Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

3s-l6-bio2-mod23

Taxonomia - Virologia
by

Isabela Troyack

on 22 November 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of 3s-l6-bio2-mod23

O Surgimento dos 5 Reinos da Natureza Em 1969, segundo proposta do cientista norte-americano Robert H. Whittaker (1920 – 1980), e baseado nos avanços da bioquímica, da genética e da evolução, foi criado o sistema de classificação em cinco Reinos:
Monera, Protoctista, Fungos, Vegetal e Animal. http://www1.umn.edu
O sistema de classificação de Whittaker se baseia nos seguintes critérios:

1. Número de células Indica se o ser vivo é unicelular ou pluricelular (Multicelular).

2. Tipo de célula Avalia se o organismo é Procarionte ou Eucarionte.

3. Forma de nutrição (metabolismo) Determina o autotrofismo ou heterotrofi smo dos seres. Os critérios de Whittaker O Reino Monera reúne seres vivos unicelulares e procariontes: as bactérias, que podem ser autotróficas ou heterotróficas
(a maioria) e as cianobactérias, que são autotróficas. Bactéria Staphylococcus aureus (em amarelo) aderindo ao muco (azul) nos cílios das células epiteliais nasais Reino Monera Reino Protoctista O Reino Protista, que reunia apenas organis-mos unicelulares, foi substituído pelo Reino Protoctista, que inclui muitos filos de seres pluricelulares de menor complexidade e com-plexos, como, por exemplo, todas as algas.

No Reino Protoctista, estão incluídos os protozoários, seres eucariontes, unicelulares
e heterotróficos, e as algas, seres eucariontes, unicelulares ou pluricelulares, autótrofos fotossintetizantes.

As algas pluricelulares são incluídas nesse reino porque têm organização simples, com pouca ou nenhuma diferenciação entre as células. Logo, são seres sem a formação de tecidos.

Alguns autores ainda consideram as algas multicelulares como pertencentes ao Reino Vegetal. Dessa forma, esses autores men-cionam, ainda, Reino Protista. Macrófago (célula branca, redondo, ao centro) combatendo o ataque de dois protozoários Leishmania mexicana, organismo unicelulares
que causam a Leishmaniose Algas da ordem Laminariales. Também conhecidas como Kelp O Reino Fungo inclui seres eucariontes, unicelulares (leveduras) ou pluricelulares
e heterotróficos. Os 5 Reinos http://domescobar.blogspot.com Levedura Saccharomyces cerevisiae usada na fabricação de vinho, cerveja e pães por realizar fermentação alcoólica. Unicelulares. Na foto vemos pequenas células filha q saem de uma célula mãe. Amanita muscaria Reino Fungo (Fungi) O Reino Vegetal reúne as plantas, seres eucariontes, multicelulares e autótrofos fotossintetizantes. As plantas têm células diferenciadas, que formam tecidos corporais bem definidos. Musgos, samambaias, pinheiros e plantas frutíferas são os principais grupos que compõem o Reino Vegetal.
O cipó-chumbo, planta parasita, não realiza a fotossíntese, ela retira os nutrientes de sua planta hospedeira e por isso podemos dizer que é uma planta heterotrófica. Cipó chumbo (Cuscuta racemosa) subindo por outra planta http://seresvivosdorn.blogspot.com http://flores.culturamix.com Tabelueia sp.
Popularmente conhecida como Ipê Reino Vegetal O Reino Animal reúne os animais, seres eucariontes, multicelulares e heterótrofos. Os animais apresentam células bem diferenciadas, que formam tecidos e órgãos corporais distintos. Esse Reino inclui desde animais simples, como as esponjas, até animais complexos, como os mamíferos. Esponjas do mar http://www.africapoint.net Reino Animal (Animalia ou Metazoa) Os vírus e os príons não se enquadram em nenhum dos reinos da natureza, porque não possuem estrutura celular, sendo acelulares e tendo características simultâneas de ser vivo e de corpo bruto. Linfócito atacado por vírus HIV (vermelho) Pyrococcus furiosus archaea http://cienciaesaudexxi.blogspot.com A classificação biológica “atual” leva em conta critérios “evolutivos” e analisa, de maneira comparada, semelhanças e diferenças entre:

