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Treinamento Operacional - Sistemas elétricos Wartsila.

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Gustavo Lemos

on 27 May 2017

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Transcript of Treinamento Operacional - Sistemas elétricos Wartsila.

TREINAMENTO OPERACIONAL WARTSILA

- SISTEMAS ELÉTRICOS
APRESENTAÇÃO
Esta apresentação tem como objetivo orientar quanto aos procedimentos básicos dos Sistemas Elétricos Wartsila.

Foram definidos conteúdos de maior relevância a fim de que diagnósticos preliminares, intervenções e rotinas operacionais possam ser realizados de forma segura e assertiva.


A seguir, conheceremos um pouco mais sobre os Sistemas Wartsila.
BAE
BJA

BAN
Resistor de aterramento do neutro do Gerador
BEY
BMP
Painel de médição de faturamento

BAM
Painel de medição - Sistema de média tensão
SISTEMA AUXILIAR
Contém:
Seletores de controle manual;
Medidores para monitoramento de variáveis elétricas;
Relés de proteção;
Sistema de PLC do genset.

S1: CONTROLE DO CONJUNTO GERADOR
Auto
MANUAL

Partida

Caso as condições de partida sejam atendidas, o motor pode ser ligado por meio do botão M1-S7 ou pelo comando de partida a partir do WOIS;
A ordem de partida é fornecida ao controlador de velocidade/carga;
Quando o motor tiver partido, o sistema PLC enviará uma ordem de início de sincronização;
O relé de sincronização então se responsabilizará pelo comando de sincronização dependendo da posição do seletor M2-S1 Modo de sincronização (auto – manual);
Quando o disjuntor do gerador está fechado e os geradores estão em paralelo com a rede, a potência ativa do genset é aumentada lentamente até o ponto de ajuste setado.
Parada

A ordem de parada é fornecida pelo botão M1-S8 ou por um comando de parada a partir do WOIS ( Painel de controle);

A ordem de parada é enviada para o controlador de velocidade/carga que primeiro faz a redução de carga (Deload) do gerador e depois envia uma ordem de abertura para o disjuntor;

O motor funciona sem carga por um tempo predefinido (normalmente 30 segundos) e depois para.
Partida

Caso as condições de partida sejam atendidas, o motor poderá ser ligado pressionando o botão M1-S7;

A ordem de partida é fornecida ao controlador de velocidade/carga;

Quando o motor estiver em funcionamento, é fornecida uma ordem de partida de sincronização girando o seletor de controle M1-S6;

Quando o disjuntor do gerador está fechado, a potência ativa do gerador é regulada manualmente por meio do seletor de controle M1:S4;

A potência reativa do gerador é ajustada manualmente girando seletor de controle M1-S5.
Parada

A carga do gerador é reduzida manualmente girando os seletores de controle M1-S4 e M1-S5;

O disjuntor do gerador é aberto pressionando-se o botão M1-S10;

O motor deverá funcionar sem carga durante 30 segundos e então deverá ser desligado por meio do botão M1-S8.
M1- INTERFACE DE CONTROLE MANUAL
S2: CONTROLE DO MOTOR
S4: COMBUSTÍVEL DO MOTOR
A alimentação de combustível do motor aumenta ou diminui por meio deste seletor.

Ao funcionar individualmente ou com o disjuntor aberto, o seletor afeta somente a frequência;
S5: EXCITAÇÃO DO GERADOR

Girar este seletor aumenta ou diminui a excitação do gerador:
Ao funcionar individualmente ou com o disjuntor aberto, o seletor de controle afeta somente a tensão;
Ao funcionar em paralelo com a rede, o seletor afeta a potência reativa do gerador.
S6: SINCRONIZAÇÃO DO GERADOR

A sincronização do disjuntor do gerador inicia-se girando este seletor.
S7: INDICAÇÃO/COMANDO - PARTIDA DO MOTOR

Trata-se de uma botoeira com indicação luminosa de status:
Após pressionar o botão de partida do motor o mesmo será ligado;
A lâmpada do botão se acenderá quando a rotação do motor for superior a 300 rpm (modo de funcionamento);
O motor ligará e iniciará automaticamente a sincronização e, caso bem sucedida, o disjuntor do gerador será fechado e a carga do gerador aumentará até o valor ajustado;
A sequência de parada do motor pode ser cancelada pressionando o botão M1-S7.
S8:PARADA DO MOTOR

