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HISTÓRIA DA ARTE - PROF. ANDRÉ

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andre brito

on 27 May 2014

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Transcript of HISTÓRIA DA ARTE - PROF. ANDRÉ

Prof. André Brito
HISTÓRIA DAS ARTES
Pré-História
ARTE CRISTÃ PRIMITIVA
Período Paleolítico
ARTE EGÍPCIA
Antiguidade Clássica
ARQUITETURA
ARTE GREGA
PINTURA
ARTE ROMANA
ARTE PALEOCRISTÃ
Compreende-se entre 5.000.000 a 11.000 A.C.
Divide-se em:
PALEOLÍTICO INFERIOR (5.000.000 A 200.000 A.C.)
PALEOLÍTICO MÉDIO (200.000 A 30.000 A.C)
PALEOLÍTICO SUPERIOR (30.000 A 11.000 A.C.)

Por volta de 30.000 A.C. surgem as primeiras manifestções artísticas
Destacam-se as Vênus Paleolíticas e a Pintura Rupestre
Vênus Paleolíticas
Vênus Paleolíticas

São estatuetas de mulheres gordas ou grávidas
encontradas da Europa Oriental à Sibéria.

Feitas de ossos, marfim ou pedras moles como calcário, calcita
ou esteatite, posteriormente feitas em argila.

Acredita-se que estejam relacionadas à ritualidade da Deusa Mãe.

Misticidade de fecundidade feminina.
Características:

Sem rosto;
Nuas;
Em pé;
Exagero dos seios, nádegas, ventre e partes genitais.
Sem pés ou braços e pés muito pequenos;
Possuem entre 5 e 25 cm.
Willendorf - Danúbio
(1) Willendorf’s Venus (Rhine/Danube), (2) Lespugue Venus (Pyrenees/Aquitaine), (3) Laussel Venus (Pyrenees/Aquitaine), (4) Dolní Vstonice Venus (Rhine/Danube), (5) Gagarino no. 4 Venus (Russia),
(6) Moravany Venus (Rhine/Danube),
(7) Kostenki 1. Statuette no. 3 (Russia), (8) Grimaldi nVenus (Italy),
(9) Chiozza di Scandiano Venus (Italy), (10) Petrkovice Venus (Rhine/Danube), (11) Modern sculpture (N. America), (12) Eleesivitchi Venus (Russia);
(13) Savignano Venus (Italy),
(14) The so-called “Brassempouy Venus” (Pyrenees/Aquitaine),
(15) Hohle Fels Venus (SW Germany).
A caverna de ALTAMIRA, Espanha foi a primeira a ser encontrada em 1879.

A Caverna de LASCAUX, França, achada em 1942, têm exemplares belíssimos.

O tema dessas pinturas são comumente bisões, cavalos e cervos.

A caverna de CHAUVET, França, há ursos, panteras, cavalos, mamutes, hienas, dezenas de rinocerontes peludos e animais diversos.

No Brasil 0 Parque Nacional Serra da Capivara - Sudeste do Estado do Piauí, ocupando áreas dos municípios de São Raimundo Nonato, João Costa, Brejo do Piauí e Coronel José Dias. Nessa região encontra-se uma densa concentração de sítios arqueológicos, a maioria com pinturas e gravuras rupestres.
Arte Naturalista

Arte Esquemática
Período Neolítico
Inicia-se a tecelagem, a cerâmica e as primeiras edificações.
As pinturas começam a ser feitas ao ar livre.
Os temas tornam-se abstratos e racionais, com a utilização de formas gométricas.
Surge a forma humana nas pinturas e a representação do cotidiano.
Construções Megalíticas
Provavelmente ligado à rituais funebres ou religiosos.
Divivem-se em dois estilos:
Dolmens (Vertical)
Menires (Horizontal)
A junção forma um Cromeleque.
Cromeleque de Almendres - Portugual
Casa do Neolítico, Skara Brae, Escócia
A arte seguia normas religiosas que reduziam a liderdade do artista.
A religião determinava as construções, a temática das esculturas e das pinturas.
Tendência ao realismo e a observação da lei da frontalidade
As pirâmides do deserto de Gizé são as obras arquitetônicas mais famosas.
Foram construídas por importantes reis do Antigo Império: Quéops, Quéfren e Miquerinos.
Junto a essas três pirâmides está a esfinge mais conhecida do Egito, que representa o faraó Quéfren, mas a ação erosiva do vento e das areias do deserto deram-lhe, ao longo dos séculos, um aspecto enigmático e misterioso.
As características gerais da arquitetura egípcia são:

