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Untitled Prezi

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by

Jorge Trindade

on 5 June 2015

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Transcript of Untitled Prezi

Métodos em Geografia
Exemplos aplicados
ao estudo do território

Conceito
Cartografia e avaliação
paleo ambiental

Conjunto de metodologias e técnicas que permitem analisar fenómenos no espaço, incluindo:
- a sua distribuição;
- as relações espaciais com os fatores que os condicionam e desencadeiam.
Estatística descritiva
jorge trindade
UAb

Escala
O conceito de escala de análise é fundamental em qualquer estudo de Geografia
global
regional
local
Geografia Humana
Geografia Física
Geografia humana é uma ciência humana que se consagra ao estudo e à descrição da interação entre a sociedade e o espaço. Ela ajuda o homem a entender o espaço geográfico em que vive. Pode-se compreender o objeto da geografia humana como sendo a leitura crítica das percepções e transformações humanas sobre o espaço, no transcorrer do tempo, assim como a incidência do espaço sobre a sociedade, isto é, a relação do homem com o espaço, o homem espacializado.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Geografia_humana
Geografia física é o estudo das características naturais existentes na superfície terrestre, ou seja, o estudo das condições da natureza ou paisagem natural
.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Geografia_f%C3%ADsica
Sondagens em sedimentos
Registos históricos
Paleo morfologia
Alguns exemplos de fontes de informação sobre sistemas ambientais passados
Os ciclos de variação climática (diários, anuais, decadais, centenários ou milenares) têm consequências diretas na superfície terrestre, na medida em que, por exemplo, as variações nas quantidades de precipitação numa deterinada área podem influenciar a maior ou menor capacidade que os rios possuem para entalhar o seu leito. Assim, é possível, através de paleo-indicadores estudar uma paisagem e a influencia que as variações climáticas tiveram na sua evolução.
A glaciação na Serra da Estrela é um exemplo de condições ambientais que já não se verificam atualmente mas que são estudadas através dos seus paleo-indicadores.