O motor desligará imediatamente quando o botão de parada do motor for pressionado, caso o disjuntor do gerador esteja aberto. A luz do botão estará acesa quando o motor estiver no modo de parada. Quando o gerador estiver funcionando com carga, a maneira correta de parar o genset é a seguinte:

S1 na posição Auto:

O comando de parada do gerador é fornecido ao controlador de velocidade/ carga pressionando o botão M1-S8 que se responsabilizará pela sequência de parada (Descarregar o motor e abrir o disjuntor do gerador) , em seguida manter o motor operando por 30segundos sem carga e depois, o PLC desliga automaticamente o motor.

S1 na posição Manual:

A carga do gerador é regulada para fechar quando é atingido o valor sem carga;
É enviado um comando de abertura do disjuntor para o disjuntor do gerador ;
O motor operará por 30 segundos sem carga e depois, o PLC desligará automaticamente o motor.
S9: DISJUNTOR DO GERADOR FECHADO

O controle de fechamento do disjuntor para um barramento inativo é feito por meio deste botão:

O disjuntor está fechado quando a luz do botão está acesa.
S10: DISJUNTOR DO GERADOR ABERTO

Quando o botão for pressionado, o disjuntor sempre abrirá imediatamente seja qual for o status do modo de funcionamento:

Quando a luz do botão está acesa indica que o disjuntor está aberto.
S11: REINICIALIZAÇÃO DO DESLIGAMENTO DO MOTOR.

Quando a luz do botão está acesa significa que ocorreu um desligamento por falha:
Este botão reinicializará o circuito de desligamento e o relé de segurança.
S12: REINICIALIZAÇÃO DO DESARME DO DISJUNTOR DO GERADOR.

Quando a luz do botão está acesa significa que ocorreu um desarme do disjuntor.
Este botão reinicializará o circuito de desarme do disjuntor.
S13: TESTE DE LÂMPADAS.

O teste das lâmpadas dos indicadores é executado por meio deste botão.
kW isócrono:

O controle kW só é possível quando em paralelo com a rede. No modo de operação kW, é fornecido um ponto de ajuste ao controlador de velocidade/carga que manterá a potência ativa constante.

Se o seletor M1-S1 estiver na posição auto:

O ponto de ajuste é dado como um sinal de 4-20mA a partir do sistema PLC para o controlador de velocidade/carga.

Se o seletor M1-S1 estiver na posição manual:

O ponto de ajuste para o controlador de velocidade/carga é alterado pelo seletor de controle M1-S4 (diminuir/aumentar).

No controle isócr. em operação isolada, não em paralelo com a rede, a carga é compartilhada automaticamente com as unidades funcionando em paralelo.

Queda de velocidade:

A queda de velocidade pode ser ativada quando em paralelo com a rede ou no modo isolado, girando o seletor M1-S1 para manual e M1-S2 para queda de velocidade. No modo de operação por queda de velocidade, a potência ativa é alterada pelo seletor
de controle M1-S4 (diminuição/aumento).



>>> p.f. VDC:

O controle p.f. só é possível quando em paralelo com a rede.

Quando M1-S1 está na posição auto:

O ponto de ajuste é dado como um sinal de 4-20mA a partir do sistema PLC para o AVR.

Quando M1-S1 está na posição manual:

O ponto de ajuste pode ser alterado girando o seletor de controle M1-S5.
O controle VDC só é possível em modo isolado. Geradores conectados em paralelo compartilham igualmente a quantidade de potência reativa enquanto mantêm uma tensão constante.

>>> Queda de tensão:

A queda de tensão pode ser ativada quando em paralelo com a rede ou no modo isolado, girando o seletor M1-S1 para manual e M1-S3 para queda de tensão. Nesse modo de operação, a potência reativa é alterada pelo seletor de controle M1-S5 (diminuição/aumento).
S3:CONTROLE DO GERADOR.
CFC
Painel de controle da unidade geradora.
O painel de controle dos grupos
geradores contém:


M2- Unidade de controle de sincronização;
Diagrama sinóptico;
Dispositivos de sincronização;
Relés auxiliares de controle;
Sistema de PLC comum;
Sirene de alarme.


