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Pneumonia

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by

Monique Lima

on 11 October 2013

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Transcript of Pneumonia




ESTUDO DE CASO
Menino, de 6 anos de idade, deu entrada na emergência do HCTCO, sendo internado na enfermaria de Pediatria, com diagnóstico de Pneumonia. História da doença atual (HDA) de febre alta (40ºC), tosse produtiva e eficaz, secreção espessa, em moderada quantidade e purulenta, sensação de dor referida na parte superior do tórax, regiões lombar e abdominal superior, evolui com diagnóstico de Derrame Pleural. Radiografia de tórax disponibilizada abaixo. Foi colocado dreno de tórax. Encontra-se, no momento, taquipneico, dispneico, com respiração rápida e superficial, padrão respiratório apical, normocárdico, normotenso, afebril, acianótico, em ar ambiente, com dreno de tórax em HT direito drenando secreção purulenta em grande quantidade. AP: MV abolido em 2/3 inferiores do hemitórax (HT) direito (D) e audível em ápice de HTD com estertores grossos e MVUA com estertores grossos e roncos esparsos em todo o HTE. Frêmito brônquico evidenciado em todo o hemitórax esquerdo. Ombros elevados e postura escoliótica antálgica (concavidade à direita). Expansibilidade torácica assimétrica, reduzida em HTD.

A pneumonia pode ser classificada de acordo com a forma na qual é adquirida, podendo ser:
Pneumonia Hospitalar
Pneumonia Comunitária
Pneumonia por Aspiração
Pneumonia
É uma infecção proveniente de uma inflamação do trato respiratório anterior que ocorre devido a alterações nos alvéolos pulmonares ou pela infiltraçao do tecido intersticial por células inflamatórias.Podendo causar um desequilibrio na relação ventilação/perfusão
Fatores de Risco
Socioeconômicos
Demográficos
Ambientais
Nutricionais
Vacinação
Pneumonia
Discentes: Monique Lima e Gabriel Martins
Docente: Cristiane Baez
Disciplina: Disturbios Cardiopulmonares I
Etiologias
Existem diversos agente etiológicos.
Os sintomas se dão de acordo com os diferentes agentes etiológicos dessa doença como: Vírus, bactérias, fungos e alguns parasitas.
Os agentes encontrados são diferentes de acordo com cada faixa etária.
Manisfestações Clínicas
Tosse produtiva,
Aumento da temperatura corporal
Taquipnéia,
Letargia,
Irritabilidade,
Anorexia.
Desconforto respiratório associado (tiragens, batimento de asa de nariz, utilização da musculatura acessória, cianose, gemência),
Palidez,
Vômitos e diarréias (aparecem mais em lactentes), convulsões,
Dificuldade de ingerir líquidos
Hipotermia
Desidratação
Sinais de comprometimento pleural (dor torácica).
Diagnóstico
Além da classificação de acordo com a forma que foi adquirida, a pneumonia pode ser classificada anatomicamente pela localizaçao da lesão.
Radiografia é um dos principais instrumentos para diagnótico. Através desse exame é possivel identificar se a pneumonia é:
Lobar ou alveolar,
Intersticial
Broncopneumonia

Complicações
Derrame Pleural
Abcesso Pulmonar
Pneumatocele
Síndrome do desconforto respiratório agudo

Além dos exames radiográficos, os exames laboratorais podem complementar o diágnóstico do paciente, eles são:
Leucograma
Exame Bacteriológico
Hemocultura
Detecção de antígeno
Marcadores de Resposta inflamatória
Método de detecção e amplificação do DNA
Entretanto, as principais formas de se diagnósticar um paciente com pneumonia, é por meio das manisfestações clínicas e das características epidemiológicas, principalmente a idade, juntamente com o exame físico.
Tratamento
O tratamento pode ser ambulatorial ou hospitalar:


Ambulatorial:
- Cuidados nutricionais
- Orientar posicionamento em 30°
- Orientar o uso do soro fisiológico
- Orientar a familia em relação a percussão e drenagem postural.
Hospitalar:
- Suporte nutricional adequado
- Manter uma hidratação adequada
- Manter decubito elevado em 30º
- Corrigir possiveis distúbios de oxigenação com a utilização de suportes ventilatórios.
- Em crianças maiores de 5 anos, é recomendável o uso de Amoxacilina (se o agente etiológico for o Pneumococo, utitlizar a Amoxacilina em crianças acima de 3 meses).
Com relação aos suportes ventilatórios usados no tratamento hospitalar, são recomendados:

- Oxigenoterapia = Utilizada em casos leves e moderados de hipoxemia, advinda da alteração da relação ventilação/perfusão.

- Ventilação mecânica não invasiva = Esse recurso é utilizado com o intuito de estabilizar e aumentar o diâmetro das vias aéreas superiores, prevenindo sua obstrução e diminuindo sua resistência.

