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Escabiose, doença do passado?

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Inês de Figueiredo

on 16 March 2015

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Transcript of Escabiose, doença do passado?

Escabiose
doença do passado?

Fisiopatologia
Ciclo de vida
Transmissão
* Direto:
contacto cutâneo
* Indireto:
roupas/toalhas

Vesículas e pápulas
Nódulos
Conclusões
Epidemiologia
Tratamento
Instruções escritas e pormenorizadas;
Tratamento
simultâneo
de
todos
os contactos próximos, mesmo que assintomáticos;
Desinfeção de objetos/ isolamento durante 72h
ácaro sobrevive 24-36h;
Não repetir tratamento apenas por persistência do prurido (até 4 semanas);
Lavar toda a roupa a mais de 60ºC e passar com ferro quente;
Tratamento
Sinais e sintomas
Infestação
Escabiose
-
Dermatose infecciosa
- Frequente na população pediátrica
-
Sarcoptes Scabiei var. Hominis
- Parasita exclusivamente humano
- Em imunocrompometidos
Escabiose crotosa ou Norueguesa
Diagnóstico diferencial
Dermatite atópica:
Erupção vesico-papular pruriginosa (regiões flexoras). Liquenificação e escoriação nos doentes crónicos.
Diferenças
:
presença de galerias
prurido de predomínio noturno

Escabiose em criança

- 300 000 milhões de casos estimados
- Endémica de países em desenvolvimento
- Surtos cíclicos (15-30 anos)
imunidade
condições de vida
higiene
aglomerados habitacionais
-
Ambos
os sexos
-
Todas
as idades
-
Todos
os níveis socioeconómicos
Sarcoptes Scabiei var. Hominis
Escabiose Norueguesa em doente com HIV
Diagnóstico
Escabiose clássica
:
5 a 15 parasitas fêmeas por hospedeiro

Escabiose crostosa
:
centenas a milhões
(altamente contagiosa)

Superfície cutânea
Cópula
Escava nova galeria

Crianças
Veículo de transmissão importante
Assintomáticos:
Igualmente contagiosos
Incubação até 4 semanas
Temperaturas baixas (Inverno):
Maior aglomerado populacional
Maior sobrevida nas superficies (até 3 dias)
Animais (cães, gatos):
Infestação por subespécie diferente
Pouco provável de infetar humanos
+
trauma
+
dermatite irritativa
Prurido
sintoma mais comum;
agravamento noturno;
intensidade não relacionada com exuberância das lesões cutâneas;
pode estar ausente em lactentes de < 2-3m;
Pápulas, nódulos, vesículas e galerias
ação perfurante do ácaro
reação cutânea inflamatória
Complicações:
escoriações, eczema, sobre-infecção bacteriana (
S. aureus e Strep. pyogenes
)
glomerulonefrite pós-estreptocócica
Distribuição das lesões
Aréola
mamilar
Área
genital
Couro cabeludo
Face
Tronco
Região retroauricular
Extremidades (palmas e plantas)
- Mão e pés
regiões interdigitais
eminências tenar e hipotenar

Região axilar
Região inguinal
Região genital
Criança com:
prurido recente e noturno
dermatose generalizada
plantas e palmas
contexto epidemiológico
Erosões lineares (galerias) - raras

PATOGNOMÓNICAS
Diagnóstico definitivo
Identificação microscópica do parasita ou dos seus fragmentos
Urticária papular ou Prurido estrófulo
Pápulas escoriadas pruriginosas dispersas pelas regiões expostas.
Diferença
:
Resulta de uma reação de hipersensibilidade à picada de insecto


Diagnóstico diferencial
Acropustolose infantil
Pústulas e vesículas estéreis nas palmas e plantas.

Diferença
Ausência de outras lesões cutâneas
Ausência de prurido
Dermatite herpetiforme
Erupção vesico-pustular pruriginosa, crónica e simétrica que envolve predominantemente as superfícies extensoras das extremidades.
Diferenças
:
O prurido é persistente durante todo o dia.
Associada à alergia ao glúten.
Líquen plano
Erupção papular violácea pruriginosa nas regiões flexoras dos antebraços pernas e dorso.
Diferença:
Lesões que não se assemelham às da escabiose.
Diagnóstico diferencial
Diagnóstico diferencial
Diagnóstico diferencial
Tratamento de complicações
Aplicar uma fina camada,
desde o pescoço
incluindo as palmas e plantas, espaços interdigitais, punhos, unhas, cotovelos, axilas, mamas, glúteos, zona peri-umbilical e genital.

Em
menores que dois anos
, em
idosos
e em
imunodeprimidos
incluir o couro cabeludo, face, pescoço e orelhas.

Tratamento deve ser realizado sob
pele íntegra
. Tratar
previamente
impetiginização ou eczema existentes.

Tratamento
Permetrina
:
1ª linha (mais eficaz no tratamento e na redução do prurido)
em Portugal apenas a 1% (sem estudos de eficácia)
Em todos os doentes:
Recomenda-se segunda aplicação 7 dias após o primeiro tratamento
Reavaliação clínica às 2 e 4 semanas
Dermatose infecciosa;
Todas
as idades, sexos e classes sociais;
Transmissão entre
humanos
ou por objetos;
Prurido
pode estar ausente;
Prurido pode
persistir
até 4 semanas principalmente em indivíduos atópicos;
Em Portugal, o tratamento de 1ª linha é
enxofre com vaselina 6-10%
;
Lavar
toda a roupa a mais de 60ºC e passar com
ferro quente
;
Mecanismo =
Axilas
Região umbilical
Cotovelos
Punhos
Espaços interdigitais
Glúteos
ADULTOS
CRIANÇAS
Bibliografia:
- Tavares M et al, Escabiose recomendações práticas para diagnóstico e tratamento, Nascer e Crescer, Revista de Pediatria do Centro Hospitalar do Porto, ano 2013, vol. XXII, nº2.
Trabalho realizado por:
Inês Figueiredo, Pedro Vasconcelos, Carla Moreira, Rita Bernardino
Galerias
Punhos
Nádegas
Bolsas superficiais
- Punhos

NÃO É UMA DOENÇA DO PASSADO!
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