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Musicoterapia Corporal

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by

Fernanda Pivatto

on 3 November 2014

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Transcript of Musicoterapia Corporal

Psicologia Corporal
Abordagens da Psicologia Corporal: Orgonoterapia e Análise Bioenergética
A
Orgonoterapia
, abordagem da Psicologia Corporal, entende o ser humano como uma
energia orgone
- energia que preenche todo espaço cósmico e se expressa em diferentes concentrações, movimentos e formas.
Entre a matéria e a energia, a energia vem primeiro. A matéria é uma manifestação da energia.
No mundo o pensamento é dominado por dois movimentos básicos: o materialismo e o misticismo.

Obtenção de "cura":
métodos tradicionais;
distanciou Reich do papel passivo de psicanalista;
intervir de forma ativa e direta sobre os processos patológicos de paciente

A
Orgonoterapia
teve sua sistematização feita por
Federico Navarro
, neuropsiquiatra italiano que, a pedido de Reich por intermédio de Ola Raknes, desenvolveu uma metodologia específica para o desbloqueio das couraças


Análise do Caráter
personalidade ( adquirido)/temperamento (nasce).
consiste em perceber a forma de comportamento do indivíduo, conscientizá-lo dos aspectos defensivos que mais lhe causam sofrimento.
Couraça muscular: sete anéis (ocular, oral, cervical, torácica, diafragmática, abdominal e pélvica) perpendiculares à coluna

Através da
Análise do Caráte
r e do trabalho sobre as
Couraças Musculares
, visa à liberação de emoções reprimidas, de modo a resgatar o movimento expressivo.

Análise Bioenergética
A Análise Bioenergética , criada nos anos 50 seu principal fundador Alexander Lowen, abordagem neo-reichiana, EUA, cuja teoria é baseada nas ideias reichianas presentes da Orgonoterapia:

A "energia" na abordagem Bioenergética a referência é igual a energia biológica:
dinâmica, fluída e pulsátil.
movimentos, sentimentos e pensamentos
representada pelo rítmo natural de alguém afastar-se, fechar-se ou ir ao encontro de algo.

Principais pressupostos da Análise Bioenergética:
a meta essencial da vida é o prazer, e nunca a dor;
O sentimento de prazer é a percepção de um movimento expansivo;
A contração é experiência de dor, de fechamento e de retraimento
quando a satisfação prazerosa é ameaçada o resultado é a contração e, por consequência, a dor.

" diante do mundo e desde a mais tenra infância, as pessoas armam-se com suas defesas formando assim as chamadas couraças - psíquicas e físicas - deixando de sentir ansiedade ou dor, mas por outro lado, pagando o preço de se tornarem incapazes de sentir prazer."
(LOWEN apud REICH)


Novos cientistas que a partir de Reich desenvolveram estudos e pesquisas sobre mente-corpo e sobre energia orgone:
Musicoterapia Corporal
Fernanda Pivatto - Josane Araújo - Vanessa Sales
"É uma abordagem humana que busca compreender todo ser vivo como uma unidade de energia que contém em si dois processos paralelos: o psiquismo (mente) e o soma (corpo)...tem suas raízes em Wilhelm Reich (1897-1957), médico vienense e colaborador de Freud que, ao romper com a Psicanálise, criou sua própria Escola, segundo a qual pensamento e emoção são indissolúveis e influenciam-se mutuamente ", (VOLPI & VOLPI, 2002).

Pós - Reichianos:
deram continuidade, acrescentaram , atualizaram e modificaram a teoria Reich mas sem perder o pensamento original.
Dentre os diversos Orgonoterapeutas pós-reichianos encontramos Ola Raknes (Noruega), Walter Hoppe (Israel), Elsworth Baker (Estados Unidos),
Federico Navarro (Itália), José Henrique Volpi (Brasil),
etc.

Neo-reichianos:
se baseiam em conceitos e princípios criados por Reich, mas revistos, atualizados e influenciados por suas próprias pesquisas.- Psicoterapia.
Dentre as escolas consideradas neo-reichianas a que tem maior destaque é
Alexander Lowen (Estados Unidos), chamada de Análise Bioenergética, da qual faz parte Sandra Volpi (Brasil)
, etc.


