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Imagens, Imaginação e Imaginário

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Gilmara Vicente de Oliveira

on 16 March 2014

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Transcript of Imagens, Imaginação e Imaginário

O simbólico não se demonstra. Não podemos, por exemplo, demonstrar que Deus esteja lá dentro. Esta imagem mediatiza o sentido, mas não é o sentido.
Imagens, Imaginação e Imaginário
Jean-jacques wunenburger

O imaginário não é algo superficial, banal. Contém reservas de significações, ideias, valores. E a imaginação é uma projeção da significação de um objeto. E somos nós que atribuímos a significação.
Podemos falar de uma obesidade do imaginário cultural em relação a uma anorexia da imaginação interior. Imagens são realidades que se configuram no espaço e no tempo, mental e exterior. O espaço real no qual o corpo encontra objetos, encontra fadiga, encontra o sofrimento. Tem-se uma transmutação espaço-temporal entre a vida e as imagens.
A vida de espírito, a vida dos homens condicionam as formas de expressão. As imagens no exterior da vida, do espírito condicionam as paisagens culturais do imaginário que alimentará os mitos, e ritos das religiões e que tornará possível a diversidade das artes, da dança, do cinema.
Vivemos hoje uma situação estranha. Desenvolvem-se de maneira exponencial e impressionista, o mundo exterior das imagens, as quais nós as tranportamos nos nossos tipos de aparelhos: uma espécie de cérebro cultural que preenche imagens.
A imagem é uma realidade concreta que se experimenta com a imaginação e a imaginação não é o intelecto.
O espaço-tempo das imagens é capaz de imitar a vida em seu tempo e espaço. O espaço-tempo das imagens é capaz ainda de oferecer uma abordagem mais intensa e densa. Por isso, prefere-se um romance, um filme em detrimento da própria vida.
As imagens dão o que pensar. O pensamento concretiza-se e se encarna nas imagens. É o que se chama de simbólico.
O simbólico é um processo de substituição do abstrato ao concreto. É um distanciamento em relação à experiência, substituindo os dados da experiência por equivalentes abstratos.
Tudo que o espírito humano produz é simbólico. Se tomarmos o signo na dimensão simbólica, seremos conduzidos a conotações, e serão ligados valores estéticos, e sobretudo éticos e religiosos.
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