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O Trabalho dos Técnicos em Saúde: tendências e perspectivas

discussão sobre a formação técnica no Brasil, especificamente na área da saúde
by

Mônica Wermelinger

on 1 November 2014

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Transcript of O Trabalho dos Técnicos em Saúde: tendências e perspectivas

photo credit Nasa / Goddard Space Flight Center / Reto Stöckli
Sempre foi assim????
Como justificar a pouca valorização profissional?
O baixo 'status'?

Origens da Educação Profissional de Nível Médio
Constituição histórica do 'lugar' do técnico no Brasil
Um Mundo
de Técnicos

"TÉCNICA"
1548
1930
... até 1930...
Catequese - índios
Internatos - mamelucos, órfãos e filhos dos caciques da terra
Externatos - filhos de colonos brancos
1808 (a partir de...)
Cursos destinados a formação de profissionais
Militar
Medicina
Direito
Artes e Ofícios
1891
Texto Constitucional: “à União compete privativamente legislar sobre o ensino superior na capital da República, cabendo-lhe, mas não privativamente criar instituições de ensino secundário nos Estados e promover a instrução no Distrito Federal...”
Ensino de 1o e 2o graus
Formação Humana x Preparação Ensino Superior
Escola Humanista x Escola Realista-Científica
1909
Criação de 19 Escolas de Artes e Ofícios
“o aumento constante da população das cidades exigia que se facilitasse às classes proletárias os meios de vencer as dificuldades sempre crescentes na luta pela existência e que, para isso, se tornava necessário, não só habilitar os filhos dos desfavorecidos da fortuna com o indispensável preparo técnico e intelectual, como fazê-los adquirir hábitos de trabalho profícuo que os afastassem da ociosidade, da escola do vício e do crime.” (Brasil, 1909).
Formação de trabalhadores:
. Curso primário, curso rural ou curso profissional
. Curso normal, Técnico comercial ou Técnico agrícola

Elites:
. Curso primário
. Curso secundário propedêutico
. Curso superior
não davam acesso ao nível superior
dividido em ramos profissionais
Criação do Ministério da Educação e Saúde
Reforma do ensino secundário - caráter educativo, divisão em duas etapas:
1a) cinco anos - deveria formar o homem através de hábitos, atitudes e comportamentos, habilitando-o a viver integralmente e capacitando-o à decisões convenientes e seguras, em qualquer situação.
2a) dois anos - deveria adaptar o aluno às futuras habilitações profissionais.
Reforma Capanema

Formação de trabalhadores:
1o ciclo) quatro anos - formação de artífices
2o ciclo) três anos - curso normal, técnico comercial,
técnico industrial ou Agrotécnico

Elites:
1o ciclo) quatro anos - ginasial
2o ciclo) três anos - colegial (científico ou clássico)
1942
não davam acesso ao nível superior
1a tentativa de articulação: alunos do ensino profissional poderiam prestar exame de adaptação.
SENAI & Escolas Técnicas Federais
1946
SENAC
1961
Lei de Diretrizes e Bases
4.024/61

- Plena equivalência entre os cursos profissionalizantes e os propedêuticos, para fins de prosseguimento nos estudos.
- Currículos definidos nacionalmente.
1971
Lei de Diretrizes e Bases
5.692/71

Profissionalização compulsória no ensino médio
- não supera a dualidade estrutural: dois ramos de ensino para clientelas diferentes
- currículos inadequados às realidades locais
"farsas"
Parecer 76/1975
Lei 7.044/82
1988
Constituição Federal
Amplia os direitos sociais, abrangendo “a educação, a saúde, o trabalho, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância e a assistência aos desamparados”
1996
Lei de Diretrizes e Bases
9.394/96

Inclusão do Ensino Médio como última etapa da Educação Básica, ganhando caráter de terminalidade.
Exclusão da Educação Profissional do escopo da Educação Básica, dando-lhe identidade própria, articulada com o ensino regular ou como educação continuada.
1997
Decreto 2208/97
Regulamenta a educação profissional, organizando o ensino técnico profissional em três estágios:
. nível básico
. nível técnico
. nível tecnológico
DECRETO 5.154/04: AVANÇO HISTÓRICO
LEI 11.741/08: CONSOLIDAÇÃO