• solidez e durabilidade;
• sentimento de eternidade; e
• aspecto misterioso e impenetrável.
Templo de Karnak
Templo de Luxor
Os monumentos mais expressivos da arte egípcia são os túmulos e os templos. Divididos em três categorias:

• Pirâmide - túmulo real, destinado ao faraó;
• Mastaba - túmulo para a nobreza; e
• Hipogeu - túmulo destinado à gente do povo.
Os tipos de colunas dos templos egípcios são divididas conforme seu capitel:

• Palmiforme - flores de palmeira;
• Papiriforme - flores de papiro; e
• Lotiforme - flor de lótus.
Uma das principais civilizações da Antigüidade.
Era uma civilização já bastante complexa em sua organização social e riquíssima em suas realizações culturais.
A religião invadiu toda a vida egípcia, interpretando o universo, justificando sua organização social e política, determinando o papel de cada classe social e, conseqüentemente, orientando toda a produção artística desse povo.
O fundamento ideológico da arte egípcia é a glorificação dos deuses e do rei defunto divinizado, para o qual se erguiam templos funerários e túmulos grandiosos.
ESCULTURA
Principais pedras utilizadas:
Calcário, granito, diorita, mármore

Os Usciabtis eram figuras funerárias em miniatura, geralmente esmaltadas de azul e verde, destinadas a substituir o faraó morto nos trabalhos mais ingratos no além, muitas vezes coberto de inscrições.

A lei da frontalidade era utilizada para serem vistas de frente, rigidez.

Os baixos-relevos egípcios, que eram quase sempre pintados, foram também expressão da qualidade superior atingida pelos artistas em seu trabalho. Recobriam colunas e paredes, dando um encanto todo especial às construções. Os próprios hieróglifos eram transcritos, muitas vezes, em baixo-relevo.
PINTURA
A decoração colorida era um poderoso elemento de complementação das atitudes religiosas.

Suas características gerais são:

• ausência de três dimensões;
• ignorância da profundidade;
• colorido a tinta lisa, sem claro-escuro e sem indicação do relevo; e
• Lei da Frontalidade que determinava que o tronco da pessoa fosse representado sempre de frente, enquanto sua cabeça, suas pernas e seus pés eram vistos de perfil.
Quanto a hierarquia na pintura: eram representadas maiores as pessoas com maior importância no reino, ou seja, nesta ordem de grandeza: o rei, a mulher do rei, o sacerdote, os soldados e o povo. As figuras femininas eram pintadas em ocre, enquanto que as masculinas pintadas de vermelho.

