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Dispraxia Verbal de Desenvolvimento - guia para intervenção

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by

Sara Rodrigues

on 29 June 2016

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Transcript of Dispraxia Verbal de Desenvolvimento - guia para intervenção

Prática Profissional III
Resultados
Sumário
Dispraxia Verbal de Desenvolvimento - guia para intervenção
ARCIL (CRI)
Discente
- Sara Rodrigues (68953)
Survisores Clínicos
- Terapeutas da Fala Tânia Fonseca e Tiago Rodrigues
Docente Orientadora
- Professora Dra. Marisa Lousada
29/junho/2016

Licenciatura em Terapia da Fala
_ Enquadramento Teórico
_ Objetivos
_ Metodologia
_ Resultados
_ Discussão dos Resultados
_ Conclusão

Conclusões
Objetivos
_ Elaborar um plano de intervenção com objetivos de intervenção nas possíveis áreas afetadas na DVD, a um estudo de caso.
_ Verificar a eficácia de intervenção das abordagens motora e linguística combinadas:
Integrated Phonological Awareness Approach
(IPAA)
(McNeill, Gillon, & Dodd, 2009) e
Kaufman Speech to Language Protocol
(K-SLP)
(Kaufman Children’s Center, 2016b).
Metodologia
Grata pela atenção!
Referências Bibliográficas
Discussão dos Resultados
Enquadramento Teórico
Continuação de pesquisa


Evolução dos conhecimentos


Criação de uma abordagem de intervenção adaptada ao PE


Elaboração de diversos materiais de intervenção adaptados
Ausência de análise estatística que impossibilita a inclusão ou exclusão das medidas de avaliação, para determinar a eficácia da intervenção.
Evoluções ao nível:
(i) da consciência fonológica;
(ii) linguagem expressiva;
(iii) inteligibilidade do discurso;
(iv) consistência das produções.
Dispraxia Verbal de Desenvolvimento
Características segmentais e suprassegmentais
Os comportamentos associados
variam de criança para criança e segundo a gravidade e um conjunto complexo de sintomas
(Lewis, Freebairn, Hansen, Iyengar, & Taylor, 2004).

Para o diagnóstico diferencial de DVD é necessário: (i) erros inconsistentes de produções repetidas de consoantes e vogais, em sílabas e palavras; (ii) transições articulatórias longas e interrompidas entre sons e sílabas; e (iii) prosódia inapropriada, especialmente na realização de acento lexical ou acento da frase (ASHA, 2016; Gubiani et al., 2015; Murray, McCabe, & Ballard, 2015; Murray, McCabe, Heard, et al., 2015; RCSLT, 2011).
Sinais e Sintomas
Avaliação
Permite a
elaboração de um diagnóstico diferencial
fundamentado e adaptado (ASHA, 2016).

Deve
incluir o desempenho em múltiplos contextos
e deve incidir ao nível:
_Capacidades motoras orais;
_Características do discurso;
_Desenvolvimento dos sons da fala;
_Capacidades de linguagem expressiva e recetiva;
_Capacidades de literacia;
_Coexistência de outras patologias primárias, dificuldades práxicas ou de coordenação e alterações de sensibilidade.

(ASHA, 2016; RCSLT, 2011)
Intervenção
Internacionalmente denominada como:

_Developmental Verbal Dyspraxia (RCSLT, 2011)
_Childhood Apraxia of Speech (ASHA, 2016)
É um subtipo das
Perturbações dos Sons da Fala
caracterizada por um
défice ao nível do planeamento fonológico e fonético
e
execução dos movimentos orofaciais
necessários à produção dos fonemas, sem comprometimento ao nível das estruturas musculares e nervosas.
(Gubiani, Pagliarin, & Keske-Soares, 2015; Murray, McCabe, Heard, & Ballard, 2015; RCSLT, 2011)
O défice ocorre ao nível do planeamento do movimento do discurso, pois as dificuldades salientam-se ao nível da aprendizagem de produção de palavras, uma vez que as representações fonológicas destas são bem definidas e as capacidades articulatórias para a realização dos fonemas encontram-se adequadas (Brandford & Dodd, 1996).
Memória sensório-motora --> Planeamento motor

O plano fonético formado é implementado ao nível da programação motora, onde as instruções específicas do músculo para o movimento da fala são exclusivos (Martikainen & Korpilahti, 2011).
O
risco de subdiagnóstico
de DVD é
elevado
, não só porque é uma
condição rara
– ocorre entre 2-3 por cada 100 até 1-2 crianças por cada 1000 – mas também pela
dificuldade de identificação de características específicas
.

