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Revolução Industrial

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by

Higor Ferreira

on 1 September 2014

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Transcript of Revolução Industrial

A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
Inglaterra
Séc XVIII
Avanço tecnológico
Dinamização da produção
Uma série de mudanças tecnológicas permitiu que o homem mudasse a maneira através da qual ele organiza seu trabalho, e consequentemente seu tempo, seus afazeres, seus lazeres e costumes.
O TRABALHO INTERFERINDO NAS PRÁTICAS DO COTIDIANO
ANTES
Vida no campo associada às manufaturas
Dia controlado pelo tempo
Terras comunais usadas por camponeses
Trabalho manual
Clima/estações
Tempo:
DEPOIS
Migração para as cidades
Dia controlado pelo tempo
Enclosures (
cercamentos
)
Mecanização
Tempo:
Horas
DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL E SUAS TENSÕES
“Da forma pela qual a fabricação de alfinetes é hoje executada, um operário desenrola o arame, outro o endireita, um terceiro corta, um quarto faz as pontas, um quinto o afia nas pontas para a colocação da cabeça do alfinete e assim por diante. Dessa forma, a importante atividade de fabricar um alfinete está dividida em aproximadamente dezoito operações distintas. Trabalhando desta maneira, dez pessoas conseguiam produzir entre elas mais de quarenta e oito mil alfinetes por dia. Assim, pode-se considerar que cada uma produzia 4.800 alfinetes diariamente. Se, porém, tivessem trabalhado independentemente um do outro, sem que nenhum tivesse sido treinado para este ramo de atividade, certamente cada um deles não teria conseguido fabricar vinte alfinetes por dia, e talvez nem mesmo um.”
SMITH, Adam. A riqueza das nações. São Paulo: Abril Cultural, 1996, p. 65.
DIVINDINDO O TRABALHO
ALIENANDO O TRABALHADOR
“Todo processo de industrialização é necessariamente doloroso, porque envolve a erosão de padrões de vida tradicionais. Contudo, na Grã-Bretanha, ele ocorreu com uma violência excepcional, e nunca foi acompanhado por um sentimento de participação nacional num esforço comum. Sua única ideologia foi a dos patrões. O que ocorreu, na realidade, foi uma violência contra a natureza humana. De acordo com uma certa perspectiva, esta violência pode ser considerada como o resultado da ânsia pelo lucro, numa época em que a cobiça dos proprietários dos meios de produção estava livre das antigas restrições e não tinha ainda sido limitada pelos novos instrumentos de controle social. Não foram nem a pobreza, nem a doença os responsáveis pelas mais negras sombras que cobriram os anos da Revolução Industrial, mas sim o próprio trabalho.”


(Edward P. Thompson. A formação da classe operária inglesa, vol. 2, 1987. Adaptado.)
PATRÕES X EMPREGADOS


(http://educaterra.terra.com.br)
CANÇÃO LUDITA
E noite trás noite, quando tudo está tranquilo
e a lua se esconde por detrás da colina
Nós marchamos para executar a nossa vontade
Com acha, lança ou fuzil
Oh! meus valentes cortadores
Os que com um só forte golpe
rompem com as máquinas cortadeiras ...
PASSADO X PRESENTE
“Na Europa, até o século XVIII, o passado era o modelo para o presente e para o futuro. O velho representava a sabedoria, não apenas em termos de uma longa experiência, mas também da memória de como eram as coisas, como eram feitas e, portanto, de como deveriam ser feitas. Atualmente, a experiência acumulada não é mais considerada tão relevante. Desde o início da Revolução Industrial, a novidade trazida por cada geração é muito mais marcante do que sua semelhança com o que havia antes.”


(Adaptado de Eric Hobsbawm, O que a história tem a dizer-nos sobre a sociedade contemporânea?, em: Sobre História. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 37-38.)
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