Ver mais em: http://www.cienciaviva.pt/veraocv/2009/downloads/Gui%C3%A3o%20Biologia%20no%20Ver%C3%A3o%20Serra%20Estrela.pdf
Os sedimentos presentes nos fundos de vale, em lagos, no fundo marinho ou em grutas, são o resultado da desagregação das rochas ao longo do tempo e como tal encerram todo o registo mineral e biótico dos processos que conduziram a essas alterações. São os paleo-indicadores climáticos mais utilizados, sendo obtidos normalmente por sondagem.
Ver mais em: http://www.apgeo.pt/files/docs/CD_X_Coloquio_Iberico_Geografia/pdfs/079.pdf
Registos escritos onde se associam relatos a fenómenos climáticos, como clima anormalmente quente, seco, frio ou húmido, ao rendimento agrícola, a temporais em terra ou no mar, a terramotos, e a outros eventos com relevância para a interpretação da evolução do relevo e da paisagem.
Ver mais em: http://www.ceg.ul.pt/finisterra/numeros/2006-82/82_05.pdf
Evidências de relevos que não podem ser explicadas pelos processos atualmente dominantes. Um exemplo clássico é a presença atual na Serra da Estrela de depósitos de sedimentos e formas de relevo produzidos por um glaciar de montanha onde não existe qualquer dinâmica glaciária atual.
A recolha de dados in situ é uma tarefa fundamental em qualquer estudo de Geografia Física. A dinâmica dos sistemas que representam a base física do território raramente é conhecida em pormenor, sendo necessário conceber uma estratégia que permita perceber a dinâmica própria do local em estudo de acordo os seus objetivos. Recorre-se muito frequentemente a: (i) levantamentos cartográficos detalhados, apoiados por GPS e sistemas de informação geográfica; (ii) medições de variáveis que caracterizam o objeto de estudo, como por exemplo, variáveis climáticas, ondulação ou escoamento.
Interpretações climáticas
Âmbito espacial
Representatividade temporal
Questões associadas ao uso de paleo-indicadores no estudo paleo ambiental
A interpretação climática deduzida através de paleo-indicadores tende a ser convertida em valores numéricos tal qual hoje conhecemos (temperatura média, precipitação total, etc), mas as pistas fornecidas por tais indicadores podem estar influenciadas por fatores locais não-climáticos. Por exemplo, quando procuramos referências ao clima na produtividade agrícola anual de uma região, existe o risco de as variações desta não estarem inteiramente relacionadas com a eventual escassez de água mas sim com o aparecimento de uma praga não conhecida.
A disponibilidade de paleo-indicadores credíveis está altamente dependente da repartição das condições necessárias para a sua ocorrência. Este facto afeta a interpretação da repartição espacial de determinado paleo-fenómeno uma vez que a ausência de dados não significa necessariamente a ausência do referido paleo-fenómeno. Por exemplo, a descrição de temporais severos no ano de 1739 (http://www.ceg.ul.pt/finisterra/numeros/2006-82/82_05.pdf), é verificada em vários pontos do território de Portugal. No entanto, existem vastas áreas do mesmo que, por não possuírem informação histórica deste fenómeno, não podem ser incluídas no lote de áreas afetadas. Isto não significa que não foram afetadas.
Seguindo ainda o exemplo do episódio de temporal registado em 1739 (http://www.ceg.ul.pt/finisterra/numeros/2006-82/82_05.pdf), pode-se afirmar que se tratam de dados representativos para um fenómeno extremo mas será impossível admitir que caracterize os temporais da altura, cuja ciclicidade é conhecida, ou mesmo que seja apontado como elemento característicos dos invernos contemporâneos daquela data.
Ver mais em: http://www.ceg.ul.pt/finisterra/numeros/2006-82/82_05.pdf
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As estratégias de recolha de dados são determinadas pela questão de partida e pelo âmbito espacial e temporal do estudo. Estas são altamente condicionadas por fatores ambientais e pelo conhecimento prévio sobre o sistema a estudar. No primeiro caso distinguem-se, por exemplo, o estudo das consequências dos temporais em determinada região. É certo que a não ocorrência de um temporal durante o período de estudo condiciona o mesmo pela impossibilidade de medição da sua intensidade e pela inexistência de consequências. No segundo caso pode salientar-se, por exemplo, as catástrofes ocorridas na sequência de cheias e relatadas por fontes históricas. Neste caso sabemos da existência do fenómeno mas seria e é impossível de medir a sua magnitude com exatidão bem como as suas consequências em todo o território.
Ver mais em:
https://www.dropbox.com/s/s5uq3xmujz1sdj7/secular_climatic%20oscilations.pdf
A recolha de dados sobre os sistemas ambientais a estudar podem ter um cariz puramente espacial ou espacio-temporal.
A abordagem exclusivamente espacial é frequentemente utilizada para caracterizar um local ou sistema, implicando apenas uma observação das suas características. Por exemplo, se houver necessidade de caracterizar as consequências nas culturas de um episódio específico de seca na Idade Média em Portugal, estudar-se-á apenas a incidência deste fenómeno no território estudado,
Ao acrescentar a variável tempo mantendo o estudo da distribuição espacial, pode caracterizar-se o fenómeno de forma mais completa utilizando medidas estatísticas para sintetizar a sua incidência no território. Pode assim estudar-.se a evolução da incidência da seca nas culturas em Portugal, comparando períodos em que esta foi mais frequente com outros mais húmidos.
A estruturação prévia do trabalho de recolha de dados de campo é fundamental na criação de uma estratégia de amostragem que se pretende flexível para poder lidar com imponderáveis que surgem.
A previsão, em todas as suas dimensões, do que se vai observar contribui para a recolha de dados fiáveis e, consequentemente, para uma boa caracterização do fenómeno estudado.
Barriendos e Llasat, 2002
Ver mais em: http://www.ub.edu/geocrit/sn-53.htm
Conjunto de técnicas analíticas que melhoram a análise estatística mais habitual, ao considerarem cada sujeito analisado um "lugar", com uma localização específica e mantendo com os outros uma rede de relações, ou pelo menos, de proximidades.

