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MANUAL PARA PAISAGISMO

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Daniel Borba

on 28 January 2014

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Transcript of MANUAL PARA PAISAGISMO

OPÇÕES
DANIEL BORBA
MANUAL PARA PAISAGISMO
LIMPEZA E PREPARO GERAL DO SOLO
Todo entulho e restos da obra civil deverão ser eliminados nas áreas de plantio;
Tanto o mato quanto ervas daninhas (incluindo suas raízes) deverão ser eliminados;
A terra existente deverá ser revolvida em toda área do plantio, eliminando os torrões;
Todo o terreno deverá ser coberto com uma camada de 15 centímetros de terra própria
para plantio. Essa terra deverá ser adubada e sua acidez corrigida, para isso deverá ser
acrescentado por metro quadrado de terreno por cova de plantio de árvore:

100g de NPK 10.10.10
300g de Calcário dolomítico
300g de Siperfosfato simples ou Fosfato de Araxá
20L de húmus de minhoca

Antes do plantio, o terreno deverá ser regularizado e nivelado segundo o projeto.
CONCLUSÃO
UM BOM PROJETO DE PAISAGISMO, DEPENDE MUITO DE BOM GOSTO, CONHECIMENTO DO LOCA, CLIMA E DAS ESPÉCIES QUE DEVERÃO SER USADAS.
continuação
ESPÉCIES
ESPECIFICAÇÃO DAS ESPÉCIES MAIS USADAS
MANUAL PAISAGISMO, VITÓRIA DA CONQUISTA, BAHIA
MANUAL PARA CONSULTA
Clima
Vitória da Conquista tem um clima tropical, amenizado pela relativa altitude do lugar, e é uma das cidades que registram as temperaturas mais amenas no estado da Bahia, chegando a registrar 6,2°C em 2006. Mas já foram registradas temperaturas inferiores a 5°C em diversos anos anteriores. Perde em temperatura média apenas para as cidades mais altas da Chapada Diamantina, como Piatã. As “chuvas de neblina”, como são chamadas, se concentram no período de abril a agosto. Já as “chuvas das águas” (mais intensas e fortes) ficam concentradas de outubro a março.
OBJETIVO
Este documento tem como objetivo estabelecer condições
para execução do projeto de paisagismo
Para o desenvolvimento do projeto de paisagismo levou-se em consideração tanto a localização quanto o clima da região
VITÓRIA DA CONQUISTA
VEGETAÇÃO
A vegetação da região de Vitória da Conquista é distribuída em faixas:
FAIXA "A"
Caatinga ou cobertura acatingada – Vegetação típica de áreas com deficiências hídricas acentuadas, incompatíveis com a cafeicultura. Seus solos são em geral rasos, pedregosos e acidentados.
FAIXA "B"
Carrasco, também conhecido como “campos gerais”ou cerrado – É uma vegetação baixa, mais aberta, típica de terra muito pobre e seca. Essa faixa é considerada inapta à cafeicultura. Ela pode ser encontrada também a sudeste da estrada Rio-Bahia.
FAIXA "C"
Mata de Cipó. Esta cobertura parece ser a predominante no platô. Vem em geral logo abaixo do carrasco. É uma vegetação alta, fechada com muitas lianas, ou cipós, epífitas (orquídeas) e musgos (barba de mono). Encontram-se muitas madeiras de lei, como pau-de-leite, jacarandá, angico, etc. Também farinha-seca, ipê (pau-d’arco) são frequentes. Como vegetação secundária é abundante: corona, cipó-de-anta, pitiá, caiçara, avelone, bem como capim corrente ou barra-do-choça, além dos amargoso e tricoline.
FAIXA "D"
Mata-de-Larga. É a vegetação que predomina logo abaixo da Mata-de-Cipó. Muitas vezes aparece em transição com essa. A Mata-de-Larga é mais baixa e mais aberta que a de Cipó. Apresenta muita samambaia, sapé, capim Andrequicé e muitas leguminosas. São também encontradas muitas palmeiras, planta que falta na Mata-de-Cipó. As áreas de Mata-de-Larga são mais úmidas. A vegetação secundária e a relva resultante é mais verde na estação seca que na Mata-de-Cipó. A cafeicultura deve encontrar condições climáticas satisfatórias em terras de Mata-de-Larga. A maior disponibilidade hídrica deve reduzir os problemas com incidência de ferrugem. Praticamente esta vegetação encontra-se toda a sudeste da Rio-Bahia.
