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Conectivismo

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by

Célia Jorge

on 6 May 2014

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Transcript of Conectivismo

Siemens considerou o
Ambiente de Partilha de Conhecimento:
photo credit Nasa / Goddard Space Flight Center / Reto Stöckli
Conectivismo
É professor e diretor do Centro de Tecnologia da Aprendizagem da Universidade de Manitoba (Canadá).
George Siemens
Reflexões
Defesa
Conceitos Gerais
Referências
Juntamente com Stephen Downes, propôs o Conectivismo como uma teoria de aprendizagem.
É autor do artigo “Connectivism: A Learning Theory for the Digital Age”, em 2004 e do livro “Knowing Knowledge” de 2006.
Em 2008, George Siemens e Stephen Downes implementaram o Massive Open Online Course – MOOC.
Críticas
Cinco questões fundamentais para distinguir uma
teoria da aprendizagem.
Princípios

Teoria da Aprendizagem
Explicam os mecanismos que permitem a cada espécie, aprender a adaptar-se ao meio e a transformá-lo de modo a sobreviver e viver com cada vez mais qualidade. (Miranda, 2009)

Aprender
Adquirir o conhecimento de, ficar a saber, instruir-se.

Conexão
Ligação de uma coisa com outra, união/relação de dependência.
Aplicações e Implicações na Aprendizagem
George Siemens
• Learning and knowledge require diversity of opinions to present. The whole…and to permit selection of best approach.

• Learning is a network formation process of connecting specialized nodes or information sources.

• Knowledge rests in networks.

• Knowledge may reside in non-human appliances, and learning is enabled/facilitated by technology.

• Capacity to know more is more critical than what is currently known.

• Learning and knowing are constant, on going processes (not end states or products).

• Ability to see connections and recognize patterns and make sense between fields, ideas, and concepts is the core skill for individuals today.

• Currency (accurate, up-to-date knowledge) is the intent of all connectivist learning activities.

• Decision-making is learning. Choosing what to learn and the meaning of incoming information is seen through the lens of a shifting reality. While there is a right answer now, it may be wrong tomorrow due to alterations in the information climate affecting thedecision.
Diversidade
de
opiniões
Já em 2003...
BEHAVIORISMO
Estímulo - Resposta
Condicionamento
Control
COGNITIVISMO
Epistemologia
Estrutura do pensamento
Análise do resultado
CONSTRUTIVISMO
A Educação advém do diálogo entre os pares, resultando na construção do conhecimento.
As Teorias de Aprendizagem são referências teóricas que obedecem a escolas de pensamentos, condicionadas pelo tempo e pelo próprio conhecimento.
Conhecimento especializado
Conhecimento
está na rede
Dispositivos
não humanos
Capacidade
de
saber mais
Processo
evolutivo
Descobrir
ligações
Atualizações
constantes
Aprender é
decidir/fazer
Verhagen (2006)
. Não vê nada que já não esteja contemplado
. Aprendizagem pode residir em dispositivos não-humanos?
. Proposta relacionada com pedagogia e currículo
Kerr (2007)
. Teorias existentes já respondem às necessidades da aprendizagem numa era tecnológica e conectada
. Vygotsky - Social construtivismo
. Papert - "Objetos para pensar com"
. Clark - Cognição ativa e incorporada
As críticas reconhecem que o Conectivismo está a ter um papel importante no aparecimento e no desenvolvimento de novas pedagogias.
http://aprenticie.wix.com/aprenticie/page-0_copy1#!__page-0_copy1
Domínios
. Informal e não estruturado;
. Rico em ferramentas;
. Consistência e perdurar;
. Transmitir confiança;
. Simples;
. Descentralizado, apoiado e conectado;
. Alto nível de tolerância.
Célia Jorge,
Hugo Roxo e
Rui Macedo
Mestrado 2012/14
Trabalho de grupo realizado na unidade curricular de Aprendizagem com as TIC do Mestrado de Educação, especialidade TIC e Educação, lecionada pela professora doutora Guilhermina Lobato Miranda.

