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GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL

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Thais Coa

on 7 October 2014

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Transcript of GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL

GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL
Benefícios para a construção civil:
Redução de custos e aumento de competitividade;
Uso consciente de materiais reutilizados/reciclados;
Menor consumo de materiais evitando desperdício;
Obra organizada e canteiro limpo;
Melhoria das condições de saúde e segurança do trabalhador;
Diminuição dos acidentes de trabalho;
Diminuição da quantidade de recursos naturais e energia;
Descarte racional dos grandes volumes gerados;
Incentivo a parcerias para a captação, reciclagem e reutilização de resíduos;
Atendimento aos requisitos legais e dos programas de certificação;
Diminuição dos gastos com a gestão dos resíduos;
E consequente redução dos resíduos gerados.

Principais usos do material reciclado na construção civil:
Uso em pavimentação;

Utilização como agregados de concreto;

Utilização como agregado para argamassas;
Dificuldades para a aplicação efetiva da gestão de resíduos sólidos na construção civil:
Atualmente a maior dificuldade encontrada pelas empresas que incorporam em seus processos a gestão de resíduos está relacionada à correta destinação.
Para obter os resultados esperados de um gerenciamento de resíduos, é necessário uma gestão diferenciada no tratamento destes resíduos.
Todos os envolvidos em um processo deste tipo tem que atender as suas responsabilidades.
Envolvidos:
Fornecedores;
Transportadores;
Secretaria do Meio Ambiente;
Geradores;
Fabricantes de Materiais.
APLICAÇÃO DA GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NA CONSTRUÇÃO CIVIL
Atualmente, pode aparecer de duas formas:
Reciclagem;




Gestão no canteiro de obras;

RECICLAGEM:
Finalidade: reutilização de materiais e produtos, extendendo seu ciclo de vida e reduzindo problemas relativos à sua deposição final;

Boa parte do entulho pode ser reciclável:
Alumínio: 50 kg reciclado evita a extração de 50 t de bauxita;
Vidro: 1 kg de vidro quebrado gera 1 kg de vidro reciclado, indefinidamente;
Madeira: usada como cavaco para gerar energia por biomassa;

Consumo energético para a reciclagem:
Aço: 30% do necessário à produção tradicional;
Vidro: 95% do necessário à produção tradicional;

USINAS DE RECICLAGEM DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL:
Existentes no Brasil desde os anos 90;
Fator determinante na gestão de resíduos;
No Brasil, ocorre em número muito insuficiente;

Níveis de atuação:
Local de destinação apropriado para os entulhos;
Fornecimento de materiais;

USINA DE RECICLAGEM CEMARA PRÓ-AMBIENTAL
Localizada em Americana;
Recebimento de entulho: 800 t/dia;
Taxa de reciclagem: 95%
Exemplo de materiais produzidos à partir de entulho:
Areia reciclada;
Pedra 1 reciclada;
Pedrisco reciclado;
Materiais que não possam ser reciclados são descartados de maneira adequada.

USINA DE RECICLAGEM DE PROGUARU
Localizada em Guarulhos;
Integrante da Política de Gestão de Resíduos do município;
Agregados caracterizados conforme ABNT/NBR9935/2011

A POLÍTICA DE GESTÃO DE RESÍDUOS DO MUNICÍPIO DE GUARULHOS
Pontos de Entrega Voluntária (PEVs):
Recebimento de entulho: até 1 m³/dia per capita;
Alvo: resíduos gerados por pequenas reformas ou troca de móveis da população;
pequeno gerador de resíduos sólidos.

GESTÃO NO CANTEIRO DE OBRAS
CONAMA nº 307: inclui a não geração de resíduos como parte da consolidação do programa de geração de resíduos;
Práticas de gestão de qualidade existentes:
Critérios de reutilização de resíduos;
Adaptação da obra para a coleta diferenciada;
Projetos e sistemas construtivos racionalizadores da construção.

