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O rapaz do caixote de madeira

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by

Francisca Gomes

on 20 February 2015

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Transcript of O rapaz do caixote de madeira

Contextualização geográfica
Contextualização histórica
Polónia

Marilyn Harran
Elizabeth Leyson
Foi casada durante 47 anos com Leon Leyson, de quem teve dois filhos, sendo avó de seis netos. A sua carreira foi igualmente dedicada ao ensino, reformou-se em 2005 e vive na Califórnia.
Leon Leyson
De seu verdadeiro nome Leib Lezjon, nasceu a 15 de setembro de 1929, em Narewka, uma cidade a nordeste de Varsóvia.
Após a Segunda Guerra Mundial, passou três anos num campo de refugiados na Alemanha. Partiu para os Estados Unidos em 1949.
Alistou-se no Exército durante a Guerra de Coreia e mais tarde tornou-se professor de artes industriais no ensino secundário em Hunting Park, na Califórnia durante 39 anos. Foi distinguido pela Universidade Chapman pelo seu trabalho de educador e na sua qualidade de testemunha do Holocausto. Morreu no início de 2013, um dia depois da entrega do testemunho final deste livro á editora.
Por: Leon Leyson, Marilyn J. Harran e Elizabeth B. Leyson
O rapaz do caixote de madeira
É fundadora e diretora do Rodgers Center for Holocaust Education na Universidade Chapman, onde é professora catedrática de história e estudos religiosos sobre a Alemanha nazi e o Holocausto. É autora de numerosas obras e, em 2008, recebeu um importante prémio pelo seu trabalho.
Leon Leyson tinha apenas dez anos quando os nazis invadiram a Polónia em 1939 e a sua família foi forçada a viver no gueto de Cracóvia.
Neste livro Leon começa por nos descrever uma infância feliz, onde havia espaço para a amizade e as brincadeiras que partilhava com os amigos.
Quando as invásões dos nazis começaram esta realidade mudou por completo e seguiram-se anos de miséria, fome e terror que levaram á morte de dois dos seus quatro irmãos ( Tsalig e Hershel).
Felizmente para a sua família, o seu caminho cruzar-se-ia com o de Oskar Shindler que os incluiu na sua célebre lista de trabalhadores da sua fábrica "A lista de Shindler".
Na altura Leon tinha apenas 13 anos de idade era o mais novo da lista e era tão pequeno que tinha de subir para cima de um caixote de madeira para conseguir alcançar os comandos das máquinas. Ao longo desta história que reproduz com autenticidade o ponto de vista de uma criança, Leon deixa-nos interver, no meio do horror e da brutalidade que todos os dias enfrentavam, a coragem, a austúcia e o amor que foram necessários para poderem sobreviver.
A segunda guerra mundial foi um conflito sangrento que durou de 1939 (quando Hitler invadiu a Polónia) a 1945e que deixou danos irreparáveis em toda a humanidade.
Na Alemanha, Hitler queria formar uma "raça ariana", ou seja, uma raça superios a todas as outras (Nazismo) e tendo um ódio de morte aos Judeus querendo elimina-los e assim garantir a superioridade da sua raça, criou campos de concentração onde foram mortos mais de 6 milhões de seres humanos ( Holocausto).

Holocausto
Resumo
O assassinato de cerca de 6 milhões de Judeus durante a Segunda Guerra Mundial, através de um programa sistemático de extremínio de étnico patrocinado pelo Estado nazista, liderado por Hitler e pelo Partido Nazista e que ocorreu nos territórios ocupados pelos alemães durante a guerra.
Oskar Shindler
Denominado por "O Salvador dos Judeus" pois salvou da morte 1200 Judeus entre os quais Leon e a sua família.
Este criou uma lista " A lista de Shindler" que continha os nomes de todos os Judeus que trabalhavam na sua fábrica, todos aqueles que ele salvou da morte quase certa que foram chamados de Shindlerjuden (" os judeus de Shindler").
Shindler, apesar de ser também nazi, subornava a polícia nazista e comprava comida para os seus trabalhadores, perdendo assim a sua fortuna e arriscando a sua vida.
holocausto
campos de concentração
desumanidade sem limites
impotência
vergonha
fome/ doeça/ morte
sobreviver a qualquer preço
uso da mente/do coração/da inteligência
coragem/ determinação/ força
Oskar Shindler
valor da vida humana
salvação dos Judeus
Os aspetos que mais gostei foram:
Quando Shindler reuniu os seus Judeus e lhes disse que estavam livres.
A maneira como eles (Judeus) o caracterizavam (Shindler), como "esse homem complexo e cheio de contradições, oportunista nazi, intrigante, corajoso rebelde, salvador, herói".
E quando na despedida os Judeus lhe ofereceram um anel feito por eles mesmos com a frase " quem salva uma vida salva o mundo inteiro".

Para refletir...
Será que hoje em dia ainda se verifica essa descriminação e preconceito?
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