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Qualificação de mestrado

Junho de 2013
by

Marilyn Mafra Klamt

on 9 June 2013

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Transcript of Qualificação de mestrado

O Ritmo na Poesia em Língua de Sinais O Ritmo na Poesia
em Língua de Sinais Marilyn Mafra Klamt

Orientadora: Ronice Müller de Quadros
Coorientador: Alckmar Luiz dos Santos

Programa de Pós-Graduação em Linguística
Universidade Federal de Santa Catarina Sumário INTRODUÇÃO

1 O RITMO NA POESIA
1.1 DO RITMO AO RITMO POÉTICO
1.2 PASSAGEM DO VERSO QUANTITATIVO PARA O VERSO RÍTMICO
1.3 PRINCIPAIS RECURSOS DA POESIA RÍTMICA E DA POESIA QUANTITATIVA
1.3.1 Verso
1.3.2 Estrofe

2 POESIA EM LÍNGUA DE SINAIS
2.1 PRIMEIROS REGISTROS
2.2 ENTRE A POESIA E A PROSA
2.3 PERFORMANCE POÉTICA 3 A MOBILIZAÇÃO DA LÍNGUA NA
ARQUITETURA DO POEMA
3.1 A SÍLABA COMO UNIDADE DE ANÁLISE DA POESIA
3.2 ALTERAÇÃO FONOLÓGICA NA ESTRUTURA DOS SINAIS
3.2.1 Desvio fonológico regular e construção da rima
3.2.2 Desvio fonológico irregular e construção do ritmo

4 METODOLOGIA

5 ANÁLISE
5.1 BANDEIRA BRASILEIRA, DE NELSON PIMENTA
5.2 VOO SOBRE RIO, DE FERNANDA MACHADO

CONCLUSÃO
REFERÊNCIAS
ANEXO Metodologia qualitativa;
O corpus compõe-se de dados públicos (acessíveis ao público em geral) e privados (restritos ao pesquisador);
Dados naturais: não foram manipulados para fins de pesquisa;
Pesquisa exploratória: ampliar conhecimento acerca de um fenômeno;

Etapas da pesquisa:
Utilização do software Elan com projeto piloto;
Pesquisa bibliográfica;
Seleção do corpus ("Bandeira Brasileira" e "Voo sobre Rio");
Definição das trilhas. Trilhas Visão geral do Elan Análise Bandeira Brasileira Trilha - Mãos Envolvidas 2 DESENROLAR-MAPA-BRASIL
1/1/1 AQUI, PORTO-ALEGRE, PEGAR-ELE
2/2/2 MOLDAR-ELE, FAZER-ESTRELA, COLOCAR-ESTRELA
1/2/1 AQUI, FLORIANÓPOLIS, PEGAR-ELE
2/2/2 MOLDAR-ELE, FAZER-ESTRELA, COLOCAR-ESTRELA
1/1/1 AQUI, PARANÁ, PEGAR-ELE
2/2/2 MOLDAR-ELE, FAZER-ESTRELA, COLOCAR-ESTRELA
1/1/1 AQUI, RIO, PEGAR-ELE
1/1 SÃO-PAULO, PEGAR-ELE
1/1 MINAS-GERAIS-BELO-HORIZONTE, PEGAR-ELE
1/1 VITÓRIA, PEGAR-ELE
1/2 AMAZONAS, PEGAR-TODOS
2/2/2 MOLDAR-ELES, FAZER-ESTRELAS, COLOCAR-ELES Trilha - Bóias Trilha - Pausas Trilha - Rimas Pausas longas – de fim de estrofe – e algumas pausas semilongas – de fim de verso. Houve suspensão da sinalização nos finais dos versos da primeira estrofe; já na segunda e terceira estrofes, não houve tanta regularidade na ocorrência de suspensões. Trilha -
Extensão e intensidade silábica Trilha -
Amplitude de movimento As sílabas breves na mudança na configuração de mão (por ex.: abertura e fechamento), mudança na orientação e movimentos internos, rapidamente repetitivos. A tarefa de contagem das sílabas breves é dificultosa, mas é relevante essa contagem? Não há sinais ampliados ou reduzidos no poema. Reanalisar os sinais, nessa trilha, pela teoria de Brentari: tipos de movimento realizados pelos articuladores (ombro, cotovelo e punho). Trilha - Extensão e intensidade silábica Metodologia Conclusões preliminares Este estudo mostra que a Libras possui muitos recursos rítmicos para o uso na poesia, já que possui a característica de mesclar a extensão e a intensidade silábica, a possibilidade de explorar os recursos fonológicos da língua, dentre outros aspectos que chamam a atenção para o significante.

Nesse sentido, nota-se um esforço em trabalhar toda a potencialidade visual da língua brasileira de sinais, trazendo o significante, mais que o significado do signo, para primeiro plano, como se requer do trabalho de um poeta, em qualquer língua. Próximos passos - Teoria fonológica de Brentari (1999): tipos de movimento, segundo os articuladores;

- Teoria das Moras (Hayes, 1989): sílaba breve (uma mora) e sílaba longa (duas moras);

- Entrevistas com os poetas sobre seu processo de criação. Obrigada! Pred Predomínio de rimas de configuração de mão e locação. Há poucas rimas de movimento. Exemplos no vídeo "mãos envolvidas" em que um sinal é suspenso no ar, enquanto o próximo está sendo executado.
AQUI/ R-I-O/ PEGAR-ELE/SÃO-PAULO.
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