Musicoterapia Corporal
Utilizando a música, os sons, ritmos, melodias, timbres, os instrumentos musicais, os movimentos, a voz, o próprio corpo e as relações que se desenvolvem entre eles, em atividades de auto-expressão e auto-conhecimento, na Musicoterapia, paciente e terapeuta se envolvem sempre em uma experiência musicalReceptiva ou Ativa para atingir as necessidades do SER e restabelecer o livre fluxo da energia psíquica. (SAKAI, LORENZZETTI & ZANCHETTA, 2004)

A musicoterapia corporal busca a relação entre:
música - corpo - terapia:

Carlos Daniel Fregtman
(1989)
“integrar a música à terapia é integrar o corpo, porque a música é feita, dita, tocada e cantada como manifestação corporal”.
...
“do ponto de vista terapêutico a musicoterapia é uma disciplina paramédica que utiliza o som, a música e o movimento...”
(BENENZON).
Para o autor, o corpo é considerado o instrumento musical mais completo de todos. Foi do corpo humano que se originou todos os instrumentos musicais, sendo estes na verdade um prolongamento do corpo e; pelos inúmeros fenômenos sonoros naturais do corpo humano.

Fregtman (1989) descreve que a Musicoterapia trabalha em três níveis ou linguagens que resgatam “o papel e a importância do corpo e de seus sons no processo terapêutico”:

Linguagem não- verbal (que inclui os níveis da Linguagem Sonora e Corporal)
Linguagem Verbal (que não se limita ao discurso do paciente, mas que está presente na letra das canções re-criadas, nas discussões e reflexões ...).
O Músico – Verbal: Tendo este verbal também um valor terapêutico no contexto musicoterapêutico, o qual pode ser trabalhado através da técnica de Luiz Antônio Milleco.
Música - Corpo - Terapia
VOZ:
expressão vocal da pessoa, ligada à personalidade, a qual tem sua raiz na palavra persona e per- sona quer dizer “pelo som”, ou seja, a personalidade reflete-se no som (voz) da pessoa (LOWEN).
Segundo Navarrro, o temperamento e a caracterialidade, o que nos faz entender a influência dos bloqueios dos segmentos oral, cervical, torácico e/ou diafragmático na qualidade vocal do indivíduo.

Bruscia (2000) nos diz que na Musicoterapia, através da música transforma
“nossas sensações corporais internas, nossos movimentos, sentimentos e idéias em formas sonoras que podem ser ouvidas“ e que a música “nos permite expressar nossos corpos através do som - vibrar e ressoar suas várias partes de forma a poderem ser ouvidas. Quando cantamos ou tocamos instrumentos, liberamos nossa energia interna para o mundo externo fazendo o nosso corpo soar, dando forma a nossos impulsos, vocalizamos o não dizível”
Música - Corpo - Terapia
Sensibilidade emotiva do corpo, como uma extroversão orgânica-emocional da existência pessoal através da instrumentalização da música e do corpo como terapia.
Podendo ser vista como:
Uma atividade total do corpo em função do prazer estético e potencialização da pessoa, operando através da linguagem deste corpo.

“Desta forma no processo musicoterapêutico enquanto a pessoa, ouve, canta, toca, se movimenta (sendo agente e sujeito da ação), entra em contato com sensações e/ou estados de espírito, com sentimentos e emoções, expressa aspectos de sua vivência pessoal e única. Quando a pessoa se expressa, sempre põem em evidência aquilo do que é feita e sempre abre uma nova porta à sua existência, ao progresso, à transformação (...). Tomando consciência de Si por esta expressão. Sabendo junto ao fato. (PËREZ) ”
Ana Lea Baranow
, acredita que o musicoterapeuta deve ter consciência da expressão corporal do paciente, do como seu
corpo ocupa o espaço, se movimenta, gesticula,
de como é a imagem corporal que tem de si e de como trabalhar terapeuticamente esses elementos interligados aos sons e a música em Musicoterapia.
Toda a história e memória inscrita corporalmente ou ao nível de córtex, quando ativada por qualquer vibração, estímulo sonoro, musical ou não, causam reações neurovegetativas, gerando movimento interno ou externo no corpo.
A música sendo expressão corporal por excelência, segundo Aberastury, possibilita a mobilização do fluxo energético estagnado, liberando sensações, emoções, pensamentos, idéias, valores, etc., flexibilizando e/ou desbloqueando couraças que serão trabalhadas na musicoterapia,
engajando o indivíduo em uma gama de atividades e experiências sonoro-musico-corporal-vocal que tem por
objetivo
, mobilizar, liberar, expressar, reconhecer, elaborar, reestruturar e modificar os conteúdos internos envolvendo habilidades sensório-motoras, perceptivas e cognitivas, levando a outras formas de expressão.