(Dale & Hayden, 2013; Payão, Lavra-Pinto, Wolff, & Carvalho, 2012; RCSLT, 2011; Shriberg, Green, Campbell, McSweeny, & Scheer, 2003)
Características Suprassegmentais
_Qualidade do discurso monótono, com realização inconsistente do acento lexical - sílaba tónica – e de frase;
_Discurso em stacato;
_Intensidade variável;
_Variação do pitch;
_Ressonância nasal variável.
Características Específicas de Produção de Fala
_Movimentos de procura articulatória (groping) ou esforço físico;
_Distorção de vogais;
_Erros de substituição de consoantes;
_Inventário fonético e/ou fonémico diminuído;
_Presença de processos fonológicos;
_Articulação com um padrão de erro inconsistente;
_Transições articulatórias alongadas ou interrompidas;
_Alteração das características suprassegmentais;
_Aumento do número de erros em unidades de fala maiores ou mais complexas;
Características de linguagem e movimentos orofaciais
_Fase do balbucio tardia ou ausente; _Dificuldades na coordenação motora; _Dificuldades mais evidentes ao nível da linguagem expressiva do que recetiva; _Capacidade de diadococinésia alterada;
_Perturbação ao nível da linguagem escrita;
_Dificuldades ao nível da metalinguagem, nomeadamente da consciência fonológica;
_Dificuldades de soletração.
(ASHA, 2016; Davis, Jakielski, & Marquardt, 1998; Dias, Morgado, Fonseca, Lousada, & Fiúza, 2015; Gubiani et al., 2015; Kaufman Children’s Center, 2016a; Kaufman, 2013; Lewis et al., 2004; Maassen, 2002; Martikainen & Korpilahti, 2011; McCabe, Rosenthal, & McLeod, 1998; McNeill et al., 2009; Murray, McCabe, & Ballard, 2015; North Shore Pediatric Therapy, 2014; Payão et al., 2012; RCSLT, 2011; Shriberg et al., 2003).
_Dificuldades em produções repetidas;
_Débito verbal diminuído;
_Uso de estruturas silábicas simples;
_Imitação < discurso automático < fala;
_Inteligibilidade reduzida.
Abordagens de Programação Motora
Utilização dos princípios de aprendizagem motora, incluindo a necessidade de repetição dos movimentos da fala de forma a auxiliar a criança a adquirir as capacidades de precisão de forma consistente.
Complemento às Abordagens de Programação Motora e centram-se na função da fala e nos grupos de sons com padrões de erro semelhantes, de forma a auxiliar a criança com DVD a interiorizar as regras fonológicas.
Programação Motora e Linguística, que envolvem o uso dos sistemas sensoriais bem como pistas multi-sensoriais, de forma a melhorar a coordenação dos músculos e sequenciação dos movimentos do discurso.
Utilização de padrões de entoação (melodia, ritmo e acento tónico) para melhorar a produção da fala funcional.
Abordagens Linguísticas
Abordagens Combinadas
Abordagens Rítmicas
(ASHA, 2016; Dale & Hayden, 2013; Gregory, 2009; Iuzzini & Forrest, 2010; Kaufman Children’s Center, 2016a, 2016b; Kivi & Malburg, 2013; Maassen, 2002; Mahoney, 2015; McNeill et al., 2009; Murray, McCabe, & Ballard, 2015; North Shore Pediatric Therapy, 2014; RCSLT, 2011; Skinder-Meredith, 2001; Thomas, McCabe, & Ballard, 2014)
Abordagem que envolve o complemento ou substituição da fala natural, a partir do auxílio de imagens, símbolos ou dispositivos.
Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA)
_Kaufman Speech to Language Protocol (K-SLP)
_Nuffield Dyspraxia Program (NDP3)
_Training Syllable Sequences
_Rapid Syllable Transition Treatment (ReST)
_Non-Speech Oral Motor Exercises (NSOME)
_Cycles Approaches
_Integrated Phonological Awareness Intervention (IPA)
_modified Core Vocabulary Treatment (mCVT)
_Stimulability Training Protocol (STP)
_Dynamic Temporal and Tactile Cueing (DTTC)
_Prompts for Restructuring Oral Muscular Phonetic Targets (PROMPT)
_Visual Cueing

