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O jantar do Conde Gouvarinho, Os Maias

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by

Carina R

on 19 March 2014

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Transcript of O jantar do Conde Gouvarinho, Os Maias

O jantar do Conde Gouvarinho,
Os Maias cap.XII

Assuntos tratados:
- A Economia portuguesa
- A literatura
- O fascínio pelo estrangeiro
- A ignorância
- A educação das mulheres
- A escravatura

‘‘Além da boa D.Maria da Cunha’’
‘‘nesse dia parecia um pouco mais velha, e sorria com um ar cansado’’
‘‘movia o leque’’
‘‘dizia a Carlos, deleitada: Este Eça! Este Eça! Que graça! Que chique!’’
‘‘está deliciosa esta
galantine
’’
‘‘sorriso cansado’’
‘‘é do tempo. Eu já estou na idade em que o bom humor ou o aborrecimento vêm só das influencias do tempo’’
*
Preparado culinário em que uma peça de carne desossada é cozida, condimentada e coberta com uma camada de geleia.
Maria da Cunha
‘‘A condessa, (…), estendeu a Carlos a mão amuada e frouxa: todos os seus sorrisos foram para o Ega.’’
‘‘A condessa baixara os olhos, (…), mais séria de repente, mais seca, como se a voz de Carlos, erguendo-se tão tranquila ao seu lado, tivesse avivado os seus despeitos.’’
‘‘ A condessa bebia as palavras, deliciosamente, dominada pelo olhar que ele lhas murmurava (…) ’’

Teresa (a Gouvarinho)
O espaço físico deste episódio situa-se em Lisboa, mais propriamente na casa dos Gouvarinho.
Quanto ao espaço social, esta parte do livro é direccionada para a alta burguesia.

Quanto à estrutura interna localiza-se na ação central.

‘‘O Ega,(…) mostrando as estrelinhas bordadas das meias, fazia-as rir com a história do seu exílio em Celorico, onde se distraia compondo sermões para o abade’’
‘‘mania francesa e burguesa de reduzir todas as regiões e todas as raças ao mesmo tipo de civilização’’
‘‘(…) porque o dever da mulher era primeiro ser bela, e depois ser estúpida…’’
‘‘ A mulher só devia ter duas prendas: cozinhar bem e amar bem.’’

João da Ega
‘‘de mãos atrás das costas, um cavaleiro alto, escaveirado, grave, com uma barba rala’’
‘‘três enormes corais no peitilho da camisa’’
‘‘vossa excelência pois é em favor da escravatura?’’
‘‘de todas as sociedades que ultimamente se têm fundado entre nós, à imitação do que se faz lá fora, como a Sociedade de Geografia e outras, a Protectora dos Animais parece-me decerto uma das mais uteis’’
‘‘não me recordo textualmente, mas…’’
Sousa Neto
‘‘havia uma outra senhora, que nem Carlos nem Ega conheciam, gorda e de vestida de escarlate’’
‘‘bonitos dentes sob o buço forte de quarentona pálida’’
‘‘sorrindo para a baronesa’’
‘‘queixou-se dos criados modernos ’’
‘‘alegres risadas’’

Mulher de Sousa Neto
‘‘(…) sempre o achei um grande presumido e não gosto dele, (…)’’
‘‘A baronesa teve uma das suas alegres risadas.’’

Baronesa de Alvim
‘‘O Sr.Neto, já vermelho, pousou a chávena sobre a mesa. E quis ser sarcástico, esmagar aquele moço tão literário, tão audaz.’’
‘‘É meu costume, Sr.Eça, não entrar nunca em discussões, e acatar todas as opiniões alheias, mesmo quando elas sejam absurdas..’’
‘‘O Sr.Neto lamentava que os seus deveres não lhe permitissem percorrer a Europa. Em pequeno era esse o seu ideal; mas agira, com tantas ocupações publicas, via-se forçado a deixar a carteira. E ali estava, sem ter visto sequer Badajoz...’’
‘‘desde Coimbra, desde a Universidade, não pegara num taco’’



Sousa Neto
“Foi o Dâmaso que mo disse. Isto é, o Dâmaso que mo rugiu… Porque foi de dentes rilhados, a dar murros surdos num sofá do Grémio, e com uma cor de apoplexia, que ele me contou tudo.”

Dâmaso
Personagens:
- Conde de Gouvarinho
- Sousa Neto
- João da Ega
- Carlos da Maia
- Condessa de Gouvarinho
- Baronesa de Alvim
- Mulher de Sousa Neto
- Maria da Cunha
- Dâmaso


Carlos da Maia
“(…) comendo em silêncio a sua sopa, ruminava as palavras da condessa.”
“(…)Mas a condessa e Carlos tinham rido também: e de repente a frialdade que até aí os conservara ao lado um do outro reservados, numa cerimónia afetada, pareceu dissipar-se ao calor desse riso trocando, no brilho de dois olhares encontrando-se resistivelmente.”

Conde Gouvarinho
“O conde ali só via inveja- a inveja que nos têm todas as nações por causa da importância das nossas colónias, e da nossa vasta influência na África.’’

“Este Ega! EsteEga! Que graça! Que chique!’’

“O conde afirmou logo com muita exuberância que não gostava também de liberatas; sim, decerto o lugar das mulher era junto do berço e não na biblioteca...’’
Recursos Estilísticos
Ironia:
-“sim,decerto o lugar da mulher era junto do berço, não na biblioteca”
-“o dever da mulher era primeiro ser bela, e depois ser estúpida”

Aliteração
-“o conde conversando ao calhariz“
-“Povo prático, povo essencialmente prático”

Empréstimos
-“brandy and soda”
-“touriste”
-“jambon aux épinards”
-“
esprit


“…Uma senhora, sobretudo quando ainda é nova, deve ter algumas prendas.”

“Creio que não há nada de novo em Lisboa, minha senhora, desde a morte do senhor D. João VI.”

“Mas ele agora não falava tanto do talento do Barros como parlamentar, como homem de estado. Falava do seu espírito de sociedade, do seu esprit…”
Trabalho realizado por:
Carina Freire Nº5
Constança Rodrigues Nº12
Diana Sofia Nº14
Miguel Morgado Nº23
Rúben Ferreira Nº25
Adjetivação - “Aí estava pois rasgada por aquele imbecil a penumbra suave e favorável”

Hipálage - “A condessa um pouco corada, estendeu a Carlos a mão amuada e frouxa”
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