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Psicologia do Desenvolvimento - 2 aos 6 anos-

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by

Vera Borges

on 18 December 2012

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Transcript of Psicologia do Desenvolvimento - 2 aos 6 anos-

Índice Periodo Pré-conceptual Estádio Pré-operatório - Jean Piaget Psicologia do Desenvolvimento e da Educação
Docente: Tiago Ferreira
Turma: 1EBB

Vera Maria Brandão Castel-Branco Borges
Sara Isabel de Almeida Gonçalves
Helena Catarina da Silva Teixeira
Letícia Andreia Araújo Ferreira Crianças passam a obter imagen mentais
O pensamento e dominado pela imaginação/fantasia
os desejos tornam-se realidade
Surgimento de ideias, métodos e raciocinio primitivo 2. estádio do desenvolvimento cognitivo dos 2 aos 7
Crianças tornam-se mais sofisticadas no uso do pensamento simbólico
Criança não depende apenas das suas sensações/ movimentos
Substituição de um objecto/ pessoa/ acontecimento por uma representação
Ainda não consegue fazer operações cognitivas
Pré-operatório Psicologia do Desenvolvimento
- dos 2 aos 6 anos - Introdução
Estádio Pré-operatório - Jean Piaget
Subestádios - Periodo Pré-conceptual e Intuitivo
Progressos
Limitações Estádios Psicossocias do Desenvolvimento - Erikson Aquisição da Linguagem
Piaget
Vygotsky Desenvolvimento da Linguagem Desenvolvimento físico-motor
Desenvolvimento Psicossocial
Conclusão
Bibliografia Introdução Children's playings are not sports and should be needed as their most serious actions. - Montagne, Essays Todo o estádio não é algo determinado, vai-se alterando, consoante as crianças, mas sempre dentro da base proposta nivel de preparação nivel de execução Definição de estádio Instrumento de análise para a explicação dos processos e das características que se vão formando ao longo do desenvolvimento da criança
Os sucessivos ajustamentos da criança ao meio que se vão manifestando ao longo do seu desenvolvimento deve interpretar- se em função desses mesmos estádios.  Egocentrismo Vê o mundo apenas na sua
prespectiva


Não aceita outras Animismo A criança da características humanas a seres inanimado, ou seja, dá vida aos objetos.

Exemplo:
- Diz à boneca que tem que comer a sopa toda. Realismo A realidade é construída pela criança. Se no animismo ela dá vida às coisas, no realismo dá corpo, isto é, materializa as suas fantasias.
Exemplo:
- Se sonhou que o lobo está no corredor, pode ter medo de sair do quarto. Incapacidade de diferenciar entre a aparência e a realidade Não consegue manter em mente as propriedades verdadeiras de um objecto


quando este muda a sua aparência temporariamente Limitações Periodo Intuitivo sub-estádio mais desenvolvido
Pensamento sobre eventos e objectos é dominado por características perceptuais Limitações Centração - incapacidade de se descentrar A criança centra-se num aspecto da situação e negligencia os outros
Exemplo:
Para uma criança ter as duas metades de um biscoito partidas ao meio é pior do que ter um inteiro Irreversibilidade A criança é incapaz de compreender que uma operação ou acção pode ser feita em ambos os sentidos
Exemplo:
A criança não percebe que se juntar de novo as duas partes do biscoito, obtem um biscoito inteiro Foco nos estados e não nas transformações A criança é incapaz de compreender o significado das transformações entre estados

Exemplo:
Na tarefa da conservação, a criança não percebe que a transformação da forma do liquido não altera a quantidade. Aquisição da Linguagem Perspectiva de Piaget Perspectiva de Vygotsky Para Piaget, a criança constrói o conhecimento com base no que experienciou no seu mundo, isto é, a fonte do conhecimento está na ação sobre o ambiente Conhecimento Contacto com o ambiente
+
Socialização Aquisição da linguagem Para a aquisição da linguagem, o estádio pré-operatório é muito importante, pois está marcado pela função simbólica e pelas organizações representativas.