a) Morfologia – aspectos externos.
b) Anatomia – aspectos internos.
c) Fisiologia – composição química + estruturas “homólogas” comparáveis.
d) Embriologia – desenvolvimento embrionário e suas etapas de diferenciação.
e) Nível celular – tipo de célula do organismo.
f) Genes e Composição química das proteínas Grupo de populações cujos
indivíduos são capazes de cruzarem entre si e gerar descendentes férteis, em condições naturais, estando reprodutivamente isolados
de indivíduos de outras
espécies. Espécie Filos (para animais)
Divisão (para vegetais e fungos)
ou Categorias Taxonômicas Os prefixos Super e Sub são usados para indicar, respectivamente, agrupamentos ou subdivisões de categorias taxonômicas.

Dentro de um filo podem existir classes mais semelhantes entre si do que outras; nesse caso, elas podem ser agrupadas em uma Superclasse.



Superclasse: Tetrapoda - animais com 4 membros. União das classes Amphibia (de anfíbios), Aves (pássaros), Reptilia (répteis) e Mammalia (mamífero).
Incluindo tetrapodes por descendência como as cobras e baleias.










Dentro da mesma espécie, pode existir seres que apresentem características um pouco distintas, então, neste caso, dividiremos em subespécies ou raças. Classificação do cachorro Todo nome científico deve ser latino de origem ou, então, latinizado.

Todo nome científico deve ser escrito em itálico ou sublinhado.

A nomenclatura para espécies é binomial - o nome científico deve ser composto por duas palavras, a primeira para designar o gênero e a segunda, o nome (epíteto) específico. Regras Internacionais de Nomenclatura História
Em 1735, Lineu propôs a classificação dos seres vivos em grupos, que constituíram uma hierarquia, hoje chamados táxons, usando palavras latinas para designar os seres classificados. Categorias de Classificação Taxonomia Ramo da Biologia que trata da classificação e da nomenclatura dos seres vivos. Exemplos http://www.biolib.cz http://www.botanical.com http://www.infoescola.com http://i.olhares.com http://cdn0.wn.com Quando houver subespécie (raças), a nomenclatura é trinominal. É acrescentado mais um nome, o epíteto subespecífico (escrito em itálico com inicial minúscula) http://www.geometer.org A designação do subgênero aparece entre o gênero e o epíteto específico, entre parênteses, escrito em itálico com inicial maiúscula. Quando um autor descreve pela primeira vez uma espécie, seu nome deve ser escrito com letra normal (por extenso ou abreviado) logo após o epíteto específico, sem nenhum sinal de pontuação entre eles, seguido de uma vírgula e do ano da descrição. Permite-se o uso de inicial maiúscula para o epíteto específico quando se trata de um nome de pessoa. O epíteto específico nunca pode ser usado isoladamente, pois nada significaria.
O 1o termo, ao contrário, pode ser usado sozinho, pois não é possível encontrar dois gêneros diversos com o mesmo nome. Há também uma tendência em classificar os seres vivos apenas em dois Super-Reinos: o Prokarya e o Eukarya, reunindo respectivamente organismos procariontes e eucariontes.

No Prokarya, há somente o Reino Monera com dois Sub-Reinos bem distintos: o das eubactérias, que inclui a grande maioria das bactérias mais conhecidas, inclusive as cianobactérias, e o das arqueobactérias (ou Archaea). No Eukarya, incluímos os Reinos Protoctista, Fungo, Vegetal e Animal. Virologia Os vírus não apresentam uma estrutura celular típica: membrana plasmática,
citoplasma ou qualquer organela. Eles apresentam apenas proteínas e material genético (que podem ser os ácidos nucleicos DNA ou RNA). Logo, são considerados acelulares. Os vírus não apresentam metabolismo próprio, sendo totalmente dependentes de uma célula hospedeira. Eles utilizam a “maquinaria” da célula
hospedeira para a elaboração
do seu própio metabolismo e "reprodução". CARACTERÍSTICAS DOS VÍRUS Simplicidade

Acelulares

Não apresentam locomoção

O material genético pode ser DNA ou RNA

Proteínas + Ácidos Nucleicos

Sofrer constantes mutações no seu material genético

Não possuem atividade metabólica própria

São parasitas intracelulares obrigatórios A estrutura simples dos vírus favorece a continua variação
do genoma – mutação. Estrutura dos Vírus Esquema de vírus envelopado: Alguns vírus apresentam uma membrana lipoproteica envolvendo o capsídeo, sendo dessa maneira denominados envelopados.

