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Untitled Prezi

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Alex Sander Andrade

on 24 March 2013

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Transcript of Untitled Prezi

Objetivo geral Objetivo especifico Aspectos teciduais Papila Mucosa queratinizada Enxerto de tecido conjutivo O objetivo desse trabalho é fazer uma revisão de literatura e discutir Estética
Do implante Unitário, estabelecendo diante de inúmeras possibilidades de casos, circunstâncias e soluções cirúrgicas e protéticas, a condição ideal para a estética, norteando o profissional para o alcance deste tento, dando o ideal aproveitamento e excelência nos resultados dos trabalhos de restauração sobre implante e sua aparência final. Estética em Implantes Unitários Por: Alex Sander P. de Andrade
Orientador: Prof. Christian Campista Planejamento Multifuncional e Enceramento Reverso Previsibilidade Estetica

BAHAT & DAFTAR 1995: dentes adjacentes e antagonistas, tipo de sorriso, topografia óssea;

TARNOW & RSKOW 1995: modelos de estudo, fotografias e exame clinico apurado;

TARNOW e ESKOW 1995: imagens em 3D, enceramento da restauração final e produção de guia;

DINATO ET al. 2004: quantidade, qualidade, cor e textura dos tecidos; Estética em Implantes Unitários Revisão de Literatura Fase Cirurgica Da Implantação Escolha do Implante DISCUSSÃO Conclui-se então que, apesar de inúmeros aspectos estarem ligados a este desejo, o alcance do padrão estético incondicional em implante unitário deve-se obedecer um quadrante fantástico: planejamento reverso detalhado, promovendo previsibilidade;
conhecimento ideal dos seus parâmetros teciduais; o momento cirúrgico ideal é o imediato a remoção do dente; Escolha do melhor implante; a moldagem deve dar ao laboratório a oportunidade de realizar um trabalho de excelência dando preferência à protese cimentada. Estética Introdução Em 1937 pesquisadores Uenable, Stuck e Beach efeitos inóculos do tântalo e do titânio (Wood and Vermilyea, 2004).

Anos 60, BRANEMARK et al. conceitua a osseointegração.

Branemark et al. biomecânicos e previsibilidade deixando de lado exigências estéticas, JEMT, (1997), INGBER (1989).

MENDES e OTTONI (2005), a estética nos estágios iniciais.
. Dente quadrado e dente triangular;

ZETU e WANG. 2005: barreira biológica e papel estético.

TARNOW, MAGNER e FLETCHER 1992: relação da crista óssea e ponto de contato.

TARNOW et al. (2000): Implante/dente

PHILIS e COIS, SAADUN, LE GALL e TOUATI: sentido ápico-coronal. LOUISE e BORGHETI: faixa de mucosa queratinizada.

NEMCOVSKY & SERFATY 1996: aparência dos Tecidos Moles mesma importancia da Restauração Final. HARRIS 1997, SILVERTEIN 1994 e LANGER 1985: altura insuficiente.

PELEGRINE et al. 2006: enxerto em três situações: previamente a instalação, quando da cirurgia e na reabertura.

SEIBERT JS. SALAMA H): cirurgia plástica realizada antes da implantação.
PALATTELLA ET al. 2008: mesma taxa de sucesso.

DENNISEN ET al. 2001 e TRUNINGER ET al. 2010: preservação da anatomia alveolar e da altura da crista alveolar.

LAZARRA, 1989: posição similar a raiz .

ROSENQUIST & GRENTHE 1996: preserva arquitetura dos tecidos, perfil de emergência em harmonia com dentes e tecidos circundantes.

MISSIKA ET al 1997: suporte para as paredes alveolares e previne a reabsorção.

CAVICCHIA e BRAVI 1999: redução do tempo de tratamento.

WOHRLE 1998: com prótese provisória tem maior aceitação pelos pacientes.

PAUL & JOVANOVIC 1999: manter estruturas anatômicas mais fácil que sua recriação.

ZITZMANN & MARINELLO 1999: considerar quando a unidade dentaria estiver com prognostico desfavorável.

