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Tratamento de epicondilite e bursite

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Soraya Telles

on 12 April 2014

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Transcript of Tratamento de epicondilite e bursite

EPICONDILITE
Epicondilite medial
EPICONDILITE LATERAL
Tratamento de epicondilite e bursite
referências bibliográficas
ALMEIDA, Matheus Oliveira de, et. al. 2013. Tratamento Fisioterapêutico Para Epicondilite Lateral: uma revisão sistemática. Curitiba: Fisioter Mov. v. 26, n. 4, p. 921-932.
HEISLER, Andrea; ZARDIN, Mariele. 2009. Reumatismo de Partes Moles Localizado: tendinite, bursite, tenossinovite e entesite. Porto Alegre: Liga Reumatológica de Porto Alegre.
<http://fisiovirtual.wordpress.com/2011/05/22/epicondilites-e-bursites/>. Acesso em: 30 de março de 2014.
<http://www.abc.med.br/p/sinais.-sintomas-e-doencas/348894/bursite+voce+sabe+o+que+e+o+que+acontece+com+uma+pessoa+que+tem+bursite+o+que+ela+deve+fazer.htm>. Acesso em: 30 de março de 2014.
<www.boasaude.com.br/artigos-de-saude/5124/-1/bursite.html>. Acesso em: 30 de março de 2014.
<http://www.infopedia.pt/lingua-portuguesa/epic%C3%B4ndilo;jsessionid=c2-8LFYhOP+pW56dgiwBUQ__>. Acesso em: 30 de março de 2014.
<http://www.minhavida.com.br/saude/temas/epicondilite-lateral>. Acesso em: 31 de março de 2014.
<http://www.clinicadeckers.com.br/html/orientacoes/ortopedia/036_epicondilite_medial.html>. Acesso em: 31 de março de 2014.
<http://kilorias.band.uol.com.br/2013/07/dor-no-cotovelo-saiba-mais-sobre-a-epicondilite-medial-ou-a-dor-do-golfista/>. Acesso em: 31 de março de 2014.
<http://www.marcosbritto.com/2010/01/epicondilite.html>. Acesso em: 31 de março de 2014.
Terapia Ocupacional na reabilitação da epicondilite
introdução
bursite
epicondilite
tratamento
EPICONDILITE
DIAGNÓSTICO
epicondilite
sintomas e características
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Centro de Ciências da Saúde
Faculdade de Medicina
Departamento de Terapia Ocupacional
Curso de Terapia Ocupacional
Trabalho realizado por: Beatriz, Ellen, Nathalia, Soraya,Thamyres, Viviane, Wanda Lúcia

BURSITE
Ao longo deste trabalho serão abordados os diagnósticos de bursite e epicondilite evidenciando a caracterização de cada um deles através de sua fisiopatologia, causas, sinais e sintomas, tratamento médico, e abordagem da terapia ocupacional com seus respectivos objetivos de tratamento e os recursos para a realização da uma melhor forma de reabilitação na garantia do retorno à função ou independência funcional.
Bursa é uma bolsa cheia de líquido sinovial, existente no interior das articulações sinoviais, cuja finalidade é amortecer o atrito entre ossos, tendões e músculos. Em nosso organismo, existem mais ou menos 160 bursas.
Na epicondilite é importante saber as estruturas que estão envolvidas nesse diagnóstico que são: os epicôndilos lateral e medial que são saliências externas, localizadas na extremidade inferior do úmero, além dos tendões que estão inseridos nessa região conhecida popularmente por cotovelo.
OBJETIVO
metodologia
O presente trabalho tem por objetivo identificar e discorrer sobre as práticas e as condutas do Terapeuta Ocupacional no tratamento da epicondilite e da bursite, para muito além de meras definições e conceitos, mas buscando, sobretudo, a reabilitação para o desempenho ocupacional.
A Epicondilite pode ser definida como uma síndrome dolorosa caracterizada pela inflamação dos tendões que se inserem no cotovelo, gerando de início dor sobre o epicôndilo, com irradiação para a musculatura, afetando as atividades cotidianas. Ocorre devido a esforços repetitivos, geralmente ocupacionais. Ela pode ser lateral ou medial. Pode ser medial ou lateral.
É menos comum que a epicondilite lateral, portanto de diagnóstico mais complicado. Inflamação nos tendões que se inserem na parte medial do cotovelo, atingindo músculos de flexão do punho e pronação do antebraço. Também chamado de cotovelo de golfista. Causada pela execução excessiva de atividades que envolvem músculos flexores do punho e pronadores do antebraço.
flexor ulnar do carpo
flexor radial do carpo
palmar longo
pronador quadrado
pronador redondo
É de fácil diagnóstico, porém de um tratamento mais difícil. Inflamação nos tendões que se inserem na parte lateral do cotovelo, atingindo músculos extensores do punho e dos dedos. Também chamado de cotovelo do tenista. Ocorre devido a execução excessiva de atividades que envolvem músculos extensores do punho e supinador do antebraço. Pode ser ocasionada por tensões repetitivas na articulação do cotovelo.
extensores radiais co carpo - longo e curto
extensor comum dos dedos e extensor do dedo mínimo
extensor ulnar do carpo
supinador
bíceps braquial
braquiorradial
Epicondilite lateral - dor no epicôndilo lateral com piora progressiva, dor irradiada para antebraço, punho, e mão (em alguns casos) e grande dor ao agarrar um objeto.
Epicondilite medial - dores do epicôndilo medial com irradiação para os músculos flexores de punho e pronadores do antebraço e podendo às vezes haver dor ao fechar a mão com os dedos para dentro.
A intervenção é a mesma para os dois tipos, o que diferencia é a reabilitação da musculatura. É importante o tratamento medicamentoso de anti-inflamatórios nesse caso, para controlar a inflamação dos tendões inseridos no epicôndilo. A reabilitação física é realizada pela fisioterapia e terapia ocupacional. As cirurgias são recomendadas apenas nos casos mais graves que não tiveram melhora após os demais tratamentos.
As duas formas de epicondilite são diagnosticadas de forma clínica, em que o ortopedista realiza uma série de testes de manobras especiais na região do cotovelo.
A confirmação do diagnóstico pode ser feita através de:
anamnese e exame físico
ultra-som
raio X
eletroneuromiografia
O tratamento deve ser dividido em etapas de acordo com o grau da lesão, intensidade dos sintomas e tolerância do paciente.
Objetivos: alívio da dor e diminuição do edema (se for o caso), aumentar a amplitude de movimento, trabalhar força muscular, melhorar as habilidades manuais e realizar adaptações para facilitar a realização das atividades cotidianas.
É importante a elaboração do plano de tratamento através da avaliação do quadro clínico.
Recursos e intervenção: compressas de gelo, alongamentos, movimentação assistida e ativa, imobilizações como órteses (para evitar deformidades), ultra-som, adaptações no trabalho/esportes e por fim exercícios de reforços musculares.
Bursite é a inflamação da bursa ou bolsa sinovial (uma bolsa cheia de líquido - sinóvea), que funciona como amortecedor entre ossos, tendões e tecidos musculares, reduzindo o atrito das superfícies em movimento. Pode ser causada por traumatismos diretos, movimentos repetitivos de grande duração, mas pode também ser de origem infecciosa.
Os locais mais atingidos são:
• joelho - podem causar sintomas intensos e limitantes
• quadril - é uma das mais afetadas por inflamações
• ombro - é a mais comum e de melhor diagnóstico
• cotovelo - bursite do olecrano
• pés e tornozelos - apresentam bursas menores, mas sintomáticas durante as inflamações.

