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ARBITRARIEDADE E ICONICIDADE - TEORIAS LINGUISTICAS - ANA GLAUCIA

ARBITRARIEDADE E ICONICIDADE - TEORIAS LINGUISTICAS - ANA GLAUCIA
by

Virgílio Estácio

on 31 May 2013

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Transcript of ARBITRARIEDADE E ICONICIDADE - TEORIAS LINGUISTICAS - ANA GLAUCIA

Arbitrariedade e Iconicidade Charles Sanders Peirce Semiótica Ferdinand Saussure A arbitrariedade de signo de Saussure Linguística Exemplo 1 Exemplo 2 Nasceu no dia 10 de setembro de 1839 em Cambridge, Massachussets, nos EUA;
Faleceu no dia 19 de abril de 1914 em Milford, Estados Unidos;
Formou-se na Universidade de Harvard em física, matemática e química;
Estudou praticamente todos os tipos de ciência em sua época, sendo também conhecedor de mais de dez idiomas;
Foi o fundador da SEMIÓTICA. A ciência que estuda os signos e todas as linguagens e acontecimentos culturais como se fossem fenômenos produtores de significado.
Ela lida com os conceitos, as idéias, estuda como estes mecanismos de significação se processam natural e culturalmente. Ao contrário da linguística, a semiótica não reduz suas pesquisas ao campo verbal, expandindo-o para qualquer sistema de signos – Artes visuais, Música, Fotografia, Cinema, Moda, Gestos, Religião, entre outros. Nasceu no dia 26 de novembro de 1857, Genebra, Suiça;
Morreu no dia 22 de fevereiro de 1913, Morges, Suiça;
Foi um linguista e filósofo suíço, cujas elaborações teóricas propiciaram o desenvolvimento da linguística enquanto ciência autônoma;
Saussure entendia a linguística como um ramo da ciência mais geral dos signos, que ele propôs fosse chamada de Semiologia. A linguística é o estudo científico da linguagem humana; O principal argumento de Saussure é o fato de existirem em línguas distintas, palavras com estruturas sonoras diferentes, que descrevem a mesma idéia. Arbiitrariedade e a iconicidade dos signos As dicotômias Saussureanas:
Língua X Fala;
Sincronia X Diacronia
Sintagma X Paradigma
(Significante X Significado) Signo linguístico Ilustração do conceito de signo segundo as concepções Saussureanas e peirceanas. O signo linguístico é o resultado da associação arbitrária do significante e do significado. E entre eles arbitrária (imotivada), ou seja, não há nem um laço natural entre eles. Em outros casos existe uma mesma estrutura sonora, mas com significados diferentes. Arbitrariedade relativa (Motivações) 1. Motivação fonética. Exemplos desse tipo de motivação são as onomatopéias. São palavra que apresentam semelhanças entre a estrutura sonora e o conceito. 2. Motivação morfológica. São palavras que expressam sentido em seus elementos componentes, exemplo.
Leiteiro leit (radical de leite) e eiro (sufixo que designa profissão ou ocupação). Guarda-roupa, pára-quedas. 3. Motivação semântica. . É um tipo de expressão figurativa em que se nomeia um referente a partir de outro já existente, braço da cadeira, pé de mesa. A iconicidade de signo de Peirce Para Peirce toda idéia é um signo, o homem é um signo, e o mundo está permeado de signos.
Segundo ele signo é uma coisa que representa outra, e essa outra coisa é o seu objeto. Exemplo: Um motorista que, ao perceber uma placa indicativa de curva acentuada, compreende o perigo da situação e reduz a velocidade do veículo. Isso quer dizer que a placa funciona como um signo já que o motorista reduziu a velocidade como teriia feito diante da própria curva perigosa. Classificação dos signos segundo Peirce Peirce agrupa a classificação dos signos em três tricotomias, mas vamos estudar somente a segunda, porque ela agrupa os principais elementos estudados no âmbito da linguagem: O símbolo, o índice, e o Ícone. Símbolo: Refere-se a um determinado objeto, representando-o, com base em uma lei, hábito ou convenção, exemplos, a cruz é o símbolo do cristianismo e não é a toa pois foi nela que cristo morreu, e a balança representa equilíbrio e ponderação. Índice: Uma diferença fundamental entre símbolo e índice é o nível ainda menor de arbitrariedade, por exemplo, a fumaça, é um índice de fogo, e a presença de nuvens negras, o índice de chuva iminente. Ícone: Assim como no índice o ícone apresenta um nível menor de arbitrariedade que o símbolo, por exemplo, a fotográfia de um indivíduo é uma representção icônica desse indivíduo, assim como o mapa do Rio de janeiro representa a cidade. Referências bibliográficas Boa Noite e
Obrigado pela atenção.
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