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Critérios de Valorização de Estoques

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by

Margareth Silva Batista

on 26 November 2013

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Critérios de Valorização dos Estoques
Critérios de Valorização de Estoques
Logística Empresarial
Prof.: Alexandre Macambira
Conceito de Estoque
O termo estoque significa conjunto, agrupamento de todos os itens, materiais de propriedade da empresa.
A capacidade de uma empresa ou sua produção pode ser medida pela capacidade de seus estoques.
A partir da análise desses estoques pode se descobrir se uma empresa está no lucro ou prejuízo.

Critérios de Valorização dos estoques
PEPS
UEPS
CUSTO MÉDIO
Dentre os critérios de valorização/avaliação de estoques, os mais conhecidos são:

PEPS
Primeiro que entra, primeiro que sai, e é também conhecida na língua inglesa como FIFO (first in, first out)
A FIFO é um método mais comum de negócio para um indústria que produz conforme a demanda de venda, sendo assim pode se dizer que a medida que as mercadorias são vendidas deve se dá baixa e fazer a expedição das primeiras compras, ou seja, vende-se primeiro as primeiras unidades produzidas.
Tendo como vantagem a forma ordenada e contínua da circulação dos materiais se tornando uma combinação perfeita para o controle desses materiais, levando-se em conta que estes estão sujeitos a mudança de qualidade e deterioração, etc...

UEPS
Último que entra, primeiro que sai, também conhecido como LIFO (last-in, first-out)
O custo do estoque é obtido como se as unidades mais recentes adicionadas ao estoque fossem as primeiras unidades vendidas.
De acordo com o método UEPS, o custo dos artigos vendidos (saída) tende a se refletir no custo dos artigos comprados mais recentemente (comprados ou produzidos), permitido-se que haja redução dos lucros líquidos expostos.
Não sendo tão utilizado pelas empresas, dependendo do ramo, a mesma pois poderá ter sérios prejuízos.
Exemplos: produtos perecíveis
CUSTO MÉDIO
Também chamado de média ponderada ou média móvel, baseia-se na aplicação dos custos médios em lugar dos custos efetivos.
O método de avaliação do estoque ao custo médio é aceito pelo fisco e usado amplamente.
É um método utilizado em empresas Brasileiras para atender a legislação fiscal, até empresas multi- nacionais com operações no Brasil, necessitam avaliar, freqüentemente, o estoque segundo o método de custo padrão, para atender ao padrões da matriz.

Os Critérios com a Inflação
NOTA1: Pelo PEPS as mercadorias que saem são as mais antigas. Num ambiente inflacionário significa dizermos que são as mercadorias com MENORES CUSTOS, logo Valor do Estoque (VE: somatório do custo das mercadorias que permaneceram no estoque) será mais alto, pois as mercadorias mais recentes, compradas por valor mais alto ficarão no estoque, já o CMV (somatório dos custos das saídas) será baixo e o lucro (diferença entre o valor de venda e o custo) será mais alto. Como o lucro é tributado, teremos um valor de Imposto a recolher mais alto.  
NOTA2: Pelo UEPS as mercadorias que saem são as mais recentes. Num ambiente inflacionário significa dizermos que são as mercadorias com MAIORES CUSTOS, logo o Valor do Estoque (VE: somatório do custo das mercadorias que permanecem no estoque) será mais baixo, pois as mercadorias mais antigas, compradas por valor mais baixo ficarão no estoque, já o CMV (somatório dos custos das saídas) será alto e o lucro (diferença entre o valor de venda e o custo) será mais baixo. Como o lucro é tributado, teremos um valor de Imposto a recolher mais baixo. Por este motivo o UEPS é proibido no Brasil para as demonstrações contábeis, podendo as empresas utilizá-lo para as apuração internas.  
NOTA3: O CUSTO MÉDIO, em geral, retornará valores entre o PEPS e o UEPS, independente de qualquer Panorama Econômico. NOTA4: No panorama deflacionário as situações se invertem por causa da queda dos valores das compras, modificando os resultado do PEPS e do UEPS.
CONCLUSÃO
1. Vale ressaltar que no Brasil a legislação do imposto de renda permite apenas o PEPS e a Média Móvel Ponderada para fins de contabilidade de custos.
2. O único que não é aceito pela legislação do Imposto sobre a Renda é o UEPS, pois distorce completamente os resultados, apresentando custo maior, lucro menor e estoque final diverso do da realidade, ele acaba apresentando resultado operacional menor e prejudicando a arrecadação.
3. A empresa poderá adotar o critério que achar mais conveniente, mas, ao usar o UEPS, deverá apresentar a diferença para tributação no LALUR (Livro de apuração do lucro real).
4. O mais aconselhável é a adoção dos critérios Custo Médio Móvel Ponderado, pois ele espelha maior realidade nos custos, no lucro e no estoque final.

EQUIPE

ARYANNI
KARLA
LAÍSLA
PRISCILA
MARGARETH
ROBERTA
"Decisões empresariais sempre comprometem os recursos do presente com as incertezas do futuro"
(Peter Drucker)
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