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Alberto Caeiro - O mestre

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by

Inês Ferreira

on 11 December 2013

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Transcript of Alberto Caeiro - O mestre

Alberto Caeiro - O mestre
Biografia
Alberto Caeiro nasceu em Lisboa, em 1889 e morreu em 1915, mas viveu quase toda a sua vida no campo, com uma tia-avó idosa, porque tinha ficado órfão de pais cedo. Era louro, de olhos azuis. Como educação, apenas recebeu a instrução primária e não tinha profissão.
Fernando Pessoa criou o heterónimo Alberto Caeiro, no dia 8 de Março de 1914 e em seu nome escreveu, a fio, um conjunto de poemas aos quais deu o titulo de "O Guardador de Rebanhos". Pessoa chamou-lhe o “Mestre” e criou para ele uma biografia, uma fisionomia, uma obra.
"Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar ...

Amar é a eterna inocência,
E a única inocência não pensar..."
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa chamou a Caeiro o seu “Mestre”, pois ele era aquilo que Pessoa não conseguia ser: alguém que não procura qualquer sentido para a vida ou o universo, porque lhe basta aquilo que vê e sente em cada momento. Vive, assim, exclusivamente de sensações e sente sem pensar.
Ricardo Reis
"São Plácidas Todas as Horas que Nós Perdemos"

"Mestre, são plácidas
Todas as horas
Que nós perdemos,
Se no perdê-las,
Qual numa jarra,
Nós pomos flores."


Ricardo Reis
O poema de Ricardo Reis , que começa com o verso "Mestre, são plácidas" podemos ver a relação entre o mestre Caeiro e o seu discípulo Reis. Sendo assim, o mestre ensina-o a viver tranquilamente. Mas como?
Ricardo Reis
"Mestre, meu mestre querido!"

"Mestre, meu mestre querido!
Coração do meu corpo intelectual e inteiro!
Vida da origem da minha inspiração!
Mestre, que é feito de ti nesta forma de vida?"

Álvaro de Campos
No poema "Mestre, meu mestre querido" de Álvaro de Campos apresenta a relação entre o mestre Caeiro e Álvaro de Campos. Vejamos:
Álvaro de Campos
o puro sensacionismo
a despreocupação com a finitude da vida
a atenção ao mundo exterior
o paganismo
a serenidade/tranquilidade
a liberdade
a vontade de viver
Diana Oliveira
Como surgiu?
Aceitando placidamente a passagem do tempo
Vivendo o momento de forma tranquila (ataraxia), sem tristezas e sem alegria (apatia)
Aprendendo com as crianças (inconscientes/puras)
Usufruindo da plenitude da Natureza
Recusando as emoções fortes e a revolta face à força do destino (o "Fatum")
Álvaro de Campos
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