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Copy of Emergency Contraception for Teens: Research and Ethics in Psychology 336

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Christiane Nascimento

on 14 September 2012

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Transcript of Copy of Emergency Contraception for Teens: Research and Ethics in Psychology 336

Conhecimento e Uso da Anticoncepção de Emergência entre Adolescentes Estudantes do Ensino Médio de Arujá, São Paulo


Christiane Borges do Nascimento
Orientadora: Profa. Dra. Ana Luiza Vilela Borges INTRODUÇÃO RESULTADOS (cc) photo by medhead on Flickr DISCUSSÃO HIPÓTESE E OBJETIVOS REFERÊNCIAS Contato com a Secretaria de Saúde de Arujá: a oferta da AE era baixa, algumas não tinham disponível este método e outras relataram que o fornecimento da AE aos adolescentes deveria ser realizado apenas por médicos, necessitando agendar uma consulta Nos EUA, a FDA (Agência de Drogas e Medicamentos) aprovou a comercialização sem receita somente para adolescentes com 17 anos ou mais (Krishnamurti, Eggers, Fischhoff, 2008).
Posterirormente, a FDA analisou um estudo e verificou que cerca de 90,0% das adolescentes menores de 17 anos sabiam utilizar a AE corretamente e liberou a venda da AE sem receita médica a todas as mulheres em idade reprodutiva, contudo a Secretaria de Saúde dos Estados Unidos vetou a decisão da FDA (CCR, 2011). O Ministério da Saúde (Formenti, 2012) notificou que pretende dispensar a exigência de receita médica para o fornecimento da AE no SUS. Uso da AE Adolescentes que estavan namorando tinham o dobro de chances de usar a AE. Isto significa que na relação de namoro, os adolescentes têm mais relações sexuais o que predispõe ao uso da AE devido às alternâncias de métodos de uso regular. Adolescentes que conheciam alguém que já tinha usado a AE tiveram mais chances de usar a AE : o uso da AE é dialogado entre as adolescentes, assim a troca de experiências consiste num incentivo para o uso deste método. •Adolescentes católicos tiveram menos chances de usar a AE em relação aos que não tinham nenhuma religião. O uso da AE envolve um complexo de questionamentos relacionados à ética e a religião (aborto). Falso, Verdadeiro e Não Sei Borges ALV. Adolescência e vida sexual: análise do início da vida sexual de adolescentes residentes na zona leste do município de São Paulo. São Paulo; 2004. [Tese de Doutorado]. São Paulo: Faculdade de Saúde Pública da USP; 2004.

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas. Marco teorico e referencial: saúde sexual e saúde reprodutiva de adolescentes e jovens. Brasília; 2006. [atualizado 2011 abr. 18]. Disponível em: http://files.bvs.br/upload/MS/20
06/Brasil_Marco_teorico.pdf.

Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR). A (nova) política da contracepção nos Estados Unidos. São Paulo; 2011. [atualizado 2012 jul. 18]. Disponível em: http://www.ccr.org.br/editorial-detalhe.asp?cod=26.

Formenti L. Pílula do dia seguinte não exigirá receita. São Paulo; 2012. [atualizado 2012 jul. 10]. Disponível em: http://www.noticias.uol.com.br/sau
de/ultimas-noticias/estado/2012/06/28/pilula-do-dia-seguinte-nao-exigira-mais-receita.htm.

Krishnamurti T, Eggers SL, Fischhoff B. The impact of over-the-counter availability of “Plan B” on teens contraceptive decision making. Soc Sci Med. 2008;(67):618-27.

Santelli JS, Lowry R, Brener N, Robin L. The association of sexual behavior with socioeconomic status, family structure ande race/ethnicity among US adolescents. Am J Public Health. 2000;90(10):1582-88.

SEADE. Índice Paulista de Vulnerabilidade Social. Espaços e dimensões da pobreza nos municípios do Estado de São Paulo. São Paulo: SEADE; 2009. [atualizado 2010 ago. 14]. Disponível em: http://www.seade.gov.br/produtos/
ipvs/municipios_pdf.php.

Silva NN. Amostragem probabilística. São Paulo: EDUSP; 1998. 124 p.
Censo 2010: 18% da população (parcela significativa).

Magnitude do grupo adolescente + Processo de passagem para a vida adulta (IVS) = Saúde Coletiva (SSR).