Oliveira (2001) demonstra como a música é capaz de corresponder às expectativas das Psicoterapias Corporais atendendo aos aspectos de:
• Estimular a vibração e ressonância corporal, por esta se constituir em vibrações sonoras que sincronizam- se com as vibrações internas do ser humano;
• Ser fonte de energia, quando as ondas sonoras são produzidas elas são capazes de modificar os estados energéticos;
• Representar um canal potencial de comunicação global assim como o corpo.
Referências Bibliográficas:

VOLPI, JOSÉ HENRIQUE; VOLPI, SANDRA MARA. Psicologia Corporal - Um breve histórico. Curitiba: Centro Reichiano, 2003. Disponível em: www.centroreichiano.com.br. Acesso em: 27/09/2014.

SAKAI, F. A.; LORENZZETTI, C; ZANCHETTA, C. Musicoterapia corporal. In: CONVENÇÃO BRASIL LATINOAMÉRICA, CONGRESSO BRASILEIRO E ENCONTRO PARANAENSE DE PSICOTERAPIAS CORPORAIS. Centro Reichiano, 2004. Disponível em: www.centroreichiano.com.br. Acesso em: 27/09/2014.

SAKAI F.A. Corpo Música e Movimento. Oficina Pré - Jornada "Jornada Paranaense de Psicologia Corporal. Instituto Reichiano. Disponível em: www.centroreichiano.com.br. Acesso em: 27/09/2014.
O que é importante na Musicoterapia Corporal?

Entre as várias respostas encontrou-se nas teorias da
Psicologia Corporal
que se baseiam na análise profunda do corpo, demonstrando como esse
corpo percebe e age no mundo
. Contendo o
Inconsciente
, o
subconsciente
e o
consciente
; como um Centro de informações, como um Instrumento de prazer, de defesa e de conquista, como um instrumento de sobrevivência (de preservação do eu), como um processo – vivo, subjetivo – uma cadeia viva de eventos que se manifesta ao longo do tempo, como energia: orgone. (SAKAI)
Como escutar, ler, trabalhar este instrumento – o corpo musical e sua extroversão emocional?
A interação entre Musicoterapia e Psicologia Corporal, entendendo que interação, segundo Bruscia (2000), é uma preocupação de se engajar estas áreas no sentido de uma i
nfluência mútua
, assim buscou-se nas linhas da Psicologia Corporal a compreensão das estruturas psíquicas do ser que se relaciona com a música.

A Psicologia Corporal deve remeter-se as ciências, como a Etnomusicologia, a Sociologia da Música, a Filosofia da Música, a Psicoacústica, a própria Psicologia da Música e a Musicoterapia para compreender o âmbito, o campo de ação desta relação homem-música.

Assim a interação entre Musicoterapia e Psicologia Corporal é um movimento que vem ocorrendo entre vários Musicoterapeutas que fazem formação nas várias linhas da Psicologia Corporal já há algum tempo. Marly Chagas (1997) reflete essas possibilidades em seu artigo Musicoterapia e Psicoterapia Corporal: Aspectos de uma relação possível.
No que baseia-se a Musicoterapia Corporal?
Principais Autores:

Musicoterapeutas Corporais:
Fabiane Sakai
Chiara Lorenzzetti
Fernanda Jacob
Melissa Queiroz de Oliveira
Ivomar Pelizzaro
Claudiomara Zanchetta
Letícia Salum
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