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Carnivora

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by

Charles Sezyshta

on 28 September 2012

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Transcript of Carnivora

Arctocephalus australis Focas América do Sul;

Machos medem até 190 cm e pesam entre 150 e 200 kg e as fêmeas medem até 1,4 m e pesam entre 30 e 60 kg;

Maturidade sexual para as fêmeas aos 3 anos e para os machos, 7 anos; Arctocephalus pusillus Esta espécie é classificada como Pouco Preocupante (LC) na Lista Vermelha da IUCN e listada no Apêndice II da CITES.
Vídeo: http://www.arkive.org/brown-fur-seal/arctocephalus-pusillus/video-00.html Arctocephalus forsteri Focas Nova Zelândia

Peso do Macho: 90-150 kg;

Peso da Fêmea: 30 a 50 kg;

Tamanho do macho: 250 cm;

Tamanho da fêmea: 150 cm. Arctocephalus forsteri Arctocephalus forsteri Arctocephalus forsteri Arctocephalus forsteri Espécie classificada como  pouco preocupante (LC) na Lista Vermelha da IUCN e listada no Apêndice II da CITES.
Vídeo: : http://www.arkive.org/new-zealand-fur-seal/arctocephalus-forsteri/video-12.html Arctocephalus australis Foram encontrados Machos com 14 anos e fêmeas com 18 anos na RS;

No Uruguai, a espécie pode alcançar de 22 a 23 anos;

Alimentam-se longe da Costa. Arctocephalus australis Possuem uma densa pelagem de dupla estrutura;

Distribui-se pelo continente americano desde o Sul do Brasil (Torres-RS), chegando até Lima (Peru);

São ágeis para subir e descer ondas;

Pêlos superficiais semelhantes a uma penugem; Arctocephalus australis Carnivora Comer carne? Incisivos diminutos

Caninos bem desenvolvidos

Ultimo pré-molar superior e primeiro molar inferior cuspidados e desenvolvidos Caniformia Feliformia Hyaenidae Viverridae Felidae Herpestidae Ursidae Phocidae Procyonidae Otariidae Odobenidae Mustelidae Canidae 13/14 gêneros 33/34 espécies Lobos, coiotes, raposas, dingos, chacais, cachorros, fenecos... Ocorrência natural: Norte a Sul da América, África, Ásia e Europa

Na Austrália, não ocorre naturalmente, foi introduzido pelo homem: Dingo Distribuição: Creodonta Muito variado.

De desertos quentíssimos, florestas tropicais chuvosas a gelo ártico.

Não ocorrem na Antártica. Habitat: Raposa do Ártico Alimentação Muita carne! carniceiro insetívoro chacal bat-eared-fox Solitários ou em grupos? Fauna Brasileira (Paranaense) (Chrysocyon brachyurus)
Maior canídeo da América do Sul;

Pernas longas
Orelhas grandes
Pêlos compridos
Focinho negro
Cor pardo-avermelhada

No Paraná, vive em ambientes de cerrado e campo.

Importância: controle das populações de roedores, tatus, gambás.
Agente na dispersão de sementes do fruto da árvore Solanum lypocarpum (lobeira). Solitários
Monogâmicos
Cuidado cooperativo com a prole
Hábitos noturnos e crepusculares
Territorialistas (urina e fezes)

Dieta onívora

1673 amostras de fezes:

45% frutos;
34% mamíferos;
5% aves;
4 % répteis;
2% insetos .

Solanum lypocarpum- disponibilidade da fruta

Hábito generalista e oportunista. Em perigo de Extinção no Paraná! Seu habitat está sendo comprometido pela agricultura e pecuária.

Corre riscos de atropelamento e caça. Os atropelamentos são comuns em Castro, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Ponta Grossa...

Patógenos disseminados por cães domésticos.
Ex. Cinomose: patologia infecto contagiosa causada por vírus (contato direto, ar contaminado) Plano de Conservação Os principais problemas que afetam o Lobo-guará são:

Falta de políticas públicas de conservação do animal e de conservação de seu bioma (campo, cerrado)

Destruição do habitat para agricultura, pecuária e criação de áreas urbanas.

Atropelamentos

Caça (esportiva, por mitos e crendices)

Patógenos transmitidos por cães domésticos (se tem pouco conhecimento) Medidas Cobrar do Poder Público que se cumpra a Legislação Ambiental

Promover interações de institutos de pesquisa para facilitar a implementação de medidas mais práticas

Estudar melhor a epidemiologia das doenças que acometem a espécie

Realizar projetos que informem as pessoas sobre o lobo-guará Cachorro-do-Mato /Graxaim-do-Mato Cachorro-do-Mato /Graxaim-do-Mato Cerdocyon thous Linha preta que se estende da nuca até a base do rabo

Cinza com tonalidades amarela

Comum em áreas florestadas

Presente em todo o Brasil, exceto na planície amazônica.

Importância: bom dispersor de sementes, controle de populações de roedores também. Solitário, mas anda em grupo na época de reprodução

Marcação do território com urina e vocalização

Alimentação: vegetais, insetos, répteis, frutas, aves e pequenos mamíferos Cachorro-do-Mato Vinagre Speothos venaticus Pernas bem curtas
Pés com membrana natatória
Orelhas pequenas e arredondadas
Focinho pequeno
Cauda curta e peluda

Vivem em florestas, campos com capões e cerrados.

Encontrados próximos de cursos d’água.

Ocorrem em todo Brasil. Atividade diurna

Caça em grupos de 4 a 7 indivíduos
Estritamente carnívoros (especialistas), diferente do lobo-guará e do cachorro do mato

Abrigam-se em tocas, troncos de árvores e buracos Plano de conservação CRITICAMENTE em perigo no Estado do Paraná!

A ocorrência ATUAL de populações no Estado é desconhecida.

Há apenas dois registros confirmados no Estado. Um deles no Parque Nacional do Iguaçu e um exemplar coletado morto que está taxidermizado no Museu de Zoologia da UEPG.

Alguns pesquisadores já o consideram extinto, mas há relatos de ocorrência na área de preservação permanente em Guaraqueçaba, talvez na reserva do Salto Morato. arkive Cachorro-do-Campo / Graxaim-do-Campo
Lycalopex gymnocercus Corpo cinzento-amarelado com tonalidade preta, sendo a região da barriga mais clara que as demais

Orelhas grandes, suavemente ruivas

Patas são branco-amareladas

Vivem em áreas abertas, capoeiras e bordas de matas. Características do Rastro O caminhar do cachorro-do-campo é digitígrado (andam com as pontas dos dedos) e pode ser facilmente confundido com o do cachorro-do-mato.
O cachorro-do-campo (primeira figura) possui dedos mais alongados e palmas com concavidades mais fortes do que o cachorro-do-mato. Nomenclatura Lycalopex gymnocercus
Dusicyon gymnocercus
Pseudalopex gymnocercus 3:52 Crânios e Dentição I 3/3, C1/1, PM 3/4, M 3/3 = 42 Raposa-vermelha Vulpes vulpes Chacal-dourado Canis aureus 3/3, C1/1, PM 3/5, M 3/2 = 42 Feneco Vulpes zerda African hunting dog Raposa orelha de morcego Otocyon megalotis Coiote Canis latrans Lobo-guará Cachorro-do-mato-vinagre Mephitidae Já foram considerados mustelídeos, análises gené ticas levaram a uma nova família.