Um dos aspectos linguísticos que mais chamou a atenção de Piaget foi o discurso egocêntrico. Para ele, as conversações da criança são egocêntricas ou centralizadas. Para Vygotsky a aquisição de linguagem está intimamente ligada às relações sociais, comunicativas e culturais A fala social Vygotsky dividiu em 3 Fases da Aquisição de Linguagem A fala egocêntrica; A fala interior É o uso primitivo da linguagem;
Representa a função comunicativa que acontece de fora para dentro. Encontra-se na transição da fala social para a fala interior;

É a fala que a criança emite para si mesma, não têm função comunicativa com o outro e sim, a de organizar o pensamento. É o ponto mais evoluído;
Nesta fase a criança incorpora o sistema simbólico no seu aparato psicológico, com o suporte da língua;
Neste nível de linguagem a criança não precisa mais verbalizar para organizar o pensamento, ela já o faz mentalmente. Desenvolvimento da Linguagem o vocabulário aumentou através do mapeamento rápido
a gramática e a sintaxe tornam-se mais sofisticadas, apesar de uma imaturidade ainda presente

A criança absorve o significado de uma nova palavra, após a ter ouvido uma ou duas vezes numa conversa

Aos 3 anos, em geral, as crianças usam os plurais, o pretérito passado e conhecem a diferença entre eu, tu e nós. Entre os 4 e os 5 anos, as frases têm em média quatro a cinco palavras. Utilizam preposições como: em cima, dentro…

Por vezes a sua compreensão é imatura

Entre os 5 ou 6 anos, as crianças falam através de frases compostas e complexas usando o discurso completo A pragmática conhecimento prático necessário para o uso da linguagem com objetivos comunicativos


Inclui a aprendizagem:
- de como pedir coisas,
- como contar uma história;
- como começar e continuar uma conversa;
- como ajustar comentários à perspetiva do ouvinte

Discurso Social intenção de ser compreendido por um ouvinte

Discurso Interno falar para si próprio em voz alta
É normal e comum, desaparece normalmente por volta dos 9 anos. Curiosidades As causas do atraso no desenvolvimento da linguagem não são claras.
Se a situação não for tratada, pode haver consequências graves a nível cognitivo, social e emocional Desenvolvimento Intelectual - Evidências- Desenvolvimento Físico-Motor No período dos 2 aos 6 as crianças deixam de ser bebés, são capazes de maiores e melhores realizações.
Uma criança de 3 anos é uma criança aventureira, sente-se à vontade no mundo, capaz de explorar e descobrir as suas capacidades.
A criança desta idade deixou de atravessar um período relativamente perigoso, os seus primeiros 3 anos de vida, para entrar numa fase mais saudável e menos ameaçadora. Mudanças Fisiológicas Por volta dos 3 anos de vida as crianças tornam-se mais compridas e mais magras, perdem a face redonda, típica do bebé, e os músculos abdominais desenvolvem-se, diminuindo a barriga. As suas proporções físicas assemelham-se mais às do adulto.

Estas mudanças físicas reflectem o desenvolvimento no interior do corpo. O crescimento muscular e ósseo aumenta, os ossos tornam-se mais fortes e duros, dando uma maior proteção interna.

Os pais tendem a ignorar e a achar normal o facto de crianças com menos de 4 anos chupar no polegar. Porém, a dentição definitiva, que começa a formar-se bem antes de se tornar visível aos 6 anos, poderá ser afetada se este hábito persistir depois dos 4 anos, podendo ser então necessário recorrer a um tratamento Tal como nas crianças mais novas, um desenvolvimento motor e físico saudável no período pré-escolar, depende e necessita de:

uma boa alimentação;
um sono adequado;
uma dieta equilibrada.

A obesidade torna-se mais provável neste período. É normal que as crianças do período pré-escolar desenvolvam rituais de adormecimento que adiam o sono


que se apoiem em objetos transicionais (cobertor, peluche). A enurese, ou molhar da cama, é comum, especialmente à noite e, habitualmente, é ultrapassada sem ajuda especial. No período pré-escolar as crianças fazem grandes progressos nas competências motoras. Capacidades Motoras As competências motoras finas permitem à criança assumir uma maior responsabilidade pela sua própria pessoa.
Aos 3 anos a criança consegue verter o leite para a taça dos cereais, comer com talheres, ir ao quarto de banho sozinha.
Aos 5 anos consegue vestir-se com pouca ajuda, copiar um quadrado ou triângulo e desenhar uma figura humana mais completa. Desenvolvimento
psicossocial Temperamento Disposição ou estilo caraterístico de abordagem e reação a situações;
Depende da maneira como as pessoas fazem e não do que fazem;
Uma criança pode não agir da mesma maneira em todas as situações;
O temperamento é diferente de emoções, pois o temperamento é algo consistente e permanente. Introdução ao mundo da moralidade Esta relacionado com dicotomia certo – errado;