Este trabalho tem como objetivo refletir criticamente sobre o Conectivismo de George Siemens.
Universidade de Lisboa
Instituto de Educação
Evidencia as limitações das teorias existentes para os dias de hoje.
Há que alterar a forma como vemos a aprendizagem, tendo em conta as mudanças no conhecimento, sociedade e na tecnologia.
Carvalho, A. A. (2007). Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMS. Sísifo: Revista de Ciências da Educação, 3, Maio/Agosto, 25-40. Retirado de http://sisifo.fpce.ul.pt/pdfs/sisifo03PT02.pdf
Cormier, D. (07-2008). Rhizomatic education: Community as curriculum. Innovate 4 (5), Junho/Julho de 2008. Retirado de http://www.innovateonline.info/index.php?view=article&id=550
Davidson, C. et all (2011). 10 Priciples for the Future of Learning – The Future of Learning Instituions in a Digital Age Retirado de http://mitpress.mit.edu/books/chapters/Future_of_learning.pdf
Downes, S. (22-12-2005). An Introduction to Connective Knowledge. Stephen’s Web. Retirado de http://www.downes.ca/cgi-bin/page.cgi?post=33034
Downes, S. (27-09-2006). Groups vs Networks: The Class Struggle Continues. Comunicação feita no âmbito da eFest, Wellington, Nova Zelândia. Transcrição, áudio e slides Retirado de http://www.downes.ca/presentation/53
Downes, S. (16-10-2006). Learning Networks and Connective Knowledge. Instructional Technology Forum. Retirado de http://it.coe.uga.edu/itforum/paper92/paper92.html
Downes, S. (03-02-2007). What Connectivism Is. Half an Hour. Retirado de http://halfanhour.blogspot.com/2007/02/what-connectivism-is.html
Downes, S. (18-10-2007). How the Net Works. Stephen’s Web. Retirado de http://www.downes.ca/cgi-bin/page.cgi?post=42068
http://aprenticie.wix.com/aprenticie/page-0
http://en.wikipedia.org/wiki/George_Siemens
Kerr, B. (02-2007). A Challenge to Connectivism. Transcrição da comunicação apresentada na Online Connectivism Conference, Fevereiro 2007, Universidade de Manitoba. Retirado de http://ltc.umanitoba.ca/wiki/index.php?title=Kerr_Presentation
Kop, R. & Hill, A. (10-2008). Connectivism: Learning theory of the future or vestige of the past? The International Review of Research in Open and Distance Learning, 9 (3). Retirado de http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/view/523/1103
Lévy, P. (1994). As Tecnologias da Inteligência: o Futuro do Pensamento na Era Informática. Lisboa: Instituto Piaget. [Edicão original francesa de 1990 pelas Éditions La Découverte].
Mota, J. (2009). O Conectivismo e a Aprendizagem na Rede (Cap. IV). Da Web 2.0 ao e-Learning 2.0: Aprender na Rede. Retirado de http://orfeu.org/weblearning20/4_2_Conectivismo
Siemens, G. (17-10-2003). Learning Ecology, Communities, and Networks: Extending the Classroom. elearnspace. Retirado de http://www.elearnspace.org/Articles/learning_communities.htm
Siemens, G. (12-12-2004). Connectivism: A Learning Theory for the Digital Age. International Journal of Instructional Technology and Distance Learning, 2(1). Retirado de http://www.itdl.org/journal/jan_05/article01.htm
Siemens, G. (2006). Knowing Knowledge. Retirado de http://www.elearnspace.org/KnowingKnowledge_LowRes.pdf
Siemens, G. (12-11-2006). Connectivism: Learning Theory or Pastime of the Self-Amused? elearnspace. Retirado de http://www.elearnspace.org/Articles/connectivism_self-amused.htm
Siemens, G. (06-08-2008). What is the unique idea in Connectivism? elearnspace. Retirado de http://www.connectivism.ca/?p=116
Siemens, G. (10-10-2008). New structures and spaces of learning: The systemic impact of connective knowledge, connectivism, and networked learning. Comunicação apresentada no Encontro sobre Web 2.0, Universidade do Minho, Braga. Retirado de
http://elearnspace.org/Articles/systemic_impact.htm
Siemens, G. (25-09-2011). Orientation: sensemaking and wayfinding in complex distributed online information
environments. Retirado de https://landing.athabascau.ca/file/download/123456
Verhagen, P. (2006). Connectivism: A new learning theory? Surf e-learning themasite. Retirado de
http://e-learning.surf.nl/e-learning/english/3793
Kop & Hill (2008)
Não se afasta muito das de Verhagen e de Kerr
Ana Amélia Carvalho (2007)
Pretensão é infundada, contudo importante para desenvolver novas pedagogias.
Connectivism: Learning Theory or Pastime of the Self-Amused? , Siemens (12-11-2006)
enunciadas por Peg Ertmer (citada por Mergel, 1998; cf. Siemens, 12-11-2006)
Em 2008...
What is the unique idea in Connectivism? (06-08-2008)
1. O conectivismo é a aplicação de princípios das redes para definir tanto o conhecimento como o processo de aprendizagem. O conhecimento é definido como um padrão particular de relações e a aprendizagem como a criação de novas conexões e padrões, por um lado, e a capacidade de manobrar através das redes e padrões existentes.
2. O conectivismo lida com os princípios da aprendizagem a vários níveis – biológico/neurais, conceptuais e sociais/externos.
3. O conectivismo concentra-se na inclusão da tecnologia como parte da nossa distribuição de cognição e de conhecimento. O nosso conhecimento reside nas conexões que criamos, seja com outras pessoas, seja com fontes de informação, como bases de dados.
4. Enquanto as outras teorias prestam uma atenção parcial ao contexto, o conectivismo reconhece a natureza fluida do conhecimento e das conexões com base no contexto.
5. Compreensão, coerência, interpretação (sensemaking), significado (meaning): estes elementos são proeminentes no construtivismo, menos no cognitivismo, e estão ausentes no behaviorismo. Mas o conectivismo argumenta que o fluxo rápido e a abundância de informação elevam estes elementos a um patamar crítico de importância. Neste contexto, Connectivism finds its roots in the climate of abundance, rapid change, diverse information sources and perspectives, and the critical need to find a way to filter and make sense of the chaos. As such, the networked centrality of connectivism permits a scaling of both abundance and diversity.
Em Knowing Knowledge (Siemens 2006), carácter multidimensional e complexo da aprendizagem.
Stephen Downes
Conectivismo sugere uma teoria alternativa integra
os princípios de várias teorias e de outras áreas.
Da teoria do caos
Da complexidade
Da perspectiva social