IVS: insere o adolescente no grupo vulnerável às DST/AIDS, à gestação não planejada, etc. Neste contexto, que a oferta de informação MAC é uma das possibilidades de efetivação dos DSR.

Descontinuidade, erros e esquecimentos no uso de MAC: AE se torna fundamental.




Escassez de estudo.



Conhecimento sobre AE: citado pelos adolescentes, mas é insuficiente.



Citação espontânea X Qualidade do conhecimento (escore).



Estudo em Portugal: 83,4% dos adolescentes afirmaram ter alguma informação da AE, mas através da avaliação da qualidade desse conhecimento verificou que apenas 10,5% possuíam de fato o conhecimento efetivo (Castro, Rodrigues, 2009). Conhecimento é inadequado.

USO da AE: 18,9% das adolescentes já usaram AE, sendo 30,9% na região do Sudeste (PNDS, 2006).


Parceria fixa: flexibilização do uso do preservativo e dos demais MAC.


Conhecimento escasso, o acesso precário à AE e as falhas e descontinuidades no uso de MAC: vivência da sexualidade confrontada com práticas inseguras, acarretando na vulnerabilidade contraceptiva. Limited when applying this information to Western culture
A high percentage of the studies analysed were from China. O nível de conhecimento não afetou o uso da AE. Isto significa que o uso da AE está relacionado muito mais a outros fatores, como a religião, o namoro atual e conhecer alguém que já usou a AE. Logo, quando há situações de exposição ao risco iminente de gravidez, os adolescentes usam a AE independentemente do seu nível de conhecimento. Foi baixa a porcentagem de adolescentes que soube responder corretamente a maioria das questões. Pública: 3 questões e Privadas: 4 questões

As questões em que o acerto foi mais alto foram:

“AE deve ser usada antes da relação sexual”

“AE previne DST” PLANO AMOSTRAL

Amostragem probabilística.

Para o cálculo da amostra (n) optou-se por usar como parâmetro a variável “uso da AE” da região do Sudeste segundo PNDS (2006).
Fórmula (Silva, 1998):



n=669 adolescentes
Considerando perdas (20% acrescidos):803 adolescentes

Demonstrando o processo:

1ª etapa (amostragem por estratos):
estratificação por escola

2ª etapa (amostragem sistemática):
sistemática por turma 

- 18 turmas nas escolas públicas
- 6 turmas nas escolas privadas

k (intervalo de amostragem) = 3 COLETA DE DADOS

Aprovação do Comitê de Ética e autorização da Coordenadoria de Ensino do Interior e da Diretoria de Ensino do município de Arujá.

Escolas Públicas X Escolas Privadas

inicialmente ocorreu a distribuição do TCLE

Questionário: conhecimento e uso da AE (variáveis dependentes) e variáveis independentes (às características sociodemográficas e ao comportamento sexual e contraceptivo).

Todas as análises foram realizadas utilizando o SPSS 17.0.

1) A caracterização sociodemográfica e do comportamento sexual e contraceptivo foi realizada por meio de proporções, médias, desvio-padrão e medianas. As médias foram comparadas por meio do teste t-student e a colinearidade pelo coeficiente de correlação de Pearson.

2) A análise dos determinantes do nível do conhecimento da AE foi realizada por meio da análise de regressão linear simples e múltipla, incluindo apenas os adolescentes que a conheciam.
10 questões = escore variou de 0 à 10 (1 ponto)
Na análise de regressão linear, foram analisadas as médias dos escores de conhecimento da AE.

3) A análise dos determinantes do uso da AE foi realizada por meio da análise de
regressão logística univariada e múltipla, incluindo apenas os adolescentes que já IVS.

a-Foram construídos modelos univariados, sendo elegíveis as variáveis que mostraram associação (p<0,20) pelo teste H: β=0 para regressão linear e pelo teste do Qui-quadrado para regressão logísitica.


b- Na análise de RLnM para o nível de conhecimento da AE, foram considerados elementos que predispõem a uma menor média do escore de conhecimento quando β<0 e considerados elementos que predispõem a uma maior média do escore de conhecimento quando β>0.


c- Na RLgM para o uso da AE, foram considerados fatores que predispõem ao risco quando OR>1,0 e considerados fatores de proteção quando OR<1,0. ANÁLISE DE DADOS REGRESSÃO LINEAR E LOGÍSTICA MÚLTIPLA Características sociodemográficas

Diferenças estatisticamente significativas entre escolas públicas e privadas:

Escolas Públicas = 1°ano, mais novos, masculino.
Escolas Privadas = 3°ano, mais velhos, feminino.

