar a crinça do início do procedimento "Vais sentir uma picada";
10. Puncionar a veia selecionada introduzindo o bisel a 30º virado para cima, diminuindo a inclinação após a perfuração da pele; exteriorizar o mandril observando a presença de sangue; Aliviar o garrote e remover o mandril;
11. Com uma seringa previamente preparada com SF verificar a permeabilidade da veia através do "flush";
12. Adaptar um obturador ou prolongamento com torneira de 3 vias;
13. Indicar o fim do procedimento a criança e aos pais e reforçar positivamente a atitude da criança durante o mesmo;
(Norma disponibilizada na BB)
(Norma disponibilizada na BB)
Ensinar técnicas de relaxamento aplicáveis à criança;
Técnicas de relaxamento, distracção, imaginação dirigida e estimulação cutânea em situação de dor da criança (medidas não-farmacológicas);
Transmitir informação sobre o esquema terâpeutico prescrito;
Reforçar a importância da alimentação e hidratação da criança.
Complicações do procedimento
Factores extrapessoais
Mudança de ambiente;
Défice ou excesso de estimulação ambiental;
Reacções dos pais face à doença e hospitalização da Joana.
Separação dos pais;
Perda de controlo;
Medo da morte;
Mudança do estado habitual de saúde;
Isolamento;
Desorganização dos eventos do dia-a-dia (mudança de rotinas).

Padrão de sono alterado;
Dor;
Cansaço;
Administração de terapêutica oral ou injectável;
Medo da lesão corporal, invasão e castração;
Medo da dor e procedimentos.

Manipulação rápida e pouco sustentada.
Objectos de tratamento fantasiados como objectos cortantes, monstros ou animais;
As limitações da mobilidade ou alimentares.
Factores intrapessoais
Fisiológicas
Psico-Sociológicas e culturais
Desenvolvimento
Resultados Esperados
Diagnóstico de Enfermagem
Intervenções de Enfermagem
Défice de conhecimento
r/c crise vaso-oclusiva m/p
verbalização de dúvida por parte dos pais
- Que os pais adquiram conhecimento
sobre a crise vaso-oclusiva;
- Que os pais desenvolvam estratégias de coping para lidar
com a mesma.
-Instruir à cerca da patologia, sobre os sinais e sintomas de alerta;
-Instruir e incentivar os pais a estarem atentos a futuros sinais de dor e de infecção;
-Alertar os pais para possíveis complicações da doença;
-Informar sobre medidas farmacológicas e não-farmacológicas a adoptar no caso de crise;
-Validar a informação fornecida e adquirida junto dos pais.
(WONG, 2006; NANDA, 2009)
Psico-sociológicas e culturais
Fisiológicas
Desenvolvimento
Psico-sociológicas e culturais
(NANDA, 2009)
(NANDA, 2009)
(NANDA, 2009)
(NANDA, 2009)
(NANDA, 2009)
(NANDA, 2009)
(NANDA, 2009)
(NANDA, 2009)
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