TOSTA ET al 2005 apud TOSTA ET al. 2007: num estudo longitudinal, vinte e um implantes imediatos associados a restaurações imediatas em área estética dois anos depois todos os implantes estavam ósseo integrados, sem anormalidades nos tecidos e estética satisfatória. Selecão do Implante

PALLACCI (2000): variam em comprimento e espessura.

Conexão Externa

GEBRIM 2005: primeiro a ser utilizada, mais opções protéticas, maior numero de profissionais com o domínio da técnica, melhor indicação para próteses múltiplas

NERY 2005, afrouxamento do parafuso.

Conexão Interna

GERBRIM 2005: bom para prótese unitária parafusada ou cimentada.

Cone Morse

GERBRIM 2005: ideal para a prótese unitária cimentada, menos soluções protéticas, custo relativamente maior, menor domínio da técnica.

NERY ET AL. 2005: favorável ao tecido perimplamtar.

STEVAO 2005: infiltração diminuída.

CONCEICAO 2005: técnica de estágio único cirúrgico.

INOUE et AL. (2006): elimina a junção implante/abutment da região subsulcular, alta confiabilidade contra afrouxamento. Protese Cimentada

MADALENA E MADALENA (1998): baixo risco de acumulo de placa bacteriana

GOMES et al. (1999)

Vantagens: custo, facilidade de confecção e uso em implante desalinhado.

Desvantagem: nas fraturas do pilar, remoção cimentação.

AGAR ET al.: difícil remoção, uso de sodas de ouro ou plástico.

AGAR ET al. (1997) & MICHALAKIS et al. (2003): ranhuras facilitam acumulo de bactérias

NEVES et al. (2003): reproduz o contorno gengival no pilar.

OLIVEIRA et al. (2007): assentamento passivo, indicação para dentes anteriores e coroas unitárias.

Contra indicações: espaços interoclusais reduzidos, baixa reversibilidade.

RODRIGUES (2007): menor perda de crista óssea.

GUICHET ET al. (2000): preferida pelos pacientes.

W CHEE ET al. (1999): tratada como coroa unitária convencional. Protese Parafusada

OLIVEIRA et AL. 2007: principio da reversibilidade.

WILLIAMSON 2000: precisão da adaptação.

FREITAS et al. 2007: orifício de acesso do parafuso.

DAVARPANAH ET al. 2003: difícil alcance do perfil de emergência.

MICHALAKIS ET al. 2003: apesar de novos compostos o orifício fica acinzentado.

OLIVEIRA et al. (2007): vantagens: maior variedade de componentes e melhor adaptação por serem pré-fabricados.
Desvantagens: difícil assentamento passivo, depende do posicionamento do implante, afrouxamento do parafuso, microgap.

WEBER ET al. (2006): respostas tissulares melhores.

VIGOLO ET al. (2004): num estudo por 4 anos e não relataram diferenças. Etapa Protética Pilares Intermediarios

BOTINO et al. (2007): correção das dificuldades pela localização dos implantes e variam em altura de cinta, formato e materiais.

RODRIGUES ET AL. (2007): para a seleção dos pilares:
expectativa de higiene, estética, próteses cimentadas ou parafusadas, inclinação do implante, profundidade (distancia da plataforma do implante à margem gengival), espessura gengival e espaço protético.

Classificados:
Quanto ao Material; Tipo de Prótese; Preparo Clínico e Laboratorial. Pilares para Próteses parafusados

CARDOSO 2005: dois tipos: Esteticone e Esteticone Angulado. Pilares pré-fabricados para próteses cimentadas

RIBEIRO e OLIVEIRA 2001: três tipos: Ceraone, Personalizado e a UCLA.

WPDIAS et al. 2003: Pilar Ceraone: para elementos unitários, é personalizável.

CARDOSO 2005: conferem perfil gengival.

MISCH 2006: cobertura da vestibular por porcelana tanto na cor da raiz quanto da gengiva. Pilares Personalizados

VASCONCELOS et al. (1997): dentes unitários anteriores.


SOARES et al. (2002) adaptação marginal.

SOUSA et al. (2003) e NISHIOKA et al. (2003): durabilidade longeva.

AMARAL (2005): resistência a colonização bacteriana.