M2- UNIDADE DE CONTROLE DE SINCRONIZAÇÃO
S1: MODO DE SINCRONIZAÇÃO
AUTO

A sincronização ocorre automaticamente quando um dos disjuntores é selecionado para sincronização.

0

A sincronização pode ser interrompida girando o seletor para esta posição.

MANUAL
A sincronização ocorre manualmente quando um dos disjuntores é selecionado para sincronização.

S2: FREQUÊNCIA

Este seletor aumenta ou diminui a frequência do gerador quando no modo de sincronização manual.
S3: TENSÃO

Este seletor aumenta ou diminui a tensão do gerador quando no modo de sincronização manual.
S4: DISJUNTOR FECHADO

A ordem de fechamento do disjuntor, para o disjuntor selecionado, é enviada por meio deste botão e só deve ser usado no modo de sincronização manual.
S5: TESTE DE LÂMPADAS

O teste das lâmpadas dos indicadores do diagrama sinóptico é executado por meio deste botão.
S6: REINICIALIZAÇÃO DO RELÉ DE SEGURANÇA

O reconhecimento de falhas inicialização do relé de segurança da instalação é feita por meio deste botão, depois que o relé de segurança da instalação foi acionado.
VISÃO GERAL DO SISTEMA PLC

O sistema do PLC faz aquisição de todos os sinais conectados à placas
I/O's para o WOIS (Sistema de interface homem- máqina), executa controles e gera alarmes.
PLC DO GERADOR

O sistema PLC do genset opera em conjunto com o sistema de controle UNIC (Sistema integrado de gestão do motor) e coleta todas as I/O de um motor por meio de relés conectados ao PLC via Ethernet e ModBusTCP .

São eles:

Unidade de monitoramento de potência (VAMP260);
Relé de proteção do gerador (VAMP210) ;
Relé de proteção diferencial (VAMP265) .

Operações típicas:

Partida e parada do motor;
Controle da potência ativa e reativa;
Desligamentos;
Alarmes.

PLC COMUM

O sistema PLC comum controla todas as operações e coleta todos os sinais de I/O que são comuns na instalação.

>Fica localizado no Painel CFA.

Operações típicas:

Controle dos disjuntores de aterramento
Cálculos dos pontos de ajuste da potência ativa do modo kW da instalação.

VISÃO GERAL DO HARDWARE

A CPU 317-2 PN/DP contém o programa do PLC. Ela executa todos os controles usando outras placas para coletar e controlar as I/O.

A CPU contém uma placa MMC (Cartão de memória) onde estão armazenados o programa e a configuração.

A placa MMC também é usada durante o tempo de execução para armazenar valores variáveis e não pode ser removida durante o funcionamento.

A partida só é possível se todas as condições de partida forem válidas:

Todas as paradas de emergência estão inativas;
O alarme de desligamento do motor está inativo;
O alarme de desligamento do disjuntor está inativo;
O MCB não está aberto no circuito do AVR;
Estado do disjuntor (o disjuntor e a chave de aterramento estão nas posições corretas);
O motor não está funcionando;
A ordem de parada e a parada automática estão inativas ;
O alarme de falha de partida está inativo;
A engrenagem de giro está desengatada;
A alavanca de parada não está na posição de parada;
A pressão do ar de partida é maior que 16 bar;
A pressão do ar de controle é maior que 16 bar;
A pressão de admissão do óleo lubrificante é superior a 0,5 bar ou a chave de pré-lubrificação está na posição AUTO;
A pressão de admissão do óleo combustível é maior que 4,0 bar;
A temperatura de saída da água HT é maior que 50 ºC .

Condições de partida
Modos:
M1- Local.
WOIS - Remotamente.

Quando o comando de partida é fornecido e todas as condições de partida são válidas, o sistema PLC liga primeiro a bomba de pré-lubrificação e então verifica a pressão do óleo de pré-lubrificação e depois disso abre a válvula do ar de partida.

A pressão do óleo de pré-lubrificação deve ser superior a 0,5 bar durante 2 minutos (valor-padrão).