FAIXA "E" e "F"
Mata Fria e Mata Fluvial Úmida – São as vegetações que aparecem nas bordas e nas escarpas sudeste do platô, logo depois da Mata-de-Larga. São áreas úmidas que estão sob influência das correntes aéreas frias e úmidas vindas do oceano. Os invernos são muito sujeitos a frequentes e prolongados nevoeiros. Em plena estação seca a vegetação herbácea se mantém inteiramente verde. A mata não apresenta praticamente nenhuma madeira de lei. Predomina a madeira branca.
RELEVO
Seu relevo é geralmente pouco acidentado na parte mais elevada, suavemente ondulado, com pequenas elevações de topos arredondados. Seus vales são largos, desproporcionais aos finos cursos d’água que aí correm, de fundo chato e com cabeceiras em forma de anfiteatro. Ocorrem no platô elevações geralmente de encostas suaves (embora existam aquelas com encostas íngremes), que podem atingir 1.000m ou mais. A Serra do Periperi, por exemplo, localizada a Norte/Noroeste do núcleo urbano de Vitória da Conquista, tem cota máxima de cerca de 1.109m e mínima de 1.000m, enquanto que seu entorno próximo apresenta altitudes que variam de 857 a 950 metros.
Abelia x grandiflora
Nome popular: Abélia
Família: Caprifoliceae
Origem: China
Tipo: Arbusto médio
Cultivo: Devem ser cultivadas a pleno sol e em solo fértil e com regas regulares.
Pode ser cultivada em todo o país, tolerando o frio e o calor.
Multiplicação: Multiplica-se por estacas.
Nome popular: Acácia rosa
Família: Fabaceae
Origem: América setentrional
Tipo: Arbusto alto / arvoreta
Cultivo: Se adaptam a qualquer tipo de solo desde que não esteja encharcado. Deve ser cultivada à meia sombra ou pleno sol.
Multiplicação: Multiplica-se por sementes (plantadas no outono) ou por estacas.
Robinia híspida
Nome popular: Amendoim rasteiro ou grama amendoim
Família: Fabaceae
Origem: Brasil
Tipo: Forração
Cultivo: Deve ser cultivada a pleno sol ou meia-sombra, em solo fértil e preferencialmente enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Tolera secas, mas não é tolerante à geada.
Multiplicação: Multiplica-se por divisão dos estolões enraizados e pelas sementes formadas embaixo da terra.
Arachis repens
Nome popular: Anil de gramado
Família: Papilioniaceae
Origem: Brasil
Tipo: Forração
Cultivo: Cultivada a pleno sol em solos ricos em matéria orgânica, permeáveis e bem irrigados.
Multiplicação: Multiplica-se por sementes (plantadas no outono).
Indigofera campestris
Nome popular: Pata de vaca
Família: Leguminosae
Origem: Índia e China
Tipo: Árvore de médio porte (de 4 à 10 metros de altura)
Cultivo: Cultivadas a pleno sol, isoladas ou em grupo. Devem ser adubados pelo menos uma vez ao ano.
Multiplicação: Multiplica-se por sementes preferencialmente em outubro, novembro e dezembro.
Bauhinia variegata var. alba
Nome popular: Escumilha africana
Família: Lythraceae
Origem: Índia
Tipo: Árvore de médio porte (cerca de 10 metros de altura)
Cultivo: Árvore caduca, de rápido crescimento, cultivada a plano sol. Se adapta bem aos climas tropical de altitude, subtropical, tropical e tropical úmido.
Multiplicação: Multiplica-se por sementes ou brotações especialmente no verão.
Nome popular: Palmeira seafórtia
Família: Palmae
Origem: Austrália
Tipo: Palmeira com altura de 8 à 10 metros
Cultivo: Cultivada a pleno sol. Requer muito cuidado no transplante, principalmente com o torrão. Pode ser plantada isoladamente ou em grupos, ou ainda em fileiras.
