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HTML E REDE SOCIAIS

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by

F Vargas

on 9 June 2014

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Transcript of HTML E REDE SOCIAIS

HTML E REDES SOCIAIS
Pensando espaços, linguagens e práticas pedagógicas
Ciberespaço e Cibercultura
P51 Surge um choque digno de nota: justamente essas crianças e adolescentes, que nasceram ou cresceram no novo ambiente, tem de se submeter todos os dias ao contato mais ou menos violento com os envelhecidos rigores escolares. Tais rigores alimentam as engrenagens oxidadas dessa instituição de confinamento fundada há vários séculos e que , mais ou menos fiel a susas tradições, continua a funcionar com o instrumental analógico do giz e do quadronegro, dos regulamentos e boletins, dos horários fixos e das carteiras alinhadas, dos uniformes, da prova escrita e da lição oral. (...) Como diz uma frase que já se converteu em clichê quando se trata desse assunto, atribuida ao especialista em inteligência artificial Seymour Papert: “imaginemos que, um século atrás, houvessemos concegaldo um crirugião e um professor, e agora os devolvessemos de novo à vida; o cirurgião entrari na sala de operações e não reconheceria enm o lugar nem os objetos, e se sentairia totalmente impossilitado de agir; em contrapartida, o professor reconheceria o pesalo como uma sala de aula e ainda contraria um pedaço de giz e um quadro-negro com os quais poderia comelar a lecionar”
HTML
Francielle Vargas

Referências
http://www.slideshare.net/mayzaoliveira/htmlprincipiosbasicos
www.emdialogo.uff.br
Inserindo Links
"A internet é uma
ameaça
à civilização humana"
Juan Assange
O que são redes sociais?
FERRAMENTAS
DE
REDE SOCIAL
"O usuário terá a habilidade de priorizar as fontes e os temas e escolher deliberadamente o que ele quer saber. Será uma atividade que a próxima geração já vai aprender a fazer nas escolas"
Na Internet, criadores e usuários muitas vezes fundem seus papéis. Nesta rede digital isso é muito comum; vemos a própria comunidade desenvolvendo e aperfeiçoando novos serviços, aplicativos e soluções e depois os disponibilizando, muitas vezes gratuitamente para os próprios membros que compõem a rede. Esse fato faz da Internet uma rede onde a cultura e a ação social interagem de tal forma, que impactam decisivamente na forma de produzir, de trabalhar, de aprender, enfim, para Castells (1999, p. 69), “esse sistema tem sua própria lógica embutida, caracterizada pela capacidade de transformar todas as informações em um sistema comum de informação, processando as em velocidade e capacidade cada vez maiores e com custo cada vez mais reduzido em uma rede de recuperação e distribuição potencialmente ubíqua”
CASTELS (1999).
SIBILIA, Paula (2005)
LÉVY, Pierre. Cibercultura.
São Paulo: Ed. 34, 1999.
ZILLER (2011), o processo de assimilação e reprodução do contéudo aproxima-se ao movimento literário modernista do século XX, o movimento antropofágico cujos jovens “devoram” este conteúdo e reproduzem-no com as experiências pessoais de cada um/a. A autora chama estes/as jovens de “Usuários Antoprofágicos”, em que as redes sociais parecem estimular o ato de ‘devorar’ o que os outros publicam, fazer associações, inferências, aplicar experiências próprias e republicar. O que, segundo Ziller (2011), se assemelha muito ao ideal antropofágico que guiou os modernistas na primeira metade do século XX.



ZILLER, Joana (2011)
A informação é recontextualizada, potencializando interpretações em linhas diferentes daquela que se pretendia quando a publicaram primeiro. Esse novo conteúdo, que é composto pelas informações originais e por tudo o que acrescentamos, passa a ser um pouco nosso – e essa apropriação acontece independentemente de termos produzido alguma das partes que enviamos ou apenas combinado informações diferentes que encontramos na Internet (ZILLER, 2011 p. 88).
(...) é virtual aquilo que existe apenas em potência e não em ato” (1999, p. 47).
"É virtual toda entidade ‘desterritorializada’, capaz de gerar diversas manifestações concretas em diferentes momentos e locais determinados, sem, contudo, estar ela mesma presa a um lugar ou tempo em particular” (p. 47).
Para Lévy “Uma vez que os indivíduos aprendem cada vez mais fora do sistema acadêmico, cabe aos sistemas de educação implantar procedimentos de reconhecimento dos saberes e savoir-faire adquiridos na vida social e profissional”.
Escola analógica x Juventude digital
Segundo Lévy, "cibercultura é o conjunto de técnicas (materiais e intelectuais), de práticas, de atitudes, de modos de pensamentos e de valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento do ciberespaço".

Segundo Lemos (2003, p. 12), "podemos entender a cibercultura como a forma sociocultural que emerge da relação simbiótica entre a sociedade, a cultura e as novas tecnologias de base micro-eletrônica que surgiram com a convergência das telecomunicações com a informática na década de 1970".

A cibercultura é a cultura tecnológica que envolve a sociedade, a interação entre seus agentes e o domínio de uma técnica.Hoje, as relações pela internet difundiram-se a ponto de se acreditar que a humanidade adquiriu uma nova forma de cultura: cibercultura.
Cibercultura
Atividade
www.facebook.com
LÉVY, Pierre.Cibercultura.São Paulo: Editora 34, 2009.

Moran, José Manuel. O que é educação a distância. Novos caminhos do ensino a distância, CEAD. Rio de Janeiro. 2002. <www.eca.usp.br/prof/moran/textosead.htm
CASTELS, Emanuel. A sociedade em rede. São Paulo : Paz e Terra, 1999.
ZILLER, Joana . Produsage, a lógica do usuário antropofágico. In: Maria Aparecida Moura. (Org.). Cultura Informacional e Liderança Comunitária: concepções e práticas. Cultura Informacional e Liderança Comunitária: concepções e práticas. Belo Horizonte: PROEX UFMG, 2011.
SIBILIA, Paula. Redes ou paredes: a escola em tempos de dispersão. Rio de Janeiro: Contraponto, 2012a.
Levy (1999)
"A internet, nossa maior ferramenta de emancipação pode ser transformado no mais perigoso facilitador do totalitarista"
Julian Assange (2013)
Assange, Julian. Cypherpunks:Liberdade e o futuro da internet. São Paulo.Editora Boitempo. 2013.
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TAG PARA INSERIR IMAGEM
http://www.clem.ufba.br/tuts/html/c02.htm
Referência
Escola e Redes Sociais
Desdobramentos das Manifestações Populares no ciberespaço e nas Redes Sociais
Vadia
Marcha das Vadias
Novas relações
"Assim, tanto professores quanto alunos estarão motivados, entendendo "aula" como pesquisa e intercâmbio. Nesse processo, o papel do professor vem sendo redimensionado e cada vez mais ele se torna um supervisor, um animador, um incentivador dos alunos na instigante aventura do conhecimento." Moran( 2002)
"Muitas organizações estão se limitando a transpor para o virtual adaptações do ensino presencial (aula multiplicada ou disponibilizada)" Moran (2002)
Educação em Rede
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