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Subjetivismo e Objetivismo Estético

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by

João Tomé

on 26 May 2015

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Transcript of Subjetivismo e Objetivismo Estético

Subjetivismo estético (moderado)
Objeções ao subjetivismo
Os críticos ao objetivismo referem que, se os juízos estéticos são objetivos, porque existe tanta discordância quanto à apreciação de certas obras.
Objetivismo estético
Objeção ao objetivismo estético
O quadro "Noite estrelada" de Van Gogh é bonito, porque gosto dele.
Subjetivismo Estético
Gosto do quadro " Noite Estrelada" de Van Gogh porque é bonito.
Objetivismo Estético


Ao avaliar um objeto com base nos nossos sentimentos não estamos realmente a avaliar o objeto, estamos a exprimir as nossas preferências.
Subjetivismo estético (moderado) - Kant
Kant distingue juízos estéticos dos juízos de conhecimento. Enquanto nos primeiros exprimimos o sentimento que temos por um objeto (O objeto é belo logo, gosto do objeto), nos segundos limitamo-nos a descrever e/ou caracterizar objetos. Portanto, os juízos estéticos são subjetivos e os juízos de conhecimento são objetivos.
No entanto, Kant, uma vez que é subjetivista moderado, defende que se podem encontrar critérios comuns de avaliação da arte.
Este defende que o que faz variar o sentimento das pessoas em relação a um objeto são as condições de apreciação: uns vêm quando estão cansados, ou com pressa, etc...
Logo, segundo Kant, se as condições fossem iguais, os juízos estéticos eram universais.
Hume:
Há um enorme desacordo e uma enorme diversidade de gostos
Apesar dos desacordos, verifica-se (em diferentes tempos e lugares) uma tendência para acharem certas coisas mais agradáveis que outras

Subjetivistas
: aqueles que defendem que a justificação dos juízos estéticos tem um caráter subjetivo. Afirmam que a beleza do objeto é dada pelo prazer que sentimos a olhar para ele.

Objetivistas
: aqueles que defendem que a justificação dos juízos estéticos é objetiva. Afirmam que a beleza do objeto é dada pelas características que este apresenta. Alguns vão discordar com a beleza do mesmo visto que são insensíveis a esse objeto.
É o conjunto de princípios baseados na observação do que em países e épocas diferentes tem sido universalmente aceite como agradável. Logo, os juízos estéticos não são completamente arbitrários, o que não é imcompatível com o subjetivismo, uma vez que Hume acredita que a base do juízo estético é o sentimento e não as caraterísticas do objeto.
Padrão de gosto
O objetivista considera que gostamos de umas coisas visto que as mesmas possuem características que nos fazem sentir prazer ao observá-las.

Se a beleza dependesse do prazer que sentimos por elas, as obras só passariam a ser belas depois de as observámos.

Se passássemos a deixar de gostar de uma obra, sendo que esta se manteve igual, a beleza não diminui, o nosso prazer a observá-la é que diminui. Portanto, a beleza que nós sentimos pela obra não está dependente do prazer que sentimos por esta.
Subjetivismo e Objetivismo Estético
Como explicar a divergência de gostos?
Pessoas têm hábitos diferentes, próprias de certas idades, épocas e países que as impedem de alargar horizontes de modo a reconhecer o padrão de gosto.
Nem todas as pessoas têm o gosto e a sensibilidade igualmente desenvolvida, logo há pessoas com mais
delicadeza do gosto
, que reconhecem mais facilmente o padrão de gosto.
Por conseguinte, os críticos de arte têm o gosto mais delicado pelo que os seus juízos devem prevalecer. No entanto, os críticos de arte nem sempre concordam, o que reforça a subjetividade dos juízos estéticos.
Os subjetivistas, quando atribuem ao sentimento o critério de apreciação de um objeto, deixam por explicar por que razão sentimos esse prazer ao avaliar um objeto
O subjetivista não está a falar sobre o quadro mas sim sobre as suas preferências, enquanto o objetivista carateriza o quadro.
Contra argumento dos objetivistas
Contra argumento ao contra argumento dos objetivistas
Existem divergências de opinião na ciência
Casos científicos são praticamente todos consensuais
As propriedades que tornam um objeto belo não são físicas mas sim a harmonia, a elegância e o vigor entre estas.
Detetar estas propriedades é complicado e requer uma análise e observação cuidada. Um médico pode avaliar uma radiografia e encontrar uma fratura, enquanto uma pessoa normal não.
A comparação com os médicos não é correta uma vez que os próprios especialistas de arte divergem na sua opinião
Os médicos podem ter interpretações diferentes de uma radiografia. Ninguém defende que a existência de doenças esteja dependente da interpretação de uma radiografia. Logo, também a beleza não depende da opinião de cada um
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