_Melodic Intonation Therapy (MIT)
Há uma necessidade de
avaliar e caracterizar
as crianças com DVD de forma eficaz, e, posteriormente,
planear e intervir
de forma adequada e fundamentada.

Em Portugal, o tema da DVD tem surgido nos últimos tempos como uma prática importante junto da comunidade infantil.

A motivação pelo tema surge de forma a
suscitar interesse
na área como também para
colmatar a realidade
da necessidade de resposta às crianças com DVD.
PCC e PVC
Débito Verbal
Sem evolução detetada

Área afetada na DVD segundo Ballard, Robin, McCabe, & McDonald, 2010; Maas, Butalla, & Farinella, 2013; Maas, Mailend, & Guenther, 2014; Murray, McCabe, Heard, et al., 2015; Souza & Payão, 2008).
Diadococinésia
Sem evolução detetada
Consciência Fonológica
Linguagem Expressiva
Estudos internacionais (Bowen, 2016; Brandford & Dodd, 1996; McNeill, 2014) referem melhorias ao nível da aquisição de competências de linguagem expressiva, após o recurso a abordagens de intervenção direcionadas para a promoção das competências de consciência fonológica e literacia.
Análise da Consistência
Melhorias detetadas
Pré-intervenção
_Pausas frequentes nas produções de palavras;
_Realização constante de aproximações; _Observável anteriorização e assimilação dos fonemas produzidos;
_Substituição e distorção de vogais;
_Redução do grupo consonântico
_Omissão de sílabas átonas (mais notório em palavras trissilábicas e polissilábicas).
Pós-intervenção
_Produções mais pausadas e aproximadas do alvo correto;
_Diminuição de omissões de sílabas;
_Menor percentagem de erro;
_Aumento dos valores de PCC e PVC
Pista propriocetiva
Pista visual
Repetição simultânea
Melhorias na inteligibilidade do discurso
Durante a sua investigação, McNeill et al. (2009) também chegaram a valores aumentados de PCC e PVC, após a aplicação da abordagem de consciência fonológica.
_Produção de discurso de forma pausada e articulada, produção de frases simples e constante repetição de ideias.
O desempenho espontâneo é superior ao discurso automático e imitação (respetivamente), seguindo a linha teórica apresentada por vários autores (ASHA, 2016; Dias et al., 2015; Kaufman Children’s Center, 2016b; McNeill et al., 2009; Payão et al., 2012; RCSLT, 2011).
_Não sobresolicitação de produção da mesma estrutura/palavra;
_Momentos de frustração diminuídos/ausentes;
_Motivação;
_Pausas de discurso;
_Diminuição da velocidades do discurso;
_Sobrearticulação;
_Pistas visual e auditiva em simultâneo.
(ASHA, 2016; Bowen, 2016; Kaufman, 2013; Martins, 2002; Murray, McCabe, & Ballard, 2015; Murray et al., 2015; RCSLT, 2011; Strand & Skinder, 1999)
Requer precisão articulatória e velocidade e ritmo constantes, sendo que o cansaço e desmotivação condicionam a performance do indivíduo (Guimarães, 1995).
Défice ao nível do planeamento fonológico e fonético e execução dos movimentos orofaciais necessários à produção dos fonemas (Gubiani et al., 2015; Murray, McCabe, Heard, et al., 2015; RCSLT, 2011).
Pré-intervenção
_Dificuldades de identificação de sílabas iniciais e de rimas;
_Discriminação de pares de palavras e pseudo-palavras.
Pós-intervenção
_Melhorias consideráveis ao nível da capacidade de identificação e nomeação de sílabas iniciais e de rimas;
_Realização de tarefas de escrita e leitura, elaboradas nas sessões.
_Evolução da discriminação de palavras e pseudo-palavras.
_Melhoria na discriminação dos sons produzidos e percecionados;
_Evoluções ao nível da escrita;
_Evoluções ao nível da inteligibilidade do discurso.
(Bowen, 2016; McNeill et al., 2009)
_Dificuldades inicialmente detetadas ao nível de nomeação de opostos e grau dos adjetivos minimizadas após a intervenção com ambas as abordagens.
Integrated Phonological Awareness Approach
(IPAA)
_Estimulação da consciência fonológica (evolução das representações fonológicas);
_Estimulação das capacidades de literacia;
_Melhoria da inteligibilidade de discurso (evolução das produções alvo praticadas).
Kaufman Speech to Language Protocol
(K-SLP)

