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Ética Para Um Jovem

Resumo e análise crítica do 7º capítulo da obra de Fernando Savater.
by

Beatriz Lopes

on 14 February 2013

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Transcript of Ética Para Um Jovem

FERNANDO ÉTICA PARA UM JOVEM SAVATER Fernando Savater nasceu no dia 21 de Junho de 1947 em San Sebastian, Espanha. É professor, filósofo e escritor. Obra & Autor A Ética é a disciplina filosófica que estuda:
os valores morais
princípios ideais do comportamento humano
os problemas da nossa interacção na sociedade
as consequência das nossas acções, que afectam sempre, positivamente ou negativamente, os outros seres. "Ética Para Um Jovem" de Fernando Savater trata o tema da Ética. Os desafios que Robinson supera respeitantes à sua sobrevivência, como ter refúgio e onde conseguir alimento e bebida, nada têm a ver com as variadas possibilidades que a existência de outro ser humano na ilha representa. Mas o que é a Ética? Robinson Crusoe! Robinson Crusoe e Sexta-Feira são personagens do romance escrito por Daniel Defoe, publicado originalmente em 1719.

Robinson Crusoe é a personagem principal, um náufrago que passou 28 anos numa ilha tropical deserta, vivendo sozinho, até que 23 anos depois descobriu Sexta-Feira, um indígena que fazia parte de uma tribo de canibais e que acaba por se tornar o seu fiel companheiro. Quem será? Amigo ou inimigo? Que tratamento lhe dará? Problemas ÉTICOS Quem é? O que caracteriza o ser humano é a capacidade de se relacionar com o seu semelhante, de viver entre homens. Falando Pactuando Respeitando Amando Mentindo Traíndo Assumindo desafios TROCANDO SÍMBOLOS Dizem respeito a... Como viver bem a vida humana, que decorre entre humanos. Porque... Humanidade Porque apesar de Robinson e Sexta-Feira serem completamente diferentes... Provenientes de partes do Mundo diferentes
Culturas e hábitos diferentes
Conhecimentos diferentes
Religiões diferentes Tinham em comum... Fala
A capacidade de avaliar comportamentos
Atribuir valores e possuir critérios
Capacidade de discutir Apesar das suas semelhanças, é impossível para Robin prever o comportamento de Sexta-Feira. Ele não sabe, portanto, que atitude adotar. Talvez fosse inteligente Robin adiantar-se e tratar o desconhecido como um inimigo... Mas, se o fizer, é certo que a possibilidade de o outro ser humano não adotar uma atitude hostil ficam reduzidas. "Quando hoje te levantares, pensa que ao longo do dia te vais encontrar com algum mentiroso, com algum ladrão, com algum adúltero, com algum assassino. E lembra-te que deves tratá-los como homens, pois são tão humanos como tu e por isso são para ti tão indispensáveis como o maxilar inferior o é para o superior." - Marco Aurélio César Marco Aurélio Antonino (26 de abril de 121 – 17 de março 180), conhecido como Marco Aurélio foi um imperador romano e é lembrado como um governante bem sucedido.
Dedicou-se à filosofia, especialmente à corrente filosófica do estoicismo, e escreveu várias obras. Entre elas, destaca-se "Meditações". Marco Aurélio entende que os outros
homens lhe convêm.
A humanidade dos outros reforça a sua própria humanidade. Sem semelhantes, o ser humano não poderia viver humanamente. Quem mente, rouba, mata ou comete outro tipo de ato incorreto não deixa de ser humano. Poderá ser-nos novamente conveniente. É importante tratar os outros