Doninhas fedorentas e cangambás

4 gêneros, 13 spp. (Mephitis, Conepatus, Spilogale e Mydaus)

Gênero Conepatus possui distribuição no Brasil (Conepatus semistriatus e Conepatus chinga)e Conepatus humboldti na Argentina e Chile.

*Não confundir com os gambás marsupiais presentes no Paraná

















Mephitis mephitis Onívoros (vegetação, insetos, pequenos vertebrados)

Atividade noturna

Variedade de habitats: florestas, desertos, pradarias e áreas montanhosas rochosas

Glândulas odoríferas para defesa

Foram capturados 8 cangambás, sendo uma fêmea apenas.

Atividade estritamente noturna

Nas fezes coletadas os 3 alimentos mais encontrados foram: 41% Orthoptera, 32% Coleoptera, larvas 14%.

Lixo e carniças

Foi verificada vocalização na espécie. Alguns cangambás emitiam sons para outros indivíduos quando se sentiam ameaçados.

Predadores: Onça-parda e lobo-guará

Comportamento solitário que pode ser explicado pela grande quantidade de presas que os carnívoros podem obter e da resposição dessas presas. Biologia comportamental de Conepatus semistriatus (Carnivora, Mephitidae) em Cerrado do Brasil Central Parque Nacional das Emas - GO e MS Atividade Noturna e Temperatura Atividade noturna explicada pela menor pressão de predação nesses horários.

Atividade noturna explicada pela termorregulação: a noite a temperatura é mais amena e o risco de desidratação é menor arkive Nandiniidae Contém apenas um gênero e uma única espécie Nandinia binotata. Distribuição geográfica Em toda a África Subsaariana, no sul do Sudão à Guiné-Bissau e para o sul para o leste do Zimbabwe e de Angola do norte. (Kingdon, 1988; Nowak, 1999)

Habitam florestas e vivem nas árvores Pequenos, carnívoros musculares, com membros fortes e longos, caudas resistentes adaptadas a agilidade na copa das árvores;

Possuem glândulas odoríferas;

Solitários;
Territoriais;
Noturnos;
Onívoros

Importância: controlam populações de aranhas e roedores 18 gêneros, 36 espécies Eoceno Separação dos primeiros membros da família de seus ancestrais. Separação dos gêneros, sendo Proailurus o passo inicial na evolução dos felídeos. Superior Magro, pequeno , corpo longo
Patas curtas
Cauda longa
Olhos de grandes dimensões
Dentes e garras afiadas.
Garras retrateis.

Ásia.

Um dente molar adicional em cada mandíbula Proailurus Oligoceno Oligoceno inicial  padrão de felídeos seguido até atualmente.

Alto grau de especiação sem muita alteração por milhões de anos.

Diversidade de tamanhos e habitats. Caninos superiores grandes e robustos;
Carniceiros eram lâminas de corte bem desenvolvidos.
Pré-molares na frente dos dentes carniceiros;
Molares atrás dos dentes cortantes
Cortantes bem reduzidos. Dinictis Caninos superiores eram sabres alongados;

Carniceiros eram lâminas cortantes especializadas;

Outros dentes mordentes bem reduzidos ou suprimidos. Holophoneus (gatos dente-de-sabre) Flange na mandíbula para proteção quando a boca estivesse fechada. Mioceno Dentes-de-Sabre

10 a 15 milhões de anos

Corpos fortes

Caça por espreita Oligoceno inicial até Pleistoceno  dicotomia na evolução:

Predadores ativos de movimentos rápidos

Pesados e mais lentos (como o tigre dente-de-sabre)

Ambos com tamanho médio e cauda longa. Felinos atuais.
Auge da evolução dos dente-de-sabre.
Tamanho de um leão moderno;
Caninos superiores com cerca de 20 cm;
Abria totalmente a boca.

Dentes caninos alongados e mandíbulas com ampla abertura evoluíram em felídeos, marsupiais e nimravídeos. Pleistoceno Smilodon (Tigre dente-de-sabre) Smilodon
Origem Categorias taxonômicas



Barreiras geográficas e ecológicas



Separação da Gondwana 



Criação de barreiras fisiológicas e comportamentais.
Subespécies são variações geográficas dentro de uma mesma espécie.

1º gato morfologicamente moderno: 25-30 milhões de anos, Eurásia.

Registro fóssil dos felídeos modernos: 2 milhões de anos. Divergiram rapidamente e dispersaram amplamente há 10 milhões de anos.

Colonização da América do Sul após a formação do Istmo do Panamá (3-6 milhões de anos) pelo Smilodon, Puma concolor e Panthera onca.





Suçuarana e puma  área de ocorrência que se estende das neves do Canadá ao extremo sul da América do Sul.
Características Gerais Felídeos terrestres são os carnívoros mais especializados à carnivoria.

Pequenos  competentes em subir em árvores.
Grandes  passam a maior
parte do tempo no chão.

Maioria com hábitos noturnos. Características Gerais Musculosos, flexíveis, equipados para lançar-se contra as presas (do seu tamanho ou maiores).

Membros robustos e fortes

Garras afiadas e retráteis.

Pescoço robusto. Dentes Especializados para penetrar e cortar a presa.

Caninos longos e fortes;

Carniceiros são perfeitas lâminas de corte;

Outros dentes reduzidos ou suprimidos. Solitários ou formam pares;

Leões: macho em grupos de até 18 fêmeas aparentadas, seus filhotes e vários machos não relacionados.

Felídeos neotropicais solitários; a área de um macho abrange a área de duas a três fêmeas  acasalamento: polígino Fêmeas de vida livre: borrifamento de urina para marcação  indica condição reprodutiva da fêmea; manutenção do espaço social.

- Frequente no período reprodutivo
- Pouco frequente na prenhez
- Pode estar ausente no período de criação dos filhotes.
Puberdade associada ao peso corporal, ocorrendo mais cedo nas fêmeas. Sinais de cio e comportamentos durante o acasalamento: Similares àqueles dos gatos domésticos.

