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Karl Marx: trabalho e classes sociais

1º Ano - 2º Bimestre - Aula 4
by

Jean Pierre

on 23 May 2016

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Transcript of Karl Marx: trabalho e classes sociais

A classe trabalhadora: o proletariado
Para reproduzir a forma de vida da burguesia, é necessário que haja uma classe produtora de mercadorias, cujo trabalho é explorado pelos capitalistas. Ao mesmo tempo que se constitui historicamente a burguesia, forma-se uma classe antagônica a ela: a classe trabalhadora ou proletariado. No processo histórico de formação do capitalismo, a burguesia nascente já explorava o trabalho de pequenos produtores. Com o crescimento dessa forma de produção, a burguesia torna-se dominante e o coletivo de trabalhadores, antigos servos e produtores rurais, aumenta vigorosamente na forma de um proletariado industrial.
Exploração da classe trabalhadora
Segundo Marx, ao longo da História, a classe trabalhadora foi expropriada de seus meios de produção, isto é, de suas terras, de suas ferramentas, de suas casas e de seus locais de trabalho. A burguesia, ao se apropriar dos meios de produção, força o trabalhador a vender seu trabalho em troca de um salário. O trabalhador é obrigado a se submeter a determinado salário, a certo ritmo de trabalho, a determinadas condições de trabalho, a jornadas determinadas e, sobretudo, a determinada produtividade. A classe trabalhadora não tem escolha. Se quiser sobreviver deve a todo momento vender seu trabalho a um capitalista.
O controle produtivo e político do trabalhador
Marx entende que quanto mais o trabalhador é controlado, maior será sua produtividade e menor será seu poder político. Assim, a substituição do trabalhador por uma máquina é uma iniciativa do capitalista para obter um número maior de mercadorias, aumentando a produtividade do trabalho. Com a máquina, a produção aumenta, e aumenta também o controle do capitalista, pois os trabalhadores passam a responder ao ritmo e ao tempo da máquina. Ou seja, o capitalista usa a máquina ou o robô tanto produtivamente quanto politicamente.
O argumento central de Marx é o de que as sociedades se dividem em
classes sociais
. Essa divisão é fruto de um processo histórico de lutas em que uma das classes sociais torna-se dominante e acaba por subjugar os interesses de outra. No capitalismo, Marx observa que a burguesia, a classe capitalista, tornou-se dominante, primeiro derrotando a nobreza e, a seguir, instaurando um novo tipo de sociedade.
Introdução
Marx foi um dos maiores pensadores de seu tempo. Sua análise foi marcada pela investigação das relações de força entre os indivíduos. Para ele, a questão-chave para explicar as transformações sociais é a
relação conflituosa entre forças sociais
, isto é, entre classes distintas com interesses contrários.
Modo de vida burguês
A burguesia passou a constituir, à sua maneira, as formas de governo, a cultura, a política. As leis, as regras, as normas, os gostos e os padrões de consumo, de organização da economia, da ciência e da política passaram a ser determinados pelos interesses da burguesia. Ou seja, a sociedade capitalista em que vivemos tem como objetivo central reproduzir a forma de vida da burguesia, fundamentada na formação de lucro e estruturada na produção de mercadorias.
Conclusão
Vemos que, de um lado os trabalhdores reivindicam, por meio dos seus sindicatos, melhores salários e condições de trabalho. De outro lado, os capitalistas querem aumentar o seu lucro. Uma classe quer ampliar seu lucro, empregando técnicas produtivas cada vez mais sofisticadas; a outra resiste, a fim de manter e/ou ampliar suas condições materiais de sobrevivência. Temos, portanto, uma sociedade baseada em relações contraditórias, que inspiram confrontos políticos originários da divisão social em classes.
Karl Marx: trabalho e classes sociais
Prof. Jean Pierre
Classes Sociais
http://jp-sociologia.blogspot.com.br/
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