- Ventilação mecânica invasiva = Recomendada quando o paciente evolui para uma insuficiencia respiratória aguda, com o objetivo de corrigir as deficiencias das trocas gasosas, diminuir o trabalho respiratório e consequentemente, previnir a fadiga.
Antes de explicar a fisiopatologia da pneumonia, deve-se entender como funcionam os mecanismos de defesa responsáveis pela proteção das vias respiratórias. Eles são:

Condicionamento de gás inspirado
Transporte mucociliar
Limpeza Alveolar
Tratamento fisioterapêutico
Tapotagem
Vibrocompressão
AFE
TEMP
Drenagem Postural
(SARMENTO,2011)
(RODRIGUES,2004)
(FILHO,2011)
(YOUTUBE)
(NASCIMENTO, et al, 2004)
(SARMENTO,2011)
(SARMENTO,2011)
(PRESTO,2009)
(SARMENTO,2011)
(SARMENTO,2011)
Até os 2 Meses:

Streptococcus do tipo B
Gram-Negativos
VSR
CMV
Herpes Simples
De 2 a 6 Meses:

Chlamydia trachomatis
VSR
Streptococcus pneumoniae
Staphylococcus aureus
6 Meses a 5 Anos:

Straptococcus pneumoniae
Haemophilus influenzae
Staphylococcus aureus
VSR
Maiores de 5 anos:

Streptococcus pneumoniae
Mycoplasma sp
Chlamydia sp
Objetivo: Promover o deslocamento de secreções e facilitar a eliminação do muco
Tapotagem
Vibrocompressão
Objetivo: Promover o deslocamento de secreção das vias aéreas periféricas para as vias aéreas centrais.
Terapia Expiratória Manual Passiva - TEMP
Objetivo: Aumentar o fluxo expiratório favorecendo assim o deslocamento e a remoção das secreções traqueobrônquicas.
Aumento do Fluxo Expiratório - AFE
Objetivo: Por meio de uma pressão toracoabdominal realizada pelo fisioterapeuta, promover o aumento do fluxo expiratório
Pode ser: Ativa-assistida ou Passiva
Objetivo: Pela ação da gravidade é possivel promover movimetação das secreçoes no trato respiratório, direcionando-as para as vias aéreas centrais, onde podem ser removidas através da tosse ou aspiração.
Drenagem Postural
Por ter evoluido com um quadro de Derrame Pleural, o plano de tratamento fisioterapêutico, deve se adequar as especificidades dessa complicação.

Na presença de um dreno o tratamento fisioterapêutico pode ser dividido em etapas: a que ocorre durante a permanência do dreno e a que ocorre após sua retirada.
Plano de tratamento visando aumentar a reexpansão pulmonar e o fortalecimento muscular
Instruir o paciente a realizar um padrão de respiração diafragmática - 5 min
Ajuda Inspiratória - 5 min
Transferência Ventilatória - 5 min
Estimulação Diafragmática Manual - 5 min
Espirometria de Incentivo - 5 min
Treinamento muscular respiratório com o uso do Threshold - 5 min
Fisioterapia Motora

Mantém ou restaura a amplitude articular
Promove o alívio da dor
Diminui e previne edemas
Melhora o condicionamento cardiovascular
Exercícios ativos, ativos-assistidos e passivos, são de grande importância na manutenção da saúde física e mental do ser humano.
A mobilização dos membros superiores, juntamente com a fisioterapia respiratória otimizam o aumento do diâmetro da caixa torácica.
Exercícios dos membros inferiores, irão promover o aumento do retorno venoso. Conclui-se que a retirada do leito precocemente, acarreta em melhoras nas condiçoes ventilatórias, circulatórias, motoras e psicológicas.
Plano de tratamento de fisioterapia motora
Mobilizações
Posicionamento
Método Kabat
Exercícios ativos, ativos-assistidos e passivos.
Herpes Simples
Staphylococcus aureus
Haemophilus influenzae
Chlamydia sp
Referencias bibliográficas
ABBAS, A.; FAUSTO, N.; KUMAR, V. Robbins & Cotran - Patologia - Bases Patológicas das Doenças. 8ª Ed. Elsevier, 2010
JORNAL BRASILEIRO DE PNEUMOLOGIA. Diretrizes brasileiras em pneumonia adquirida na comunidade em pediatria ,2007
LUIZ,A.;SILVA,C.;MACHADO,M. Fisioterapia Respiratória e Terapia Intensiva. Fisioterapia da Universidade do Sul de Santa Catarina – UNISUL campus Tubarão-SC, 2008.
NASCIMENTO, L.; MARCITELLI, R.; AGOSTINHO, F.; GIMENES, C. Análise hierarquizada dos fatores de risco para pneumonia em crianças. Jornal Brasileiro de Pneumologia 30(5) - Set/Out de 2004
SARMENTO, G. Fisioterapia Respiratória em Pediatria e Neonatologia - 2ª Ed. Manole,2011
SOUZA, AG; ROSA, JCD; JSA, AMÂNCIO; LIVEIRA, LHS3; RIOS, DFCR. Atuação da fisioterapia em crianças com derrame pleural: revisão de literatura. IX Encontro Latino Americano de Pós-Graduação – Universidade do Vale do Paraíba
CUNHA, Cleize Silveira; SOARES, Bruno; NASCIMENTO, Ramon Rocha. Técnicas Reexpansivas No Derrame Pleural - Uma Revisão De Literatura, Cadernos UniFOA. Volta Redonda, ano IV, n. 9, abril. 2009.
PRESTO,B. Fisioterapia Respiratória. 4ªEd. Elsevier. Rio de Janeiro – RJ, 2009
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