Esta membrana é originada da célula hospedeira e contém proteínas virais específicas, que favorecem a ação infecciosa dos vírus. Em alguns casos,
esse envelope pode ser de
natureza glicoproteica. Alguns tipos de Vírus Bacteriófagos Estes vírus apresentam especificidade pela célula bacteriana.
Não são envelopados e apresentam os dois tipos de material genético: DNA ou RNA.
A reprodução dos bacteriófagos pode ocorrer de duas maneiras: ciclo lítico e ciclo lisogênico.

Não importa o ciclo, ambos começam com a adesão e posterior introdução do material genético na bactéria.
O capsídeo sempre fica fora da bactéria.
Neste ciclo, o vírus comanda o metabolismo da bactéria.
Após a introdução do material genético, o vírus determina a formação das estruturas virais (capsídeo e material genético) para que sejam formados novos vírus.
Quando estão formados, ocorre a ruptura da membrana plasmática da célula bacteriana e os vírus formados irão infectar novas bactéria. Ciclo lítico Ciclo lisogênico O material genético introduzido se integra ao material genético bacteriano, mas não controla o metabolismo da bactéria. Toda a vez que a bactéria se dividir, o material genético do vírus irá para as células-filhas das bactérias.
Alguns motivos podem levar o vírus a iniciar um ciclo lítico e começar a controlar a célula bacteriana (por exemplo, a radiação). Retrovírus Seu material genético é o RNA, mas este vírus utiliza a enzima transcriptase reversa para transformar seu RNA viral em DNA viral assim infectar a o DNA da célula hospedeira. OBSERVAÇÃO A síntese de proteínas dos vírus que não são retrovírus, pode ocorrer de duas formas:

Se for um vírus de DNA Se for um vírus de RNA Mas o retrovírus atua de maneira diferente: A enzima transcriptase reversa atua transformando o RNA viral em DNA viral. Como exemplo de retrovírus, temos o HIV (Vírus da Imondeficiência Humana) causador da AIDS. O HIV é envelopado e se adere aos linfócitos T.
Somente o capsídeo junto com o material genético penetram na célula hospedeira.
O RNA viral é transformado em DNA viral – de fita simples – devido à ação da transcriptase reversa (o capsídeo é degradado). Este DNA, chamado provírus, no núcleo da célula hospedeira, sofre duplicaçãopassando a apresentar fita dupla. A partir disso, junta-se com o DNA celular. Vírus de Plantas São muito estudados devido a sua importância econômica. Provocam danos indiretos à população humana, pois acometem as estruturas comercializáveis do vegetal. Folha de orquídea infectada com vírus. Folhas de tabaco infectadas com o vírus do mosaico do tabaco. À esquerda, folha de feijão de corda contaminada por vírus e à direita, folha de feijão de corda saudável. Vídeos Algumas Doenças Causadas por Vírus Catapora Febre amarela Rubéola Raiva Poliomielite Hepatite Caxumba Dengue Fonte da imagem:http://www.osascoeregiao.com.br/barueri/secretaria-de-saude-de-barueri-recomenda-cuidados-com-a-catapora-neste-periodo/ Se o ciclo for lisogênico ficará em latência, “acompanhando” a divisão celular.
Porém, pode sofrer o ciclo lítico e passar a comandar o metabolismo celular. Novos vírus são formados, a célula hospedeira se rompe e, novas infecções ocorrerão. Príons são partículas de constituição apenas protéica responsáveis por diversas atividades, como amadurecimento dos neurônios. Entretanto, podem se tornar patogênicas, causando doenças crônicas e degenerativas do sistema nervoso central.
Full transcript