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Critica Marxista ao Socialismo utópico

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Lara Damyane

on 13 September 2013

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Critica Marxista ao Socialismo Utópico

Karl Marx e Friedrich Engels
Vida e História
A ''Torre Do Capitalismo'':
As críticas de Marx e Engels ao socialismo utópico
Contexto Histórico
A partir do advento do capitalismo, que surgiu basicamente das necessidades de expansão econômica e do crescimento da nova classe burguesa, as relações produtivas mudaram bastante as perspectivas sociais e teóricas da Europa.
As críticas de Marx aos teóricos utópicos.
Karl Marx
Karl Marx (1818-1883) nasceu em Tréves, cidade ao sul da Prússia Renana, na fronteira da França, no dia 5 de maio de 1818. Filho de Herschel Marx, advogado e conselheiro da justiça, descendente de judeu. Karl estudou Direito, História, Filosofia, Arte e Literatura na Universidade de Bonn.
Friedrich Engels
Nasceu em 28 de novembro de 1820, na cidade alemã de Wuppertal. Morreu em Londres, no dia 5 de agosto de 1895. Engels era integrante de uma família rica. Em 1842, foi morar na Inglaterra para trabalhar na indústria de tecidos do pai, situada na cidade de Manchester.
Importâncias Filosóficas
Marx e Engels criaram o marxismo (estudo científico). Entre as principais obras redigidas pelos mesmos, estão: 'Sagrada Família' , 'Manifesto Comunista' e 'O Capital' .
Burguesia
A burguesia, que se originou dos burgos, teve um importante papel na Revolução Francesa e na Revolução Industrial, que foram importantes para consolidar seu poder e domínio, com o declínio do sistema Feudal e o desenvolvimento da indústria.
Revolução Industrial
A burguesia teve seu papel durante a Revolução Idustrial, basicamente adiquirindo matéria prima, que eles possuim devido ao mercantilismo e custeando as fábricas. De outro lado o proletariado sofria com a exploração máxima.
Essa ascensão da burguesia e a extrema exploração do proletariado fez com que a luta de classes ficasse mais aparente. Karl Marx, viveu durante esse contexto e critou os aspectos econômicos e sociais proporcionados pela sociedade capitalista.
O Socialismo
O Socialismo é uma doutrina política e econômica e se caracteriza pela ideia de transformação da sociedade através da distribuição equilibrada de riquezas e propriedades, diminuindo a existência entre ricos e pobres. Os primeiros socialistas, que foram os utópicos, tinham em mente a construção de uma sociedade ideal, através de meios pacíficos e da boa vontade da burguesia.
Representação de uma sociedade utópica:
A palavra foi criada a partir dos radicais gregos οὐ (que significa não) e τόπος (que significa lugar), ou seja, o não lugar, o lugar que não existe.
Utopia é um termo inventado por Thomas More que serviu de título a uma de sua obras escritas em latim por volta do ano de 1516. Fascinado pelas extraordinárias narrações de Américo Vespúcio sobre a ilha de Fernando De Noronha, ele decidiu escrever sobre um lugar novo e puro, e nela existia uma sociedade perfeita.
As primeiras teorias socialistas eram uma tentativa de evolução da sociedade, não de uma revolução. Esse termo implica em mudar as bases, mas os teóricos do socialismo ''utópico'' não propunham essa mudança, mas propunham que ocorressem melhorias para as classes mais baixas (os proletariados), mas as bases liberais continuariam. Podemos dizer que seria um tipo de estágio mais ''humano'' do capitalismo.
Para Karl Marx e Friedrich Engels o socialismo só seria alcançado a partir de uma grande reforma social, com luta de classes e extinção do proletariado,pois no sistema socialista não deve haver classes sociais nem propriedade privada.
Para os teóricos utópicos toda essa revolução não seria necessária, eles acreditavam que era possível se montar uma estrutura social com acordos entre as diversas classes sociais, de modo que as diferenças entre elas não chegassem a ser prejudiciais. Os marxistas classificavam os métodos dos utópicos de "burgueses" .
Marx e Engels fundamentaram suas críticas no fato dos tais teóricos ''utópicos'' elaborarem seus modelos de sociedade de uma forma subjetiva, eles não levavam em consideração a participação do proletariado na condução dessa transformação da realidade que lhes era inerente. A construção dessa nova sociedade imaginada pelos utópicos deveria se dar de forma pacífica e por aqueles que tivessem recursos financeiros e materiais. Essa sociedade surgiria de uma concessão da elite liberal - burguesa e de cima para baixo, e não através de uma reação revolucionária das camadas populares.
O socialismo utópico nunca chegou a formular uma teoria que pudesse ser aplicada efetivamente à sociedade, suas teorias são carregados de muitos princípios liberais, e teorias foram criadas visando a união entre as diversas classes sociais, através de um processo brando e gradativo. Essas teorias tem em sua tese uma sociedade perfeita que seria construída por meios pacíficos e por ''boa vontade'' da burguesia
A crítica marxista se baseia nesse pontos e a partir daí fundamenta uma séria crítica que diz que as teorias do socialismo utópico são inócuas por serem:
1 - Paternalistas (os teóricos acreditavam que os operários eram apenas a classe mais sofredora; Pensavam também que salvariam os operários e assim apelam constantemente para toda a sociedade, principalmente para as classes dominantes);
2 - Conservadoras (não defendem autonomia política para o proletariado, e defendem uma mudança sem revolução. Defendem a obtenção de seus objetivos por vias pacíficas);
3 - Moralistas (eram convencidos que poderiam através de ''pequenas experiências naturalmente condenadas ao fracasso, abrir pela força do exemplo o caminho ao novo evangelho social''.
Based on Jim Harvey's speech structures
Utopia tem como significado mais comum a ideia de civilização ideal, imaginária, fantástica. Pode referir-se a uma cidade ou a um mundo, sendo possível tanto no futuro, quanto no presente, porém em um paralelo. Pode também ser utilizado para definir um sonho ainda não realizado, uma fantasia, uma esperança muito forte.
O Significado de Utopia
Os teóricos ''utópicos'' acreditavam
que era possível se montar uma estrutura social com acordos entre as diversas classes sociais:
Para os teóricos ''utópicos'', essa sociedade surgiria de cima para baixo, e não precisaria de uma reação revolucionária das camadas populares.
Dessa forma, essa elite jamais abriria mão de seus privilégios políticos e econômicos em benefício de um ''bando de agitadores desvairados e incompetentes''. Tais modelos, apesar de basearem suas teorias e críticas nas contradições geradas pelo desenvolvimento do capitalismo de seu tempo, possuíam excesso de objetivos, desconhecidos da realidade a transformar, assim como a inadequação dos meios que se recorre para cumprir objetivos.
“Um dia andei por Manchester com um destes cavalheiros da classe média. Falei-lhes das desgraçadas favelas insalubres e chamei-lhe a atenção para a repulsiva condição daquela parte da cidade em que moravam os trabalhadores fabris. Declarei nunca ter visto uma cidade tão mal construída em minha vida. Ele ouviu-me pacientemente e na esquina da rua onde nos separamos comentou: ‘E ainda assim, ganham-se fortunas aqui. Bom dia, senhor!’”.
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