Ensino Técnico INTEGRADO ao Ensino Médio
Possibilidade de articulação entre trabalho e educação assentada em bases científicas e tecnológicas
Formação Integral
- Separava a educação profissional da educação básica;
- Desvinculava o ensino médio e o curso técnico;
- Impossibilitava qualquer perspectiva profissionalizante no ensino médio;
- Coibia a possibilidade da integração da formação básica e profissional de forma orgânica num mesmo currículo;
- Educação Profissional com estrutura curricular, própria e independente do ensino médio;
- Currículo organizado em módulos, com caráter de terminalidade para efeito de qualificação profissional, podendo ser cursados em diferentes instituições;
- Maior agilidade frente às mudanças, cada vez mais intensas e freqüentes, decorrentes das inovações e dos novos modos de organização da produção;
- Identificação do perfil de competências necessárias à atividade requerida, ouvidos os setores interessados, inclusive trabalhadores e empregadores;
- Formação de professores, instrutores e monitores selecionados, principalmente, em função de sua experiência profissional, que deverão ser preparados para o magistério, previamente ou em serviço.
2004 - 2008
E hoje?
"competência"
"Técnicos de nível superior"
"Sociedade do Conhecimento "
"saber"
"capacidade"
Novas e novíssimas Tecnologias...
Valorização da
FAZER
SABER
tripalium
fonte:http://guerreirosdapsicologia.blogspot.com.br/2011_03_01_archive.html
'usar as mãos'
'intervir'
cirurgiões
não eram médicos... Eles fazem, médicos pensam...
Aristóteles e Platão são drásticos a esse respeito: qualquer produção de objetos materiais ainda que obras de arte como as estátuas de Prexíteles representava para eles uma atividade de segunda ordem comparada à produção de idéias. Platão chegaria a dizer: 'Não vais querer dar tua filha como esposa a um mecânico ou engenheiro!'
Já na Antiguidade, pessoas divididas em 2 'tipos':
. aqueles que 'pensam': homens livres - deliberam acerca do bem comum (cidadãos gregos)
. aqueles que 'fazem': pessoas que eram apenas instrumentos de trabalho para realização do bem comum (escravos e mulheres)
Globalização
Flexibilização da Produção
Reestruturação das Ocupações
Integração dos Setores de Produção
Multifuncionalidade e Polivalência dos trabalhadores
Valorização dos 'saberes' desvinculada do trabalho prescrito ou do conhecimento formal
Trabalho Humano
Promover
Fragilizar
Controle sutil
Ameaça constante de exclusão do Mercado de Trabalho
Origens, Regulação, Aparelho Formador e Competências profissionais
Mônica Wermelinger
Pesquisadora ENSP/FIOCRUZ
D.Sc. em Saúde Pública
monicaw@fiocruz.br
E na Saúde?
SUS
UNIVERSALIDADE
INTEGRALIDADE
RESOLUBILIDADE
Técnicos???
Lugar social/institucional
Regulação
e
Regulamentação
Efetiva implantação
do Sistema Único de Saúde
Atributos do Trabalhador
Organização dos trabalhadores
Qualificações tácitas
Bens materiais
SUCESSO!!!
Sociedade Pós-industrial
Sociedade Pós-moderna
Sociedade Pós-política
novo paradigma produtivo
Trabalho precário
LUCRO
Trabalho contratado e regulamentado
Saúde
E para os Técnicos em Saúde?
Preservação da existência humana
Luta constante pela manutenção da vida
Convívio e oposição permanente ao fenômeno morte
Cuidados para evitar riscos à saúde e à qualidade de vida do ser humano
Economia de força de trabalho
=
DESEMPREGO
Surgimento de 'Novos Técnicos'
=
+ EMPREGOS
Novas Tecnologias
Obrigada!
O TRABALHO DOS TÉCNICOS EM SAÚDE
Origens, Regulação, Aparelho Formador e Competências profissionais
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