Os egípcios escreviam usando desenhos, não utilizavam letras como nós. Desenvolveram três formas de escrita:
Hieróglifos - considerados a escrita sagrada;
Hierática - uma escrita mais simples, utilizada pela nobreza e pelos sacerdotes; e
Demótica - a escrita popular.
Livro dos Mortos, ou seja um rolo de papiro com rituais funerários que era posto no sarcófago do faraó morto, era ilustrado com cenas muito vivas, que acompanham o texto com singular eficácia. Formado de tramas de fibras do tronco de papiro, as quais eram batidas e prensadas transformando-se em folhas.
Enquanto a arte egípcia é uma arte ligada ao espírito, a arte grega liga-se à inteligência, pois os seus reis não eram deuses, mas seres inteligentes e justos que se dedicavam ao bem-estar do povo. A arte grega volta-se para o gozo da vida presente. Contemplando a natureza, o artista se empolga pela vida e tenta, através da arte, exprimir suas manifestações. Na sua constante busca da perfeição, o artista grego cria uma arte de elaboração intelectual em que predominam o ritmo, o equilíbrio, a harmonia ideal. Eles tem como características: o racionalismo; amor pela beleza; interesse pelo INÍCIOM, essa pequena criatura que é “a medida de todas as coisas”; e a democracia.
A característica mais evidente dos templos gregos é a simetria entre o pórtico de entrada e o dos fundos. O templo era construído sobre uma base de três degraus. O degrau mais elevado chamava-se estilóbata e sobre ele eram erguidas as colunas. As colunas sustentavam um entablamento horizontal formado por três partes: a arquitrave, o friso e a cornija. As colunas e entablamento eram construídos segundo os modelos da ordem dórica, jônica e coríntia.
Os principais monumentos da arquitetura grega:
• Templos, dos quais o mais importante é o Partenon de Atenas. Na Acrópole, também, se encontram as Cariátides.
• Teatros, que eram construídos em lugares abertos (encosta) e que compunham de três partes: a skene ou cena, para os atores; a konistra ou orquestra, para o coro; o koilon ou arquibancada, para os espectadores. Um exemplo típico é o Teatro de Epidauro, construído, no séc. IV a.C., ao ar livre, composto por 55 degraus divididos em duas ordens e calculados de acordo com uma inclinação perfeita. Chegava a acomodar cerca de 14.000 espectadores e tornou-se famoso por sua acústica perfeita.
• Ginásios, edifícios destinados à cultura física.
• Praça - Ágora onde os gregos se reuniam para discutir os mais variados assuntos, entre eles; filosofia.
A pintura grega encontra-se na arte cerâmica. Os vasos gregos são também conhecidos não só pelo equilíbrio de sua forma, mas também pela harmonia entre o desenho, as cores e o espaço utilizado para a ornamentação. Além de servir para rituais religiosos, esses vasos eram usados para armazenar, entre outras coisas, água, vinho, azeite e mantimentos. Por isso, a sua forma correspondia à função para que eram destinados:

• Ânfora - vasilha em forma de coração, com o gargalo largo ornado com duas asas;
• Hidria - (derivado de ydor, água) tinha três asas, uma vertical para segurar enquanto corria a água e duas para levantar;
• Cratera - tinha a boca muito larga, com o corpo em forma de um sino invertido, servia para misturar água com o vinho (os gregos nunca bebiam vinho puro), etc.
PINTURA
A pintura grega se divide em três grupos:

• figuras negras sobre o fundo vermelho
• figuras vermelhas sobre o fundo negro
• figuras vermelhas sobre o fundo branco
A estatuária grega representa os mais altos padrões já atingidos pelo homens. Na escultura, o antropomorfismo - esculturas de formas humanas - foi insuperável. As estátuas adquiriram, além do equilíbrio e perfeição das formas, o movimento.

No Período Arcaico os gregos começaram a esculpir, em mármores, grandes figuras de homens. Primeiramente aparecem esculturas simétricas, em rigorosa posição frontal, com o peso do corpo igualmente distribuído sobre as duas pernas. Esse tipo de estátua é chamado Kouros (palavra grega: homem jovem).

No Período Clássico passou-se a procurar movimento nas estátuas, para isto, se começou a usar o bronze que era mais resistente do que o mármore, podendo fixar o movimento sem se quebrar. Surge o nu feminino, pois no período arcaico, as figuras de mulher eram esculpidas sempre vestidas.

Período Helenístico podemos observar o crescente naturalismo: os seres humanos não eram representados apenas de acordo com a idade e a personalidade, mas também segundo as emoções e o estado de espírito de um momento.

