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Gêneros textuais e ensino

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by

Leonel Andrade

on 14 November 2016

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Transcript of Gêneros textuais e ensino

Gêneros textuais e ensino
(Revisão)

Qual a diferença entre gêneros textuais e sequência textual?
Conteúdos
Gêneros textuais

Multimodalidade

Fala e escrita

Retextualização
Recaptulando
Gêneros textuais
A teoria multimodal tem por princípio o reconhecimento dos diversos modos (ou modalidades) semióticos pelas quais a comunicação se estabelece.

Modos semióticos: palavras, imagens, sons, gestos, layout, cor, animação, ...
Multimodalidade
Fala
Retextualização
Gêneros textuais
x
Sequências textuais
Multimodalidade
Fala
e
Escrita

Retextualização


Gêneros: definição
"tipos relativamente estáveis de enunciados" (BAKHTIN, 1953)

"é prática social e prática textual-discursiva. (...) são modelos correspondentes a formas sociais reconhecíveis nas situações de comunicação que ocorrem" (MARCHUSCHI, 2003)
Exemplos de gêneros
Qual o nome dos seguintes gêneros?
Em qual contexto são produzidos?
Possui estrutura mais ou menos estável?
Sequência textual: definição
"são esquemas linguísticos básicos que entram na constituição dos diversos gêneros e variam menos em função das circunstâncias sociais. Cabe ao produtor escolher, dentre as sequências disponíveis - descritiva, narrativa, injuntiva, explicativa, argumentativa, dilogal - a que lhe parece mais adequada, tendo em vista os parâmetros da situação" (KOCH, ELIAS, 2009)

Gêneros são constituídos por sequências e não definidos por elas.
Qual é a sequência textual predominante nos gêneros textuais a seguir?
Sequência narrativa
Resumindo...
Cada modo semiótico possui, inerentemente, diferentes potenciais representacionais ou para formação de significados, além de diferentes validações em contextos sociais específicos. Assim, apresentam potencial distinto para a formação de subjetividades.
Quais modos semióticos foram empregados na construção dos sentidos dos textos a seguir?
Escrita
Durante muitos séculos, a fala, como característica inerente ao ser humano, gozou de extremo prestígio nas mais diversas sociedades.
Contudo, com o advento da escrita esse status foi deixado de lado em detrimento de uma nova forma de se comunicar, a escrita, dita por muitos como mais segura.
Dicotomia
Fala x Escrita
(KOCH, 1998)
A partir dos anos 80 do séc. XX, porém, como destaca Marcuschi (2001), o foco das análises entre os fenômenos da fala e da escrita deixam de ser suas diferenças e passa a ser o contexto de práticas sociais e culturais em que elas se realizam, encarando ambas as modalidades como atividades interativas e complementares.
Ensino da oralidade e da escrita

Centralidade da oralidade no cotidiano

Privilégio pelo ensino da escrita

Falta de sistematização do ensino da oralidade

Contextos formais de uso da oralidade
Vamos discutir
O termo retextualização foi empregado pela primeira vez por Travaglia (1993) para fazer referência à tradução de uma língua para a outra. Logo depois, Abaurre (1995) acrescenta, à definição de Travaglia (1993), a ideia de refacção ou reescrita de um texto. Já Marcuschi (2001) define a retextualização como uma transformação de textos orais em textos escritos (ou vice-versa), especialmente.


Segundo Marcuschi (2001, p.46 e 47), a atividade de retextualização é um fato comum na vida diária de um falante e não uma questão artificial que parece ocorrer apenas em exercícios acadêmicos ou escolares.
Possibilidades de retextualização


Fala --> Escrita:
entrevista oral --> entrevista impressa

Fala --> Fala:
conferência --> tradução simultânea

Escrita --> Fala:
artigo --> seminário

Escrita --> Escrita:
artigo --> resenha
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