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HUMANISMO

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ADRIANA CHAVES

on 1 September 2012

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HUMANISMO Entre os séculos XIV e XV, uma mudança significativa passa a ocorrer na Europa medieval.
O ser humano começa a se libertar do poder centralizador da igreja
e a desenvolver uma nova mentalidade
em que cabem preocupações e
prazeres mais humanos. Contexto histórico
crise do feudalismo
crise da igreja católica
ressurgimento das cidades
prosperidade da burguesia
início do mercantilismo
início das grandes navegações
o teocentrismo dá lugar ao antropocentrismo Renascimento RENASCIMENTO
movimento de renovação,
expressão artística e cultural
de uma época marcada por fatos decisivos
que acentuam o declínio da Idade Média
e deram origem à Era Moderna. Lorenzetti, Ambrogio, Os efeitos de um bom governo, 1338-1339. Nessa obra, Ambrogio retrata o reflorescimento da vida urbana e do comércio. Marinus Claeszon Van Reymerswaele,
“ O cambista e sua esposa” ,1539. O pintor holandês registra aqui o enriquecimento da burguesia. PROSA HISTORIOGRÁFICA
Fernão Lopes: cronista dos reis e do povo.
A nomeação de Fernão Lopes como cronista-mor do reino, em 1434 é considerado o marco inicial do Humanismo português. Sua função era registrar, em crônicas, a história dos que governavam Portugal. Ele permaneceu no cargo até 1464 e escreveu três crônicas: Crônica de El-Rei D.Pedro I: compilação e crítica dos principais acontecimentos do reinado de D.Pedro I. Nesse volume, encontra-se o relato do episódio da morte de Inês de Castro, amante do rei, assassinada a mando de D. Afonso IV, pai de D. Pedro.

Crônica de El-Rei D. Fernando: reconstituição do período que se inicia com o casamento de D. Fernando com Dona Leonor Teles e encerra-se com a Revolução de Avis.

Crônica de El-Rei D. João: dividida em duas partes, a primeira começa com a morte de D. Fernando, em 1383, e termina com a revolução que leva D. João I ao trono português, na segunda parte é descrito o reinado de D. João até 1411. POESIA PALACIANA
A poesia palaciana consistia em composições coletivas, produzidas para ser apresentadas nos serões do Paço Real, diante da corte. Durante o reinado de D. Afonso V, conhecido como “O Humanista”, esses serões eram frequentes , com a realização de concursos poéticos, audição de música, recitação de poesia.
Os poemas palacianos apresentaram muitas inovações em relação ao Trovadorismo, principalmente no tratamento dado ao tema do amor, agora apresentado de modo menos idealizado. TEATRO DE GIL VICENTE
Na Idade Média, as peças de teatro eram todas de caráter religioso e costumavam ser apresentadas no pátio das igrejas e dos mosteiros. Quando o Paço Real adquire maior importância, torna-se centro da movimentação cultural
e é lá que as peças eram encenadas.
A atividade teatral se intensifica e passa
a abordar temas mais variados. As peças de Gil Vicente têm caráter moralizante, ou seja, procuram tematizar os comportamentos condenáveis e analtecer as virtudes.
A religião católica é tomada como referência para a identificação das virtudes e dos erros humanos.
Mas, embora critique o comportamento mundano da igreja, a formação medieval faz com que as críticas de Gil Vicente sejam sempre voltadas para os indivíduos, jamais para as instituições religiosas. Um dos recursos muito explorado por Gil Vicente
é o uso de alegorias, ou seja, de representações,
por meio de personagens ou objetos, de ideias abstratas,
geralmente relacionadas aos vícios de virtudes humanas.
As alegorias facilitam o reconhecimento, por parte da plateia,
do vício ou da virtude a que o texto quer fazer referência. As obras de Gil Vicente costumam ser divididas em três tipos:
*Autos pastoris (éclogas): gênero a que pertencem algumas das primeiras obras do autor. Algumas dessas peças têm caráter religioso.
*Autos de moralidade: gênero em que Gil Vicente se celebrizou. Suas peças mais conhecidas são autos de moralidade.
*Farsas: peças de caráter crítico, utilizam como personagens tipos populares e desenvolvem-se em torno de problemas da sociedade. Dentre as mais de 44 peças que escreveu em português,
em castelhano ou bilíngues, destacam-se:
Auto da barca do inferno
A Farsa de Inês Pereira
O Juiz da Beira
Auto da Índia
Farsa do velho da horta
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