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Psicologia criminal e forense

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by

carolina gonçalves

on 27 May 2013

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Transcript of Psicologia criminal e forense

Psicologia criminal: ramo da psicologia jurídica que trata de analisar racionalmente e empiricamente o comportamento criminoso. Para isso podem ser usados estudos psicológicos de personalidade, da estrutura mental e de outras características que podem vir a ser psicopatológicas e suas relações com o direito penal. A psicologia criminal explora a variabilidade das condutas criminosas, variáveis preditoras, variáveis causais/funcionais e a correlação entre crimes, criminosos e as variáveis significativas envolvidas. Também estuda o desenvolvimento do criminoso do ponto de vista psicodinâmico, social e sistêmico. As áreas de estudo são sobre desejos, pensamentos, intenções e reações dos criminosos. Ela está relacionada com a área da antropologia criminal. O estudo penetra profundamente na pergunta "o quê faz alguém cometer um crime", mas também nas reações pós-crime, na fuga ou no tribunal. Esta ciência tem relações com a psicanálise, em especial a psicanálise forense e com a sexologia forense, traçando as causas psíquicas que levam certos indíduos à sexualidade doentia. Psicólogos criminalistas são frequentemente chamados como testemunhas em processos judiciais para ajudar o júri a compreender a mente do criminoso. Alguns tipos de psiquiatria também lidam com os aspectos do comportamento criminoso. Estudo de expressões faciais
. avaliação e medição da expressão facial da emoção dos delinquentes para efeitos da investigação criminal e dos processos judiciais Alguns transtornos psicológicos estão fortemente associados a crimes, como:
o transtorno de personalidade antissocial (também conhecido como psicopatia, sociopatia e transtorno dissocial)
transtorno de conduta e transtorno desafiador de oposição.

Outros menos associados são:
Esquizofrenia
Transtorno de personalidade emocionalmente instável
Transtorno de personalidade esquizóide
Transtorno de personalidade esquizotípica... Psicologia Criminal/Forense A psicologia estuda o comportamento humano como ele é, enquanto o Direito procura disciplinar o comportamento humano. O Direito tem de distinguir o ilícito do lícito, o que é "normal" do "anormal", enquanto a Psicologia encara o "normal" e o "anormal" numa outra perspectiva. O trabalho do psicologo criminal O trabalho do psicologo criminal é multifacetado, pois é chamado a intervir em contextos e situações diversificadas. Vamos então referir algumas das competências deste psicologo: apoiar outros tecnicos na selecção e formação de pessoal da polícia e guardas prisionais, apoiando -os para conseguirem gerir incidentes e conflitos e facilitar a interação entre reclusos. Fazer o diagnóstico de reclusos que apresentem perturbações comportamentais e psicológicas, podendo aplicar terapias individuais ou grupo. Acompanhar os reclusos em situações de liberdade condicional, inserção na vida activa, prestar apoio na análise de penas alternativas, etc. aliviar a forma como os reclusos são tratados no interior dos estabelecimentos prisionais. participar no diagnóstico de imputabilidade de um acusado. Testemunhar em tribunal com especialista, se necessário. avaliar, com outros técnicos, as falsas memórias em depoimentos de testemunhas. avaliar a situação de stress dos agentes da polícia e dos guardas prisionais. prestar apoio a vítimas de violência doméstica, abusos sexuais e outras formas de coação e violência apoiar e polícia na definição de perfis psicológicos que ajudem á identificação e captura de criminosos, bem como na investigação de crimes Para além de trabalhar em establecimentos prisionais, pode tambem integrar-se e trabalhar nos Serviços Regionais de Segurança Social, centros de reeducação de crianças e jovens, estruturas policiais, no Instituto Nacional de Medicina Legal,nos Tribunais, Ministério Público, equipas de assessoria a tribunais, instituições de apoio a vítimas, comissões de proteção de crianças e jovens, ect. avaliação dos danos psicológicos e psicossociais na sequência de acidentes de viação. participar em programas de prevenção, reeducação e reintegração social Podem participar em projectos comunitários para prevenir: o uso de drogas, o crime, a agressividade, a antissociabilidade, a delinquência, a violência, a exclusão social, a prostituição, e proteger crianças em risco, etc. Celina Manita - Doutorada em Psicologia pala Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto
- É professora Auxiliar nesta mesma faculdade
- Directora do Gabinete de estudos e atendimento a vítimas
-Psicologa e perita de Avaliação Psicológica Forence-
- Desenvolve projectos de investigação sobre violência conjugal, maus tratos e abuso sexual
- Representa Portugal num Grupo de peritos do Conselho de Europa
- Faz investigação e intervenção nas áreas da criminalidade, vitimação, prostituição, toxicodependências
- Tem publicações em livros e em revista, etc. A psicologia criminal ou forense dedica-se ao estudo do crime e de todos os protagonistas que estão relacionados com o desvio e a transgressão.
Procura identificar as causas que conduzem aos comportamentos desviantes e trangressores, os mecanismos que os desencadeiam e os efeitos sociais desses comportamentos. Perspectiva do psicólogo Perspectiva do advogado É através da confluência de perspectivas diferentes que se pode interpretar e agir sobre uma das questões que mais inquietam a sociedade contemporânea: o combate ao crime. Agravamento das penas Inadequada É necessário procurar formas de abordagem e de actuação complementares Sándor Ferenczi (1873-1933) Concluindo, a psicologia criminal tem procurado compreender as relações complexas entre os comportamentos trangressores, as suas causas, os seus contextos e os efeitos que têm sobre a sociedade. Teste Pscicológico Uma rapariga, durante o funeral da sua mãe, conheceu um rapaz que nunca tinha visto antes. Achou-o tão maravilhoso que acreditou ser o homem da sua vida. Apaixonou-se por ele e começaram um namoro que durou uma semana. Sem mais nem menos, o rapaz desapareceu e nunca mais foi visto. Dias depois, a rapariga matou a própria irmã. Questão: Qual o motivo de a rapariga ter morto a sua própria irmã? Resposta: Ela matou-a porque esperava que o rapaz pudesse aparecer novamente no funeral da sua irmã. Este é um famoso teste psicológico americano criado pelo FBI para reconhecer a mente de assassinos em série. A maioria dos assassinos presos que o fizeram acertou a resposta. Pois, para um psicopata, os fins justificam os meios. Tens mente de assassino? O objectivo de estudo da Psicologia é o comportamento humano e os estados mentais, enquanto o do Direito é a norma jurídica. O Direito tem de distinguir o ilícito do lícito, o que é "normal" do "anormal", enquanto a Psicologia encara o "normal" e o "anormal" numa outra perspectiva. A Psicologia estuda o comportamento humano como ele é, enquanto o Direito procura disciplinar o comportamento humano. Psicologia Direito intervenção junto de crianças em risco e de delinquentes, de individuos com problemas de agressividade ou comportamentos desviantes
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