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Eu: A mente e os processos mentais

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Nilsa Gonçalves

on 2 June 2014

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Transcript of Eu: A mente e os processos mentais

Aprendizagem
Alteração relativamente estável do comportamento ou conhecimento, devida à experiência, ao treino ou ao estudo; processo que ocasiona essa alteração.

De modo espontâneo ou sistemático, consciente ou inconscientemente, com pouco ou muito esforço, estamos constantemente a efectuar aprendizagens.
Modalidades de aprendizagem
Modelo comportamental
Memória
A memória é o sustentáculo das nossas aprendizagens, pois é ela que conserva aquilo que se aprendeu.
Processos da memória
Cabe ao cérebro selecionar o que é relevante para assegurar a própria sobrevivência do individuo e da espécie. Se registássemos e recordássemos todos os estímolos, seriamos incapazes de responder adequadamente ao que efetivamente é importante.
Existem dois tipos de recordações, aquelas que nos vêm automáticamente á memória (Quantos anos tens?) e aquelas que requerem algum esforço (Quais os processos de mundialização?).
Eu: A mente e os processos mentais
Caracter específico dos processos cognitivos
Psicologia B 12ºAno
Ana Ferreira
Carina Santos
Joana Henrriques
Nilsa Gonçalves

Introdução
A aprendizagem e a memória são processos básicos nas nossas cognições.
Pela aprendizagem fazemos a aquisição de novos conhecimentos e de novas maneiras de agir, como por exemplo, andar de bicicleta.
A aprendizagem é uma modificação estável na conduta ou no conhecimento, provocada pelo treino, pelo estudo ou pelo exercício.
A memória habilita-nos a viajar no tempo e no espaço. Não conhecemos apenas o mundo que está à nossa frente e que percecionamos presente, mas conhecemos também acontecimentos ocorridos em outros locais e no passado, passíveis de ser, em qualquer momento, recuperados e utilizados.
A memória é o processo de fixação, retenção e recordação do que se aprendeu.
Trata-se de um modelo que inclui processos ligados ao aprender a fazer e que tem no condicionamento uma representação significativa.
No contexto deste modelo, referir-nos-emos a duas modalidades designadas
condicionamento clássico
e
condicionamento operante
, que acentam na conceção behavorista de que a aprendizagem resulta da associação entre estimudos e respostas.
Modelo cognitivo
O fundamental é aprender a pensar e adquirir conhecimentos que fiquem armazenados na memória para utilizações ulteriores.
É uma aprendizagem latente, pois fica adormecida, sem se manifestar, à espera que o individuo a solicite para as aplicações que julgue adequadas.
Incluem-se neste modelo diversas formas de aprendizagem, falaremos do insight e da aprendizagem social.
Ivan Pavlov (1849-1936)
Experiência do cão (1. Pavlov apresentava a carne ao cão e este salivava/ 2. Depois apresentava a carne acompanhada pelo som de uma campainha e cao salivava. Repetiu a associação carne + som/ 3. Ao ouvir apenas o som da campainha o cão passou a salivar)
Condicionamento Clássico
Condicionamento clássico
Processo de aprendizagem que se baseia na associação de um estimulo condiconado e um estimulo natural, de modo a que o indivíduo reaja ao estímulo condicionado do mesmo modo que reage ao estimulo natural.
E1
Estímulo que provoca uma reacção
Reflexo simples
R1
Glandulas salivares entraram em actividade
E1
Processa-se a associação de estímulos
R2
E2
E2
O novo estímulo provoca uma resposta adequada ao primeiro estímulo
Reflexo Condicionado
R1
Pedaço de Carne
Pedaço de carne
Som da campainha
Som da campainha
Glândulas salivares entraram em actividade
Glândulas salivares continuam em actividade
Aquisição
Processo de associação do estímulo condicionado e do estímulo incondicionado, de modo a ser aprendida a resposta condicionada.
Processos implicados no condicionamento clássico
Extinção
Recuperação espontânea
Recondicionamento