Método que ensina aproximações das palavras, numa hierarquia específica (o tipo de processos fonológicos realizados pela criança estão na base das simplificações possíveis), de forma a aperfeiçoar a produção dos fonemas e níveis superiores (Kaufman Children’s Center, 2016b; Kaufman, 2013; North Shore Pediatric Therapy, 2014).
Caracterização
da MC
_Criança do sexo feminino (11A5M)
_Perfil comunicativo sociable (Pepper & Weitzman, 2004, p. 25)
_Mora com os pais e o irmão, DC, do sexo masculino, com 6A
_Compreensão do seu discurso, por vezes, ininteligível
_Período peri-natal: cesariana, às 41 semanas, após extensa duração de trabalho de parto (permanência hospitalar durante 8 dias)
_Andar sem apoio (27M)
_Junção de duas palavras (>6A)
_Construção de frases simples (>7A)
_Acompanhamento clínico de vários especialistas ao longo dos anos, que resultam na conclusão de atraso do desenvolvimento psicomotor, macrocefalia de início pré-natal, alterações oftalmoló-
gicas de que resultou torcicolo ocular secundário à parésia do ner-
vo IV craniano à esquerda, e curvatura escoliótica (cervicodor-
sal e dorsal média).
_Duas cirurgias realizadas: olhos e pescoço
_QI não verbal de 51 (muito inferior)
_Ausência de défices auditivos
_Teste de Identificação das Competências Linguísticas (TICL) (Viana, 2004)
_Estrutura Fonológica da Grelha de Observação da Linguagem – Nível Escolar (GOL-E) (Kay & Santos, 2014);
_Protocolo Informal de Avaliação Motora da Fala (DAVINCI) (Dias et al., 2015)
Prática concentrada e aleatória (Bowen, 2016; Czarnik, 2010)
(McNeill et al., 2009)
Em estudos recentes, concluiu-se que atividades de consciência fonológica melhoram não só a inteligibilidade do discurso como as competências de consciência fonológica propriamente ditas (McNeill, 2014) visto que ocorre uma habituação e automaticidade dos movimentos motores (Bowen, 2016).
Ao longo da intervenção, sistemática e progressiva, é possível trabalhar diferentes estruturas silábicas e produção de diversos fonemas, a partir do controlo das dificuldades oro-motoras, que
requerem movimentos mais complexos e de aquisição posterior,
a partir dos cartões com imagens e produções possíveis
aceitáveis apresentadas (Kaufman, 2013).
Avaliação
_Inventário de sons reduzido (ausência de produção das vogais /i~/, /o~/ e /u~/ e das consoantes /Z/ e /N/, e produção única dos fonemas /R/ e /L/)
_Estruturas silábicas preferencialmente produzidas: V, VV (e.g. ai, au), CV/VC (e.g. pé, chá) CVV (e.g. dia, lua), CV.C (e.g. mel), CV.CV (e.g. chichi, mota) e CV.CV.CV (e.g. palhaço, camisa)
_Omissão de pelo menos uma sílaba em palavras polissilábicas (e.g. helicóptero produziu como li.kO.lu)
_Movimentos de procura detetados
_Pausas entre sílabas
_Dificuldades de realização de movimentos oro-faciais, com comprometimento de amplitude e precisão e dissociação de movimentos.
6 sessões de intervenção
Sessões
(Amorim, 2014; Charrua, 2011; Freitas et al., 2014; Kaufman, 2013; Mendes, et al., 2013; Passy, 2010)
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