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A Evolução do Behaviorismo

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by

Andersen Boniolo

on 24 May 2016

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Transcript of A Evolução do Behaviorismo

A Evolução do Behaviorismo
Um breve histórico do Behaviorismo e seus principais contribuidores
1878-1958

Professor na Johns Hopkins

Trouxe as contribuições de Pavlov para a Psicologia

Em 1913 publica "A Psicologia como o Behaviorista a vê" (Manifesto Behaviorista)

O objeto de estudo da Psicologia passa a ser o comportamento observável

"A Psicologia é um ramo puramente objetivo e experimental das Ciências Naturais"

O pequeno Albert (Watson & Jones)

Behaviorismo Clássico (Metodológico)
Um estímulo incondicional elicia uma resposta incondicional. Podemos parear estímulos quaisquer com respostas que desejamos. É assim que aprendemos e nos desenvolvemos
1849-1936

Fisiólogo Russo

Reflexos condicionais/ condicionamento pavloviano.
Estudou as secreções digestivas em cachorros.

"Salivação Psíquica"

Estímulos incondicionais geram respostas incondicionais.
Edward L. Thorndike
1874-1949

Psicólogo

Estudou o comportamento "voluntário"

"Lei do Efeito"

Um comportamento aumenta sua frequência à medida que gera satisfações ao indivíduo

Relação entre comportamento e o ambiente.
John B. Watson
B. F. Skinner
1904-1990

Estudou letras e doutorou-se em Psicologia

Em 1953 publica o livro "Ciência e Comportamento Humano"

Define o Behaviorismo de Watson como "Metodológico"

Deve-se olhar para as consequências do comportamento, não apenas para seus antecedentes (estímulos)

Behaviorismo Radical (do latim
radix
)
Revoluciona o Behaviorismo e a Psicologia
Ivan Pavlov
Teoria do Pavlov
Pavlov estudou a salivação. Para isso, introduziu cirurgicamente um tubo na glândula salivar dos cães. E assim começaram suas descobertas...
Reflexo

Estímulo incondicional
(Si)
Resposta incondicional
(Ri)
elicia uma
Desta forma, temos: S-R
Pavlov descobriu que outros estímulos (condicionais), poderiam ser pareados ao Si, causando a mesma resposta. Assim temos: Sc-Ri
Si Ri

Sc
(Estímulo Condicional)

Pareamento
elicia uma
passa a eliciar
A esse processo ele dá o nome de Condicionamento
Lei do Efeito
Thorndike foi um dos primeiros a olhar para a relação entre a resposta e sua consequência
Em seus experimentos sobre aprendizagem, Thorndike utilizou gatos e "caixas problema".
Ele colocava os gatos nessas caixas, onde só havia um meio de sair dali: pressionar a alavanca certa.
Gatos passavam a pressionar a alavanca cada vez mais rápido.
Thorndike percebeu a relação entre a resposta (pressionar a barra) e a sua consequência (sair da caixa).
Concluiu que: respostas que produziam consequências prazerosas eram repetidas com mais frequência, enquanto respostas que produziam consequências frustrantes cessavam.
R C

produz uma
(Resposta)
(Consequência)
No entanto, estas explicações para o comportamento eram mentalistas, por falarem de satisfações, prazer, etc...
O Behaviorismo de fato
O objeto de estudo da Psicologia agora é o comportamento observável.
Watson estava descontente com a Psicologia de sua época, e seu
manifesto
foi uma afronta ao funcionalismo e estruturalismo.
Na visão de Watson, comportamento era a relação entre um determinado estímulo e resposta; a Psicologia deveria preocupar-se com o comportamento observável e seus estudos seriam feitos de maneira
experimental.
Assim temos:

S R
(Estímulo) (Resposta)
elicia uma
Este modelo pode ser usado tanto para Estímulos e Respostas Incondicionais quanto para Estímulos e Respostas Condicionais (Sc - Rc), mas vale lembrar que a R sempre será fisiológica e sobretudo observável.
Nasce o Behaviorismo Radical
O comportamento deve ser entendido como uma complexa relação entre o ambiente e o organismo
Nasce o Behaviorismo Radical
As consequências são a causa do comportamento
Fez estudos com ratos e pombos para entender melhor a relação entre as respostas e suas consequências, e descobre coisas interessantes. Define:
S R Sc
(Estímulo) (Resposta) (Consequência)
causa uma
gera uma
Esta consequência tem a probabilidade de aumentar (esquema de reforçamento) ou diminuir (punição) a frequência desta resposta, ou mesmo extingui-la (falta consequência - extinção).
A esta relação Skinner dá o nome de Comportamento Operante (o meio influencia o organismo e este influencia o meio) (comportamento controlado pelas consequências)
Skinner critica o Behaviorismo metodológico (feito a partir das contribuições de Watson) e advoga que deve-se olhar não só para o S e a R, sim para as consequências que R produzem no ambiente. Além disso, não deve-se estudar apenas o que é observável e deixar de lado o que não é.
Três níveis de seleção do comportamento:

Filogenético (Genética)

Ontogenético (História do sujeito)

Cultural (Cultura)
Além do reforço, existe a Punição (positiva ou negativa)
E a Extinção (neste caso, a Operante)
Vale lembrar que Skinner propõe que tudo pode ser estudado. Assim sendo, emoções, sensações, pensamentos e outras coisas abstratas ou "mentalistas" passam a ser estudadas por ele e pelos analistas do comportamento de hoje
Foco no sujeito como um todo, não apenas no comportamento observável

Estímulos também são internos

Nosso corpo também pode ser ambiente
Análise do Comportamento hoje
Análise Experimental do Comportamento

Análise Funcional do Comportamento.

Terapias comportamentais: (FAP, ACT, DBT, TCR);

Posição Monista;

Contribuições de Skinner e muitos outros;

Análise do Comportamento como uma Ciência
Referências
Luiz, F. B. (2012)
Breve histórico do desenvolvimento da definição de comportamento
(texto construído para o Estágio de Docência/2012). Universidade Federal de Santa Catarina, SC.
Marçal, J. V. S. (2010) Behaviorismo Radical e Prática clínica. In DeFarias, A. K. C. R,
Análise Comportamental Clínica
(pp. 30-48) Porto Alegre: Artmed.
Editora Globo (2014)
O Livro da Psicologia
(Hermeto, C. M. e Martins, A. L., Trad.) São Paulo: Editora Globo.

Agradecimentos ao professor Gabriel Gomes de Luca que contribuiu para a criação desta apresentação
Baseado em slides criados pelo professor Gabriel Gomes de Luca e no Texto construído para o Estágio de Docência na disciplina de História da Psicologia da professora Fernanda Bordignon Luiz.
Comportamento Verbal; comportamento Simbólico
Positivismo
Darwinismo
Uma nova maneira de estudar fisiologia
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