O grande desafio e a grande conquista da escultura do período helenístico foi a representação não de uma figura apenas, mas de grupos de figuras que mantivessem a sugestão de mobilidade e fossem bonitos de todos os ângulos que pudessem ser observados.
Os principais mestres da escultura clássica grega são:

• Praxíteles, celebrado pela graça das suas esculturas, pela lânguida pose em “S” (Hermes com Dionísio menino), foi o primeiro artista que esculpiu o nu feminino.
• Policleto, autor de Doríforo - condutor da lança, criou padrões de beleza e equilíbrio através do tamanho das estátuas que deveriam ter sete vezes e meia o tamanho da cabeça.
• Fídias, talvez o mais famoso de todos, autor de Zeus Olímpico, sua obra-prima, e Atenéia. Realizou toda a decoração em baixos-relevos do templo Partenon: as esculturas dos frontões, métopas e frisos.
• Lisipo, representava os homens “tal como se vêem” e “não como são” (verdadeiros retratos). Foi Lisipo que introduziu a proporção ideal do corpo humano com a medida de oito vezes a cabeças.
• Miron, autor do Discóbolo - Iníciom arremessando o disco.
A arte romana sofreu duas fortes influências: a da arte etrusca popular e voltada para a expressão da realidade vivida, e a da greco-helenística, orientada para a expressão de um ideal de beleza.
Um dos legados culturais mais importantes que os etruscos deixaram aos romanos foi o uso do arco e da abóbada nas construções.
ARQUITETURA
As características gerais da arquitetura romana são:

• busca do útil imediato, senso de realismo;
• grandeza material, realçando a idéia de força;
• energia e sentimento;
• predomínio do caráter sobre a beleza;
• originais: urbanismo, vias de comunicação, anfiteatro, termas.

As construções eram de cinco espécies, de acordo com as funções:
1) Religião - Templos

Pouco se conhece deles. Os mais conhecidos são o templo de Júpiter, o de Saturno, o da Concórdia e o de César. O Panteão, construído em Roma durante o reinado do Imperador Adriano foi planejado para reunir a grande variedade de deuses existentes em todo o Império, esse templo romano, com sua planta circular fechada por uma cúpula, cria um local isolado do exterior onde o povo se reunia para o culto.
2) Comércio e civismo - Basílica.

A princípio destinada a operações comerciais e a atos judiciários, a basílica servia para reuniões da bolsa, para tribunal e leitura de editos. Mais tarde, já com o Cristianismo, passou a designar uma igreja com certos privilégios.

A basílica apresenta uma característica inconfundível: a planta retangular, (de quatro a cinco mil metros) dividida em várias colunatas. Para citar uma, a basílica Julia, iniciada no governo de Júlio César, foi concluída no Império de Otávio Augusto.
3) Higiene -Termas

Constituídas de ginásio, piscina, pórticos e jardins, as termas eram o centro social de Roma.

As mais famosas são as termas de Caracala que, além de casas de banho, eram centro de reuniões sociais e esportes.
5) Monumentos decorativos

a) Arco de Triunfo: pórtico monumental feito em Inícionagem aos imperadores e generais vitoriosos. O mais famoso deles é o arco de Tito, todo em mármore, construído no Forum Romano para comemorar a tomada de Jerusalém.

b) Coluna Triunfal: a mais famosa é a coluna de Trajano, com seu característico friso em espiral que possui a narrativa histórica dos feitos do Imperador em baixos-relevos no fuste. Foi erguida por ordem do Senado para comemorar a vitória de Trajano sobre os dácios e os partos.
O Mosaico foi muito utilizado na decoração dos muros e pisos da arquitetura em geral.

A maior parte das pinturas romanas que conhecemos hoje provém das cidades de Pompéia e Herculano, que foram soterradas pela erupção do Vesúvio em 79 a.C. Os estudiosos da pintura existente em Pompéia classificam a decoração das paredes internas dos edifícios em quatro estilos.
Primeiro estilo: recobrir as paredes de uma sala com uma camada de gesso pintado; que dava impressão de placas de mármore.

Segundo estilo: Os artistas começaram então a pintar painéis que criavam a ilusão de janelas abertas por onde eram vistas paisagens com animais, aves e pessoas, formando um grande mural.