Se a pressão do óleo de pré-lubrificação não está subindo, a partida do motor será abortada e será gerado um alarme.
CFE
Painel de controle local da unidade geradora.
Contém:

I/O remotas para o gerador;
Cabeamento de desligamento do motor;
Circuitos de desarme de relés;
AVR;
Controlador de velocidade/carga;
Botoeira de parada do motogerador em caso de emergência.
Instalado na praça de máquinas, ao lado do motogerador.
O painel de controle auxiliar contém:





PARTIDA DO MOTOR

O disjuntor do sincronizador poderá ser fechado quando as seguintes condições forem atendidas:

O desvio da tensão é inferior ao ajuste máx. de dV ;
O desvio da frequência é inferior ao ajuste máx. de df;
A frequência do gerador deverá ser mais alta que a frequência do barramento;
O desvio do ângulo de fase é superior ao limite de tempo de fechamento preestabelecido do disjuntor.

CONDIÇÕES DE SINCRONIZAÇÃO
FALHA DE SINCRONIZAÇÃO

Quando o seletor de modo de sincronização M2-S1 está na posição manual, a sincronização ocorre da seguinte forma:

Quando um dos disjuntores foi selecionado para sincronização, o botão de partida de sincronização estará aceso.
As tensões de ambos os lados do disjuntor são conectadas aos medidores de sincronização.
A frequência é regulada girando o seletor de controle M2-S2 para ser o mais próxima possível da frequência do barramento.
A tensão é regulada girando o seletor de controle M2-S3 para ser o mais próxima possível da tensão do barramento.


SINCRONIZAÇÃO MANUAL

Poderá ocorrer uma falha de sincronização pelos seguintes motivos:

Falha nos reguladores de velocidade ou tensão ou em seus circuitos de controle correspondentes;
A diferença de tensão ou frequência nos dois lados do disjuntor está muito alta para ser sincronizada;
O seletor de controle M2-S1 está na posição errada;
Existe algum problema no circuito de controle do disjuntor.

OBSERVAÇÕES

A frequência sempre deve estar ligeiramente mais alta que a frequência do barramento de modo que o sincroscópio gire lentamente no sentido horário.

Se o indicador “gira” rapidamente no sentido horário, a frequência está muito alta e deve ser enviado um pulso de correção pelo seletor de controle M2-S2 na direção DIMINUIR .

Se o indicador “gira” no sentido anti-horário, a frequência está muito baixa e deve ser enviado um pulso de correção pelo seletor de controle M2-S2 na direção AUMENTAR .

O disjuntor fechará quando o botão de fechamento do disjuntor M2-S4 for pressionado e o sincroscópio fornecer autorização para fechar o disjuntor ;
Após a sincronização os medidores sincronização são desligados e o botão de partida de sincronização se apaga.


Quando o seletor de modo de sincronização M2-S1 está na posição auto, a sincronização ocorre da seguinte forma:

Quando um dos disjuntores foi selecionado para sincronização, o botão de partida de sincronização estará aceso.
O sincronizador regula a frequência e a tensão do genset;
Quando as condições de sincronização forem atendidas, o sincronizador envia um sinal de ordem de fechamento ao disjuntor sincronizado;
Depois do fechamento do disjuntor, o circuito de sincronização é desligado e o botão de partida de sincronização se apaga.
SINCRONIZAÇÃO AUTOMÁTICA
O sistema auxiliar abastece o motor com combustível, óleo lubrificante, ar comprimido, água de refrigeração e ar de admissão.
CONDIÇÕES DE PARTIDA - INTERFACE WOIS
BFA
Centro de cargas e manobras dos equipamentos auxiliares Wartsila.
Sistema DC
Cubículo do disjuntor do gerador.
CFA
I/O remotas para o genset;
Seletores de controle para equipamentos auxiliares;
Relés de sobrecarga térmica;
Dispositivos de partida de motores como:
>Bomba de circulação do pré-aquecimento;
>S2 Bomba de pré-lubrificação;
>S3 Aquecedor anticondensação do gerador.
GERADOR - AVK
MOTOR W20V32

Os motores a combustão interna que utilizam cilindros e pistões possuem três configurações diferentes para dispor: em linha, em "V" ou opostos (Boxer).

Mas quais as razões de existirem configurações diferentes de motores?