Na maioria das espécies é “silencioso” ou com sinais sutis.

Variedade de comportamentos:
- Rolamento no solo;
- Esfregar-se contra superfícies;
- Vocalização;
- Maior deambulação;
- Movimentos de membros pélvicos;
- Comportamento de auto-limpeza;
- Maior freqüência de micção;
- Borrifamento de urina;
- Maior atividade investigativa (cheirar);
- Lordose (coluna arqueada). Caça Secreta (pelagem manchada ou listrada).

Longo salto.
Corrida curta de grande velocidade.

Matam por:

Compressão da traquéia  asfixia
Dentada na nuca  ruptura da medula ou esmagamento de vértebras Conservação Todos os felídeos (exceto Felis catus, o gato doméstico) estão ameaçados de extinção.

Redução numérica e de diversidade genética.

Redução e fragmentação de habitat;

Caça. Felinos do Brasil Onça-Pintada (Panthera onca):

É o maior felino do continente americano (corpo: 100-180 cm e cauda 45-75 cm),
Altura (36-158 cm);

Peso (kg): (36-158)


Possuem a pele com pintas formando rosetas que têm, no seu interior, um ou mais pontos; Podem ocorrer indivíduos inteiramente negros, sendo esta apenas uma característica melânica da mesma espécie. Número de filhotes: 2 (1-4) a Gestação; (dias): (91-111);

Solitários;

Atividade Diurna e Noturna; Originalmente a distribuição deste animal se dava desde o sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina;

Distribuídas no Sudeste do Arizona e México, e América Latina;

No Brasil, habitam o Pantanal, Cerrado, Mata Atlântica; São territorialistas;

Alimentação: vertebrados de grande porte (queixadas e catetos, preguiças, capivaras, veados, tatus e até mesmo jacarés);

Os machos e as fêmeas encontram-se apenas no período reprodutivo.

A mãe cuida do filhote até que ele complete cerca de dois anos e neste período o ensina a caçar e a sobreviver. É classificado pela IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza) como “Quase ameaçado” e pelo IBAMA como espécie vulnerável e está no apêndice I do CITES.

Ameaça devido à destruição de habitats (Michalski & Peres 2005) aliada à caça predatória; Crânio e Dentição: arkive Onça-parda (Puma concolor) Comprimento do corpo (cm): 86-154 cm, e cauda:  (63-96 cm);

Peso (kg): (29-120);

É a segunda maior espécie de felino no Brasil; Número de filhotes: 2 (1-6) a Gestação (dias): (82-96);

Longevidade (anos): 13 anos, no máximo;

 Solitários;

Atividade: Diurna e noturna. Ocorre do sudoeste do Canadá até o Estreito de Magalhães, no extremo sul da Argentina e Chile, está amplamente distribuída no Brasil;

Está presente em todos os biomas brasileiros (Amazônia, Cerrado, Caatinga, Pantanal, Mata Atlântica e Campos Sulinos);

Alimentação: vertebrados de médio porte; Classificado pela IUCN como "pouco preocupante" devido à sua ampla distribuição, mas as populações estão em declínio, devido à alteração do habitat, com a conseqüente redução da disponibilidade de presas e a caça. Jaguatirica (Leopardus pardalis) Comprimento do corpo (cm): (71-90) e cauda (cm):  (32-41); 

Peso (kg): (6 - 18) ;

Número de filhotes: (1-4) Gestação (dias): (72-82);

Atividade predominantemente noturna, terrestre e solitário; Ocorrem em toda a América Latina, exceto no Chile.
Habitam a Amazônia, Caatinga, Cerrado, Pantanal, Mata Atlântica e Campos Sulinos; Alimenta-se de pequenos e médios vertebrados, incluindo os grandes roedores (cutias e pacas), macacos, preguiças, pequenos roedores e marsupiais, aves e répteis;



Durante o dia, dorme em ocos de árvores ou em arbustos. Tem grande habilidade para subir em árvores, saltar e nadar. Foi caçado para comercio de peles, mas a perda de habitat agora é uma das principais ameaças;

É classificado pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza) como “pouco preocupante” e pelo IBAMA, como ameaçado de extinção. Jaguarundi (Puma yagouaroundi) Comprimento do corpo (cm): 63 (48-83) e a cauda (cm):  (27-59);

Peso (kg): 4.5 (3-9);

Número de filhotes: (1-4) a Gestação (dias): (63-75);

Atividade predominantemente diurna, solitário e terrestres;


Solitários;

Possui coloração variando do preto ou castanho escuro ao avermelhado. Ocorre do sul do Texas até as províncias de Buenos Aires e Rio Negro na Argentina, e por todo o Brasil até altitudes de 2.200 m, com exceção do sul do estado do Rio Grande do Sul; Alimenta-se de pequenos mamíferos, répteis e aves terrestres, podendo eventualmente chegar a utilizar animais de porte superior a

É classificado pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza) como “pouco preocupante” mas a destruição de hábitats é a principal causa de ameaça. Gato-palheiro (Leopardus colocolo) Comprimento do corpo (cm): (53-70) e a Cauda (22-32); 

Peso (kg): (3-4);

Número de filhotes: 1 (1-3),

 Gestação (dias): (80-85);

Longevidade (anos): 9;

Solitários. Atividade: Noturno e crepuscular.

Possui pelagem longa com coloração variando geograficamente do vermelho-alaranjado ao cinza com listras irregulares nas laterais do corpo e das patas.

Apresenta uma faixa de pêlos mais longos que vai da cabeça à base da cauda, que se eriça quando o animal se sente ameaçado. Ameaças: A perda e a degradação do habitat são as principais ameaças a esta espécie, além de ser um animal pouco estudado, com poucas informações sobre sua ecologia.
É classificado pela IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza) como espécie “Quase ameaçada” e pelo IBAMA, como ameaçada de extinção. Gato-maracajá (Leopardus wiedii) Comprimento do corpo (cm): normalmente 55cm (47-72) e a Cauda 39 cm(30-49);

Peso (kg): 3 (2-5);

Número de filhotes: (1-2) a Gestação (dias): 81-84; 

Longevidade (anos): 20 (máx); Atividade noturna;

Pelagem com coloração amarelo-dourada com rosetas escuras dispostas principalmente nas laterais do corpo;

As patas traseiras têm articulações especialmente flexíveis, permitindo rotação de até 180º;

Excepcional capacidade arbórea; Ampla distribuição estendendo-se desde o norte do México até o Uruguai e norte da Argentina e em todo o Brasil até o norte do estado do Rio Grande do Sul;

São encontrados na Amazônia, Cerrado, Caatinga, Pantanal, Mata Atlântica e Campos Sulinos, vivendo a no máximo 900 m de altitude;

Comem uma grande variedade de presas de vertebrados (mamíferos, aves, répteis e anfíbios); A destruição das florestas é a principal ameaça para essa espécie;

O pequeno conhecimento sobre a biologia desta espécie limita a possibilidade de estratégias de conservação eficazes;

É classificado pela IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza) como espécie “Quase ameaçada” e pelo IBAMA, como ameaçada de extinção. Gato-do-mato-pequeno (Leopardus tigrinus) Comprimento do corpo (cm): (45-64)e a Cauda (25-33);
Peso (kg): 2.4 (1.5-3);

Número de filhotes: 1 (1-4);

 Gestação (dias): (75-78);

Longevidade (anos): 11;

Solitários Atividade: Noturno e diurno/crepuscular.