MENEZES ET al: radiopacidade, biocompatilidade, não corrosivo, alta dureza, estabilidade e resistência a ataque químico e perda de brilho, permite transmissão de luz, mimetiza a translucidez do dente natural.

MARINHO ET al.: permitem a formação e aderência de tecido epitelial e conjuntivo.
Moldagem

DAVARPANAH ET al. (2003): moldeira fechada ou aberta.

GOMES ET al. (2006): moldagem silocona por adição e polieteres

Rodrigues (2007): silicona de condensação


Modificação da técnica de moldagem para copia dos tecidos perimplantares
COBB et al. (1999): tecidos gengivais adaptam-se rapidamente ao transferente,
PARANHOS, OLIVEIRA (2001): obter um perfil de emergência para restauração definitiva.
FRANCISCHONE e CARVALHO (2006): correta transferência para o modelo de trabalho.
COELHO, A B, MIRANDA J.E & PEGORARO (1997): laboratório confecciona coroa final com perfil semelhante a coroa provisória. Pilares Personalizados

VASCONCELOS et al. 1997: dentes unitários anteriores.


SOARES et al. 2002: adaptação marginal.

AMARAL 2005: resistência a colonização bacteriana.

MENEZES ET al: radiopacidade, biocompatilidade, não corrosivo, permite tarnsmissão de luz, mimetiza a translucidez do dente natural.

MARINHO ET al.: permitem a formação e aderência de tecido epitelial e conjuntivo. Transitorios e Condicionamento Previo da Gengiva

Para RIBEIRO e OLIVEIRA (2001): direcionamento estético da gengiva.

SOARES ET al. 2002: condicionar e individualizar o tecido perimplantar.

MORAES ET al. (2003): estabiliza o tecido perimplantar até a restauração final.

MORO e JULIAO (2004): formação de papilas.

Condicionamento Gengival Prévio ao segundo tempo cirúrgico

OLIVEIRA, JONAS ALVES ET al. (2002):técnica simples, resultados estéticos.

GUTIERREZ et al. (1999): forças leves de compressão são suportadas e capazes de delinear o perfil de energencia, hiperplasia fisiológica.

TORNOW ET al. (1996): 3mm é altura mínima para restabelecimento do epitélio sulcular, epitélio juncional e fibras conjuntivas)

SANAVI et al. (1998) e ALPERT (1994): inserção das estruturas perimplantares semelhantes ao dente natural. Moldagem

DAVARPANAH ET al. (2003): moldeira fechada ou aberta.


Modificação da técnica de moldagem para cópia dos tecidos perimplantares

COBB et al. (1999): tecidos gengivais adaptam-se rapidamente ao transferente,

PARANHOS, OLIVEIRA (2001): obter um perfil de emergência para restauração definitiva.

FRANCISCHONE e CARVALHO (2006): correta transferência para o modelo de trabalho.

COELHO, A B, MIRANDA J.E & PEGORARO (1997): laboratório confecciona coroa final com perfil semelhante a coroa provisória. Marco histórico e inerente crescimento das expectativas.

Reabilitar áreas estéticas exige verificar diferentes aspectos.

No funil que leva a estética, compreender situações e saber que a melhor escolha existe.
Não dissociar estética vermelha da estética branca, Saadoum ET al. Para dar solução adequada passos são exigidos de forma inquestionável. Zelar pelo bom planejamento.

O momento cirúrgico o alvéolo fresco mostra-se mais adequado.

Quando da escolha do implante o Cone Morse revela largas vantagens do ponto de vista da evidente estética .

Adequado posicionamento tridimensional.

Sem orifício de acesso ao implante.

Distâncias corretas garantindo suporte ósseo para manutenção da papila e do perfil de emergência, similar aos dentes vizinhos.

Dotar a transferência de precisão, modificando a técnica de moldagem, dando ao laboratório a oportunidade de reproduzir um dente substituto com totais similaridades. Discutir Estética do Implante Unitário em área estética enquanto padrão alcançável desde que seguidas regras inabaláveis de planejamento, observações teciduais, ideal momento cirúrgico e recomendadas técnicas protéticas. O critério da verdade é a prática . Karll Marx
Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas...
Sun Tsu
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