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Suicídio: Fatores de Risco e Proteção

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Nathalia Fernandes

on 17 October 2017

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Suicídio: Fatores de Risco e Proteção
Mitos e verdades sobre o suicídio
Mitos e verdades sobre o suicídio
Quais fatores de risco e de proteção podem ser citados?
Referências
Mitos e verdades sobre o suicídio
Quem fala sobre suicídio não tem a intenção de cometê-lo.
Fatores de Risco
Associados ao sistema de saúde e à sociedade:
Fatores de Risco
Associados à comunidade e a relacionamentos:
Esquetes do documentário
A Ponte (2006)
Anotar o que parecem fatores de risco e de proteção nas situações apresentadas!
Apenas pessoas com transtornos mentais são suicidas.
Falar sobre suicídio não é uma boa ideia e pode ser interpretado como encorajamento.
Após uma tentativa de suicídio, uma melhora rápida significa que o perigo já passou.
Uma vez suicida, sempre suicida.
Dificuldade de acesso ao sistema de saúde;
Meios disponíveis;
Mídia inapropriada;
Estigma em relação às pessoas que buscam ajuda por problemas de saúde mental e abuso de substâncias.
Guerra, disastre, estresse por aculturação;
Discriminação, senso de isolamento;
Abuso, violência e relacionamentos conflituosos.

Fatores pessoais:

Transtorno mental;
Uso abusivo de álcool;
Perda financeira;
Dor crônica;
História familiar de suicídio.
Fatores de Risco
Transtornos mentais
Fatores de Risco
Sociodemográficos:
Transtornos do humor (ex.: depressão);
Transtornos decorrentes do uso de substâncias psicoativas (ex.: alcoolismo);
Transtornos de personalidade (principalmente borderline, narcisista e anti-social);
Esquizofrenia;
Transtornos de ansiedade.
Sexo masculino;
Faixas etárias entre 15 e 35 anos e acima de 75 anos;
Estratos econômicos extremos;
Residentes em áreas urbanas;
Desempregados (principalmente perda recente do emprego);
Aposentados;
Isolamento social;
Solteiros ou separados;
Migrantes.
As comorbidades potencializam os riscos (ex.: alcoolismo + depressão)!
Fatores de Risco
Psicológicos
Fatores de Risco
Condições clínicas incapacitantes
Perdas recentes;
Perdas de figuras parentais na infância;
Dinâmica familiar conturbada;
Datas importantes;
Reações de aniversário;
Personalidade com traços significativos de impulsividade, agressividade, humor lábil.
Doenças orgânicas incapacitantes;
Dor crônica;
Lesões desfigurantes perenes;
Epilepsia;
Trauma medular;
Câncer;
AIDS.
Grupo de Trabalho
Promoção da Vida e Prevenção do Suicídio
Suicídio:
Fatores de Risco e de Proteção
Nathalia Fattah

Coordenação de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas
Escola de Saúde Pública/Residência Integrada em Saúde
World Health Organization, 2014. Preventing suicide – A global imperative.
Brasil, 2006. Ministério da Saúde. Prevenção do Suicídio. Manual dirigido a profissionais das equipes de saúde mental.
Botega, 2015. Crise Suicida: avaliação e manejo.
Centro Psicotraumatologico Argentino.
Befrienders Worldwide (www.befrienders.org)
Quem pleneja se matar está determinado a morrer.
A tentativa de suicídio é uma forma de chamar a atenção.
Relacionamentos interpessoais significativos;
Crenças religiosas ou espirituais;
Estratégias de enfrentamento positivas;
Estilo de vida saudável.
Fatores de Proteção
Pessoas que falam sobre suicídio podem estar procurando por ajuda ou suporte.

Um número significativo de pessoas que contemplam o suicídio estão experienciando ansiedade, depressão e desesperança e podem sentir que não há outra opção.
Verbalizar esse pensamento de morte é um importante sinal de alerta de que a pessoa está em grande sofrimento.
A maioria dos suicídios acontece de repente e sem alerta.
A maioria dos suicídios é precedida por sinais de alerta (verbais ou comportamentais).

É claro que existem casos de suicídio que ocorrem sem aviso, mas é importante entender o que são os sinais de alerta e procurar identificá-los.
Dado o estigma que envolve o tema, a maior parte das pessoas que está contemplando o suicídio não sabe com quem falar.

Proporcionar um espaço para falar abertamente sobre o seu sofrimento pode dar a pessoa tempo para repensar sua decisão e mostrar a ela que outras saídas são possíveis.
Comportamento suicida indica profunda tristeza mas não necessariamente transtorno mental.

Muitas pessoas vivendo com transtorno mental não são afetadas por comportamento suicida, e nem todas pessoas que tiram suas próprias vidas têm um transtorno mental.
A pessoa pode estar mais calma justamente por já ter decidido pelo suicídio como forma de terminar com seu sofrimento, aguardando apenas uma oportunidade.

Muitos suicídios ocorrem quando a pessoa começa a melhorar do quadro depressivo, quando tem a energia e a vontade de transformar pensamentos em ação auto-destrutiva.
Ao contrário, quem pensa em suicídio é frequentemente ambivalente em relação a viver ou morrer.

Acesso a suporte emocional no momento certo pode previnir o suicídio.
O alto risco de suicídio é frequentemente limitado a um período de tempo e a uma situação específica.

Embora pensamentos suicidas possam voltar, eles não são permanentes.

Um indivíduo que já teve pensamentos suicidas e tentativas prévias pode seguir em frente e viver uma vida longa.
Qual é o principal fator
de
risco?
Tentativa de suicídio pregressa
Fatores de Risco
Em cerca de metade dos casos de suicídio, houve uma tentativa prévia.

As circunstâncias e as consequências da TS devem ser detalhadas:
Frequência;
Contexto;
Fatores precipitantes;
Grau de intencionalidade (tentativa planejada x impulsiva);
Gravidade (necessidade de assistência médica, consequências físicas);
Sentimentos após ter sobrevivido (alívio, frustração, vergonha, desejo de empreender nova tentativa);
Visão atual do indivíduo em relação a esses acontecimentos.
Na prática clínica, um fator de risco relacionado à vida mental ou à história pessoal e familiar de um indivíduo tem mais peso do que fatores sociodemográficos.

De qualquer forma, a presença de um forte fator de risco ou a combinação de vários fatores é sempre um alerta!
Há alguém com quem você possa contar?
Tem recebido apoio da(s) pessoa(s) mencionada(s)?
Você se sente importante na vida de alguém?
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