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ANOS 60

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Mariana Fornara Nohatto

on 4 November 2013

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Transcript of ANOS 60

Talvez o que mais tenha caracterizado a juventude dos anos 60 tenha sido o desejo de se rebelar, a busca por liberdade de expressão e liberdade sexual. Nesse sentido, para as mulheres, o surgimento da pílula anticoncepcional, no início da década, foi responsável por um comportamento sexual feminino mais liberal. Porém, elas também queriam igualdade de direitos, de salários, de decisão. Até o sutiã foi queimado em praça pública, num símbolo de libertação.
Os 60 chegaram ao fim, coroados com a chegada do homem à Lua, em julho de 1969, e com um grande show de rock, o "Woodstock Music & Art Fair", em agosto do mesmo ano, que reuniu cerca de 500 mil pessoas em três dias de amor, música, sexo e drogas
Nos anos 60, época da censura militar, Dias Gomes teve a peça "O Berço do Herói" (1965) proibida de ser encenada. A partir desse ano, mais de 300 peças, de diversos autores, foram proibidas. Com a criação do Ato Institucional número 5 (1968), que cerceou a liberdade de expressão, os autores nem mais podiam protestar contra a censura. Para Dias Gomes: " Em 68 todas as luzes se apagaram."

ANOS 60
COTIDIANO
MUSICA
CULTURA
ARTE
A Pop Art foi um movimento artístico crítico ao consumismo dominante na sociedade, a partir do uso dos próprios objetos de consumo como material para a produção de arte. A arte pop, expressa nas obras de Andy Warhol, Richard Hamilton, Roy Lichtenstein e Robert Rauschenberg, pretendia transformar algo vulgar e descartável, como uma embalagem, uma ilustração ou outro objeto de consumo, em algo refinado, em arte consumível pelas pessoas comuns.
CINEMA
Os anos 60, foi uma década muito importante a nossa televisão, pois foi a sua primeira transmissão em cores. Nos anos 60 o sistema Hollywood começou a entrar em declínio. Muitas produções passaram a ser feitas em Pinewood Studios na Inglaterra e Cinecittà na Itália ficando fora de Hollywood. "Mary Poppins" de 1964 da Walt Disney Productions, "My Fair Lady" também de 64 e "The Sound of Music" (br: A noviça rebelde) de 1965 estão entre os filmes mais rentáveis da década.
Iniciado pelo diretor John Cassavetes, o cinema americano passou a tomar novos rumos com a produção independente com orçamento reduzido.
Na Inglaterra o destaque ficou para o início da série de filmes de 007 com o filme "Dr.No" em 1962.
Uma das atrizes mais importantes da época também foi Audrey Hepburn, com os filmes: "Bonequinha de luxo", "O Passado Não Perdoa", entre outros.
MODA
Os anos 60, acima de tudo, viveram uma explosão de juventude em todos os aspectos. Conscientes desse novo mercado consumidor e de sua voracidade, as empresas criaram produtos especificos aos jovens, que, pela primeira vez tiveram sua própria moda, não mais derivada dos mais velhos. Aliás, a moda era não seguir moda, o que representava claramente um sinal de liberdade, um grande desejo da juventude da época.Da mesma forma que os jovens não queriam ouvir a mesma música, assistir aos mesmos filmes e aceitar os valores do mundo que seus pais, eles também não pretendiam se parecer com eles.
A grande vedete dos anos 60 foi, sem duvida, a minissaia. A inglesa Mary Quant divide com o francês André Courrèges sua criação. Entretanto nas próprias palavras de Mary Quant: " a criação da não é minha, nem de Courrèges. Foi a rua que a inventou". Passou a existir, a partir de meados da década, uma grande influência da moda das ruas nos trabalhos dos estilistas.
Na França, André Courrèges operou uma verdadeira revolução na moda, com sua coleção de roupas de linhas retas, mini saias, botas brancas e sua visão do futuro (roupas espaciais, metalicas e fluorescentes). Enquanto isso, Saint Laurent criou vestidos tubinhos inspirados nos quadros neoplasticistas de Mondrian. Já o italiano Pucci virou mania com suas estampas psicodelicas. Pacco Rabanne em meio as suas criações usou aluminio como materia prima.
As mudanças no vestuario também alcançaram a lingerie, com a generalização da calcinha e da meia-calça, que dava conforto e segurança as mulheres, tanto para usar a mini saia, quanto para dançar o twist e o rock.
LITERATURA
TEATRO
O teatro de revista – teatro musicado que passa “em revista” os principais acontecimento do momento, numa sucessão de quadros que integram humor, sátira política, improvisação, piadas de duplo sentido, boa música e mulheres bonitas – ocupou vários palcos do teatro brasileiro, desde o século XIX e estava correndo o risco de ficar sem palco quando começou a ocupar o palco nos anos 60.Eram espetáculos ousados e críticos, falando sobretudo de política, usando um humor fino e subentendido, com muita improvisação, luxo e criatividade. A própria elite da República – os criticados -, se divertia em assistir as sátiras elegantes.Os nomes dos espetáculos era uma viagem pelos acontecimentos, na gíria, nos costumes e na cultura da época:“Mulheres bossa-nova”; “Entre pernas e curvas”; “Elas mandam brasa”.

