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Cinema e História

apresentação ilustrativa para aula de Arquivo, Cinema, Informação e Memória do 2º/2012 - FCI - UnB
by

Sérgio Coletto

on 9 January 2013

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Transcript of Cinema e História

Cinema e História "a ciência dos homens no tempo" Marc Bloch, 1942, p. 32-33 1942 História Cinema "a História não só deve permitir compreender o "presente pelo passado" - atitude tradicional - mas também compreender o passado pelo presente." Marc Bloch, 1941, p. 44-50 1941 "O passado é uma construção e uma reinterpretação constante e tem um futuro que é parte integrante e significativa da história." Jacques Le Goff, 1988, p. 27 1988 "A narração dos acontecimentos passados, submetida vulgarmente, na nossa cultura, desde os gregos, à sanção da "ciência" histórica, colocada sob a caução imperiosa do "real", justificada por princípios de exposição "racional", diferirá esta narração realmente, por algum traço específico, por uma indubitável pertinência, da narração imaginária, tal como podemos encontrar na epopeia, no romance ou no drama?" Roland Barthes, 1967, p. 65 "O historiador, ao contrário do natural scientist, deve criar o seu próprio quadro para avaliar os acontecimentos de que trata; ele deve fazer uma reconstrução imaginativa do que, por natureza, não era real, mas estava contido em acontecimentos individuais. Deve abstrair do complexo de atitudes, valores, intenções e convenções que faz parte das nossas ações, para lhe apreender a significação." Gordon Leff, 1969 p. 117-118 1969 "O historiador deixou de ser o maestro que fala de tudo a proprósito de tudo, do alto da sua inderterminação e da universalidade de seu saber, a História. Ele deixou de contar o que se passou, isto é, deixou de escolher, naquilo que se passou, o que parece apropriado para seu relato, para seu gosto ou para a sua interpretação. Como seus colegas das outras ciências humanas, ele deve dizer o que busca, constituir os materiais pertinentes à sua questão, mostrar hipóteses, resultados, provas, incertezas.." François Furet, 1968 p. 71-83 1968 "Quanto a mim, tento descobrir métodos de análise aplicáveis à História contemporânea, mais difícil de se estudar devido à falta de distanciamento. O filme foi de grande ajuda nesse caso, tantos os filmes de ficção quanto os cinejornais. Na verdade, não acredito na existência de fronteiras entre os diversos tipos de filmes, pelo menos do ponto de vista de um historiador, para quem o imaginário é tanto história quanto História." Marc Ferro, 1985, p. 57 1985 Va.C. O início do registro. "A Teoria da Relatividade de Einstein, mostra que tempo e espaço são indissoluvelmente interconectados. Não se pode curvar o espaço sem também envolver o tempo. Assim, o tempo tem uma forma. Contudo, ele também parece ter um sentido único, como mostram as locomotivas da ilustração." Stephen Hawking, 2001, p.46 2001 Positivismo: a imaginação subordina-se à observação e busca-se apenas o que é observável e concreto. Auguste Comte, 1855. 1855 1895 O início do filme documental: Irmãos Lumiere ~1902 O início do filme de ficção: Georges Méliès Nanook, o Esquimó, de Robert Joseph Flaherty 2005 Maria Antonieta, de Sofia Coppola 2012 Robert Legato: a arte de criar o inesperado "Um filme, seja ele qual for, vai além de seu próprio conteúdo. Além da realidade representada, eles permitiram atingir, de cada vez, uma zona da história até então ocultada, inapreensível, não visível." Marc Ferro, 1985, p. 47 1985 2005 Maria Antonieta, de Sofia Coppola 2005 Maria Antonieta, de Sofia Coppola "No século V, a memória nasce do interesse das famílias nobres (e reais) e de padres de templos com os de Delfos, Elêusis ou Delos." Le Goff, 1988, p. 64. "O documento não é um material bruto, objetivo e inocente, mas exprime o poder da sociedade do passado sobre a memória e o futuro." Le Goff, 1988, p. 12. Linha do tempo revisitada; pesquisa de documentos; observação dos registros; quando uma fonte documental se esgota, esgota-se também a pesquisa. Interpretação; questionamento; hipótese. ? 1967 1921 A Greve, de Sergei Einsenstein 1925
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