As conexões, junto com os nós, constituem redes nas quais
ocorre a aprendizagem em três níveis diferentes.
1 - biológico, entre neurônios.
2 - conceitual.
3 - ambiente social externo de cada indivíduo
Learning Ecology, Communities, and Networks: Extending the Classroom (George Siemens 17-10-2003)
Construtivismo
Construtivismo
Social
Conectivismo
Adiciona aos dois tipos tradicionais de conhecimento o qualitativo e o quantitativo – um terceiro tipo: o conhecimento distribuído,
A property of one entity must lead to or become a property of another entity in order for them to be considered connected; the knowledge that results from such connections is connective knowledge. (22-12-2005)
Em 2004...
An Introduction to Connective Knowledge (22-12-2005)
Learning Networks and Connective Knowledge (16-10-2006
Destaca propriedades das redes que designa como “efectivas”:
1. São
descentralizadas
.
2. São
distribuídas
.
3. São
desintermediadas
(disintermediated).
4. Os conteúdos e os serviços são, nelas,
desagregados
.
5. Os conteúdos e os serviços são
des-integrados
(dis-integrated),
6. São
democráticas
.
7. São
dinâmicas
8. São
inclusivas
Em 2011, George Siemens fez a sua tese de doutoramento sobre o tema "Sensemaking and wayfinding in complex distributed online information environments."
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