TV
LAZER
A maneira em que se as criancas, os jovens e os adultos se divertiam naquela época é bem diferente de hoje.
As criancas, sem muitos brinquedos, se divertiam mais nas ruas, brincando de esconde-esconde, pega-pega, entre outras, ou até mesmo brincavam de boneca e de carrinho. Ja os jovens e os adultos costumavam a frequentar os teatros, cinemas, discotecas e os cafés como forma de lazer.
ESPORTES
BIBLIOGRAFIA
Os anos 60 foram marcados por duas copas do mundo, uma em
1962 realizada no Chile, da qual a Seleção brasileira de futebol saiu bicampeã, a outra em 1968 sediada na Inglaterra, na qual a mesma saiu campeã.
Houve tambem em 1968 uma edição dos Jogos Olímpicos, na cidade do México, onde com 107 medalhas, das quais 45 de ouro, os Estados Unidos saiu vitorioso.
PROPAGANDA
Os anos 60 trouxeram renovações para o veículo que alteraram profundamente o seu comportamento. As novidades tecnológicas permitiram maior agilidade e maior alcance da informação iniciando as condições para que a televisão se consolidasse como o mais importante veículo de comunicação. Dois gêneros de programas contribuíram para que a TV se tornasse fenômeno de comunicação de massa no país: o programa de auditório (com a introdução dos comunicadores) e a telenovela.
Profissionais como Chacrinha (Abelardo Barbosa), Flávio Cavalcanti, Hebe Camargo e Silvio Santos surgiram, cada um com um estilo próprio, e todos obtendo enorme audiência para as emissoras nas quais trabalhavam. Os comunicadores Chacrinha e Silvio Santos dirigiam-se a um público de nível sócio-cultural mais baixo, apresentando atrações de apelo popular como calouros, gincanas, distribuição de brindes, concursos, premiações e outros.
Os seriados que faziam sucesso naquela época eram: A “Família Trapo”, estreada pela TV Record, que trazia em seu elenco atores consagrados como Ronald Golias, Jô Soares, Carlos Alberto de Nóbrega, Raul Duarte, entre outros. "A Feiticeira", "Jeannie é um Gênio"....
Nenhum dos novos escritores conseguira superar o impacto causado pela renovação introduzido por Guimarães Rosa e Clarice Lispector, que continuavam a criar obras primas de nossa literatura. Em contraponto ao trabalho dos grandes mestres, bem como as obras de autores de grande consumo, como Jorge Amado e Érico Veríssimo, surge uma nova geração fazendo uma literatura mais ligada à cultura de massa. É também a época em que profissionais de outras categorias, como os publicitários, começaram a fazer literatura
PANORAMA MUNDIAL
A mentalidade jovem da época, precisava também de uma nova trilha sonora, em 1961 surge a Surf Music com os Beach Boys, mas foi em 1963 que a verdadeira revolução da música ocorreu, com o surgimento dos Beatles, que com letras ingenuas e uma postura bem comportada se tornaram febre no Reino Unido e posteriormente, no mundo. Surge tambem ja no inicio da década as chamadas musicas de protesto, com Bob Dylan. Ja em 1966 forma-se o grupo The Jackson 5, o qual é composto pelos irmaos Jackson.
E NOS ANOS 60 NASCE NOSSA TIA EVE
Os rapazes usavam paletós sem colarinho, blusas com gola rolê e cabelos “tigelinha” com franjões pronunciados, estilo inspirado no visual dos Beatles.