Reextinção
Generalização do estímulo
Discriminação
Eliminação da resposta aprendida, pela apresentação repetida do estímulo condicionado sem a presença do estímulo incondicionado.
Aparecimento temporário de uma resposta extinta, após um período de repouso.
Se o exprimentador apresentar de novo o reforço (EI), associado ao estímulo condicionado (EC), a quantidade de saliva vai aumentar, até atingir o nível da primeira parte das experiências.
Se o estímulo condicionado continuar a ser apresentado sozinho, a quantidade de saliva decresce novamente.
Processo que consiste em estender a resposta aprendida a novos estímulos que se assemelham ao estímulo usado no treino.
Processo que consiste em estabelecer diferenças entre estímulos semelhantes, respondedo-lhes de modo diversificado.
Condicionamento Operante
Rufus Skinner
Experiência da “caixa de Skinner” (1. Colocou um rato esfomeado na caixa operante ou skinner/ 2. O animal explora o ambiente cheirando, deambulando no interior da gaiola/ 3. Por a caso o rato aciona a alavanca recebendo uma porção de alimento/ 4. A partir de várias tentativas bem-sucedidas, o rato passa a premir a alavanca para receber alimento)

Condicionamento Operante
Processo de Aprendizagem dinamizado pela obtenção do reforço que é baseado na sua asociação à resposta operante
E1
Alavanca
R1
Pressão na alavanca
E2
Comida
R2
Comer
Esta experiência mostra que o rato aprendeu a obter alimento: graças ao reforço (consequencia positiva), o animal aprendeu a carregar na alavanca. Esclarecemos os conceitos de reforço, reforço positivo e reforço negativo:
Reforço
Estímulo agradável que, surgindo em consequência de um comportamento, aumenta a sua ocorrência. Podendo ser positivo ou negativo.
II.
Reforço negativo
: o sujeito evita uma situação dolorosa, se se comportar de determinado modo. É a eliminação do estímulo que permite avitar a situação dolorosa (tu tens uma dor de cabeça, vais tomar um comprimido para evitar que esta se torne pior, então como fez efeito tu irás passar a tomar comprimidos sempre que te doer a cabeça pois o comprimido atuou como reforço negativo)
I.
Reforço positivo
: estímulo que tem consequências positivas, agradáveis, e que se segue a um dado comportamento (tu dizes uma asneira, eu riu-me dela então tu continuarás a dizer asneiras pois recebes-te um reforço positivo da minha parte)

Quer o reforço positivo quer o negativo têm as mesmas consequências: fortalecer, aumentar a ocorrência de um comportamento. Os dois tipos de reforço aumentam a probabilidade que a resposta ocorra. É importante distinguir reforço negativo e castigo:
Castigo
Procedimento que diminui a probabilidade de ocorrer uma resposta através do recurso a um estímulo aversivo. O castigo ou punição é infligido quando não há uma resposta ou quando a resposta não é desejável.
Enquanto o reforço negativo visa aumentar a ocorrência do comportamento, o castigo visa diminuir ou evitar que um comportamento não desejavel se repita.
Recompensa
Procedimento ou estímulo usado para aumentar a probabilidade de resposta. Correspondente ao reforço positivo do condicionamento operante.
Diferenças entre reforço e castigo
Condicionamento clássico
Condicionamento operante
Estímulo
Estimulo especifico e identificável
Apresentado num curto periodo de tempo
Conjunto de estimulos não identificáveis
Apresentado num longo periodo de tempo
Resposta
Resposta especifica à situação crda
Resposta não especifica, dada ocasionalmente
«Voluntáriamente» iniciada pelo sujeito
Involuntária e executada mecanicamente pelo sujeito
Relação entre resposta e esforço
O reforço precede a resposta
Reforço independentemente da resposta
O reforço segue a resposta
Reforço dependente da resposta
Atitude do sujeito
Passiva: a resposta não se deve à iniciativa do sujeito
Activa: o sujeito decide os comportamentos a efectuar
Insight
É a nossa memória que retém conhecimentos, informações, ideias, acontecimentos, encontros, o que nos torna unicos e constitui o nosso património e identidade pessoal. Essencial á nossa sobrevivência, é a memória que nos permite, sempre que precisamos, atualizar a informação necessária para dar resposta ao desafios do meio. Aprendemos então a lidar com o meio e é a memória que atualiza, sempre que precisamos, os comportamentos aprendidos adaptados á situação.
Nas ultimas décadas a memória tem sido alvo de investigações aprofundadas pela psicologia cognitiva e pelas neurociências, o que permitiu conhecer não só a complexidade dos processos inerentes á memória, como mostrar que está na base de todos os processos cógnitivos. Aliás sem memória não há cognição.
Memória
Processo de recordar conteúdos que foram adquiridos e armazenados para serem posteriormente ultilizados.
O que o cérebro determina como importante, ou não, ocorre no processo percetivo propriamente dito e no processamento da informação:
Codificar
a informação sonsorial;
Armazenar
a informação;
Recuperar
e utilizar a informação no processo de interpretação e ação sobre o meio.

