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Fundamentos Psicanalíticos - Cap. 9

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by

ROBERVAL IGNACIO

on 7 April 2016

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Transcript of Fundamentos Psicanalíticos - Cap. 9

AS PULSÕES DO ID
Lembrando que 'estrutura' para a psicanálise é: um conjunto de elementos que se constituem numa relação organizada e que cada um conserva uma relativa independência. Dessa forma, toda estrutura é um sistema, ligado de um modo tal que qualquer mudança produzida em um elemento provoca mudança nos demais.
Observamos, então, que as pulsões do ID, as funções do EGO e os mandamentos do SUPEREGO somados a uma realidade ambiental externa agem entre si de forma continuada e indissociada.
Para Freud, a pulsão representa o conceito de
algo que é limite entre o somático e o psíquico (1905, Três ensaios ....). É uma fonte de excitação que estimula o organismo a partir de necessidades vitais interiores e o direciona a executar a descarga desta excitação para um determinado alvo.
As pulsões podem sofrer transformações, como ocorrem nos fenomenos das sublimações, dos mecanismos defensivos do ego ou em fantasias inconscientes com as suas respectivas ansiedades.
Verificamos que as necessidades iniciais de sobrevivência física e psíquica, quando satisfeitas com um acréscimo de prazer e gozo, podem ser transformadas em DESEJOS (de repetir experiências gratificatórias), ou em DEMANDAS, que serão desejos insaciáveis, que irão preencher os nossos vazios afetivos.
PULSÕES DE AUTOCONSERVAÇÃO - são as pulsões que representam o conjunto das necessidades e exigências ligadas às funções corporais, indispensáveis à conservação, desenvolvimento, crescimento e os auto-interesses do ego.
Pulsão de vida - serão as pulsões de 'autoconservação' e as pulsões de 'preservação da espécie'. No entanto, existirá sempre uma dualidade pulsional que é inata ao ser humano que funcionará no polo oposto - Pulsão de morte. Essa pulsão pode permanecer dentro do indivíduo sob a forma de fortes angústias ou para fora - pulsões destrutivas.
Pulsões Sexuais - Freud chamou de
Libido, que em latim designa desejo,
todas as pulsões responsáveis por tudo
o que compreendemos sob o nome de
Amor.
As pulsões do Ego NÃO são distintas das pulsões
sexuais.
NO momento em que o indivíduo consegue extrair prazer erótico por meio das zonas erógenas do seu próprio corpo, sem a necessidade obrigatória de objetos externos - Auto-erotismo.
Agora, caso o indivíduo como um todo venha a funcionar como o objeto de seus próprios desejos eróticos, Freud chamaou de narcisismo.
Percebemos na interação das pulsões de vida e de morte, alguns pontos:
Nos indivíduos normais, neuróticos, predomina a pulsão de vida, enquanto nas psicopatias irá predominar a pulsão de morte.
As duas pulsões coexistem interligadas e podem ser confundidas nas suas finalidades, por exemplo: - no sadismo a pulsão de morte liga-se às pulsões eróticas.
- a questão do comportamento
agressivo, iremos ter a agressividade construtiva, aonde o individuo irá defender-se dos predadores externos ou obter energia para desenvolver uma sadia ambição. E, teremos, também, a agressividade destrutiva, que pode ser contra o próprio individuo ou não.
Na pulsão de vida, predomina uma energia de coesão que irá juntar, ligar tudo aquilo que estiver separado no individuo. Já na pulsão de morte haverá uma energia contraria, ou seja, ocorrerá uma força de repulsão que tende a destruir todas as ligações.
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