A disposição dos cilindros e pistões determina o comportamento do motor quanto a uma série de fatores que vão desde espaço ocupado, curva de torque, potência, perdas mecânicas e até mesmo vibrações.

DISPOSIÇÃO DOS PISTÕES E CILINDROS
CILINDROS EM LINHA
CILINDROS EM "V"
CILINDROS OPOSTOS
Menor nível de vibrações devido ao melhor balanço rotacional dentre todas as configurações;
Maior rendimento mecânico;
Configuração inadequada para mais de 6 cilindros;
Maior número de componentes móveis;
Maior dificuldade de regulagem.

Torque maior e com curva mais homogênea, mais diretamente ligada ao número de cilindros, mas também ao ângulo do "V".
Menor nível de vibrações e de ruído, proporcionalmente ao motor em linha com mesmo número de cilindros, devido a um maior equilíbrio rotacional;
Maior rendimento mecânico;
Maior dificuldade de regulagem;
Maior número de componentes móveis;
Blocos mais compactos.
Menor número de peças, diminuindo as possibilidades de quebra, facilitando e barateando a manutenção;
Maior facilidade de regulagem;
Menores custos de produção;
Menor rendimento mecânico.

MOTOR SÍNCRONO
Após atingirem a rotação síncrona, eles mantém a velocidade constante para qualquer variação de carga. Assim, para variar a potência, se faz necessário variar a injeção de combustível no motor.

Onde;

N= Rotação (RPM);
f = Frequência de rede;
P= Pares de polos do motor.
Hyundai

900 = (60.60)/ p
900p = 3600
p =3600/900
p= 4 pares ou 8 polos
Wartsila

720 = (60.60)/p
720p = 3600
p= 3600/720
p= 5 pares ou 10 polos

20 cilindros em "V", sendo 32cm o diâmetro da camisa;
Duas bancadas: "A" e "B";
Contagem inicial dos cilindros a partir do gerador, diferente dos Motogeradores Hyundai que partem da turbina;
TAG dos componentes mecânicos: Cl 1A; Cabeçote do Cl 8B.
FICHA DE DADOS DO GERADOR
PONTE RETIFICADORA DO GERADOR
AVR - UNITROL 1020
SISTEMA DE ARREFECIMENTO
GASES DE EXAUSTO E AR DE CARGA
SISTEMA DE AR DE PARTIDA
TEMPERATURA DO MOTOR
FEEDER
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO
Cubículo ABB - Maior nível de proteção contra falhas humanas.

Não permite:

Inserção com o disjuntor fechado;
Abertura da porta do cubículo sem realizar o aterramento temporário;
Intertravamentos de inserção, extração e demais manobras.

Resistor com impedância de aproximadamente 1600 Ohms, aproximadamente 20 vezes mais eficaz na redução da corrente de curto circuito do que o modelo utilizado nos motores Hyundai.
Painel do retificador e alimentador de todas as cargas CC dos Sistema Wartisla;
Complemetando sua funcionalidade, dispõe de um banco de baterias composto por 09 elementos de 12 VCC com capacidade de 350A/h o que garante uma autonomia de 50h.
AR DE PARTIDA
FEEDER
• A Wärtsilä está presente em 169 países.

• Brasil atua desde 1990 e possui unidades em oito estados: Rio de Janeiro, Amazonas, Rondônia, Pernambuco, Ceará, Paraíba, Maranhão e Espírito Santo além de clientes em outros estados, como por exemplo, a Bahia - Candeias Energia.

• Ao todo, são mais de 29 usinas termelétricas no país, ultrapassando a marca de 2,5 GW de potência instalada.

• Atua na área naval com aproximadamente 1100 MW em mais de 270 embarcações e instalações offshore.