Religião e coabitação (sem diferença)

Início da Vida Sexual

Menos da metade haviam IVS
Idade média do IVS (Pública: 14,5 X Privada: 15 anos)
N° parceiros sexuais (Pública: 3 X Privada:2) Em 8 questões foram observadas diferença estatisticamente significativa no nível de conhecimento da AE entre as escolas. As respostas "não sei" foi maior nas escolas públicas (7 contra 3).

Na totalidade, houve uma maior porcentagem de respostas “não sei” nas questões:

“Em caso de vômito até 2 hs após a ingestão da pílula do dia seguinte, deve-se repetir a dose”

“A pílula do dia seguinte pode substituir a pílula oral comum” Sabe e Não Sabe Determinantes do nível do conhecimento da AE As variáveis referentes às fontes de informação pôde ser observada apenas na análise univariada

Colinearidade

Determinantes do maior escore de conhecimento: estudar em escola privada, estar no 3°ano do ensino médio, ser do sexo feminino, ter iniciado a vida sexual e conhecer alguém que já usou a AE (β=6,14; IC95%: 5,75-6,53). Tabela 1 – Análise de regressão linear simples e múltipla do nível do conhecimento da AE, Arujá – 2011 Figura 2 – Distribuição dos adolescentes entrevistados segundo o início da vida sexual, por tipo de escola, Arujá – 2011 Figura 1 – Estrutura organizacional dos adolescentes entrevistados segundo experiência sexual, conhecimento e uso da AE, Arujá – 2011 Uso: 57,7% dos adolescentes, sem diferença estatisticamente significativa entre as escolas.

Motivo de uso (por pura insegurança);
Forma de aquisição (c/ dif. est. sign);
Fonte de obtenção

Uso é maior:
Namoro;
Não tiveram palestra sobre AE nas escola;
Conheciam alguém que já usou a AE;
Aqueles que tiveram informações com amigos Nível de conhecimento da AE 89,2%: 1 dia após a relação sexual desprotegida (p=0,372)
55,3% dos adolescentes usaram 1 vez a AE no último ano (p=0,105).


Houve diferença estatisticamente significativa entre o uso e o escore de conhecimento da AE (p=0,028), sendo a média do escore de conhecimento da AE entre os adolescentes que não a usaram 4,31 e entre aqueles que a usaram 4,86. Determinantes do uso da AE Tabela 2 – Análise de regressão logística univariada e múltipla segundo os fatores associados ao uso da anticoncepção de emergência, Arujá – 2011 Limitações (acesso às escolas privadas e a captação dos adolescentes - TCLE negativo).

Características sociodemográficas

Houve predomínio de estudantes do sexo masculino nas escolas públicas e feminino nas escolas privadas. Este resultado não era esperado.

A religião mais citada foi a evangélica (dif. IBGE, 2010). Os evangélicos apresentam especificidades quando se trata do comportamento sexual e contraceptivo. Verona e Dias Júnior (2008) verificaram que os adolescentes evangélicos apresentaram uma chance menor de ter a primeira relação sexual antes do casamento do que adolescentes católicos.

A maioria dos adolescentes coabitava com ambos os pais. Apesar do convívio familiar propiciar o compartilhamento de experiências ,os pais foram pouco referidos como fontes de informações sobre a AE. Conhecimento da AE = 94,2%, sendo que 48,5% obteve informações com amigos e 37,5% na escola. Início da Vida Sexual

Menos da metade dos adolescentes IVS: Este resultado provavelmente está associado ao fato de que a maioria dos adolescentes era evangélica.

Nas escolas públicas, houve um menor percentual de adolescentes que IVS, isto é explicado pelo fato que eram mais novos e já se sabe que a chance de iniciação sexual na adolescência aumenta com a idade (Santelli et al., 2000; Borges, 2004).

Constatou-se também que os adolescentes das escolas privadas IVS um pouco mais velhos e referiram menor n° de parceiros sexuais. Podendo-se dizer que eram menos experientes sexualmente. Conhecimento da AE

Apenas 2 questões não apresentaram dif. est. sign. entre as escolas:
"Em caso de vômito até 2hs após a ingestão da AE, deve-se repetir a dose"
"AE é abortiva"

2° questão com maior respostas "não sei": "AE pode substituir a pílula oral"- os adolescentes não sabem identificar a diferença entre a pílula oral e a AE e, por conseguinte, não sabem que a eficácia da AE diminui com o uso repetido.

