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HPE-Hunt_2005

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anna petrassi

on 6 November 2012

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Transcript of HPE-Hunt_2005

Clássicos A Economia do Pobre Utilitarismo Clássico Subjetivismo racionalista
Busca racional do interesse próprio Período
pré capitalista História do Pensamento Econômico da definição de capitalismo ao triunfo do Utilitarismo
EK Hunt Capitalismo é caracterizado por quatro conjuntos de arranjos institucionais:

A produção de mercadorias orientada para o mercado;
A propriedade privada dos meios de produção;
Um grande segmento da população não possui os meios de produção e precisa vender sua força de trabalho;
A maioria dos indivíduos possuiu um comportamento individualista, aquisitivo e maximizador. CAPITALISMO Após a queda do Império Romano.
Os senhores ricos fogem da crise econômica e das invasões germânicas indo para o campo. Ruralização da sociedade. Os mais pobres buscam proteção e trabalho nas terras dos senhores (surge o feudo).

Século V a XV – consolidação do Feudalismo.
Sistema escravista => sistema de servil de produção.

Obrigações mútuas estabelecidas através de um juramento, sem sistema legal, relações são baseadas nos costumes e tradições.

Sociedade estamental: nobres, clero e servos.

Feudos autossuficientes.

Guildas – associações de ofício FEUDALISMO -> Avanço tecnológico e melhoria nos transportes – Aumento de produtividade.

-> Comercialização do excedente agrícola – estímulo ao comércio, expansão urbana e a indústria.

-> Expansão das cidades – incompatível com os costumes e tradições feudais -> provoca mudanças definitivas que contribuem com o fim do feudalismo

-> Movimento de acúmulo inicial de capital, fontes:
Volume do comércio
Sistema industrial de produção doméstica
Cercamentos
Inflação de preços

Mercantilismo
Surgimento dos Estados-nação
Grandes descobertas – monopólios comerciais com as colônias
assim chega ao fim o feudalismo CRISE DO FEUDALISMO Pensadores do período inicial do mercantilismo

Trocas geram lucros
Lucro depende do preço de venda (valor de troca)
Ética cristã paternalista - ricos devem se responsabilizar pelo bem-estar dos pobres

século XVII - Novos capitalistas encontram na Ética Protestante apoio para a sua busca pelo lucro e acumulação de capital.

Capitalistas advogam em favor da proteção da propriedade privada

séc. XVIII - FISIOCRATAS – movimento intelectual breve, localizado na França. Queriam reformas políticas que consolidassem um capitalismo agrícola. A TERRA era a única fonte de riqueza. Somente o trabalho na terra era produtivo.

Tableau Economique de Quesnay - modelo econômico, baseado na AGRICULTURA, que demonstra a circulação de mercadorias e moedas, provando que o entesouramento de moeda acarreta em estrangulamentos e crises. RESUMO DAS IDEIAS ECONÔMICAS ANTERIORES A ADAM SMITH Revolução Industrial
Inovações tecnológicas
Aumento da produtividade
Mudanças econômicas e sociais

Sistema Capitalista de relações sociais e econômicas
Capitalista – Lucros
Proprietários de terras – Aluguéis
Trabalhadores – Salário

“Mão invisível”

Teoria do valor
1. Trabalho confere valor à mercadoria
2. Custos de produção (salários, lucros e aluguéis)determinam o valor -> preço natural
Oferta e demanda -> preço de mercado
Havia circularidade na explicação do preço natural

A favor da propriedade privada e do mercado livre, sem intervenção do governo – “laissez-faire” ADAM SMITH
1723-1790 Contrário às reformas sociais e a igualdade.

Estratificação é natural (sempre reapareceria).

A renda da terra era socialmente superior aos lucros do capital, criava sua demanda através do aumento da população.

Teoria da População
A maioria está destinada à pobreza e ao sofrimento.
Pobres não podem elevar seu padrão de vida pois são moralmente inferiores ao ricos.

Crescimento da população – progressão geométrica – limitado pela escassez de alimentos e contenção moral.

Teoria da Superprodução
Demanda agregada insuficiente – desemprego – crises
Causada pelo lucro em excesso não investido dos capitalistas. THOMAS MALTHUS
1766-1834 DAVID RICARDO
1772-1823
Defendeu o livre comércio internacional baseado nas vantagens relativas das trocas entre países.

Sua teoria apresenta contradições entre a harmonia da atividade de mercado livre e o uso do valor-trabalho em alguns argumentos o que implicaria em conflitos de classes.