É o segundo menor gato silvestre da América do Sul;

A pelagem tem coloração amarelo-dourada com rosetas escuras dispostas principalmente nas laterais do corpo. A caça para o comércio de peles e a destruição das florestas são as principais causas de ameaça para essa espécie., além de ser um animal pouco estudado.

É classificado pela IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza) como espécie vulnerável e pelo IBAMA, como ameaçado de extinção. Gato-do-mato (Leopardus geoffroyi) Comprimento do corpo (cm): (48-66) e a Cauda (25-28);

Peso (kg): 4.6;

Número de filhotes: (2-3) Gestação (dias): (72-78);

Longevidade (anos): 14 (máx);

Solitários. Atividade: Noturna

Pelagem com coloração que varia do cinza claro ao ocre, recoberta por um grande número de pequenas manchas negras; Ocorre a partir do sul da Bolivia até o sul da Argentina e Chile, e no Brasil eles são encontrados no Estado do Rio Grande do Sul.

Ocupam áreas com cobertura vegetal densa variando do porte arbustivo ao arbóreo; É um animal pouco estudado não havendo muitas informações a respeito de suas características ecológicas.

Alimenta-se de vertebrados (pequenos mamíferos, aves, peixes, répteis e anfíbios) e insetos; A caça por sua pele teve um forte impacto histórico, mas a destruição das florestas é a principal ameaça.

É classificado pela IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza) como "quase ameaçado" e pelo IBAMA como ameaçado de extinção. Projetos de Conservação: Felinos do Aguaí Pro-Carnívoros Hyaenidae Esta família possui 3 gêneros e 4 espécies;

São encontrados na África, sudoeste da Ásia e Índia.

Gênero Crocuta (Hiena manchada)

Gênero Hyaena (Hiena marrom)

Subfamília Hyaeninae (Hienas)

Gênero Proteles (aardwolf/protelo)

Seus tamanhos variam de 10-80 kg;

Disparidade de comprimento entre membros traseiros e dianteiros;

Postura digitígrada; Hienas possuem 34 dentes, enquanto que Proteles, 28 a 32; Podem ser caçadoras ou se alimentar de carcaças;

Clãs são dominados pelas fêmeas;

Clãs podem ser fixos ou migratórios;

O grupo surgiu na Eurásia no Mioceno
(cerca de 10 milhões de anos); Gênero Crocuta
Crocuta crocuta Tamanho total: 130 a 185 cm;

Peso do macho: 45 a 62 kg;

Peso da fêmea: 55 a 82,5 kg. A fêmea possui clitóris aumentado e duas bolsas escrotais indistinguíveis do escroto e pênis do macho;

Presença de bolsa anal;

São caracterizadas por enormes mandíbulas (exceto para Proteles); Ocorre em toda a África subsaariana, exceto para as florestas do Congo e no extremo sul. Sua distribuição é agora irregular em muitas áreas; São conhecidas como “varredoras”;

Se comunicam através de seus “gritos”;

Gestação com duração de 110 dias,
com ninhadas de 1-2 filhotes ao ano;
A maioria da população de Hienas pintadas vivem em áreas protegidas da África;

A espécie é classificada como pouco preocupante na lista vermelha da IUCN; Gênero Hyaena (Hiena marrom)

Subfamília Hyaeninae (Hienas) Hyaena hyaena Tamanho do corpo: 100 a 120
cm de comprimento;

25 a 55 kg;

Possuem crista longa; Sul da Europa, África e Ásia, como Indonésia e Filipinas. Irradiada em Madagascar.

Porte médio, corpos longos e pernas relativamente curtas. 

Comprimento: de 300 mm de comprimento (excluindo a cauda) a 1000 mm. 

Peso: menos do que 1 kg a 14 kg.  Cabeças relativamente pequenas, orelhas eretas e focinho relativamente longo e pontudo. 
Olhos de tamanho médio.
Com listras, manchas ou bandas.
Caudas muitas vezes rodeado de cores contrastantes. 
Garras retráteis. 
Glândula perianal produz odor forte.
Machos com báculo. Crânio longo e chato.
Segundo incisivo inferior é ligeiramente para fora.
Carniceiros bem desenvolvidos.
Último molar superior não é constringido no meio.

Caçadores noturnos.
Alimentação: pequenos vertebrados (incluindo carniça), insetos e outros invertebrados, incluindo vermes, crustáceos e moluscos. Podem incluir frutas e raízes.
Arbóreos.
Grupos com no máximo 2 indivíduos. Várias espécies vulveráveis, outras sem dados suficientes.
Ameaças: destruição de hábitats. Genetta bourloni Arctictis binturong Africanos, mas um gênero ocorre na Ásia e sul da Europa.
Comprimento: de 230 mm a mais de 750 mm.
Pesos: de menos de 1 kg a cerca de 5 ou 6 kg. Marrom ou cinza, alguns listrados.
Garras retráteis.
Cabeça pequena, focinho pontiagudo e curto, orelhas arredondadas.
Glândula anal para secretar odor fétido. Crânio longo e chato.
Incisivos inferiores para fora.
Carniceiros bem desenvolvidos.
Último molar superior não constringido no meio. Alimentação: pequenos mamíferos e aves (incluindo ovos de aves), répteis (especialmente serpentes), uma grande variedade de insetos e caranguejos, material vegetal.
Alguns formam colônias de até 50 indivíduos, outros são solitários.
Maioria terrestre. Perda de Habitat Herpestes fuscus  vulnerável Bdeogale omnivora  vulnerável Liberiictis kuhni  vulnerável Bdeogale jacksoni  quase ameaçada Eupleridae 8 espécies, 7 gêneros. Restritas à ilha de Madagascar.
Corpos delgados;
Cabeças relativamente pequenas
Comprimento varia de 250 mm a 800 mm.
Pelagem espessa e macia é cinza ou marrom e manchado ou listrado.
 Locomoção sob a ponta dos ou palma dos pés.  Acasalamento e estrutura social variam conforme espécie

Acasalamento dura de 2 a 8 meses.