Terceiro estilo: representações fiéis da realidade e valorizou a delicadeza dos pequenos detalhes.

Quarto estilo: um painel de fundo vermelho, tendo ao centro uma pintura, geralmente cópia de obra grega, imitando um cenário teatral.
ESCULTURA
Os romanos eram grandes admiradores da arte grega, mas por temperamento, eram muito diferentes dos gregos. Por serem realistas e práticos, suas esculturas são uma representação fiel das pessoas e não a de um ideal de beleza humana, como fizeram os gregos.

Retratavam os imperadores e os homens da sociedade. Mais realista que idealista, a estatuária romana teve seu maior êxito nos retratos.
Com a invasão dos bárbaros as preocupações com as artes diminuíram e poucos monumentos foram realizados pelo Estado.

Era o começo da decadência do Império Romano que, no séc. V - precisamente no ano de 476 - perde o domínio do seu vasto território do Ocidente para os invasores germânicos.
MOSAICO

Partidários de um profundo respeito pelo ambiente arquitetônico,
adotando soluções de clara matriz decorativa, os mosaístas chegaram
a resultados onde existe uma certa parte de estudo direto da natureza.

As cores vivas e a possibilidade de colocação sobre qualquer superfície e
a duração dos materiais levaram a que os mosaicos viessem a prevalecar
sobre a pintura. Nos séculos seguintes, tornar-se-ão essenciais para medir
a ampliação das primeiras igrejas cristãs.
ARTE TRIUNFAL
ARTE DAS CATACUMBAS
- OCORRE ENTRE O SÉC. II E O SÉC. V;
- DESENVOLVE DENTRO O IMPÉRIO ROMANO;
- EM 64 D.C., NERO ACUSA OS CRISTÃOS DO INCÊNDIO DE ROMA, DANDO O INÍCIO A PERSEGUIÇÃO QUE PERDURA POR QUASE 3 SÉCULOS;
- MUDAM O LOCAL DE SEUS ENCONTROS PARA CATACUMBAS;
- DESENVOLVE-SE AS PINTURAS MURAIS, POESIA E A MÚSICA.
- OS CRISTÃOS REALIZAM O ENTERRO DE SEUS MORTOS.
- SUA TEMÁTICA ERAM TEMAS PASSAGENS BÍBLICAS;
- CRIAM UMA PINTURA SIMBÓLICA.
Normalmente os primeiros cristãos representavam o corpo humano de maneira proporcional e bidimensional, por vezes adaptando elementos da arte pagã, e obviamente harmonizando-os com os ensinamentos cristãos, bem como também desenvolveram sua própria iconografia.
A mais antiga imagem conhecida de Maria com o Menino Jesus.
(Século II, Catacumbas de Santa Priscila, Roma)
Pictograma: Imagens que representavam Jesus

Ictus (peixe), pavão, Cordeiro ou uma âncora.

Profeta Jonas
Daniel
Orfeu

"Bom Pastor"
Com o Édito de Milão (Séc IV d.C.) , Constantino I apoia a construção de templos próprios, em Roma, Milão, Ravena, de modo a divulgar a nova religião e acolher o crescente número de convertidos.

O edifício religioso tem uma planta centralizada (circular, poligonal ou em cruz) baseado no balneário romano, adaptado da basílica (como a Basílica de Santa Costanza).

O interior desenvolve-se em um núcleo com deambulatório concêntrico de cobertura em abóbada de berço, clerestório e coroação em cúpula. A esta estrutura podem surgir também anexados capelas funerárias e batistérios.

Embora se tenha observado também a ocidente, esta edificação vai sobretudo ter maior aderência na arquitetura bizantina.
A fabricação do vinho no deambulatório de Santa Costanza ainda segue a tradição clássica de representar o ato como uma festa em honra ao deus Baco, que simboliza a transformação ou mudança.
Na Igreja da Natividade, em Belém, o piso em mosaico original, com os motivos romanos típicos, ainda está parcialmente preservado.
MASTABAS
Sistema arquitravado
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