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Trabalho de TGA

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by

flavio lucio

on 26 October 2012

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Transcript of Trabalho de TGA

Sistema de Gestão Japonesa Historia Falhas no modelo O que é ?? Era atual Principais características
do Toyotismo Principais personagens do sistema de Gesta Japones Integrantes *Trabalho excessivo, horas extras, sem férias

*Crescimento gera busca de mão de obra não qualificada.

*Just in time fica comprometido. Toyotismo é um sistema de organização voltado para a produção de mercadorias. O Toyotismo espalhou-se a partir da década de 1960 por várias regiões do mundo e até hoje é aplicado em muitas empresas. Sistema mecanico
Multifuncionalização da mão-de-obra
Controle de qualidade do produto
JUST IN TIME
Personalização dos produtos
Controle visual * A incersão no grande cenário mundial

*Supremacia produtiva e economica

*Crise trabalhista

*Em 1998 foi instituido o LIB Como Iniciou?

Quais os motivos?

Caracteristicas

Tecnicas de produção visadas Carolina Paiva - Administração
Dylan Duarte - Administração
Flávio Lucio - Economia
Guilherme Dias Administração Sua gênese foi desenvolvida a partir das instalações da fábrica da Toyota, vindo daí a outra denominação pelo qual o modelo é conhecido: Toyotismo. Alves faz um interessante e esclarecedor comentário acerca deste:
“Consideramos toyotismo o que pode ser tomado como a mais radical e interessante experiência de organização social da produção de mercadorias, sob a era da mundialização do capital. Ela é adequada, por um lado, às necessidades da acumulação de capital na época da crise de superprodução, e, por outro, ajusta-se à nova base técnica da produção capitalista, sendo capaz de desenvolver suas plenas potencialidades de flexibilidade e de manipulação da subjetividade operária.” O toyotismo, como novo modo de organização do trabalho, foi desenvolvido anos após a derrota no Japão na segunda guerra, devido a dois motivos (GOUNET, 1999): o primeiro era relativo à sobrevivência da própria indústria japonesa, que não seria párea para a alta produtividade das indústrias americanas, sob pena de desaparecerem. O segundo motivo é a necessidade da aplicação da sistemática fordista no Japão, entretanto, com características próprias da sociedade japonesa. Ohno (1989 apud GOUNET, 1999, p.25) descreve muito bem esta situação, a partir das palavras do presidente da Toyota, Kiichiro Toyoda:
“Quanto ao método produtivo, tiraremos partido da experiência norte-americana da produção em série. Mas não o copiaremos. Vamos avançar mão de nosso potencial de pesquisa e criatividade para conceber um método produtivo adaptado a situação do nosso país.”
Tenório (2001, p.163) caracterizou deste modo o novo modelo de gestão: O sistema pós-fordista de produção se caracteriza, sobretudo, pela sua flexibilidade. (...) os mercados são cada vez mais volúveis imprevisíveis. (...) A empresa individual, portanto, põe ênfase na flexibilidade, na sua capacidade de reagir a, e de procurar mudanças de mercado. A flexibilidade se manifesta de várias formas: em termos tecnológicos; na organização da produção e das estruturas institucionais; no uso cada vez maior da subempreitada; na colaboração entre produtores complementares. À flexibilização na produção corresponde a uma flexibilização dos mercados de trabalho, das qualificações e das práticas laborais. Os modelos citados anteriormente surgiram devido ao declínio acentuado como modo de produção do fordismo em todo o mundo. Este declínio tem algumas causas, entre as principais destacam-se o surgimento da concorrência japonesa, com sua nova concepção de gestão e produção, o não atendimento dos interesses do capitalismo, que teve uma grande queda de competitividade, culminando com um grande declínio dos lucros. Houve também uma transformação da mentalidade dos consumidores, que estavam exigindo produtos diferenciados de acordo com a demanda dos diferentes segmentos socioculturais (CATTANI, 1997)

Da afirmação acima, podemos destacar tanto como caracterização própria do modelo, quanto diferenciação em relação ao paradigma anterior, duas importantes concepções implícitas: o uso da informática em larga escala e o novo desenho das relações trabalhistas. O uso da informática é cada dia mais crescente nas organizações e nas residências, o modelo em discussão se utiliza e muito, tanto na execução quanto na produção, destas inovações tecnológicas. Segundo Katz (1995), o objetivo desta crescente utilização é a economia de insumos materiais e humanos, aumentando o controle do processo de trabalho, eliminando, ao máximo, possíveis falhas na cadeia de produção, consequentemente, há menores custos e maiores lucros.
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