Gestação: 3 meses
1 ou 2 filhotes por ninhada

Amamentação por 2 a 4 meses e meio. Estilo de vida: diurno ou noturno, arbóreo ou terrestre.

Comunicação: por odores e vocalizações.

Alimentação: pequenos mamíferos, aves, répteis, anfíbios, insetos, crustáceos. Predadores: homem e cão doméstico.

Conservação: todas as espécies estão ameaçadas.

Ameaças: destruição de habitats, caça e predação por cães. Hyaena brunnea Tamanho do corpo: 110 a 125 cm de comprimento; Altura: 25-30cm;

Peso: 40-55 kg;

Pêlos mais longos; Gênero Proteles
Proteles cristata Possuem cabeça e pescoço finos;

Longa juba que vai da cabeça até a cauda;

Comprimento do corpo: 55 a 80 cm;

Comprimento da cauda: 20 a 30 cm;

Altura do ombro: 48 a 50 cm;

Peso: 9 a 14 kg; Uma vez ocorreu da Grã-Bretanha para a China,mas hoje ele é encontrado no norte e leste da África, ao sul até a Tanzânia, em todo o Oriente Médio e Arábia até o norte da Índia.

São muito bem estudadas no Quénia, Tanzânia e Israel; em outros locais, sua ecologia pode ser substancialmente diferente; Grupos de até 7 indivíduos;

Hábito noturno;

Se alimenta de sementes, folhas, frutos, insetos, pássaros, peixes, e muitas espécies de mamíferos; Lixões também estão no cardápio;

Gestação de 3 meses;
Vítima de muitas supertições humanas, além do declínio da carniça devido à diminuição de outras grandes populações de carnívoros;

Classificado como Quase Ameaçada (quase ameaçada) na Lista Vermelha da IUCN. Ocorre na Zona Árida do Sudoeste da África, que inclui Angola, Botswana, Lesotho, Moçambique, Namíbia, África do Sul, Suazilândia e Zimbabwe;
Vivem em grupos de 4 a 6 indivíduos;

Hábito mais noturno;

Alimenta-se basicamente de carniça, invertebrados, ovos e frutas;

Os machos do clã dificilmente acasalam com as fêmeas do clã;

Período de gestação: 3 meses, com ninhadas de até 3 filhotes;
Vítima de mitos e equívocos está levando à sua extinção;

É classificada como quase ameaçada na lista vermelha da IUCN.

Vídeos: http://www.arkive.org/brown-hyaena/hyaena-brunnea/video-08b.html

http://www.arkive.org/brown-hyaena/hyaena-brunnea/video-00.html
Hábito noturno;

Solitários e territoriais (4 km²);

Dieta especializada em cupins (3.000 por noite no verão);

Gestação de 3 meses, ninhadas de 2 a 4 folhotes;

O macho desempenha um papel no cuidado com os filhotes; Ameaçados pela perda de habitat e destruição dos cupinzeiros;

A espécie é classificada como Pouco Preocupante (LC) na Lista Vermelha da IUCN e listada no Apêndice III da CITES.

Vídeos: http://www.arkive.org/aardwolf/proteles-cristata/video-00.html

http://www.arkive.org/aardwolf/proteles-cristata/video-09.html Os primeiros mamíferos que se especializaram em alimentar-se de vertebrados. Odobenidae Chamadas popularmente de Morsas;

Duas espécies conhecidas coexistiram no Plioceno;

São caracterizados por suas enormes presas (caninos),
que podem chegar a 1m de comprimento;

Distribuição circumpolar no Ártico e sub-ártico; Única espécie viva nesta família (Odobenidae odobenus)

1 gênero, 3 subespécies:

Odobenus rosmarus rosmarus: Morsas do Atlântico (Ártico oriental canadense);

Odobenus rosmarus divergens: Morsas do Pacífico (Mar de Bering e e o oceano ártico adjacente);

Odobenus rosmarus laptev: Mar de Laptev (norte da Sibéria); Possuem em seus focinhos largos vibrissas bem espessas que parecem formar um bigode;

Não possuem orelhas externas;

O corpo volumoso é muito menos aerodinâmico em relação aos outros pinipédia;

A gordura subjacente à sua pele pode chegar a 15 cm de espessura;

Suas nadadeiras dianteiras equivalem a ¼ do tamanho do seu corpo; Machos são poligâmicos;

Gestação das fêmes dura de 15 a 16 meses;

Maturidade sexual dos machos entre 8-10 anos, enquanto as fêmeas, aos 6-7anos;

Já foram encontrados espécimes com 40 anos; Tamanho do macho: 320 cm de comprimento;

Tamanho da fêmea: 270 cm de comprimento;

Peso do macho: 1200 a 1500 kg;

Peso da fêmea: 600 a 850 kg; São caçados para subsitência, apesar de a caça ser proibida;

São gerenciados pelo governo, no qual a caça foi proibida.

Não está na lista da IUCN por dados insuficientes. Crânio: Fósseis:
Valenictus chulavistensis Dusignathus seftoni Gomphotaria pugnax Sem pavilhão auditivo

Membros com membranas interdigitais.

Membros dianteiros relativamente curtos, inferior a 25% do corpo e menor que posteriores.

Usam os membros anteriores em locomoção terrestre, arrastam o ventre.

Membro posterior com pêlos e não dobra-se anteriormente.

Membro posterior usado na natação Focas - Características gerais Corpo fusiforme.

Garras bem desenvolvidas.

Cauda curta e grossa.

Orifícios respiratórios posicionados na parte frontal, tendo músculos voluntários com capacidade de abrir e fechar.

Fêmeas com um ou dois pares de mamas localizadas no abdômen.

Amamentação curta (semanas)

Báculo (osso do pênis) bem desenvolvido.

Pênis interno e retrátil.

Testículos intra ou extra-abdominais. Jovens com densa pelagem branca.

Em adultos o pelo é curto e duro, algumas espécies quase nuas.

Cinzenta, com manchas ou faixas pelo corpo.

Camada espessa de gordura subcutânea (25% do peso corporal). Variam em tamanho: focas aneladas com 90 kg até elefantes marinhos machos com 5000 kg. Crânio: processo pré-orbital reduzido ou ausente.

Dentição: superiores incisivos curtos com coroas pontiagudas, caninos pontiagudos e longos, molares com 3 cúspides. Estrutura social: varia entre espécies: monogâmicos ou associados em pequenos grupos. Elefantes altamente sociáveis e poligâmicos. Distribuição: costa acima de 30º de latitude Norte e sul da latitude 50º; localidades tropicais; lagos de água doce e rios. Predadores: orcas, tubarões e homem Fauna Brasileira Foca-leopardo (Hydrurga leptonyx) Foca-caranguejeira (Lobodon carcinophagus), Elefante-marinho-do-sul (Mirounga leonina) Focas Machos  1,3 a 1,95 metros de comprimento e pesam cerca de 100 kg. Maturidade sexual aos 6 anos.