Usa bases de dados associados a variáveis qualitativas e quantitativas para caracterizar a frequência e a magnitude de fenómenos com expressão espacial.
Observações e medições
de campo
Nível de cheia no rio Nabão em 22.12.1909
http://3.bp.blogspot.com/_nLZ2jY-DM-w/RqdXMFol2mI/AAAAAAAAB3E/7bDA-h_OA4o/s400/cheiaTomar+copy.jpg
Cheias no rio Douro (Porto, Ribeira) em 1909
http://2.bp.blogspot.com/-wsZktmfi1sU/ULiXd0HFAcI/AAAAAAAAFXc/myCP877ZHsc/s1600/Porto+-+Cheia+no+Douro+em+1909+Miragaia.jpg
Cheias no rio Douro (Porto)
em 1860
http://3.bp.blogspot.com/-L9GhrygOC8Y/ULiUss72neI/AAAAAAAAFWc/1F1i9h32O1Q/s1600/Porto+Ribeira-Ponte+Pensil+na+Cheia+de+1860.jpg
Geo-estatística
e Sistemas de Informação Geográfica
Conjunto de técnicas que sumariam e descrevem um conjunto de dados espaciais.
Resume a principal característica das distribuições para tornar mais fácil a sua interpretação e comparação com outras distribuições estatísticas.
Medidas de centralidade servem para:

- Selecionar o valor que ocorre com mais frequência.
- Determinar várias formas do valor médio ou mais "típico".

Ex: média, mediana, moda
Medidas de dispersão servem para:

- Conhecer o desvio em relação às medidas de tendência central
- Determinar a distribuição dos valores que mais se afastam do centro
Ex: amplitude, variância, desvio padrão
Medidas de localização relativa
servem para:

- Evidenciar os limites da série de dados
- Dividir a série de dados em porções de igual dimensão
Ex: mínimo, máximo, quantil, quartil, percentil
Abreu, 2006
Temperatura média anual (Atlas do ambiente)
Análise espacial
Toma em consideração a posição que os valores ocupam no espaço e as relações que estabelecem entre eles.
Uma das melhores formas de analisar e representar as distribuições espaciais é o mapa.

Os conceitos mais utilizados na análise espacial são:
- distância
- proximidade
- vizinhança
- centralidade
- periferia
- acessibilidade
Matrizes de proximidade baseadas na relação entre polígonos e pontos no espaço
Distância entre pontos é < a 3000m? sim = 1 não = 0
Os polígonos partilham fronteiras?
sim=1 não=0
Relações de proximidade entre agricultores que praticam o pastoreio (
pontos negros
) e o mercado tradicional de venda de animais (
ponto vermelho
)
Ver mais em:
https://www.dropbox.com/s/efaoz4ldr7hlcuc/Dez-01-art02.pdf
http://www.igespar.pt/media/uploads/revistaportuguesadearqueologia/10_1/5/14-p.259-274.pdf
Um Sistema de Informação Geográfica (SIG ou GIS - Geographic Information System, do acrónimo/acrônimo inglês) é um sistema de hardware, software, informação espacial e procedimentos computacionais que permite e facilita a análise, gestão ou representação do espaço e dos fenómenos que nele ocorrem.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_informa%C3%A7%C3%A3o_geogr%C3%A1fica
Modelos conceptuais
de análise espacial em SIG
Modelos baseados
em objetos
Exemplo:
Problema:
Evolução da propriedade
de terrenos eclesiásticos
Metodologia:
Levantamento das parcelas de terreno, dos edifícios e do seu uso (objetos), classificados pelas diferentes ordens religiosas
Análise:
Avaliação das modificações na localização, dimensão e função dos diferentes objetos ao longo do tempo
Referem-se a fenómenos isolados ou à sua relação espacial com outros fenómenos bem individualizados baseados nos objetos que os caracterizam
Modelos baseados em redes
Referem-se aos tipos de ligações que se podem estabelecer entre fenómenos no território. As interações estabelecidas entre vários objetos são estudadas na forma de vetores que os ligam
Exemplo:
Problema:
Estimativa do tempo-custo nas trocas comerciais entre centros urbanos de pequena dimensão na Idade Média
Metodologia:
Levantamento da frequência de trocas comerciais, do volume de negócio e das distâncias percorridas
Análise:
Avaliação dos destinos comerciais mais lucrativos em termos de transporte de mercadorias.
Modelos baseados em superficies contínuas
Referem-se a fenómenos contínuos no espaço, que variam ao longo de uma área seguindo padrões de modificação condicionados por fatores externos ao fenómeno
Exemplo:
Problema:
Estimativa de áreas mais frequentemente afetadas por temporais na Idade Média
Metodologia:
L
evantamento dos relatos georreferenciados de temporais severos incluindo uma escala qualitativa de intensidade
Análise:
A
valiação da dispersão espacial da insidência dos temporais, e interpolação dos resultados
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