Agora a criança tem maior consciência do certo e do errado

Preocupa-se, geralmente, em fazer o que está certo;

Pode culpar os outros pelos seus erros

Tem dificuldade em assumir os seus erros Autonomia vs. Vergonha Adquirem novas habilidades:
    - falar        - andar  -segurar/largar
- subir        - empurrar  - puxar    

As crianças possuem algum grau de escolha  constante vontade de exercer os seus pontos fortes recentemente adquiridos Iniciativa vs. Culpa A criança á confiante e mais autónoma
Vontade de fazer mais e mais Desejo de prosseguir os seus objectivos
vs.
Condicionalismos de ordem moral Diferença entre o que está socialmente aprovado do que não está Se este conflicto for bem resolvido a criança desenvolve-se de forma
equilibrada e saudável Se o conflicto não for resolvido a criança torna-se alguém que está
sempre à procura de sucesso e de notoriedade
torna-se uma criança inibida sem iniciativa própria Personalidade Fases Psicossocias de Desenvolvimento - Sigmund Freud Fase Fálica -Impulsos do Id vs. demandas da sociedade- Interesse pela manipulação dos genitais
Masturbação
Fantasias

Conflictos fálicos Complexo de édipo Complexo de Electra desejo inconsciente pela mãe
Vontade de substituir o pai Pai - obstáculo
- rival
- ameaça Relação especial com a mãe, na qual o menino não participa ciúmes hostiliza o pai Ansiedade de castração: O menino tem medo que o pai se vingue e lhe corte os genitais reprime o seus desejo
passa a identificar-se com o pai
substitui o seu desejo sexual por uma afeição mais aceitável pela mãe Mãe culpada da menina ser inferior
passa a amá-la menos Passa o seu amor para o pai Inveja do pénis O complexo de electra não consegue ser totalmente resolvido
A menina acaba por se identificar com a mãe
Reprime o desejo pelo pai Conflictos mal resolvidos Formas perlongadas de ansiedade de castração e inveja do pénis Personalidade fálica Jogo simbólico

Desenho

Imitação diferida

Linguagem Jogo do faz-de-conta Relação com os outros Relação de irmãos e de amigos - Ligações As relações existentes em casa têm um impacto nas relações estabelecidas fora de casa.
O inverso também se verifica Apesar de haver uma ligação entre a relação de irmãos e de amigos, nem sempre os padrões específicos estabelecidos com os irmãos são repetidos com os amigos

Ter um bom relacionamento com um amigo e, por exemplo, conseguir resolver conflitos
Bom ensaio para receber um novo irmão Os traços de personalidade e competências de ser um bom amigo Contribuem para um relacionamento positivo
com os irmãos Comportamentos educativos parentais e popularidade Crianças populares Relações calorosas e positivas Ensinam através do raciocínio em vez da punição Estilo educativo com autoridade democrática Crianças são mais assertivas e cooperantes com os pais e com os iguais Resolução de conflitos facilmente Comportamentos educativos parentais e popularidade Crianças isoladas/rejeitadas Relações instáveis e inseguras à base de tácticas coercivas
Tem um mau exemplo Mãe é insegura nas suas atitudes educativas
não elogia, nem encoraja a independência Pai nao presta atenção
e não gosta de ser perturbado
Educação tarefa feminia partilham menos
são mais agressivas
evitam o contacto social menos agressivas
mais apreciadas
mais pró-sociais Pequenas brigas com os irmãos ajudam a ter noção de uma certa moralidade (apesar de não ser totalmente correcta) Auto-estima Auto – Conceito;

Criança baseia – se em si mesma;

5 anos reconhece as sua capacidades físicas e psicológicas;

5 anos não se baseia na realidade;

Aos 6 anos baseiam se nos pais; Conclusão Quando vejo uma criança ela inspira-me com dois sentimentos, ternura pelo que é,
e respeito pelo que pode vir a ser.
-Jean Piaget Bibliografia Papalia, D. E., Olds, S.W., & Feldman, R. D. (2001). O mundo da criança. Lisboa: McGraw-Hill.
Shaffer, D. (2005). Psicologia do desenvolvimento: Infância e adolescência (trad. C Cancissu). São Paulo: Pioneira Thomson Learning.
Schultz, D. P., & Schultz, S. D. (2006). Teorias da personalidade. São Paulo: Pioneira Thomson Learning.
Piaget J., Inhelder B. (1979). Psicologia da Criança: do nascimento à adolescência. Lisboa: Moraes Editores Imitação diferida
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