Fêmeas  ligeiramente mais pequenas e leves. Maturidade sexual dos 3 aos 5 anos.

Na terra juntam-se em grupos de até mil indivíduos.

A corte e o acasalamento ocorrem na água.

Vivem de 25 a 30
anos. Gestação: 10,5 a 11 meses.
45 a 90 dias de implantação retardada.
Parto em terra, somente um filhote.
Amamentação: de 4 a 6 semanas.
Assim que nasce, a cria já está apta a nadar e mergulhar. 3/3, C1/1, PM 3/4, M 2/2 = 38 Novos estudos filogenéticos:

Nandiniidae e Eupleridae Mergulho Pulsação cai de cem para dez por minuto.
Diminui a irrigação sangüínea da pele, passando mais sangue pelo coração e cérebro.
Narinas são naturalmente fechadas. Ameaças Não estão em risco de extinção.

Poluição:
- problemas respiratórios
- morte dos peixes de que se alimentam

Caça:
- Filhotes  pele.
- Carne e a gordura  alimentação e combustível.
- Pele dura  encobrir embarcações pequenas e fazer diversos tipos de roupas.
- Ossos instrumentos e armas.
- Vísceras  alimento para os cães de trenó. Elefante marinho




Mirounga angustirostris (focinho estreito): Hemisfério norte.





Mirounga leonina (vocalização e juba como a de um leão): Hemisfério sul; focinho menor. Distribuição: Todo o Continente Antártico, maioria das ilhas e arquipélagos subantárticos, Península Valdés no sul da Argentina.
Brasil: ocorrência rara; foram avistados no Rio Grande do Sul e em São Paulo. Ilhabela, SP, junho de 2002 Características Gerais Focinho formado por sacos musculosos que podem ser inflados pelo sangue ou ar.

O focinho dos machos alonga-se quando entram na puberdade  dominância hierárquica e sexual.

Dentina mostra a idade. Reprodução Machos dominam grupo de 40 a 50 fêmeas.

Competindo por vocalização; alta
mortalidade de machos.

Gestação de 11 meses.

Um filhote por gestação.

Amamentação por 23 a 27 dias, leite com 50% de gordura.

Filhotes com 1,3 m, entre 40 e 50 kg, ganhando até 1,6 kg por dia.

Mães chegam a perder até 8,6 kg por dia durante amamentação. Nascem com pelagem negra, depois cinzenta, depois amarela e por fim marrom, sendo que os pelos que nascem sempre seguem esta sequência.

As fêmeas entram em estro 19 dias depois do parto.

Filhotes ficam sozinhos na praia uns 50 dias sem se alimentar, até perderem 70% do peso, quando vão para o mar se alimentar.

Jejum na estação reprodutiva:
- Fêmeas: um mês
- Machos: até 3 meses. Alimentação Mergulhos com duração de 20 a 27 minutos.

Olhos grandes e a retina possui pigmentos especiais que permitem enxergar a fraca luz emitida por lulas, polvos e por alguns dos peixes bioluminescentes. Ameaças Poluição;

Mortalidade de machos e filhotes;

Predadores: focas leopardo (filhotes) e as orcas (filhotes e animais mais velhos). Otaria flavescens Classificada como pouco preocupante (LC) na Lista Vermelha da IUCN.
Vídeo: http://www.arkive.org/south-american-sea-lion/otaria-flavescens/video-08a.html
http://www.arkive.org/south-american-sea-lion/otaria-flavescens/video-12a.html
http://www.arkive.org/south-american-sea-lion/otaria-flavescens/video-00.html Projetos de Conservação Projeto Mamíferos Marinhos do Litoral Sul Todos possuem uma pelagem grossa;

Possuem pequenas orelhas cartilaginosas externas; São altamente sociáveis;

Machos formam haréns que variam de 3 a 40 fêmeas; Arctocephalus galapagoensis Arctocephalus pusillus Arctocephalus australis Espécie classificada como (LC) na Lista Vermelha da IUCN e listada no Apêndice II da CITES.
Vídeo: http://www.arkive.org/south-american-fur-seal/arctocephalus-australis-/video-00.html Arctocephalus tropicalis Espécie classificada como (LC) na Lista Vermelha da IUCN e listada no Apêndice II da CITES.
Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=QN0BfmQYTYM Callorhinus ursinus Callorhinus ursinus Esta espécie é classificada como Vulnerável (VU) na Lista Vermelha da IUCN.
Vídeo: : http://www.arkive.org/northern-fur-seal/callorhinus-ursinus/video-03.html Eumetopias Jubatus Espécie classificada como em Perigo (EN) na Lista Vermelha da IUCN em 2007 Vídeo: http://www.arkive.org/stellers-sea-lion/eumetopias-jubatus/video-13a.html Neophoca cinerea Neophoca cinerea Espécie classificada como em Perigo (EN) na Lista Vermelha da IUCN. Phocarctos hookeri Phocarctos hookeri Phocarctos hookeri Espécie classificada como Vulnerável (VU) pela Lista Vermelha da IUCN em 2007. Listado como uma espécie ameaçada sob Lei Marinha de Proteção aos Mamíferos da Nova Zelândia.
Vídeos:
http://www.arkive.org/hookers-sea-lion/phocarctos-hookeri/video-00.html
http://www.arkive.org/hookers-sea-lion/phocarctos-hookeri/video-13.html Zalophus californianus Zalophus californianus Leões marinhos da Califórnia e Elefantes marinhos do Norte.
Classificada como pouco preocupante (LC) na Lista Vermelha da IUCN.
Vídeos: http://www.arkive.org/california-sea-lion/zalophus-californianus/video-03.html
http://www.arkive.org/california-sea-lion/zalophus-californianus/video-09b.html
Projeto Mamíferos Marinhos do Litoral Sul Otariidae Lobos marinhos e Leões marinhos Gênero Neophoca (leão marinho da Austrália);

Gênero Otaria (Leões-marinhos Sul-americanos);

Gênero Phocarctos (Leão-Marinho da Nova Zelândia);

Gênero Zalophus (leão-marinho da Califórnia). Os machos tendem a ser muito maiores do que as fêmeas (até 3 vezes mais pesados); A gestação dura cerca de 1 ano;

Cópula ocorre em terra;

Podem pesar entre 150 a 1000 kg);

Possuem corpo delgado e alongado; Coloração da pelagem varia em tons de marrom;

Nadadeiras Nuas e com garrras pequenas, estas ajudam na locomoção em terra; Alimentam-se de peixes, cefalópodos e crustáceos.

