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História das Relações Internacionais

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Rafael Ávila

on 11 March 2011

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Transcript of História das Relações Internacionais

História das Relações Internacionais A Pacificação do Passado O problema é a construção de mitos pela própria antropologia As guerras do passado eram tão ou mais impactantes que as guerras recentes História ou estórias militares? Antropologia e seus mitos:
a) mito do progresso;
b) mito da Idade do Ouro
c) mito da humanidade nas trevas (ignorante, miserável, brutal e violenta) Hobbes versus Rousseau Keeley, Lawrence (1996), War before Civilization – The Myth of Peaceful Savage Para se entender o fenômeno bélico, alguns conceitos são importantes Forças armadas podem ser entendidas como qualquer grupo ou bando de pessoas armadas ou ainda a instituição responsável pela organização, planejamento, preparo e emprego de força É possível olhar a história à luz da economia, da política, das tecnologias, da cultura, da sociedade e do fenômeno bélico, entre vários Geralmente a força armada pode ser composta de pessoas que se associam a atividades que não aquelas diretamente ligadas ao combate, por exemplo, organização do sistema logístico ou tratamento de feridos em combate. A função de lutar é exercida por aquele grupo que denominamos aqui de força combatente Aquelas cuja proficiência no uso de armas e equipamentos, no conhecimento tático elementar, na capacidade de operar em conjunto, em ordem, são construídas e conhecidas de antemão. Ou seja, é aquela força cuja capacidade combatente já é previamente sabida e conhecida e que, portanto, não depende da qualidade individual, daquilo que o sujeito conhece por conta própria Força Armada Força Combatente Força Regular Força Irregular Aquelas cuja proficiência no uso das armas e equipamentos não pode ser dada a priori, bem como não há como determinar o nível de conhecimento tático elementar de seus indivíduos e nem prever a capacidade destes de operarem em conjunto A diferenciação teórica entre Intenção Hostil e Sentimento Hostil. “Não é concebível guerrear se não houver a intenção de empregar força contra o oponente; já o sentimento hostil embora nunca esteja ausente, não se associa necessariamente à própria idéia de guerra.” [Proença Júnior e Diniz] Engajamento versus Enfrentamento Engajar-se pressupõe o choque de forças físicas. Todavia, todo ser humano é indissociado da força moral que, na guerra, pressupõe vontade, disposição para lutar. É a existência do moral que condiciona a lógica da guerra ser, para Clausewitz, um choque de forças morais e físicas por meio das últimas.
Enfrentar pressupõe além do choque de forças físicas o choque de forças morais Combate e Combate Virtual Ao enfrentar o oponente o indivíduo pode decidir por não engajar-se. Ele observa seu oponente, antecipa, em sua mente,o combate, e opta por não travá-lo. Se para Clausewitz todo fenômeno bélico tem o combate como seu meio principal, essa antecipação dos resultados, derivado da capacidade humana é combate. Clausewitz o denomina Combate Virtual Combate Cerrado e Combate à Distância Lógica derivada não da obra magna de Clausewitz, o “Da Guerra”, mas do “Teoria do Combate”. Clausewitz denomina combate cerrado aquele que visa primordialmente a destruição da força moral do oponente, enquanto o combate à distância se direcionaria a destruição da força física do oponente Os Tipos de Força Infantaria é aqui compreendido como o grupo de indivíduos que de deslocam e combatem primordialmente à pé (Griess: 1985:32). Na escola clássica arqueiros são considerados infantaria Arqueiros, Lanceiros e Arremessadores de Dardos ou Pedras (estilingues ou fundas). Geralmente combatem por fogo ou arremesso. Apresentam pouca ou quase nenhuma armadura ou proteção corporal Infantaria Pesada Utilizam geralmente espada, adagas, escudo, lanças, maça e armadura. Combate primordialmente por choque Artilharia é aqui compreendido como o grupo de indivíduos que combatem por meio de armamentos que lançam mísseis (Griess: 1985:32) o grupo de indivíduos que combatem primordialmente montados (Griess: 1985:32) Cavalaria Cavalaria Leve Lutam montados utilizando arcos e lanças de arremesso. Nem os combatentes, nem os cavalos possuem extensiva proteção corporal ou armadura Cavalaria Pesada
