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Síndrome Coronariana Aguda - SCA

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by

Tatiane Fagundes

on 9 May 2014

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Transcript of Síndrome Coronariana Aguda - SCA

São as manifestações clínicas decorrentes da Isquemia Aguda do Miocárdio.

Angina Instável;
Infarto Agudo do Miocáridio sem supradesnivelamento de segmento ST;
Infarto Agudo do Miocárdio com supradesnivelamento de segmento ST.
Situações que aumentam a demanda de Oxigênio pelo Miocárdio fazem com que as artérias coronarianas comprometidas não consigam oxigenar adequadamente o coração.
Arteriosclerose - perda da elasticidade da parede das artérias
Aterosclerose - acumulo de material lipídico sobre células endoteliais.
Fatores de risco
Idade
Sexo
Antecedentes Familiares
Sedentarismo
Stress
Dislipidemia
Hipertensão Arterial
Diabetes
Obesidade
Tabagismo
Sintomatologia
Dor torácica - Presente em 70% a 85 % dos pacientes;
Desconforto substernal em aperto ou pressão, com irradiação para membro superior esquerdo e pescoço;
Desconforto ou dor precordial - atípico;
sudorese;
náusea;
vômito;
Dispnéia, devido a falência ventricular;
Palpitações, síncope e pré-síncope;
Características musculo-esquelética, posicional ou pleurítica - atípicos.


Fisiopatologia

Síndrome Coronariana Aguda

Principais causas
Diagnóstico
Eletrocardiograma - é o centro decisório;

Marcadores Séricos Miocárdicos
Creatinofosfoquinase CK - encontrado no cérebro, músculo cardíaco e esquelético;
Creatinofosfoquinase MB - encontrado no músculo cardíaco e esquelético;
Troponinas T e I - Não detectável em indivíduos saudáveis.

Estudo de caso
Paciente admitido no PS-HSP com queixa de dor torácica de início há 30 minutos da entrada, em aperto, com irradiação para região dorsal, de intensidade 8/ 10, sem melhora com repouso.
Nega dispnéia, náuseas ou vômitos.
PA: 130/80 mmHg
FC: 98 bpm
SatO2: 96%
FR: 22 mpm
Antecedentes pessoais: HAS e tabagista
Realizado ECG de 12 derivações.

Avaliação Imediata
História;
Exame físico dirigido;
SSVV;
SatO2 - ofertar se ≤ 94%;
Obter AV calibroso;
Coletar sangue (marcadores cardíacos, eletrólitos e coagulograma);
ECG de 12 derivações;
Monitorização eletrocardiográfica.
Regra Mnemônica - MOV
M – Monitor
O – Oxigênio, se satO2 ≤ 94%
V - Veia
Eletrocardiograma
Terapia Geral Imediata
Oxigênio, se satO2 ≤ 94%;
Aspirina, mastigar e engolir - 160 a 325 mg.
Antiagregante plaquetário, pela inibição da Cox impedindo a formação de agente agregante e permanece pelo tempo de vida das plaquetas;
Nitroglicerina, máximo de 3 doses.
Dilata as artérias coronárias e reestabelece o fluxo sanguineo reduzindo a pressão arterial e consequantemente a pós carga cardíaca.
Morfina - 2 a 4mg
Reduz a percepção da dor e da ansiedade, diminuindo a frequência cardíaca e a pressão arterial.

Regra Mnemônica - MONA
M - Morfina
O - Oxigênio
N - nitroglicerina
A - Aspirina
Terapia Trombolítica
Para obter a reperfusão miocárdica precocemente e dissolver o trombo coronariano.
Contra-indicações Absolutas:
AVCH prévio, eventos cérebro vasculares no último ano
Neoplasia intra-craniana
Sangramento interno ativo
Suspeita de dissecção de aorta
Medicamentos:

Estreptoquinase

Alteplase (t-PA)

Tenecteplase (TNK)

Tratamento Clínico
Estilo de vida
parar de fumar;
controlar o stress;
perder peso;
exercícios físicos regulares;
alterações na dieta alimentar.

Terapia Medicamentosa
Vasodilatadores arteriais, como nitratos;
Bloqueadores beta adrenérgicos, que diminuem o consumo de oxigênio pelo miocárdio;
Diagnósticos de Enfermagem
Perfusão Tissular Cardíaca Diminuida, relacionado ao Infarto agudo do Miocárdio;


Dor Aguda, relacionado redução da oxigenação miocárdica;


Risco de Sangramento, relacionado ao uso de medicamento trombolítico.
Tratamento Cirúrgico
Angioplastia Coronariana
Restaura a patência do vaso através de sua dilatação

Revascularização do Miocárdio
Proporcionar aporte sanguíneo às áreas do coração em que há aterosclerose importante, através da inserção de enxertos vasculares.
Intervenções de Enfermagem
Realizar Monitorização a cada 15 minutos na primeira hora e após esse período a cada 30 minutos até completar 24 horas;
Fornecer Oxigênio;
Administrar medicamentos de terapia imediata;
Avaliar intensidade, com uso de escala numérica, e duração da dor;
Realizar balanço hídrico;
Garantir acesso venoso periférico pérvio;
coleta de sangue para exames laboratoriais;
Explicar os procedimentos antes de sua realização;
Observar atentamente se há sangramento durante a terapia trombolítica;
Realizar procedimentos invasivos antes da terapia trombolítica ou 24 horas após a mesma;
Orientações gerais e progressivas a respeito da mudança de hábitos.

"Penso no que faço, com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende. Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir."

Cora Coralina
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