A maioria das espécies está na lista “vermelha” da IUCN das espécies ameaçadas de extinção;

Surgiram no Mioceno Crânio e dentição: Gênero Arctocephalus (Lobos-marinhos do Sul) Foca Galápagos (Arctocephalus galapagoensis)

Peso do Macho: 64 kg;

Peso da Fêmea: acima de 27 kg;

Tamanho do macho: acima de 150cm;

Tamanho da fêmea: 130cm. Arctocephalus galapagoensis Arctocephalus pusillus Arctocephalus australis Arctocephalus australis Arctocephalus tropicalis: (lobos-marinhos subantárticos) Ampla distribuição no hemisfério sul, ocorre nas ilhas oceânicas situadas ao norte da Convergência Antártica;

Utiliza habitats de fácil acesso pelo mar;

Machos alcançam 195cm de comprimento e pesam em torno de 165 kg, e as fêmeas medem até 145 cm e pesam em média 145 kg;

Maturidade sexual dos machos aos 8 anos, e das fêmeas entre os 6 e 8 anos; Arctocephalus tropicalis Arctocephalus gazella Focas Antártica;

Peso do Macho: 110 a 230 kg;

Peso da Fêmea: 22 a 51 kg;

Tamanho do macho: acima de 200 cm;

Tamanho da fêmea: acima de 140 cm. Arctocephalus gazella Arctocephalus gazella Espécie classificada como (LC) na Lista Vermelha da IUCN e listada no Apêndice II da CITES.
Vídeos: http://www.arkive.org/antarctic-fur-seal/arctocephalus-gazella/video-08.html
http://www.arkive.org/antarctic-fur-seal/arctocephalus-gazella/video-00.html Callorhinus ursinus Callorhinus ursinus
Eumetopias Jubatus Eumetopias Jubatus Eumetopias Jubatus Eumetopias Jubatus Gênero Neophoca (leão marinho da Austrália) Peso do Macho: 300 kg;

Peso da Fêmea: 105 kg;

Tamanho do macho: 250cm;

Tamanho da fêmea: 180 cm. Neophoca cinerea Gênero Otaria (Leões-marinhos Sul-americanos) É uma espécie que habitualmente vive a profundidades menores que 50 m;

Alimenta-se em águas rasas, no máximo 5 milhas de distância da costa;

Esta espécie apresenta uma camada única de pêlos grossos; Otaria byronia Otaria flavescens Otaria flavescens Otaria flavescens Otaria flavescens Otaria flavescens Otaria flavescens Phocarctos hookeri Gênero Zalophus (leão-marinho da Califórnia) Peso do Macho: 350 kg;

Peso da Fêmea: 100 kg;

Tamanho do macho: 210 cm;

Tamanho da fêmea: 180 cm. Zalophus californianus Zalophus californianus Zalophus californianus Zalophus californianus 7 gêneros, com 14 espécies;

Gênero Arctocephalus (focas do Sul);

Gênero Callorhinus (focas do Norte);

Gênero Eumetopias (leões marinhos); Ampla distribuição geográfica:

Costas da América do Norte e Sul, Norte e região central da Ásia, Nova Zelândia, e inúmeras ilhas, como a Galápagos, Antártica, África do Sul. Crânio e dentição: Arctocephalus galapagoensis Arctocephalus pusillus Focas África do Sul (Dyer Island);

Peso do Macho: 200-360 kg;

Peso da Fêmea: 36 a 110 kg;

Tamanho do macho: 200 a 230 cm;

Tamanho da fêmea: 120 a 170 cm. Arctocephalus pusillus Arctocephalus australis Arctocephalus australis Arctocephalus tropicalis Arctocephalus gazella
Gênero Callorhinus (Lobos-marinhos do Norte); Migram do Norte do Oceano Pacífico no Inverno para o Mar de Bering no verão;

Ocorrem No Alasca, Rússia, Japão e Costa da Califórnia (mais especificamente em San Diego);

Peso do Macho: 272 kg;

Peso da Fêmea: acima de 50 kg;

Tamanho do macho: 213cm;

Tamanho da fêmea: 142 cm. Callorhinus ursinus Callorhinus ursinus Gênero Eumetopias (leões marinhos) Peso do Macho: 700 kg;

Peso da Fêmea: 300 kg;

Tamanho do macho: 300cm;

Tamanho da fêmea: 230 cm. Eumetopias Jubatus Neophoca cinerea Neophoca cinerea Gênero Otaria Machos atingem tamanho máximo entre 245 a 266 cm e pesam entre 200 e 350 kg;

As fêmeas alcançam tamanhos entre 200 a 204 cm, e pesam até 144 kg;

A espécie atinge entre 18 a 20 anos de longevidade);

As colônias de reprodução ocorrem ao longo da costa do Uruguai, Argentina e Ilhas malvinas;

A maturidae sexual é alcançada aos 3 anos nas fêmeas e aos 5 anos nos machos;

Gestação de aproximadamente 1 ano; Otaria flavescens Gênero Phocarctos (Leão-Marinho da Nova Zelândia) Peso do Macho: 300-450 kg;

Peso da Fêmea: acima de 160 kg;

Tamanho do macho: 200 a 350 cm;

Tamanho da fêmea: 160 a 200 cm. Phocarctos hookeri Phocarctos hookeri
Forma afuselada da cabeça;
Grandes olhos abaulados;
Pescoço musculoso e curto;
Orelhas curtas
Patas muito curtas providas de cinco dedos
Garras curtas ou largas, mas sempre bem afiadas, as vezes um pouco retrateis.
Cauda quase sempre bem desenvolvida e larga. Pelagem - alta, baixa

Todos possuem glândulas paranais, com frequência se desenvolvem bastante e produzem um liquido mais ou menos pestilento. Parte facial muito curta, caixa cerebral muito volumosa. Em geral comprimida (esmagada) com os globos auditivos muito achatados.

Esqueleto: Caixa torácica alargada e encurtamento dos membros.
São animais ágeis, mais comumente caminham sobre os dedos (digitígrados), ao correr -plantígrada ou semiplantígrada.

Sempre se movimentam de maneira rápida e silenciosa

Muitas se locomovem bem em arvores

Quase todos sabem cavar para fazer tocas

Algumas tem vida anfíbia e nadam muito bem Molares superiores reduzidos a um, inferiores um ou dois. A maioria possui hábitos noturnos

Ainda que alguns comam vegetais são eminentemente Carnívoros

Dieta: Pequenos mamíferos, aves, peixes, repteis, crustáceos, insetos.