Gustavo Lemos D. da Silva
INSUFLADORES
SITE ONS:
http://www.ons.org.br/publicacao/ipdo/Ano_2015/IPDO-29-12-2015.pdf

Catálogo digital ABB no Brasil - Disjuntor isolado a gás HD4
Disponível no endereço: https://library.e.abb.com/public/41610f49701a89ebc1257d810055f075/DS_HD4-17-50(EN).pdf

Manual Wartsila- 7B / 03 / 02 / 03 – Disjuntor HD4 Instrução de instalação e serviço.
• Manual Wartsila; Manuais do O&M; 7B- Elétrico e controle; 8 – Sistema DC ; 02- Instruções; Efore -Sistema Elétrico OPUS.
• Manual Wartsila; Manuais do O&M; 7B- Elétrico e controle; 8 – Sistema DC ; 02- Instruções; CBU8190C – Unidade compacta de baterias.
• Catálogo Enersys- Unidade de baterias compactas
Disponível em: http://www.enersys-emea.com/reserve/pdf/EN-SS-CBU-8190C_16190C_0911.pdf
1. Lista de documentos gerais - 1 B / 01 / 01 - Manual de manutenção dos equipamentos auxiliares Ute Global I & II Expansion – Sistemas de Baixa tensão;
2. Site da Vacon : http://www.vacon.com/pt-BR/
3. Lista de documentos gerais - 3A / 01 / 02 - Sistemas auxiliares – Manual de manutenção
4. O&M-CE-IT-M-013 - Procedimento de Manutenção de Equipamentos Rotativos e Estacionários.
http://www.ons.org.br/ - IPDO – Informativo Preliminar Diário da Operação
http://www.wartsila.com/energy
Tutorial Prezi: Disponível no Youtube : www.youtube.com/watch?v=npXyMREUxFw

http://www.joseclaudio.eng.br/grupos_geradores_1.html
cENTRÍFUGAS:http://acom12010.blogspot.com.br/2010/04/separadores-centrifugos.html
REFERÊNCIAS
BOOSTER
SEPARADORA DE ÓLEO LUBRIFICANTE
Uma das condições de partida é a Pressão de ar de partida >16Bar
porém a partida se dá sem maiores dificuldades a partir de 22 Bar.
A sua função é separar os particulados sólidos e água do óleo lubrificante.

PRÉ-LUBE
PRÉ-HEATER
A função desde equipamento é manter a temperatura de HT o mais próximo possível de 70ºC, quando operando com HFO.
Contudo, a partir de 50ºC já possui condição de partida.
RADIADORES
Controla a temperatura da água de arrefescimento, mantendo-a inferior a 110ºC de HT( limite de proteção).
A sua função é realizar a pré-lubrificação do motor, até que haja a condição de partida do mesmo, assumindo então a bomba de óleo principal acoplada ao eixo do motor.

Pressão de óleo:
Pré lube +- 1,0 Bar

Bomba principal +- 5,0 Bar.
TANQUE DE MANUTENÇÃO
Possui volume de 5,5 m³ , sendo utilizado para abastecer ou drenar a água do sistema de arrefecimento dos motores e dos tanques de expansão.
É utilizado como ponto de aditivação do sistema de arrefecimento.
BOMBA DE LAVAGEM DOS TURBOCOMPRESSORES
Sua função é elevar a pressão
de água de 3,0 - 5,0 Bar, possibilitando
a lavagem dos Turbocompressores.
O booster além de reduzir a viscosidade do HFO para 20 cSt mantem a do diesel a aproximadamente 5 cSt e eleva a pressão de chegada de combustível de 5,0 Bar HFO e 6,0 Bar diesel, para 8,0 Bar.
SEPARADORA DE OIL MIST
Sua função é separar o óleo dos gases
do suspiro do cárter, devolvendo-o ao
cárter do motor por gravidade.
Sistema que distribui combustível
para os booster's dos motogeradores.
Tem como função resfriar o ar de admissão, permitindo assim uma maior quantidade de oxigênio por volume no cilindro durante o processo de queima.
Revisão 06 - 18/10/16

Ao funcionar em paralelo com a rede, o seletor afeta a potência ativa do gerador.
Todo o conteúdo disposto nessa apresentação foi retirado de manuais Wartsila.

NÃO HÁ QUAISQUER TIPO DE FINALIDADE COMERCIAL, trata-se de um resumo dos pontos de maior criticidade e o nivelamento de informações entre os funcionários do Grupo devido a aquisição de 4 unidades geradoras e a demanda de intervenções de forma rápida e eficiente.

Posteriormente, serão contratados os cursos de Operação e Manutenção oferecidos pela própria Wartsila.
OBSERVAÇÃO
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