Assim deu origem a duas correntes distintas baseadas em:
Valor-trabalho, e
Valor-utilidade Definiu o produto da terra como resultado das contribuições de cada classe:
Terra – dos proprietários
Capital – dos capitalistas
Trabalho – dos trabalhadores ao cultivarem

Produto Liquido (Lucro) = Produto – custos de produção

Renda da terra era residual e determinada pela qualidade de cultivo.

Capitalistas e proprietários estão sempre concorrendo pelo produto. JEAN-BAPTISTE SAY (1767-1832)

A utilidade determina o valor.
A combinação de trabalho e capital cria a utilidade.
Trabalho e propriedade são semelhantes, todos recebem conforme seu sacrifício.
Não deveria haver conflitos de classe.

LEI DE SAY – A oferta cria a sua demanda, no mercado livre e em concorrência. JEREMY BENTHAM (1770-1832)

-> Motivação = maximização do prazer, minimização da dor.
O homem adquire objetos com a finalidade de obter prazer ou evitar a dor - utilidade mensurável.
Homem é individualista e preguiçoso (o trabalho é um sacrifício).

Aceita uma determinada intervenção do governo, admite que nem sempre a poupança se iguala ao investimento - governo poderia intervir para aumentar a utilidade total agregada da sociedade. NASSAU SENIOR (1790-1864)

Tem simpatia pela classe trabalhadora, a princípio, depois passa a vê-la como ameaça;

Defende o livre comércio e a acumulação de capital;

Economia Política destituída de juízos de valor;

Elabora 4 proposições gerais:
(i) Maximização da Utilidade, não teria limite;
(ii) População é limitada pela moral e pelo medo da escassez;
(iii) Acumulação de Capital e Abstinência impulsionam a industria; e
(iv) Distribuição de renda entre as classes é justa, remunera o sacrifício

Cunhou o termo “economia do pobre” para a doutrina segundo a qual as classes eram antagônicas. THOMAS HODGSKIN (1787-1869)

Renda pela posse de propriedade é injusta.
Trabalho cria valor (preço natural).
Soma dos custos de produção (preço social=natural + lucro e renda)
- esse custo social era pago pelos trabalhadores.
Capital era essencialmente uma relação social coercitiva.
Não era socialista, o capital deveria ser de quem o produziu.
Na sua sociedade justa, toda a produção seria voltada para a troca no mercado - trocas seriam sempre benéficas. WILLIAM THOMPSON (1775-1833)

Acréscimos na riqueza proporcionavam menos prazer
Aceitava a Teoria do Valor-trabalho
Capitalismo – sistema de exploração
Trocas benéficas, quando voluntárias
Sociedade socialista, planejada e cooperativista teorias baseadas no valor-trabalho Utilitarismo puro Propriedade privada sagrada
Laissez-faire
Trocas universalmente benéficas em mercados de livre concorrência
Silogismo: "Todas as trocas são benéficas. Todas as interações humanas são trocas. Logo, todas as interações humanas são benéficas."

Liberdade de troca e proteção da propriedade – era a resposta de Bastiat a todos os males sociais .

A utilidade é a fonte do valor. O valor dos produtos é igual ao valor dos serviços necessários para a sua produção (terra, capital e trabalho).

Contrário as interferências do governo na economia, pois toda interferência causa barreira à concorrência.
FREDERIC BASTIAT (1801-1850) Utilitarismo eclético Eclético, por isso sujeito à contradições.

Rejeita a propriedade privada sagrada e a troca como centro da economia.
Alguns tipos de “prazer” são mais desejáveis do que outros.

Embora trabalho fosse importante na determinação dos preços, não era o único determinante.

Sua visão de lucro era, às vezes baseada no valor-trabalho (excedente do produto), e às vezes baseada na soma dos custos de produção (remuneração do capital).

Contribuição importante na teoria de determinação dos preços – preços internacionais e preço do trabalho.

Condenava a posse dos meios de produção por uma parcela pequena da sociedade. A favor de pequenas cooperativas.
(falava sobre as origens violentas dessa posse)
-> apostava numa evolução do capitalismo para um sistema moralmente superior.

Apesar de sua crença no laissez-faire, admitia a interferência do governo para corrigir efeitos adversos do mercado. John Stuart Mill (1806-1873) Marginalismo O triunfo do Utilitarismo A introdução da noção do “marginal”, através do cálculo diferencial, inicia a tendência à formulação matemática na economia. Final do século XIX
Após um período de expansão econômica, crescimento industrial e desenvolvimento do mercado financeiro.
Grandes empresas dominavam o mercado
Relações sociais baseadas na hierarquia e burocracia.
Administração científica.
Surge a teoria do marginalismo – como a utilidade determina os valores. WILLIAM JEVONS (1835-1882)

Utilitarismo é a única base para uma teoria econômica científica.
Restringiu sua análise à esfera do mercado – preço (evitou mencionar as relações sociais).