Exceto a região australiana (tão pobre em mamíferos não- marsupiais) não ha zona da Terra que não tenham mustelídios Mustelinae Eira barbara
São animais bastante grandes comparados com os outros membros da família.

Comprimento 65 cm sem levar em consideração a cauda que mede cerca de 40 cm.
Cabeça pequena e orelhas curtas (aparenta um gato com orelhas recortadas), pescoço grosso, corpo bem alargado e flexível.

Patas com dedos unidos por uma membrana quase ate a ponta.

Palmas e plantas sem pelo, providas de um grosso calo central. Cauda larga, apresentando uma bolsa pouco profunda na face interior.

Pelagem de todo o corpo e curto e liso, ainda mais na cabeça. Em geral negro e lustroso com cabeça de cor leonina e uma mancha branca na face ventral do pescoço. Os padrões de cores mudam, em espécies diferentes, ou morfoespécies.

Dentes: 34

Iraras ocorrem do México ate o norte da Argentina, com variação de coloração (morfoespécies). (Eira barbara) Persegue as presas pelo solo ou sobre as árvores;

Se alimentam de frutas, mel e cana de açúcar. Também gosta muito de mel, seu nome brasileiro deriva-se do guarani ira: mel uara: senhor/dono

A fêmea tem três ou quatro filhos que nascem de olhos fechados. Quando a mãe esta insegura com o esconderijo que tem os leva com a boca como fazem os gatos. Furão (Galictis) Se parecem com a irara, porém como todos os outros mustelídeos não apresenta bolsa subcaudal

Palmas e plantas sem pelo e calosas

Orelhas mais curtas e cauda muito mais curta que da Irara

A coloração e muito curiosa, diferente da maioria dos mamíferos que tem o ventre mais pálido, os furões apresentam a face, a garganta, o peito e as patas de cor negro profundo, enquanto as partes dorsais são cinzas tingidas de amarelo.
Durante o dia se esconde entre as raízes, de baixo das pedras ou em pequenas covas.

E muito frequente que andem em grupos.

Tem hábitos alimentares parecidos com o da irara, mel, predam pequenos mamíferos e aves, também comem frutas doces se as encontram caídas.

São extremamente inquietos! Quando ameaçados revelam seu humor com suas glândulas paranais. Mustela putorius Ariranha (Pteronura brasiliensis) Maior mustelídeo conhecido. Sua distribuição original

Cobre a bacia Amazônica, do São Francisco e a Alta Bacia do Paraguai e do Paraná.

No Pantanal, vivem ao longo de rios, corixos e lagoas, preferindo os corpos d'água de margens expostas, onde escavam suas tocas. Grupos familiares de 5 a 9 indivíduos, aramente solitárias;

Especializadas em pescar e comer peixes grandes, mas provavelmente também podem comer crustáceos, moluscos ou outros vertebrados como cobras e filhotes de jacarés. Territorialistas

Vocalização Amaçada de extinção: Pele macia e sedosa, foram intensivamente caçadas em décadas passadas - destruição de seu hábitat;

No Pantanal, ainda há locais onde se pode avistar grupos de ariranhas com relativa facilidade, como na região do Rio Negro,

Vulnerável na Lista Nacional das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção do IBAMA. Lontra-marinha (Enhydra lutris) Nativo para as costas do norte e do leste do Oceano Pacífico

Isolamento da lontra-marinha- pele grossa (a mais densa no reino animal).

Embora ande sobre terra é encontrada principalmente nos oceanos Alimentação:

Invertebrados marinhos como ouriços, moluscos e crustáceos diversos, e algumas espécies de peixes.

Uso de ferramentas. Porte médio, pernas curtas, e pelagem densa.

Plantígrados, cinco dedos;

Habilidade para cavar e escalar. São animais de hábitos diurnos , terrestres e arborícolas.

Forrageiam extensivamente no chão, utilizando sua habilidade manual para revirar tocos, pedras e explorar buracos à procura de pequenos invertebrados que compõem sua dieta onívora; (frutos). As garras longas proporcionam segurança na escalada de árvores.

Seu focinho longo e flexível permite explorar ocos de árvores, ninhos de aves e tocas e, por meio do olfato, encontrar pequenos vertebrados. Os quatis utilizam as árvores para nidificarem, repousarem durante a noite e se refugiarem.

Época reprodutiva - período de maior abundancia dealimentos.

Gestação: 70/80 dias

Com cinco semanas os filhotes abandonam o ninho e acompanha a mãe em curtas caminhadas Fêmeas possuem hábitos matriarcais, vivem com seus dilhotes em bando de até 30 indivíduos.

Machos ficam isolados e se aproximam do bando somente em épocas reprodutivas Quati (Nasua nasua) Mão-pelada (Procyon cancrivorus) A pelagem é farta, com coloração acinzentada, quase negra, algumas vezes com tons castanhos ou vermelhos.

Possui uma máscara negra ao redor dos olhos e cauda anelada

As patas têm dedos longos, com pelagem bastante curta Tato bem desenvolvido usando as mãos regularmente como os macacos.

O alimento geralmente é quebrado com as mãos e então colocado na boca Por ser pouco conhecido, o guaxinim é um bicho cercado de crendices. No Vale do São Francisco diz-se que ele tem uma das mãos em carne viva, o que explicaria o nome de mãopelada. Na verdade, a palma das mãos e dos pés é nua, daí o apelido. Ainda segundo a lenda daquela região, o sangue de sua mão cura lepra e a banha cura reumatismo. Não se sabe de ninguém que tenha conseguido tais curas graças ao mão-pelada, embora, infelizmente, muitos animais tenham perdido a vida nas tentativas de se comprovar a crendice.

Moradores do interior do Maranhão acreditam que não serão atacados por cobra se carregarem um pedaço do couro do guaxinim. Muitos andam com um pedaço da pele do bicho na carteira. O ‘amuleto’ não livra ninguém da cobra, mas, se permanecer vivo, o mão-pelada pode ajudar a diminuir o número de serpentes das redondezas, pois é predador até de cobras peçonhentas, como as corais.

Outra crença é a de que, para buscar comida no mangue, ele reduz o peso. Como nenhum animal faz dieta – a não ser o homem –, a origem da crença pode estar na sua habilidade de caminhar sobre o lodo, espalmando os cinco dedos longos e almofadados de cada pata Guaxinim Jupará O Jupará (Potus flavus), depende das matas fechadas, pois é essencialmente noturno, sendo sensível a claridade, e sua carne é muito apreciada.

Pertencente a fauna das regiões cacaueira, do Amazonas, Pará e Bahia, chegando até as matas litorâneas do Rio de Janeiro o que parece ser seu limite meridional Ailuridae?
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