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Untitled Prezi

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by

Gabriel Cavalcante

on 11 July 2013

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Transcript of Untitled Prezi

FACULDADE DE MEDICINA
CURSO DE FISIOTERAPIA
MÓDULO: RECURSOS FISIOTERAPÊUTICOS ELETROTERMOFOTOBIOLÓGICOS

UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS ELETROTERMOFOTOBIOLÓGICOS NA REABILITAÇÃO DE PACIENTES COM DISFUNÇÕES MOTORAS E SENSITIVAS APÓS ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO
Introdução
AVE (Acidente Vascular Encefálico) é clinicamente definido como sendo uma disfunção neurológica aguda, de origem vascular, seguida da ocorrência súbita (em segundos) ou rápida (horas) de sintomas e sinais relacionados ao comprometimento de áreas focais no cérebro,
É a terceira causa de morte em diversos países do mundo, como nos EUA.
No grupo das doenças cerebrovasculares, considerando a faixa de idade entre 20 e 49 anos, o AVC correspondeu a pouco mais de 80% das internações pelo SUS em 2004
Introdução
O AVE geralmente causa hemiparesia caracterizada por déficits motores incluindo diminuição na ativação muscular e aumento anormal no tônus muscular, levando à realização de compensações, dificuldade de manutenção da postura e alterações na marcha.
Gravidade das sequelas apresentadas, esses indivíduos têm comprometido seu nível de independência funcional nas AVD's, tais como alimentar-se, tomar banho, deambular, deitar-se e levantar-se, necessitando de auxílio de outra pessoa para a realização das atividades de vida diária.
Metodologia
Os critérios de inclusão foram a utilização da eletrotermofototerapia para reabilitar pacientes que haviam sofrido acidente vascular encefálico.
Os critérios de exclusão foram artigos voltados para outros aspectos da reabilitação pós-AVE, como cuidados em enfermagem.
Foram selecionados 24 artigos entre 1992 e 2012, sendo 15 em português e 9 em inglês. Outros 7 artigos foram utilizados como referencial teórico na introdução.

RESULTADOS E DISCUSSÃO
A dor no ombro hemiplégico e a subluxação são complicações comuns em indivíduos que sofreram acidente vascular encefálico (AVE), podendo gerar dor, lesões do plexo braquial, capsulite adesiva e lesões nos músculos da bainha rotatória, implicando atraso da reabilitação e interferência na qualidade de vida.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
A utilização dos recursos eletrotermofotobiológicos é considerada eficaz e segura. Proporcionam benefícios terapêuticos e funcionais, articulares e musculares, como a facilitação de movimentos voluntários, melhora da destreza manual, ganhos nas atividades de vida diária, redução da dor e da espasticidade, melhorando o trofismo muscular/diminuindo o tônus excessivo (principalmente quando o estímulo elétrico utilizado se baseia no mecanismo de inibição recíproca), ativando a musculatura local e os mecanismos reflexos precisos à reorganização da atividade motora, ganho de amplitude de movimento e reprimindo a possibilidade de deformidades nos membros afetados. Possibilitando ao paciente ganho de maior independência para a realização de suas funções perante a sociedade, resultando além de ganhos motores e sensoriais em ganhos sociais e psicológicos.
Autores:
Barros, K.V.C.
Cavalcante, B.G.C.
Mendes, L.A.
Rangel, G.F.P.
Silva, J.P.A.N.

Esse trabalho tem como objetivo identificar, quais são os recursos eletrotermofotobiológicos mais utilizados e eficazes na reabilitação de disfunções motoras e sensitivas acarretadas pelo AVE.
Objetivo
A pesquisa foi realizada através da Biblioteca Virtual em Saúde Pública (BVS), com redirecionamento para as bases eletrônicas de dados SciELO e LILACS, em junho de 2013.
Os descritores utilizados foram: acidente vascular encefálico, fisioterapia, eletroterapia, termoterapia, crioterapia, reabilitação.
Kobayshi et al, descreve que a aplicação clínica da estimulação elétrica funcional (FES) na reabilitação após o AVE fornece benefícios terapêuticos e funcionais em diversas articulações, levando à facilitação de movimentos voluntários, melhora da destreza manual, ganhos nas atividades de vida diária, redução da dor e espasticidade.
Wang et al, constataram que após seis semanas de tratamento com EEF, a subluxação do ombro teve melhora significante no grupo de hemiplégicos somente na fase aguda. No entanto, também se apresentam resultados favoráveis com uso de EEF em fase crônica do AVE segundo Kobayshi, corroborando os achados de Wang et al, que relataram efeitos benéficos da EEF na dor e subluxação crônica do ombro.
RESULTADOS E DISCUSSÃO
Em um estudo por Juliana et aL, todos os pacientes foram submetidos a tratamento com fisioterapia convencional e aplicação da FES no membro superior hemiplégico.
Era aplicada a FES por eletrodos de superfície posicionados nos músculos supraespinal e deltóide posterior simultaneamente.
Os eletrodos foram posicionados no sentido das fibras musculares
Os seguintes parâmetros foram adotados no estudo de Juliana et all:
Corrente pulsada bifásica assimétrica balanceada; Freqüência de 30 pulsos por segundo;
Tempo de duração de pulso 300 microssegundos;
T-on de 15 segundos (s); tempo de relaxamento muscular 10 s;
Tempo de subida de 2 s;
T de descida de 2 s;
Tempo de tratamento (timer) de 30 minutos
Amplitude de acordo com a tolerância de cada indivíduo.
Parâmetros de uso do FES - Juliana et al
"Os valores das medidas depois do tratamento sugerem vantagens do uso da fisioterapia adicionada à FES em relação às medidas iniciais da ADM, avaliação sensório-motora, dor."
Juliana et al, 2009
A espasticidade, outra consequência comum em pacientes pós AVE’s, segundo Davies, pode ser aliviada pelo uso de gelo, que deve ser aplicado com compressas úmidas geladas em torno da escápula e ombro para que seja eficaz.
No entanto, Page afirma que o gelo usado como estratégia de tratamento da dor no ombro hemiplégico não apresenta resultados específicos.
A espasticidade pode ser diminuída após tratamentos com eletroestimulação de 15-30 minutos com efeito terapêutico de 24 a 48 horas após a primeira sessão e de até algumas semanas, quando as sessões são repetidas.
Os tratamentos podem ser realizados por longos períodos de tempo (períodos de meses), mas também podem ser obtidas vantagens imediatas a partir de uma única sessão de tratamento.
Contudo, há a necessidade de identificar protocolos de estimulação elétrica que proporcionem melhor resposta motora, resultando em um menor tempo de tratamento.
Isakov e Bowker (2002)
Através de eletromiografia de superfície, um estudo avaliou a dorsiflexão de pacientes hemiparéticos de pacientes que utilizaram estimulação elétrica nos dorsiflexores e observaram melhora deste movimento em 100% dos pacientes. (Carvalho e Fonseca, 2001)
A inibição recíproca é importante na recuperação funcional e no ganho de amplitude de movimento de pacientes hemiplégicos. (Robinson, 2001)
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