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Palestra Cultura Digital e Diversidade Cultural

Palestra Ministrada pela Profa. Dra. Brasilina Passarelli na Secretaria de Cultura de São Bernardo do Campo - SP.
by

Samantha Kutscka

on 12 October 2015

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Transcript of Palestra Cultura Digital e Diversidade Cultural

Cultura Digital e Diversidade Cultural
Professor Titular CBD/ECA/USP

Coordenadora Cientifica do NAP Escola do Futuro/USP
Conteúdo
Inclusão Digital e Diversidade Cultural na Educação Não Formal

Inclusão Digital e Diversidade Cultural na Educação Formal: Projeto de Formação de Professores
Cultura Digital na Ficção Científica
Cultura Digital na Ciência Contemporânea
Livre Pensar é só Pensar – marcos teóricos
Cultura Digital na Ficção Científica
Cultura Digital na Ciência
Contemporânea
O poder (impermanente) em rede se constrói na e pela relação de conversação (permanente) entre os seus atores.
3. Livre Pensar é só Pensar – marcos teóricos
“... a mudança é a nossa única permanência...” (BAUMAN, 2011)
BAUMAN, Zygmunt. Entrevista concedida a GREENHALGH, Laura. In: A face humana da sociologia.

O Estado de São Paulo, Caderno Sabático, 30 de abril de 2011. p. S4.
Horizontalização das relações de poder - acesso de todos a tudo o tempo todo
Superação dos conceitos do consumidor passivo da informação / Prosumer (producer + consumer) - foco na reciprocidade da ação comunicacional
Emergência da produção coletiva do conhecimento - (copyleft estimulada por ferramentas de conteúdo aberto e edição cooperativa instantânea)
Narrativa hipertextual, não linear; interface multimídia
Surgimento/ desenvolvimento de novas literacias informacionais
WEB 2.0
Lógicas e Narrativas
Identidade/ Modernidade “líquida”/ consumo (BAUMAN, 2001, 2005, 2008 )
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001.

____. Identidade: entrevista a Benedetto Vecchi. Rio de Janeiro: J. Zahar Ed., 2005.

____. Vida de consumo. Buenos Aires, Argentina: Fondo de Cultura Econômica, 2008
Identidade na cibercultura (RHEINGOLD, 1993; TURKLE, 1995
RHEINGOLD, Howard. The virtual community: homesteading on the electronic frontier. Massachussets: Addison-Wesley Pub., 1993

TURKLE, Sherry. Life on the screen: identity in the age of Internet. New York: Simon and Schuster, 1005
A sociedade em rede (CASTELLS, 1999)
CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede: A era da informação: economia, sociedade e cultura .V.1; São Paulo: Paz e Terra, 1999
Marcos
Atores em rede (LATOUR, 2008)
LATOUR, Bruno. Reassembling the social: an introduction to actor-network-theory. New York: Oxford
Literacia digital (GILSTER. 1997)
GISLTER, Paul. Digital Literacy.San Francisco, CA: John Willey & Sons, 1997.
Literacia digital e acesso às TIC’s (WARSCHAUER, 2003)
WARSCHAUER, Mark. Tecnology and social inclusion: rethinking the digital divide. Massachusets: MIT Press, 2003.
Teóricos
A globalização trouxe a “modernidade líquida”, caracterizada pela não territorialidade das transações
político-econômicas, pelas trocas culturais e de saberes locais, pela fluidez das informações, sem barreiras, unindo diferentes povos, de diferentes regiões e etnias, pelo trânsito do conhecimento.

“Os poderes que liquefazem passaram do ‘sistema’ para a ‘sociedade’, da ‘política’ para as ‘políticas de vida’, ou desceram do nível ‘macro’ para o nível ‘micro’ do convívio social’ (2001, p.15)."
BAUMAN
(2001, 2005, 2008 )
Expandiu o conceito das relações humanas em espaços físicos não geográficos, como o ciberespaço.
Cunhou o termo “comunidades virtuais”, definindo-as como “agregações que surgem na Internet quando pessoas promovem debates públicos para formar teias de relacionamento” e sinalizou o poder de mobilização dos coletivos digitais conectados.
RHEINGOLD (1993)
(TURKLE, 1995)
Trabalha o conceito de identidade virtual, baseada em métodos antropológicos.
Nas redes, as identidades tornam-se múltiplas, fluidas.
“ ... o cerne da transformação que estamos vivendo na revolução atual refere-se às tecnologias da informação, processamento e comunicação.” (2003, p.50)."

Com essas ferramentas, as redes passaram a ser geradoras de seu próprio conteúdo, constituindo-se em redes auto-organizadoras e autosselecionadoras em uma comunicação de muitos para muitos (mass-self-comunication).
CASTELLS (2003)
Formulou, em 2004, a “teoria do ator em rede”, que propõe pensar a realidade comunicativa da rede, levando em conta as formas de hibridação e mediação
Partindo de estudos etnográficos, rompe com a divisão sujeito-objeto para pensar a crise da ação do sujeito sobre a natureza”
LATOUR
(2008)
Literacia digital como a “habilidade de entender e utilizar a informação de múltiplos formatos e provenientes de diversas fontes quando apresentada por meio de computadores" (1997, p. 1)

“ extensão lógica da própria literacia da mesma forma que o hipertexto é uma extensão da experiência da leitura tradicional” (1997, p.230).
GILSTER
As competências e saberes associados ao uso efetivo das TICs para localizar, avaliar e usar a informação são:

Desenvolver boas questões de pesquisa;
Determinar os espaços mais prováveis para se localizar informações sobre o tema pesquisado;
Selecionar as ferramentas de busca mais adequadas aos propósitos desejados;
Formular perguntas apropriadas ao longo da pesquisa
De maneira rápida, avaliar os resultados das buscas realizadas, incluindo a credibilidade, a autoria e a circulação das fontes utilizadas.
Salvar e arquivar as informações localizadas;
Citar ou fazer referência às fontes da informação localizada.
WARSCHAUER
(2003)

Inclusão Digital e Diversidade Cultural na Educação Não Formal - Programa AcessaSP
http://www.acessasp.sp.gov.br/
Inclusão Digital e Diversidade Cultural na Educação Formal: Projeto de Formação de Professores EntreMeios de SBC
http://entremeios.futuro.usp.br/portal/
OBRIGADA!
Novos papéis para professores...
Novos papéis para alunos!
Diagrama de Venn do modelo de
Literacias Digitais de Eshet-Alkalai
Brasilina Passarelli
lina@futuro.usp.br
Vamos começar o debate?
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