Codificar
Armazenar
Recuperar
É a 1ª operação da memória que prepara as informações sensoriais para serem armazenadas no cérebro. Consiste na tradução de dados num código que pode ser acústico, visual ou semântico.
Cada um dos elementos que constituem a memória está registado em várias áreas cerebrais, registado em diferentes códigos, contribuindo cada um deles para formar uma recordação.
nesta etapa, recupera-se a informação, lembramo-nos, recordamo-nos, evocamos uma informação.
Memória a curto prazo

Memória a curto prazo
memória que retém a informação durante um periodo limitado de tempo, podendo ser esquecida ou passar para a memória a longo prazo. Na memória a curto prazo, distinguem-se duas componentes, a memória imediata e a memória de trabalho.


Na memória imediata o material fica retido durante uma fração de tempo – cerca de 30 segundos. Na memória de trabalho o tempo pode-se alongar se repetirmos mentalmente a informação.

Neste tipo de memória intregam-se outros registos em que a informação se pode manter durantes horas (por exemplo, teres que trazer um teste assinado no dia seguinte). Qualquer informação que tenha estado na memória a curto prazo e que se tenha perdido estará perdida para sempre, só se mantendo se transitar para a memória a longo prazo.
Memória a longo prazo
A memória a longo prazo é um tipo de memória que é alimentada pelos materiais da memória a longo prazo que são codificados em simbolos. A memória a longo prazo retém os materiais durante horas, meses ou toda a vida.

Na memória a longo prazo há diferentes modalidades de armazenamento da informação para diferentes registos: visual, auditivo, táctil e ainda da linguagem do movimento, e visto que as memórias com origens diferentes são armazenadas em áreas diferentes do cérebro, a perda de uma área não tem repercursões nas outras.

Distinguem-se, geralmente, dois tipos de memória a longo prazo que dependem de estruturas cerebrais diferentes: a
memória não declarativa
e a
memória declarativa
.
Memória não declarativa
Memória não declarativa
Memória automática, que mantém as informações subjacentes á questão “Como?” (como andar de bicicleta? Como lavas os dentes? Como apertar as sapatilhas? Como conduzir um carro?)

Quando desenvolvemos estes comportamentos, não temos consciencia de que são capacidades que dependem da memória. O exercicio, o hábito, a repetição do conjunto das práticas tornam essa atividade automática. Muitos dos nossos comportamentos são essenciais á vida do dia a dia, dispensando a nossa atenção. Para executarmos estas atividades não é requerida a localização no tempo, nem reconhecimento, a não ser que nos perguntem por exemplo para explicarmos por palavras como se atam as sapatilhas. A maior parte destes comportamentos envolvem a atividade motora. A memória não declarativa é também designada por memória implicita ou se registo.

Memória declarativa
Implica a consciencia do passado, do tempo, reportando-se a acontecimentos, factos, pessoas. (Também designada de memória explicita ou com registo). Distinguem-se, neste tipo de memória, dois subsistemas:
Memória episódica
Que envolve as recordações. Daí aparecer associada ao termo “autobiografia”, porque se reporta a lembranças da tua vida pessoal. É então uma memória pessoal que manifesta uma relação intima entre quem recorda o que se recorda.
Memória semantica
Refere-se ao conhecimento geral sobre o mundo. Neste tipo de memória não há localização no tempo, não estando ligada a nenhum conhecimento ou ação especificos, nem referenciado e nenhum facto especifico do passado.
Esquecer para recordar
Esquecimento
Incapacidade de recordar, de recuperar dados, informações, experiencias que foram memorizadas. Esta incapacidade pode ser provisória ou definitiva.
Geralmente, associa-se ao termo esquecimento um valor negativo, sendo, muitas vezes, considerado uma falha, uma patalogia da mamória. Contudo, o esquecimento é essencial, é uma própria condição da memória: é porque esquecemos que continuamos a reter informações adquiridas e experiencias vividas. Seria impossivel conservar todos os materias que armazenamos, tendo o esquecimento a função de selecionar para podermos adquirir novos conteudos. O esquecimento tem, assim, uma função seletiva e adaptativa: afasta a informação que não é util e necessária.