bursite
sintomas e características
Os sintomas mais comuns da bursite são:
• Dor
• Edema(inchaço)
• Sensilbilidade ao presionar a região dolorida
• Vermelhidão
• Restrição de movimento
• Calor
Tudo isso devido a grande produção de líquido sinovial após o trauma ou inflamação. Também pode ocorrer a infecção da bursa, principalmente no joelho e no ombro, que leva ao aparecimento de sinais inflamatórios locais, como pele vermelha, quente e inchada.

bursite
diagnóstico
O diagnóstico é clínico, por meio de exames físicos é observado dor de início súbito e que piora com o movimento sobre a estrutura comprometida, podendo haver restrição funcional. Quando existe a suspeita de infecção, o médico pode solicitar a coleta de líquido da bursa.
bursite
tratamento
O tratamento deve ser feito sob orientação médica e inclui o uso de anti-inflamatórios, relaxantes musculares, aplicações de gelo e redução dos movimentos na área afetada. Exercícios fisioterápicos podem ajudar, desde que orientados por profissionais especializados. Casos mais graves podem exigir intervenção cirúrgica.
A melhor forma de combater a bursite é com a prevenção.
Terapia Ocupacional na reabilitação de bursite
A Terapia Ocupacional intervém a fim de recuperar a funcionalidade do paciente, potencializando-o em seu desempenho ocupacional.
Objetivos: alívio da dor e diminuição do edema, aumentar a amplitude de movimento, trabalhar força muscular e realizar adaptações para facilitar a realização das atividades cotidianas.
É importante a elaboração do plano de tratamento através da avaliação do quadro clínico.
Recursos e intervenção: crioterapia, ultrassom, alongamentos, alívio da dor, aumento da amplitude de movimento e por último, fortalecimento das musculaturas envolventes.
Tudo isso auxilia para o alcance dos objetivos traçados, sempre de acordo com a região que apresenta a bursite. É preciso sempre tomar cuidado com o grau de inflamação do local, sendo contraindicado o uso de calor em quadros agudos.
A metodologia utilizada foi a pesquisa de artigos, consultas em livros, material impresso e online visando o conhecimento das patologias de epicondilite e bursite. A partir da busca por conhecimento foi possível destacar os pontos mais importantes para a formulação do trabalho.
Considerações finais
Fonte: http://drfabricio.site.med.br/index.asp?PageName=Epicondilite
Fonte: Google Imagens
Fonte: Google Imagens
Fonte: Google Imagens
Fonte: Google Imagens
Fonte: Google Imagens
Fonte: www.auladeanatomia.com.br
Fonte: www.auladeanatomia.com.br
Fonte: www.auladeanatomia.com.br
Fonte: www.auladeanatomia.com.br
Fonte: www.auladeanatomia.com.br
Fonte: www.auladeanatomia.com.br
Fonte: www.auladeanatomia.com.br
Fonte: www.auladeanatomia.com.br
Fonte: www.auladeanatomia.com.br
Fonte: www.auladeanatomia.com.br
Fonte: Google Imagens
Fonte: Google Imagens
Fonte: Google Imagens
Fonte: Google Imagens
Fonte: Google Imagens
Fonte: Google Imagens
Através da pesquisa realizada pelo grupo, casos clínicos apresentados e estudados, concluiu-se que a Epicondilite e Bursite são doenças de fácil diagnóstico, e que podem ser tratadas pela equipe médica, fisioterapia e terapia ocupacional. Existem tratamentos avançados que podem auxiliar na resolução dos desconfortos causados pelas doenças. Ambas também podem ser prevenidas com alguns cuidados e mudança de hábitos.
O conhecimento sobre anatomia e a biomecânica é fundamental para a compreensão da lesão e elaboração de um plano de tratamento que seja capaz de alcançar seus objetivos, visando potencializar o desempenho ocupacional do indivíduo, melhorando sua autonomia e proporcionando uma melhor qualidade de vida ao mesmo.
LER/DORT RELACIONADO À EPICONDILITE E BURSITE