Multiplicação: Multiplica-se por sementes e tem crescimento moderado
Seafortia elegans
Nome popular: Palmeira ssolitária
Família: Arecaceae
Origem: Nordeste da Austrália
Tipo: Palmeira com altura de até 7 metros
Cultivo: Palmeira de crescimento rápido, cultivada a pleno sol. Requer muito cuidado no transplante, principalmente com o torrão. Pode ser plantada isoladamente ou em grupos, ou ainda em fileiras.
Multiplicação: Multiplica-se por sementes e tem crescimento moderado
Ptychosperma elegans
Nome popular: Ipê rosa
Família: Bignoniaceae
Origem: Brasil (regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste)
Tipo: Árvore de grande porte, com 20 à 30 metros de altura
Cultivo: Cultivada a pleno sol ou meia sombra. Sensível à geadas. Floresce significativamente no outono e inverno.
Multiplicação: Multiplica-se facilmente por sementes na primavera, tem crescimento rápido.
Tabebuia avellanedae
Nome popular: Ipê branco
Família: Bignoniaceae
Origem: Brasil
Tipo: Árvore de grande porte, com até 20 metros de altura
Cultivo: Cultivada a pleno sol. Floresce principalmente durantes os meses de agosto à outubro, com a planta totalmente despida de folhas.
Multiplicação: Multiplica-se por sementes É aconselhável colher os frutos diretamente da árvore quando iniciarem a abertura espontânea. Em seguida, deixá-los ao sol para
completarem a abertura e liberação das sementes
Tabebuia roseo-alba
Nome popular: Íris ou Falso-iris
Família: Iridaceae
Origem: Brasil
Tipo: Arbusto baixo
Cultivo: Deve ser plantada a pleno sol ou meia sombra, em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica. Exige regas regulares. É uma planta apropriada para canteiros com baixa manutenção, exigindo poucas adubações periódicas. Pode ser cultivada em conjuntos ou com outras plantas. A floração pode se extender durante o ano todo, mas é
mais abundante na primavera e no verão.
Multiplicação: Multiplica-se por divisão de touceiras.
Neomarica caerulea
Nome popular: Pau ferro
Família: Leguminosae-Caesalpimoidae
Origem: Mata Atlântica (Brasil)
Tipo: Árvore de grande porte, com até 30 metros de altura
Cultivo: Deve ser cultivada a sol pleno, em solo fértil, bem drenado, enriquecido com matéria orgânica e irrigado no primeiro ano após o plantio. A floração é muitas vezes
inexpressiva. É uma árvore indicada para recomposição de áreas degradadas.
Multiplicação: Multiplica-se por sementes, que devem ser plantadas logo após a colheita
em canteiro semi-sombreado.
Caesalpinia ferrea
Nome popular: Aroeira ou aroeirinha
Família: Anacardiaceae
Origem: América latina, principalmente Peru e Chile
Tipo: Árvore de pequeno porte, com 4 a 8 metros de altura.
Cultivo: Devem ser cultivadas a pleno sol ou meia sombra. Adapta-se com facilidade em terrenos pobres e secos. Resiste bem a geadas e à secas. Floresce abundantemente
entre agosto e novembro.
Multiplicação: Multiplica-se por sementes principalmente na primavera.
Schinus molle
Nome popular: Moréia branca
Família: Iridaceae
Origem: África do Sul
Tipo: Arbusto baixo ou forração
Cultivo: Cultivada a pleno sol ou meia sombra. Floresce mais a meia sombra. Deve ser plantada em solo bem drenado.
Multiplicação: Multiplica-se por divisão de touceiras (rizomas) durante o ano todo.
Dietes iridioides
Nome popular: Oiti
Família: Chrysobalanaceae
Origem: Restinga do Nordeste do Brasil
Tipo: Árvore de médio porte podendo atingir de 8 a 15 metros de altura.
Cultivo: Pode ser cultivada em quase todo o Brasil. Espécie muito rústica e bastante resistente à poluição. Floresce de junho a agosto, mas com floração não muito expressiva. Muito usada na arborização urbana.
Multiplicação: Propaga-se por sementes.