De nada vale semear animosidade, mesmo quando agir corretamente parece não surtir
efeito. como queremos ser tratados. Afinal, o que faz uma pessoa
agir incorretamente? "Sou mau porque sou infeliz." "Frankenstein" é uma obra de Mary W. Shelley. Publicada em 1818, conta história de Dr. Victor Frankenstein que, ao levar a cabo uma experiência científica, dá vida a uma terrível criatura com vontade própria. -Criatura de "Frankenstein" O romance de terror é considerado por muitos a origem da ficção científica. Como tratar as pessoas humanamente? Tenta pôr-te no seu lugar! Tenta compreender a outra pessoa, ao adotares, por um momento, o seu ponto de vista, independentemente da sua idade, género, cor ou outras divergências que possam existir entre ti e o próximo. Essa pessoa e os seus sentimentos são tão reais e complexos como os teus. Apesar de devermos sempre ter em conta os interesses do próximo, não devemos renunciar os nossos próprios interesses nem tão pouco devemos dar sempre mais prioridade a cada um deles. "Nós somos feitos do tecido de que são feitos os sonhos." - William Shakespeare William Shakespeare (23 de abril de 1564 - 23 de abril de 1616), foi um poeta e dramaturgo inglês, tido como o maior escritor do idioma inglês e o mais influente dramaturgo do mundo.
Entre suas obras mais conhecidas estão Romeu e Julieta, que se tornou a história de amor por excelência, e Hamlet, que possui uma das frases mais conhecidas da língua inglesa: "To be or not to be: that's the question" (Ser ou não ser, eis a questão). Também não deves tratar os outros como se fossem exatamente iguais a ti. "Nem sempre deves fazer aos outros o que desejas que te façam a ti: eles podem ter gostos diferentes." -Bernard Shaw George Bernard Shaw (26 de julho de 1856 — 2 de novembro de 1950) foi um dramaturgo, romancista, contista, ensaísta e jornalista irlandês. É autor de comédias satíricas que o tornaram espírito irreverente e inconformista.
Tornou-se um orador consumado na promoção das suas causas, tais como ganhar direitos iguais para homens e mulheres, aliviar os abusos da classe trabalhadora, rescindir a propriedade privada de terras produtivas e promover estilos de vida saudáveis. Neste contexto, a justiça está relacionada com o esforço que cada um de nós deve praticar a fim de percebermos o que os outros esperam de nós: o que está determinado nas leis. Grande parte do problema de nos pormos no lugar do próximo tem a ver com a justiça. "Uma vez, por volta do meio-dia, ao ir ver a minha embarcação, surpreendeu-me de uma maneira estranha descobrir na areia a marca recente de um pé descalço. Parei de repente, como que ferido por um raio, ou como se tivesse tropeçado nalguma aparição. Pus-me à escuta, lancei o olhar em redor, mas nada vi nem ouvi..."
-Daniel Defoe, "Aventuras de Robinson Crusoe" "Toda a verdadeira vida é encontro."
-Martin Buber, "Eu e Tu" "Unidos aos seus semelhantes pelo mais forte de todos os vínculos, o de um destino comum, o homem livre descobre que o acompanha sempre uma nova visão que lança sobre qualquer tarefa quotidiana a luz do amor. A vida do homem é uma grande caminhada que ele faz através da noite, rodeado de inimigos invisíveis, torturados pelo cansaço e pela dor, em direção a uma meta que poucos podem esperar alcançar, e onde ningué, pode deter-se por muito tempo. Um após o outro, à medida que avançam, os nossos companheiros afastam-se da nossa vista, apanhados pelas ordens silenciosas da morte omnipotente. É muito curto o lapso durante o qual podemos ajudá-los, durante o qual se decide a sua felicidade ou a sua miséria. Oxalá nos caiba derramar a luz do sol na sua senda, iluminar as suas dores com o bálsamo da simpatia, dar-lhes a pura alegria de um afeto que nunca se cansa, fortalecer o seu ânimo quebrado, inspirar-lhes fé nas horas de desespero."
-Bertrand Russell, Misticismo e Lógica Nunca existiu apaniguado da virtude e inimigo do prazer tão triste e tão rígido que pregasse as vigílias, os trabalhos e as austeridades sem ordenar, ao mesmo tempo, que nos dedicássemos com todas as nossas forças a aliviar a pobreza e a miséria dos outros. Todos supõem que se deve até glorificar, com o nome de humanidade, o facto de o homem ser para o homem salvação e consolação, uma vez que é essencialmente "humano"- e não há outra virtude tão própria do homem como esta - suavizar o mais possível as dores dos outros, fazer desaparecer a tristeza, devolver a alegria de viver, ou seja: o prazer.
-Tomás Moro, "Utopia"
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