Segundo Soares et al (2010) em 2005 no Brasil, aproximadamente 492 mil acidentes de trabalho foram registrados no INSS. Dentre as doenças do trabalho, as mais incidentes foram as sinovites, tenossinovites, lesões no ombro e dorsalgias (BRASIL, 2005).
A epicondilite e a bursite, principalmente de membros superiores (ombro, cotovelo e punho) estão entre as patologias relacionadas a LER/DORT e presentes inúmeros trabalhadores e esportistas diversos como bancários, digitadores, motoristas de coletivos, cabeleireira, tenistas, jogadores de vôlei e handebol, golfistas, entre outros.
O ambiente de trabalho é o principal elemento gerador de estresse, de tal modo que o trabalhador não tem domínio pelo próprio corpo, condicionado a cumprir metas, produzir extrapolando seus limites e capacidade física o que o coloca em situação de risco (depressão, pânico, estresse, risco de morte, perigo).
O terapeuta ocupacional tem um papel importante na equipe médica na reabilitação das lesões relacionadas a LER/DORT, intervindo em todo o processo de tratamento, aumentando desse modo as chances de recuperação efetiva, auxiliando na área de modificações ergonômicas, educação e orientação dos trabalhadores.
História: um paciente de 27 anos apresentou-se com dor na face lateral do cotovelo direito. A dor se iniciou a cerca de três meses. O paciente não se recorda de nenhum evento traumático, tendo a dor aumentada nos últimos meses. Diz ter sua dor aumentada quando trabalha algumas horas no computador. O paciente não tem história de lesões ou cirurgias. Pratica esporte com regularidade.
Sintomas: apresenta dor difusa intermitente na face lateral proximal do antebraço. Após algum tempo sentado trabalhando, sente aumento da dor do cotovelo. Pressão sobre o compartimento extensor do antebraço produz dor aguda.
Sinais: sinais inflamatórios no cotovelo e a ADM normal. Sente dor a extensão forçada do punho e à flexão passiva do mesmo. Não há aparente alterações biomecânicas do membro superior. O paciente apresenta teste de tensão neural do nervo radial positivo do lado acometido. Sinais neurológicos normais. Movimentos cervicais não aumentam a dor do cotovelo, mas uma posição sustentada (similar ao trabalho) aumenta a sensibilidade à palpação do local acometido.
O tratamento para esse caso deve ter como objetivo diminuir a dor e controlar a inflamação, repouso, restrição dos movimentos repetitivos, reabilitação, alteração no ambiente de trabalho (incluindo informações sobre a melhor forma de executar as atividades ocupacionais).
O paciente encontra-se, de acordo com FERREIRA e SANTOS (2006) no estágio I do tratamento, onde os principais objetivos são controle da dor, redução do edema e manutenção dos movimentos ativos. Deve-se avaliar a necessidade de afastar ou não o paciente do trabalho, pois o ideal é mantê-lo em sua atividade laboral o quanto for possível, realizando adaptações e ajustes posturais e ambientais no trabalho, fazer uso de órteses e das técnicas de relaxamento muscular e auto controle da dor.
A imobilização é feita por tala que mantém a articulação do punho em posição neutra, reduzindo o estresse local e prevenindo outros traumas. Essa órtese pode ser feita também com termoplástico ou neoprene, porém utilizada apenas no período de realização da atividade laboral.
Realização de atividades, exercícios ativos leves, massagem retrograda (iniciando sempre distal para proximal) e alongamentos, sempre respeitando o limite do paciente, visando a melhora dos sintomas. Por fim, atividades para manter o tônus muscular.
estudo
de
caso
Retirado do site: http://www.terapiamanual.com.br/site/casos_clinicos/?id=58(com alteração). Acesso em 2 de abril de 2014.
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