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Analise do capítulo XXII do Memorial do Convento

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Salvador Esteves

on 24 May 2015

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Transcript of Analise do capítulo XXII do Memorial do Convento

Personagens intervenientes neste capítulo:
D. João V;
D. Maria Ana;
D. Maria Bárbara;
D. Fernando VI;
D. José;
D. Mariana Vitória;
João Elvas;
Fidalgo;
Julião Mau-Tempo;
Tenente.
Não se trata de um espaço fixo, correspondendo a todos os locais por onde passaram até chegar ao rio Caia (Évora, Elvas, Badajoz).
Resumo do Capítulo XXII:
Fim.
Principais assuntos abordados neste capitulo:
• União das famílias reais de Portugal e Espanha através do casamento;
• Perda do caráter sentimental e espontâneo do casamento, tornando-se este num ato materialista e planeado;
• Viagem até ao rio Caia para fazer a troca das princesas peninsulares e as dificuldades enfrentadas durante a mesma;
• Acompanhamento da comitiva real por pedintes que acabaram por ter de trabalhar no arranjo das estradas;
• As consequências do nascimento de D. Maria Bárbara;
• Cerimónia do casamento com a música de Scarlatti.
Figuras de estilo:
''Era uma pedra do tamanho de uma casa... "
Hipérbole.
Esta é a pedra que foi trazida de Pero Pinheiro.

''Porém ainda se encontram famílias felizes.''
Ironia.
Está a referir-se á familia real portuguesa e á espanhola. Como é que eles poderiam ser felizes se os casamentos nem sequer são por amor?
Análise do capítulo XXII do Memorial do Convento
Português 12º ano
Este capítulo versa essencialmente sobre as famílias reais portuguesa e espanhola. Desde muito cedo foram organizados casamentos entre as duas, tais como os que agora se vão realizar, o de Maria Vitória, espanhola, que casou com o português José, e o de Maria Bárbara, portuguesa, com o espanhol Fernando.

Espaço físico:
D. João V
D. Maria Ana
D. Maria Bárbara
D. Fernando VI
D. José
D. Mariana Vitória
João Elvas
Rei de Portugal.
É vaidoso, imponente e grandioso pretende deixar uma obra que ateste a grandeza da sua riqueza e do seu poder, ainda que para tal tenha de sacrificar o povo português.
É infiel na relação com a rainha com as freiras;
Compactua com a inquisição;
Amigo do padre Bartolomeu Gusmão
Sobre D. João V:
Princesa da Áustria, agora rainha de Portugal revela-se extremamente devota e submissa, cujo papel se resume basicamente a dar herdeiros ao rei.
Sobre D. Maria Ana Josefa:
Filha mais velha do casal real.
É feia e bexigosa (cap XXI);
É boa rapariga, casou com 17 anos com o infante D. Fernando de Espanha, pelo que não chegou sequer a ver o convento construido em honra do seu nascimento
Sobre D. Maria Bárbara;
Sobre D. José;
É o filho mais novo do rei e da rainha, tem 14 anos e com 15 anos casa-se com Mariana Vitoria de Espanha
Sobre Mariana Vitória;
Gosta de bonecas, é habilíssima caçadora, gosta de música e de leitura.
Sobre João Elvas;
Antigo soldado, vadio e amigo de Baltasar;
Construção frásica;
Ausência de sinais gráficos indicadores de diálogo;

É, normalmente, a vírgula que separa as falas das personagens.
Tempo da historia;
Capitulo 22
11 de janeiro a 19 de janeiro 1729
(sec. XVIII)

Narrador;
É na generalidade, não participativo na narrativa, isto é, um narrador de 3ª pessoa que relata a história, que estrutura os factos, mas que, consegue organizá-la, manipulá-la.
Mas tambem ocupa a posição de participativo por exemplo cap XXII quando diz: "... ja passámos Pinteus, vamos a caminho..."
Acontecimento historico;
Construção Convento de Mafra;
Casamento de D. Maria Barbara e D. José.

Sobre o Fidalgo:
É uma figura indefinida.
Quase um pretexto para tornar verosímil a descrição dos interiores faustosos e das celebrações aquando do casamento real, numa fase da narração em que o pólo narrativo era um velho mendigo, João Elvas.
Maria Bárbara tem dezassete anos, não é formosa nem bonita mas é boa rapariga. No decorrer do capítulo, apercebemo-nos de que iremos assistir ao percurso de Maria Bárbara e da família real até Espanha, onde ela vai casar.
Durante a viagem, a comitiva real passa por várias cidades portuguesas e depara-se com alguns problemas, principalmente os meteorológicos, visto a chuva tornar os caminhos muito complicados para passar.

Também podemos referir a construção de várias propriedades reais, para que se pudessem recolher durante a viagem.
É de salientar que Maria Bárbara vai para Espanha sem nunca ter visitado o convento de Mafra que estava a ser construído em sua honra (por causa do seu nascimento).
Simbolismo:
D. Maria Bárbara – Simboliza a promessa feita por D. João V e simboliza ainda todos os sacrifícios e mortes ocorridas, no povo português, em prol dessa mesma promessa.

Número 3 – simboliza união e equilíbrio. Casamento marcado.

Intenção do autor;
Contraste entre os pobres que acompanham o cortejo e as riquezas do rei.
Pessoas tratadas como se escravas fossem.
Casamento marcado.
Espaço psicológico:
O trabalho no Convento :
Mafra simboliza o espaço da servidão desumana a que D. João V sujeitou o seu povo (cerca de 40 mil trabalhadores).

A miséria do Alentejo:
Este espaço associa-se à fome e à miséria em que o País vivia
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