Lutam montados utilizando espada, lança de choque, escudo e armadura. Em alguns casos a besta possui também proteção corporal Força Flanco Direito Flanco Esquerdo Frente Retaguarda Prof. Rafael Ávila História, Guerra e Ciência Os Mitos Mentem
História ou Estória?
Clausewitz: Teoria da Guerra, A Crítica e Dos Exemplos Históricos
Hans Delbrück: Ciência da História do Fenômeno Bélico O Culto ao Heroísmo “Desconstrução de Homero”
Patriotismos e Nacionalismos “Construção da Alteridade”
Estados revolucionários dentre os principais atores do SI – Manipulação de Foco Ajustes Paradigmáticos e Materiais da Relação Rural/Urbano
Paradoxo: Obediência = Liberdade
Palavras de Ordem: Vontade e auto-sacrifício [Origem prussiana]
Causas da I GM Principais Vertentes Balança de Poder em Sistema de Estados rivais – Coalizão contra questionador
[ex: 1618-1648 contra Poder Habsburgo; 1793-1815 contra França]
i. Apaziguamento versus Deterrência
i) Efeitos do Crescimento Populacional e dos limites impostos pelos modos tradicionais de vida
ii) Obrigações Familiares e Imperativos Morais;
Imigrações e absorção industrial;
iii) Retórica Revolucionária Marxista Primazia do Comando (político-militar) sobre o mercado
1) Meio de Mobilização do esforço humano em larga escala
2) Unificação de Estruturas Burocráticas
3) Temporalidade dos Enfrentamentos
4) War by Timetable e os Estados Maiores
Aspectos Táticos Trincheiras: “Heranças de Gustavo Adolfo e Maurício de Nassau” – 3 Funções do Soldado
Flanqueamentos – “Novidade” Macedônia
Aspectos Estratégicos a) Culto da Ofensiva: Escola Francesa
[ex: 640 mil mortos em 4 meses]
b) Engajamento Massivo versus Necessidades Materiais
Resultado: Mudança no perfil dos trabalhadores Alianças e Logística i. Construção de Alianças – Casos Francês e Alemão
ii. Gargalos Logísticos – Ajustes na Indústria Bélica e Improviso [ex: nitrato]
Condições de Possibilidade Século XVII: Drill
Século XVIII: Academia Militar [estado Pré-científico]
Século XIX: Exércitos de Massa
Indústria Moderna: Produção em Massa
Tecnologias
i. Ferrovias: Deployment e Suprimento
ii. Telégrafo: Comando
iii. Rifles c/ magazine; Metralhadoras; Artilharia de Precisão; Armas Químicas
iv. U-Boats; Navios (Dreadnought); Aviões; Tanques; Caminhões
v. Vapor; Eletricidade e Metalurgia
Efeitos: Importância do carvão e dos derivados do petróleo.
Sistema Bismarckiano
Alianças a priori: Tríplice Aliança (Alemanha, Áustria-Hungria e Itália) e; Tríplice Entente (Inglaterra, França e Rússia)
Outros atores: 1914 (Turquia TA; Sérvia TE; Bélgica TE; Japão TE); 1915 (Bulgária TA; Itália TE; Portugal TE); 1916 (Romênia TE); 1917 (EUA TE; Brasil TE; Grécia TE)
No. Combatentes (Alemanha, França, Rússia, Turquia, Grã-Bretanha): 6 milhões em 1914; 30 milhões em 1918.
Obs: Rússia sai em 1917.
Planos de Guerra: Plano Schlieffen (Turning Movement pela Bélgica) – Dificuldades: Largo Espaço e Tomada de Paris
Quatro Fases I GM: i) o período dos choques iniciais (1914); ii) o período do impasse (1915); iii) a guerra de atrição (1916-1917); iv) empurrão decisivo (1918) Os Teatros de Operações e Fronts: TO Europeu (Frentes Ocidental e Oriental); TO do Oriente Médio
Diferenças da guerra nos diversos fronts: Mobilidade/Imobilismo; Concentração Estratégica/Dispersão; Centralização/Descentralização Principais Batalhas: 1914 (Liege; Ardennes; Mons; Marne, Aisne; Ypres); 1915 (Galípoli; Neuve-Chapelle); 1916 (Verdun; Jutland; Somme); 1917 (Passchendaele); 1918 (Marne).
Considerações Finais: Barragem de Artilharia; Primazia da Defesa; Artilharia (O Matador); Guerra Química; Táticas de Infiltração versos Ondas; Tanques e a Pré-Blitzkrieg
Prelúdio da II Guerra Mundial; Tratado de Versalhes; Paz Wilsoniana e a Liga das Nações; Revanchismos e outros “ismos”
Mortes por Países

Alemanha: 1.808.000 mortos.
França: 1.357.800 mortos.
Rússia: 1.700.000 mortos (além de 2.000.000 de civis).
Áustria-Hungria: 922.500.
Império Britânico: 908.370 mortos.
Itália: 462.390 mortos.
Romênia: 335.700 mortos.
Turquia: 325.000 mortos.
Bulgária: 75.844 mortos.
Estados Unidos: 50.585 mortos.
Sérvia: 45.000 mortos.
Bélgica: 13.715 mortos.
Período Entre Guerras [1918-1939] Fim da I GM e a expectativa democrática Grã-Bretanha
França
Estados Unidos da América
Bélgica
Holanda
Países Escandinavos Acirramento da luta entre classes nos países no período de entre guerras As Elites não queriam abrir mão da posição privilegiada no sistema nacional.
Não cumprimento das promessas feitas aos povos no período de guerra, algo que aumentará o poder das ideologias extremistas Grande Depressão Econômica Afloramento dos nacionalismos
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