ORGANIZAÇÃO DO CANTEIRO
Geração de resíduos: ligada ao estoque e à circulação de materiais pelo canteiro;
Exemplos: sacos de argamassa com sobras, blocos não utilizados e pedaços de conduíte;
Limpeza e organização facilitam a verificação;
Os locais de estoque e aplicação e a intensidade de uso devem ser levados em consideração.
Exemplo de armazenagem correta:

DESTINAÇÃO
Deve ser viável economica e ambientalmente:
Minimização de custos de coleta e remoção;
Possibilidade de valorização;
Adequação dos equipamentos de remoção aos padrões legislativos;
Possibilidade de reaproveitamento no próprio canteiro;
Proximidade do destinatário para minimizar custos;
Área para resíduos mais problemáticos.

PONTOS POSITIVOS
Redução de impactos ambientais: evita a extração de materiais da natureza e em muitos casos requer menos energia no processo produtivo;
Uma vez implantada a usina de reciclagem, os custos de produção são inferiores aos relacionados ao material feito com matéria prima original;
Visa o maior aproveitamento dos insumos no canteiro de obra.

PONTOS NEGATIVOS
É necessário haver usinas de reciclagem na região, para o custo de transporte não onerar a obra;
A implantação de equipamentos de reciclagem demanda um investimento inicial alto;
Tem como empecilho a falta de conscientização.

LEGISLAÇÕES SOBRE GESTÃO DE RCD
CONAMA – Resolução nº 307/02
Plano integrado de gerenciamento

Caracterização
Triagem

Acondicionamento

Transporte interno

Destino final

NORMAS TÉCNICAS
NBR15112/04 – Resíduos da construção civil e resíduos volumosos – Área de transbordo e triagem – Diretrizes para projeto, implantação e operação;
NBR15113/04 – Resíduos sólidos da construção civil e resíduos inertes – Aterros – Diretrizes para projeto, implantação e operação;
NBR15114/04 – Resíduos sólidos da construção civil – Áreas de reciclagem - Diretrizes para projeto, implantação e operação;
NBR15115/04 – Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – Execução de camadas de pavimentação – Procedimentos;
NBR15116/04 – Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil – Utilização

CONCLUSÃO
Ponto de vista:
Ambiental;
Social;
Econômico.

DO QUE TRATA O TEMA:
Plano de Gestão de Resíduos Sólidos:

Minimizar resíduos da construção civil;
Reduzir gastos com seus tratamentos;
Reduzir gastos com a disposição final.

Embasamento:

Resolução n.º 307/2002 do Conselho Nacional do meio Ambiente (CONAMA).

Definições de cada etapa que compõe o ciclo:

Gerenciamento de resíduos;
Aterro de resíduos da construção civil;
Beneficiamento;
Cedente da área para recebimento de inertes;
Geradores;

Transportadores;
Reciclagem;
Resíduos da construção civil;
Áreas de destinação de resíduos;
Reutilização;
Segregação.

COMO ESTÁ O ASSUNTO NA REALIDADE BRASILEIRA, NO MUNDO, NA REGIÃO:
Realidade brasileira:
Gestão dos resíduos sólidos em cidades brasileiras;
Descaso dos órgãos públicos;
Investimento do setor privado;

No mundo:
União Europeia;
Alemanha (1994);
França (1992);
Espanha (1998).

Na região:
Ausência dos Órgãos Públicos;
Investimento do Setor Privado;
Empresa Cemara Pró-Ambiental.

INTRODUÇÃO
Alta geração de Resíduo de Construção Civil;
Destino usual: aterros sanitários;
Impacto ambiental: absorção dos resíduos e fornecimento de nova matéria prima;
Gestão de Resíduos Sólidos:
Redução do desperdício
Destinação adequada
Reciclagem

PRESERVAÇÃO DO
MEIO AMBIENTE

AGUINALDO BRITO JUNIOR 201100257
ÉRICO PINESE 201100325
NANCI PONCE RONCATO 201100366
THAÍS CONUS CÔA 201100312

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