Os adeptos ao movimento hippie pregavam fazer tudo exatamente ao contrário do que a consumista e conservadora sociedade americana fazia: usar bata, jeans e chinelos, no lugar do terno e gravata; deixar as madeixas compridas, ao invés do corte militar imposto aos jovens obrigados a se alistar no exército
Na segunda metade da década, com o Golpe Militar de 1964, a música brasileira tomou um rumo mais engajado com a Música Popular Brasileira (ou MPB), que construiu um repertório de canções de protesto contra a falta de liberdade no país. Mas, mesmo sob um regime ditatorial, o país viu o nascimento da versão nacional dos dois primeiros movimentos de música jovem e popular: a Jovem Guarda, de Roberto Carlos e companhia e a Tropicália, de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tom Zé.
Um período marcado também por inesquecíveis festivais da música popular brasileira, que fizeram despontar nomes como Elis Regina e Jair Rodrigues, Da bossa nova surgiram grandes compositores e intérpretes - Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Nara Leão, Elis Regina, Elisete Cardoso, Johnny Alf, Carlos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Roberto Menescal, Luiz Bonfá, Baden Powell, e tantos outros.
Em 1966, a gravação de um disco de Frank Sinatra, com as composições de Tom Jobim, popularizou ainda mais a bossa nova, já mundialmente conhecida com a gravação de Garota de Ipanema, de Tom e Vinícius, por cantores de renome em vários países.
Mal começou a década de 60 e a Guerra Fria só se intensificou, com o estabelecimento de uma espécie de “equilíbrio do terror” entre o bloco comunista e o capitalista. O maior símbolo físico e ideológico da divisão política entre o comunismo e o capitalismo foi a construção do Muro de Berlim em 1961. Foi também em 1961 que Yuri Gagarim, soviético, fez a primeira viagem ao espaço e proferiu as celebres palavras: 'A Terra é azul'.
Em 1963 J. F. Kennedy foi assassinado e em 1965, os Estados Unidos enviaram tropas para sustentar o governo do Vietnã do Sul. O mundo todo encontrava-se em mudança cultural nos mais variados grupos sociais. Houve o surgimento do feminismo (luta pelos direitos da mulher) e o início dos movimentos a favor dos negros e homossexuais.
Com baby-boom pós guerra, o mundo estava cheio de jovens que queriam quebrar as antigas convicções, eles queriam um mundo novo. Surgiu assim, em 1967, na Califórnia, a contracultura hippie. Uma revolução que tinha como lema a paz e o amor a serem conquistados através de muito sexo, drogas e rock’n’roll. Manifestação que logo ganhou a adesão de jovens de todo o mundo e se somou aos protestos estudantis de maio de 1968, na Europa. Eventos que trouxeram, pela primeira vez, a juventude para o palco central da história. E apesar de várias bandeiras políticas erguidas pelos jovens daquela época não terem sido conquistadas (como o fim das guerras, do racismo, do capitalismo, do imperialismo, do preconceito contra homossexuais, entre outras coisas), os efeitos daquela revolução comportamental e cultural foram inegáveis.

Na cidade de Bethel, estado de Nova Yorque, EUA, aconteceu o Festival de Woodstock.Os organizadores tentaram contratar John Lennon, Bob Dylan, The Doors, Led Zeppelin e Frank Zappa, porém não conseguiram. Mesmo assim o festival marcou com a presença de The Who, Joe Cocker, Janis Joplin e Jimi Hendrix
PANORMA BRASIL
http://www.coladaweb.com/cultura/decada-de-60
http://deecadade60.blogspot.com.br/p/esportes.html?m=1
http://www.slideshare.net/jorgediapositivos/juventude-dos-anos-60
http://unisite.com.br/Artigos/30451/A-Literatura-na-decada-de-60-(Parte-I).xhtml
http://pessoas.hsw.uol.com.br/anos-602.htm
http://www.40forever.com.br/a-moda-nos-anos-60/
http://www.rivalpetrobras.com.br/novo/?page_id=248
http://www.anosdourados.net.br/propaganda/p60.htm
ALUNAS:
Ana Carolina Dalbosco, Bárbara M Bruggemann, Joana Alves dos Santos, Mariana Fornara Nohatto, Maria Catarina Tirloni, Paula Chimello
TURMA M125
De 1956 a 1961 Juscelino Kubitschek governou o Brasil e foi a época em que o crescimento econômico, o PIB cresceu em média 7% ano ano, enquanto a taxa per capita aumentou num ritmo quatro vezes maior que no restante da América Latina. Tal situação reflete as prioridades daquele governo no desenvolvimento econômico-industrial do país. Foi então que a industria desenvolveu-se e a capital do Brasil foi levada para o centro do país, com a construção de Brasília.
Conquistando o rápido apoio de líderes sindicais, nacionalistas e partidos políticos de esquerda, João Goulart não teve mais condições de assumir o comportamento dúbio que marcava o populismo. Já nesse instante, os grupos de tendência conservadora se mostraram desconfiados com os projetos sociais das Reformas de Base. Com isso, em 31 de março de 1964, os militares se lançaram às armas e golpearam de uma vez só a democracia e o populismo no Brasil. Começa então, a ditadura militar que tinha como principais características a cassação de direitos políticos de opostitores, a repressão aos movimentos sociais e manifestações de oposição, a censura aos meios de comunicação e aos artistas, aproximação dos EUA(controle dos sindicatos), implantação do bipartidarismo: ARENA(governo) e MDB(oposição controlada), enfrentamento militar dos movimentos de guerrilha contrários ao regime militar, uso de métodos violento, inclusive tortura contra os opositores ao regime, milagre econômico: forte crescimento da economia com altos investimentos em infra-estrutura. Aumento da dívida externa.
No Brasil, a decada de 60 foi reconhecida como periodo de mudança, o qual promoveu transformações na estrutura da produção e da sociedade, nos comportamentos políticos e nas manifestações culturais. Eram os jovens que na maioria das vezes lutavam contra o regime de ditadura militar implantada em 1964, contra a reforma educacional, o que mais tarde provocou o fechamento do Congresso e na decretação do Ato Institucional nº 5.
COMIDA e BEBIDA
Os refrigerantes se tornam populares. São dessa época aquelas famosas propagandas da Coca-Cola e o slogan 'Isso é que é, Coca-Cola!' É criado o forno de microondas e os alimentos congelados reinam. Os drinques favoritos eram Cuba Libre (Coca-Cola com uma dose de rum) e Hi-Fi (refrigerante de laranja com uma dose de vodca).
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