A questão "Ao usar AE, deve-se estar atento para que isso ocorra até cinco dias" foi a única em que houve uma maior prevalência de respostas “não sei” em ambas escolas. Isto pode ter ocorrido devido ao nome popular “pílula do dia seguinte” ou porque até recentemente, a indicação era que a AE fosse ingerida até 72 hs após a relação sexual desprotegida. As questões com maior acerto: "AE deve ser usada antes da relação sexual", "AE previne DST" e "AE é mais eficaz que os outros MAC".

Em 8 questões, a proporção de acertos foi maior entre adolescentes das escolas privadas. Embora os adolescentes das escolas privadas tenham alcançado % maior de acerto , os resultados mostram que os adolescentes dos dois grupos sabem pouco sobre a AE. Adolescentes das escolas privadas (2 pontos): adolescentes pertencentes aos grupos sociais mais elevados, em geral, acessam bons serviços de saúde e podem ter maior acesso a informações sobre MAC.

Alunos do 3°ano: quanto mais velho o adolescente, maior a experiência sexual. Adolescentes que tiveram relação sexual preocupam-se em obter informações sobre MAC.

Meninas

Aqueles que conhecem alguém que já usou a AE: compartilhamento do conhecimento.

O uso da AE não afetou o nível de conhecimento deste método. Esta constatação indica que outros aspectos já mencionados são mais determinantes para o conhecimento da AE.

Inadequado: estimar uma média de escore e classificá-la como conhecimento adequado, pois muitas das perguntas formuladas expressavam certo grau de complexidade. Assim, não é possível afirmar que as médias foram baixas ou altas, mas que houve diferenças no nível de conhecimento entre os grupos de adolescentes. Em relação ao uso, alta porcentagem: fator positivo X fator negativo.

82,1% dos adolescentes usaram MAC na última relação sexual, revelando que o uso da AE parece não afetar o uso dos MAC de rotina, sendo utilizada em situações de risco.

O uso da AE está muito mais relacionado às descontinuidades do uso de MAC do que ao não uso de métodos. Isto é ratificado pela razão mais referida para o uso da AE, que foi por pura insegurança.

Intervalo de tempo de uso da AE foi correto, embora não tenham respondido corretamente a questão. Aquesição da AE ocorreu sem receita médica, principalmente entre adolescentes escolas privadas. Escolas públicas: serviços de saúde. Farmácia: falta de apoio dos serviços de saúde. ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA O conhecimento e o uso da AE estão relacionados ao sexo, à experiência sexual, à idade, ao tipo de parceria e ao tipo de escola.

1) Caracterizar o conhecimento e o uso da AE
2) Verificar os determinantes do conhecimento e do uso da AE Objetivos Hipótese Materiais e Métodos



Estudo quantitativo do tipo transversal com estudantes do ensino médio de escolas públicas e privadas de Arujá.


Critérios de elegibilidade: adolescentes entre 15 e 19 anos, matriculados no período matutino e solteiros.

Cenário do Estudo: Índice de Vulnerabilidade Social revelou que os habitantes vivem em situação média, alta ou muito alta vulnerabilidade social, sugerindo que se trata de município com grandes desigualdades sociais. PLANO AMOSTRAL USO Conhecimento Média maior de acertos Os resultados indicaram que o tipo de escola, a idade, o sexo, a experiência sexual, o namoro e conhecer alguém que já usou a AE, foram associados ao nível de conhecimento da AE, confirmando parte da hipótese desta pesquisa.

Em relação ao uso da AE, foram fatores determinantes a religião, o namoro e conhecer alguém que já usou a AE, sendo que a experiência sexual, a idade e o tipo de escola não foram associados ao uso da AE, conforme foi pressuposto na hipótese deste estudo. CONCLUSÕES Concluindo, entender os comportamentos de uso da AE pode propiciar a adesão e a promoção deste método. Ademais, considera-se a necessidade de melhorar o nível de conhecimento dos adolescentes sobre a AE, provendo a este grupo informações sobre os mecanismos de ação, indicações e forma de uso, bem como orientações para que os mesmos possam identificar situações de risco à gravidez não planejada.
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