Aliás, convêm recordar o que já dissemos: a memória não reproduz os dados tal como foram armazenados. A memória, como processo ativo que é, tem um caráter seletivo na medida em que toda a informação é guardada, e um caráter adaptativo – a informação é transformada.

Geralmente, quando falamos de esqueciemento, referimo-nos á memória a longo prazo. Na meória a curto prazo, os materiais retidos por breve periodo de tempo, como já vimos, ou se apagam para reter novos dados ou para passar para a mamória a longo prazo.
Esquecimento regressivo
O esquecimento regressivo ocorre quando surgem dificuldades em reter novos materiais e em recordar conhecimentos, factos e nomes aprendidos recentemente. Este tipo de esquecimento é especialmente sentido por pessoas de certa idade e pode ser devido á degenerescência dos tecidos cerebrais.


Esquecimento motivado
Freud apresentou uma conceção de esquecimento que decorre da sua teoria sobre o psiquismo humano: nós esqueceriamos o que, inconscientemente, nos convém esquecer. Assim os conteudos traumatizantes, penosos, as redordações angustiantes seriam esquecidos para evitar a angústia e a ansiedade, assegurando assim o equilibrio psicológico. Este processo designa-se por recalcamento. Segundo Freud seria atraves do recalcamento que os conteúdos do inconsciente seriam impedidos de aceder ao ego, á consciencia. Este processo é um mecanismo de defesa atraves do qual pensamentos, desejos, sentimentos e recordações dolorosas são afastadas da consciencia como o objetivo de reduzir a tesão provocada por conflitos internos. Os conteudos recalcados, “esquecidos”, não poderiam ser recuperados atraves de um ato de vontade. Segundo Freud, só atraves do metodo psicanalitico se poderia aceder ás recordações recalcadas, parte delas com origem na infância (amnésia infantil).
Interferencia das aprendizagens
As investigações mais recentes tendem a explicar o esquecimento fundamentalmente através do processo de interferencia: as novas memórias interferem com a recuperação das memórias mais antigas. Atualmente pensa-se que, mais do que desaparecer, o que acontece ao material que não conseguimos recordar é ter sofrido modificações, geralmente por efeito de transferencias de aprendizagens e experiencias posteriores. Muitas vezes, pensa-se que se esqueceu determinado conteudo quando, o que se passa, é que sofreu tantas transformações que não o reconhecemos.
Aprendizagem por insight
Processo que ocorre quando se dá a compreensão rápida e inesperada dos dados de um problema e da forma de os organizar para o resolver.
Esta forma de aprendizagem caracteriza-se por uma organização repentina de elementos quando se trata de resolver problemas. Trata-se de uma forma rápida, mas incontrolada, de aprender.
Essa a aprendizagem apresenta vantagens sobre os outros tipos de aprendizagem, pois estabeleceu-se experimentalmente que, a rapidez na aprendizagem é inversamente proporcional ao grau de esquecimento – quem aprende depressa, esquece devagar. Nesse diapasão, sendo o “insight” uma aprendizagem repentina, proporciona uma melhor retenção de informações.
Aprendizagem Social
Estudado pelo psicologo Albert Bandura;
Segundo Bandura, a aprendizagem social ocorre pela observação e pela imitação das condutas daqueles com quem convivemos;
Observação e imitação
Processo de aprendizagem que as pessoas fazem através da observação de comportamentos sociais, os quais são mentalmente imitados e exteriormente expressos
Modelagem
Têm sido identificadas algumas características cuja presença faz com que as pessoas se constituam como modelos, que tendem a ser imitadas pelos outros.
Bandura chama modelagem a esta aprendizagem que tem na base a imitação das pessoas que funcionam como modelos
Modelagem
Processo de aprendizagem social feito por obsvação e imitação de pessoas significativas
Aprendizagem vicariante
A ideia chave das concepções de Bandura é a de que as pessoas podem aprender tão bem direta como indiretamente.
Aprendizagem direta
Aprendizagem Vicariante
Aquisições em que as consequências dos atos recae sobre o sujeito que os pratica
Aquisições em que os modos de proceder são sugeridos pea observação das consequências que recaem nos outros.
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