Licania tomentosa
Nome popular: Viburno
Família: Caprifoliaceae
Origem: Japão e Europa.
Tipo: Arbusto lenhos que pode ser atingir a altura de 3 metros. Pode ser podado e controlado.
Cultivo: Cultivado a pleno sol ou meia sombra, em solos férteis (ricos em matéria orgânica), unidos e bem drenados. A adubação deverá ser efetuada duas vezes por ano, antes da floração da primavera e outra quando a planta entrar em estado mais vegetativo.
Multiplicação: Multiplica-se por sementes ou por estacas durante o ano todo.
Viburnum suspensum
Nome popular: Jacarandá caviuna
Família: Leguminosae
Origem: Brasil, da Bahia ao Rio de Janeiro.
Tipo: Árvore de grande porte, atingindo de 15 a 25 metros de altura.
Cultivo: Árvore decidua, cultivada a pleno sol. Floresce de setembro a novembro.
Multiplicação: Multiplica-se por sementes que devem ser semeadas logo que colhidas em canteiro argiloso.
Dalbergia nigra
Nome popular: Fórmio
Família: Hemerocalidaceae
Origem: Nova Zelândia
Tipo: Arbusto alto. Pode atingir 3 metros de altura
Cultivo: Deve ser cultivado a pleno sol ou meia sombra, em solo fértil, enriquecido com matéria orgânica e com regas regulares. Pode ser plantado em terrenos úmidos, como
planta palustre, próximo a lagos e espelhos d'água, assim como no litoral. Tolerante a uma ampla faixa climática, desde o clima temperado até o tropical.
Multiplicação: Multiplica-se por divisão de touceiras (rizomas) ou por sementes.
Phormium tenax
Nome popular: Guaimbê
Família: Araceae
Origem: Brasil e Paraguai
Tipo: Arbusto alto. Pode atingir 3 metros de altura
Cultivo: Pode ser cultivado em pleno sol ou à meia-sombra. Suporta geadas fracas. Requer espaço amplo para desenvolvimento.
Multiplicação: Multiplica-se por sementes ou divisão de brotos
Philodendron undulatum
Nome popular: Jabuticabeira
Família: Myrtaceae
Origem: Brasil (Mata Atlântica)
Tipo: Árvore frutífera
Cultivo: Deve ser cultivada sob sol pleno, em solos férteis, profundos e ricos em matéria orgânica. As mudas devem ser plantadas em covas bem preparadas, caladas e adicionadas de esterco curtido, torta de mamona, farinha de ossos e húmus de minhoca. É muito exigente em água, devendo ser irrigada regularmente, com especial atenção durante a floração e frutificação. É pouco tolerante às secas ou geadas
Multiplicação: Multiplica-se por sementes ou enxertia.
Myrciaria cauliflora
Nome popular: Liriópis variegata
Família: Liliaceae
Origem: China e Japão
Tipo: Forração
Cultivo: Cultivada a pleno sol ou meia sombra. Requer regas freqüentes e solo fértil.
Multiplicação: Multiplica-se por divisão de touceira o ano todo.
Ophiopogon jaburan
Nome popular: Palmeira rabo de raposa
Família: Arecaceae
Origem: Austrália
Tipo: Palmeira de altura média – 8 à 12 metros
Cultivo: Cultivada a pleno sol e meia sombra. Prefere solos um pouco ácidos. Suporta frio desde que por períodos curtos. Se adapta melhor em climas tropicais e subtropicais amenos. Por tolerar maresia pode ser plantada no litoral.
Multiplicação: Multiplica-se por sementes
Wodyetia bifurcata
Nome popular: Resedá
Família: Lythraceae
Origem: China, Coréia e Índia
Tipo: Árvore de pequeno porte. Chega à 6 metros de altura.
Cultivo: Devem ser cultivadas sob sol pleno em solo fértil, com boa drenagem, enriquecido com matéria orgânica e regada a intervalos regulares. Apesar de bastante rústica, é interessante realizar podas de limpeza, removendo ramos emaranhados e doentes, além das flores murchas. Resistente à poluição urbana.
Multiplicação: Multiplica-se por estacas e sementes.
Lagestroemia indica
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