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Memorial do Convento - cap. XIV E XV

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Paulo Freitas

on 21 May 2013

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Transcript of Memorial do Convento - cap. XIV E XV

Cap. XIV e XV Memorial do Convento Capítulo XIV Padre Bartolomeu Lourenço regressa a Lisboa com os cânones acabados; (1º parágrafo)
Vive agora nas varandas do Terreiro do Paço por ter sido promovido a Fidalgo Capelão do Rei; (2º parágrafo)
Rei pergunta ao Padre se irá ver voar a passarola e este responde-lhe que sim; (2º parágrafo)
Lição de música da D.Maria Bárbara (8 anos); (3º parágrafo)
Domenico Scarlatti entra na obra, conversa com o Padre Bartolomeu e mostra grande interesse na passarola;
Ouve-se a música de Scarlatti em Lisboa;
Padre Bartolomeu leva Scarlatti a ver a passarola, este conhece Baltasar e Blimunda; (12º parágrafo)
Padre Bartolomeu ensaia o seu sermão para o Corpo de Deus "Et ego in illo". Santo Ofício censura o sermão do Padre Bartolomeu;
Baltasar acompanha Blimunda na "caça" de vontades durante a peste, correndo perigo; (5º parágrafo)
Peste tem efeitos devastadores em Lisboa; (9º parágrafo)
Blimunda adoece;
Baltasar protege-a e zanga-se com o Padre;
Scarlatti toca para Blimunda e a sua música cura a doença;
Blimunda fica boa e, juntamente com Baltasar, procuram o Padre que estava com remorsos;
Passarola está terminada. Espaço Estatuto do narrador Focalização Omnisciente Narrador tem conhecimento absoluto dos eventos, é como um Deus que tudo vê. (capítulo XV - 2º parágrafo - pág. 238) 12º parágrafo
- pág. 248 15º parágrafo - pág 252 16º parágrafo -
pág. 253 16º parágrafo - pág. 254 Espaço fisíco Terreiro do Paço, São Sebastião da Pedreira e Rossio Espaço Social Procissão do Corpo de Deus e Aula de música da Infanta Personagens Reais: Padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão Domenico Scarlatti D. João V Infanta D. Maria Bárbara Padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão Nasceu em 1685 em S. Paulo Inventou a "passarola";
É um sonhador e representa a
capacidade de
ultrapassar os limites humanos;
Faz parte da "trindade divina";
É louco, pelas suas ideias;
Duvida das suas crenças religiosas;
Tem consciência. Domenico Scarlatti Nasceu em Nápoles, a 26 de Outubro de 1685;
Foi um compositor Italiano;
Músico estrangeiro contratado por D.João V para ensinar a Infanta;
É amigo do Padre Bartolomeu, Baltasar e Blimunda;
Representa a arte musical;
Ajuda a concluir e realizar a "passarola";
A sua música curou a doença de Blimunda. D. João V É religioso;
É vaidoso, compara-se a Deus nas suas
relações com as freiras;
Símbolo da Monarquia;
Apoia o Padre Bartolomeu na construção
da "passarola";
É um marido desinteressado e imoral;
Símbolo da megalomanía e dos excessos. Personagens Fictícias Baltasar Mateus Sete-Sóis É maneta da mão esquerda;
Assume o papel de "Deus criador" na construção da "passarola;
Faz parte da trindade;
É um homem simples;
É apaixonado por Blimunda. Blimunda de Jesus Sete-Luas É uma mulher livre e com poder;
Tem o dom de ver por dentro;
É apaixonada por Baltasar;
Faz parte da trindade;
Parte fundamental na construção da "passarola", pois esta só voa com as vontades;
Caçadora de vontades;
O seu dom não resulta em noites de lua nova;
Representa o mítico e o desconhecido. Tempo Tempo da história (diegético) 8 de Junho de 1719 Tempo do discurso Prolepse sobre o 25 de Abril de 1974 cap. XIII - 13º parágrafo - pág 210 Descrição linear Símbolos Sete;

A "passarola";

A música de Scarlatti. Recursos Estilísticos Anáfora - 9º parágrafo, cap. XIV
Repetição - Penúltimo parágrafo, cap XIV Intenções do Autor Crítica religiosa e antimonárquica Planos narrativos Plano de Quadros de Época;

Plano da construção da "passarola";

Plano da relação de Blimunda e Baltasar Capítulo XV Focalização
Interna Narrador instaura-se no ponto de vista de uma das personagens que vive a história cap XIV - penúltimo parágrafo Paulo Freitas 12º4 nº1
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