Pessoas = agentes econômicos
extraiam utilidade do consumo
maximizadoras racionais e calculistas
A harmonia social era natural, pois todas as pessoas quando vistas como agentes de troca são iguais.

Concluiu que mesmo que a quantidade total de satisfação continue aumentando, a utilidade marginal, ou seja, aquela obtida com a última unidade adquirida diminuiria com o consumo contínuo.

A maximização da utilidade se daria quando a utilidade marginal chegasse a zero.
A pessoa estaria satisfeita, não teria mais satisfação em consumir mais. Sua formulação matemática:
utilidade total (UT) dependente da quantidade consumida (Q), tem-se
UT=f(Q)

Em cálculo, a primeira derivada da função determina a variação da variável dependente (UT) em decorrência de uma variação na variável independente (Q), ou seja, a utilidade marginal: Jevons (cont.) CARL MENGER (1840-1921)

Em sua teoria econômica usou exemplos numéricos, mas não equações matemáticas como Jevons.
Utilizou uma tabela numérica e alguns gráficos, para representar a relação entre utilidade total e utilidade marginal.

A partir daí concluiu a Lei da demanda, onde a quantidade consumida é inversamente proporcional ao preço.
E considerou que a oferta é dada pelo vendedor.
A combinação de oferta e demanda determinava os preços Seu modelo continha 3 premissas:
Aceitação das leis de propriedade e sua distribuição;
A economia era formada por pequenas firmas em concorrência perfeita;
As curvas de utilidade marginal individuais eram mensuráveis e conhecidas. LEON WALRAS (1834-1910)

Teoria do Equilíbrio Econômico Geral
Mostra a relação entre diversos mercados. Estrutura conceitual para demonstrar que o preço de um bem afeta as curvas Oferta e Demanda de outros mercados.

Para isso ele precisava determinar os preços de todos os bens sumultâneamente - Teoria Geral de preços. Equações do sistema
Baseado no meio socioeconomico, monta um sistema de equações, que respeite as condições de equilíbrio de não haver excesso de demanda e de igualar a demanda e oferta agregadas. Teria então, n equações, mas

A lei de Walras estabelece que se todos os mercados estiverem em equilíbrio menos um, este também terá que estar em equilíbrio, então uma equação é redundante.
n-1 equações independentes Incógnitas do sistema
n = serviços produtivos e bens de consumo
n-1 = preços (um bem foi usado como numerário, e seu preço era 1)
Então,
n-1 variáveis dependentes a calcular. Walras (cont.) Porém, a intenção de Walras com a teoria do equilíbrio geral de mostrar que variações no preço de uma mercadoria afetavam a oferta e demanda de muitos outros mercados foi atingida, e é uma das realizações teóricas mais significativas da história das ideias econômicas. Acredita no Laissez-faire, portanto diz que o mercado ajustaria os preços para o equilíbrio:
Excessos de demanda e de oferta seriam ajustados pelos preços, e
Pela realocação dos recursos produtivos.

Havia problemas com relação as premissas, em especial a da concorrência perfeita. Walras (cont.) - Acumulação de capital institucionalizada
Terra e Capital x Trabalhadores

Teoria Valor-trabalho -> classe trabalhadora
Teorias da Utilidade -> classes detentoras dos meios de produção (Terra e Capital) - Revolução Industrial (séculos XVIII e XIX)
Proprietários de terra x Capitalistas

Teoria Valor-trabalho -> expansão do capital através do excedente (Capitalistas)

Teorias da Utilidade -> Propriedade e benefícios das trocas (Proprietários de terras e comerciantes) Anna Cecilia Petrassi
Email: apetrassi@uol.com.br
Cel.: 9922-5327 obrigada continua continua O equilibrio walrasiano se refere a relação de igualdade entre mercado de fatores produtivos e de bens, sugerindo que oferta e demanda agregada se igualam. continua Equilíbrio do mercado bem "a" Equilibrio walrasiano do mercado de "a" e "b" equilíbrio mercado de "a" WALRAS (cont.) percebe que apesar dos conflitos causados pelo comportamento egoísta, existe uma tendência à harmonia social. Prova algébrica de que é possível calcular todos os preços : nº equações do sistema=nº incógnitas. Defendia o capitalismo concorrencial como o sistema que sempre levaria à maximização do bem estar total da sociedade.

Julgava sua teoria superior pois se baseava na dedução (ciência pura) e não em juízos de valor.
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